Empresas Controle de pragas e fitopatógenos
Investimentos em sementes chega a representar 20% do custo total de produção e tratamento contribui para melhorar o potencial produtivo da soja
A semente é o principal insumo de uma lavoura e, por isso, é importante tratá-la antes da semeadura para o estabelecimento de plantas saudáveis desde o início do ciclo de desenvolvimento da cultura

A produção de soja no país vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e a adoção de boas práticas agrícolas é fundamental para garantir alta produtividade. Um dos primeiros passos para ter uma lavoura com o estande adequado e plântulas vigorosas é a utilização de sementes de alta qualidade física, fisiológica, genética e sanitária. Como o investimento em sementes pode representar 20% do custo total de produção, é de extrema importância o tratamento das sementes, por meio da aplicação de fungicidas para controlar fitopatógenos, principalmente fungos associados às sementes ou presentes no solo, e de inseticidas contra o ataque inicial de pragas específicas do solo, protegendo as plântulas durante o processo germinativo e de emergência.
Nas últimas safras, o tratamento da semente da soja tem ganhado espaço nas propriedades rurais. Atualmente cerca de 90% das sementes de soja brasileira são tratadas com fungicidas e 80% com inseticidas. Esse sistema está cada vez mais moderno graças a soluções inovadoras que chegaram recentemente no mercado, como é o caso do Convence FC, um inseticida com amplo espectro de ação (insetos sugadores e mastigadores), que garante uma boa germinação e desenvolvimento inicial da cultura, e Certeza N, tecnologia recomendada por ter ação fungicida e nematicida para o controle das doenças de solo e nematoides de uma só vez. Ambas as tecnologias foram desenvolvidas pela IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, para ajudar o agricultor a ter um maior controle
Estas soluções colaboram para o desenvolvimento de plantas vigorosas e sadias, pois quando aplicadas de forma adequada protegem a semente desde o plantio até o estabelecimento da cultura, resultando em uma maior chance de alcançar o seu potencial produtivo e contribuindo com os negócios do agricultor.
O agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Roberto Rodrigues, explica que patógenos, sobretudo fungos, podem contaminar a semente acarretando redução da germinação, emergência, população de plantas, ressemeadura e introdução de patógenos em áreas isentas. “Por outro lado, a infestação de pragas pode comprometer a produtividade da lavoura em até 50%. Nessas situações, o tratamento de sementes de soja entra como um forte aliado, sendo considerado um manejo preventivo. Por estes motivos, o agricultor não pode abrir mão de investir nisso e correr um risco que não vale a pena, pois é um procedimento altamente eficiente e de alto valor agregado quando comparado às perdas que a falta do tratamento de sementes pode acarretar a lavoura”, explica.
Benefícios que o tratamento de sementes proporciona para a cultura da soja
1. Proteção contra doenças e pragas: o tratamento de sementes com fungicidas ajuda a proteger as plantas contra doenças causadas por diferentes patógenos, como fungos, bactérias, vírus e nematoide, garantindo uma maior taxa de germinação e estabelecimento das plantas. Além de doenças, as sementes podem ser atacadas por pragas, que podem causar danos significativos. O tratamento das sementes com inseticidas ajuda a prevenir a infestação de pragas nas plantas durante os estágios iniciais de crescimento, quando são mais vulneráveis a danos.
2. Estímulo ao enraizamento: o tratamento de sementes estimula o crescimento das raízes, o que é fundamental para o estabelecimento das plantas e para uma maior absorção de nutrientes e água do solo.
3. Estabelecimento da cultura: com sementes tratadas, há uma maior garantia de que as plantas se estabeleçam de maneira saudável desde o início do ciclo produtivo.
4. Melhora do potencial produtivo: plantas mais saudáveis, com menor incidência de doenças e pragas, têm um potencial maior de produção, o que contribui para melhores rendimentos na colheita.
5. Uniformidade do estande: o tratamento de sementes pode melhorar a qualidade geral das sementes, aumentando a porcentagem de germinação e a velocidade de emergência das plantas. Isso é importante para garantir que todas as sementes plantadas realmente germinem e produzam plantas saudáveis, proporcionando uma emergência uniforme.
6. Economia de recursos: ao tratar as sementes, o agricultor reduz o risco de perdas devido a doenças e pragas, o que pode resultar em uma economia de recursos, como insumos agrícolas, mão de obra e tempo. Além disso, sementes tratadas de forma adequada tendem a ter uma menor taxa de replantio, o que leva a uma utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.
Tecnologias eficazes para o tratamento de sementes
Para o controle de um dos principais detratores de produtividade da soja, a Lagarta-Elasmo, o Convence FC é a solução indicada para o tratamento de sementes, pois trata-se de um inseticida com amplo espectro de ação (insetos sugadores e mastigadores) com controle simultâneo, de fácil aplicação e manuseio, que garante uma boa germinação e desenvolvimento inicial da cultura. Além disso, apresenta um resultado significativo para o cultivo da soja. Com uma formulação inovadora, potencializa a sinergia entre os ativos para obter um estande perfeito, além de apresentar três modos de ação que deixam as plântulas mais protegidas e com menos pragas desde o início da plantação.
Já as doenças, consideradas de maior importância econômica para os cultivos, são transmitidas por meio das sementes e interferem na cultura desde a germinação. Para combatê-las, o Certeza N é a tecnologia recomendada por ter ação fungicida e nematicida, que controla as doenças de solo, como mofo-branco, antracnose e nematoides de uma só vez. Graças à exclusiva tecnologia UHPS – Ultra High Performance Sticker, ele confere melhor aderência à semente, resistindo à lavagem pela chuva. Com isso, proporciona maior eficiência de controle e maior tempo de proteção.
“Investir no tratamento de sementes antes do plantio é essencial para garantir o estabelecimento de uma lavoura saudável e produtiva, minimizando os riscos e otimizando a utilização de recursos”, finaliza Rodrigues.

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs
Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.
Os benefícios da nutrição de precisão
Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.
Jefo e a tecnologia de microencapsulação
Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.
Destaques no SIAVS 2026
Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:
• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;
• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;
• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;
• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;
• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.
“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.
No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.
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Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.
O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico
O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.
Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos
Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).
No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.
Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.
Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico
Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos
Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.
As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico
Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2. A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.
Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!
Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.
Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!
Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1
1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira
Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.
A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.
“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.
Tecnologia global direto na fonte
O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.
“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.
Distribuição estratégica pelo território nacional
A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.
“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.





