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Empresas Confina Brasil

Semana de experiências diversas e muito conhecimento

Em sua segunda edição, o Confina Brasil viajará por 11 estados, com a visita a 120 propriedades, e atualizará, de forma remota, os dados dos confinamentos visitados em 2020, totalizando a pesquisa em 14 estados

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Gados em confinamento na Fazenda JR, Cachoeira do Sul- Foto: Scot Consultoria

A expedição Confina Brasil iniciou pelo Rio Grande do Sul o mapeamento do confinamento de bovinos no país. No total, serão 120 propriedades de 11 estados, além de análise remota de 118 fazendas já visitadas em 2020.

“Nossa equipe também tem se deparado com muitas novidades, em termos de plantas forrageiras de inverno como aveia e azevém, principal fonte de alimento para os animais terminados a pasto nessa época do ano. Outra característica do estado é a conhecida predominância de animais de raças taurinas, como Angus e Hereford, raças adaptadas ao clima da região sul e que apresentam desempenho superior em relação a precocidade e qualidade de carcaça. Essas características permitem a exploração de mercados mais exigentes e o enquadramento em programas de certificação, como o Angus Gold, que trazem uma maior remuneração ao produtor através de bonificações”, reforça Felipe Dahas, médico veterinário e coordenador do Confina Brasil.

“Passamos por diferentes modelos de confinamento, recria e terminação intensiva, desde produtores pequenos, com atividade familiar, até os de gestão empresarial, de grande escala. No primeiro cenário, notamos estruturas mais simples, administradas mais de perto pelos familiares, passando os conhecimentos de pai para filho, colocando a mão na massa, sem deixar a aplicação de tecnologia de lado. No segundo, estruturas maiores e mais complexas, empregando número maior de pessoas e maquinário e até mesmo softwares modernos de gestão”, ressalta o médico veterinário Olavo Bottino, técnico do Confina Brasil.

“Conhecemos também uma grande estrutura de exportação de gado vivo, que evidenciou a realidade do mercado nesse ciclo de alta na pecuária. No momento, a exportação no estado está andando de forma vagarosa, principalmente devido ao preço de reposição dos animais, que tem inviabilizado a operação. Para contextualizar, o terneiro de desmama apresentou valorização de 100% em 12 meses, devido à oferta restrita no estado”, explica o engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria Eduardo Seccarecio.

“O impacto dessa situação no Rio Grande do Sul é evidenciado desde 2018. De lá para cá, a queda nos embarques de gado foi de 33%. Até então, o estado era o segundo maior exportador do país, atrás apenas do Pará. Em 2021, não houve embarques de gado para exportação até o momento, o que provavelmente resultará em mais um ano de queda para essa modalidade de mercado”, complementa Seccarecio.

A equipe do Confina Brasil também verificou in loco que a entrada da agricultura em novas áreas, antes tradicionais de pecuária no estado, tem forçado os pecuaristas a aumentar a eficiência na produção com intensificação, uso de pastagens cultivadas e sistemas integrados. “Outro ponto importante é a valorização dos ativos. Em regiões onde a agricultura vem crescendo, os preços das terras estão subindo ano a ano, impulsionados pelos bons resultados nos mercados de commodities agrícolas”.

 

Mapeamento do confinamento bovino no país

Em sua segunda edição, o Confina Brasil viajará por 11 estados, com a visita a 120 propriedades, e atualizará, de forma remota, os dados dos confinamentos visitados em 2020, totalizando a pesquisa em 14 estados. O estudo contemplará informações de propriedades responsáveis pela terminação de mais de 2 milhões de bovinos em confinamento.

 

Confira o cronograma da 1ª Rota do Confina Brasil na região Sul:

  • 28 de junho: Ibicaré e Videira (SC)
  • 28 de junho: Santa Bárbara do Sul e Chapada (RS)
  • 29 de junho: Frederico Westphalen (RS)
  • 29 de junho: Treze Tílias e Sul Brasil (SC)
  • 30 de junho: Salto Veloso, Macieira, Jardinópolis (SC)
  • 30 de junho, 1 e 2 de julho: Campo Erê (SC)

 

  • 01 de julho: Palmas e Coronel Vivida (PR)
  • 02 de julho: Coronel do Iguaçu, São João, Pato Branco (PR)
  • 5 de julho: Esperança Nova, Cascavel (PR)
  • 5 e 6 de julho: Umuarama (PR)
  • 6 de julho: Santa Mônica, Santa Tereza do Oeste, Braganey (PR)
  • 7 de julho: Loanda, Marilena, Terra Rica, Boa Ventura de São Roque, Luiziana (PR)
  • 8 de julho: Mandaguari, Barbosa Ferraz (PR)
  • 8 e 9 de julho: Paranavai (PR)

 

O Confina Brasil 2021 tem patrocínio ouro da BRA-XP, Elanco, Casale, Nutron e UPL; e patrocínio prata da AB Vista, Associação Brasileira de Angus, Barenbrug, Beckhauser, Confinart, GA (Gestão Agropecuária), Inpasa e Zinpro.  A expedição conta ainda com o patrocínio da montadora Fiat e apoio institucional da Assocon, Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Informática, Hospital de Amor de Barretos e Sociedade Rural Brasileira.

Fonte: Assessoria
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Empresas Equipe Vetanco

Setor de Qualidade da Vetanco recebe reforço

Karina já atuou na área de qualidade em empresas de nutrição animal

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Karina Pereira da Silva / Divulgação

A Vetanco Brasil anuncia reforço no Setor de Qualidade com a contratação da analista de Qualidade Karina Pereira da Silva.

A profissional tem Ensino Técnico em Química pela Diocesano La Salle – São Carlos/SP e está cursando Tecnologia em Processos Gerenciais.

Já atuou na área de qualidade em empresas de nutrição animal e de produtos terapêuticos para uso veterinário, onde participou com a implantação e elaboração de manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF); de indicadores de qualidade, controle e acompanhamento de programação de produção, treinamento e capacitação de colaboradores, desenvolveu e avaliou processos de trabalho, equipamentos e ferramentas com o objetivo de melhorar a produtividade e a qualidade, entre outras atividades.

Karina iniciou na Vetanco do Brasil no mês de abril.

Fonte: Assessoria
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Empresas Quimtia

Descubra 3 estratégias para escolher o premix ideal para sua ração

Personalização, certificação e controle de qualidade são vitais para produto de alta qualidade

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Divulgação

As rações comerciais destinadas a animais de produção são compostas basicamente por milho e soja. Mas será que apenas esses dois ingredientes são suficientes para garantir uma boa nutrição? A resposta é não! Apesar de se tratarem de fontes essenciais e acessíveis de proteína e carboidrato, esses ingredientes precisam ser acrescidos de outros nutrientes complementares.

A mestre em zootecnista da Quimtia, Lidiane Domingues, explica que vitaminas e minerais são de suma importância para estruturar uma dieta balanceada. “Esses ingredientes farão com que o animal expresse todo seu potencial genético e ainda direcione os nutrientes para aumentar seu desempenho e produção, seja de ovos, carne ou leite”, explica.

A Instrução Normativa 15/2009 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) descreve o premix como a pré-mistura de aditivos e veículo ou excipiente que facilita a dispersão em grandes misturas e que não pode ser fornecida diretamente aos animais. Por ter uma porcentagem baixa de inclusão na ração animal – de 0,5 a 10kg/tonelada –, ainda é preciso manter alguns cuidados no momento da escolha do premix.

Lidiane conta que “o fornecimento do premix ideal vai garantir que o animal não apresente problemas metabólicos e evita quadros clínicos graves por deficiência ou excesso de alguns nutrientes”. Este cuidado aliado a escolha de um bom fornecedor, minimiza as chances de um produto chegar ao campo com problemas de mistura ou presença de contaminantes no processo. Conheça três dicas para escolher o premix ideal:

Personalização

Cada espécie exige um perfil e nível de nutrientes diferenciados. Por isso, é necessário dar preferência a premixes personalizados, especificados de acordo com cada fase da vida do animal. “Para uma ave em fase de produção de ovos, a exigência de Cálcio pode chegar a ser duas a quatro vezes maior do que para uma ave da mesma categoria em sua fase inicial. Esses pontos devem ser observados com atenção”, salienta a especialista

Certificação

Como o premix é basicamente uma pré-mistura de aditivos em baixas concentrações é imprescindível que o fabricante garanta que o processo de mistura seja eficiente, e esse controle acontece por meio da escolha de fornecedores com testes validados de mistura. Essa avaliação pode ser feita com base em testes de Microtracer e outros que buscam medir a qualidade da mistura durante o processo de produção. Uma boa mistura no premix evita que o animal tenha perdas por ingestão excessiva ou pela deficiência de algum componente essencial para seu desempenho.

Controle de qualidade

Um bom controle de qualidade no processo de fabricação dos premixes também é fundamental. A mestre expõe que “para o produto ter sucesso no campo é preciso se atentar a sua qualidade desde o recebimento das matérias-primas até a expedição do produto final”. Isso pode ser conferido pelas certificações de qualidade e processos de rastreabilidade que a fabricante oferece.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Avicultura

Aliado estratégico para a plataforma Nutron Poultry

Com mais de 30 anos de atuação profissional na área, Ishi é médico veterinário, formado pela Universidade Federal do Paraná

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Mark Ishi - Foto: Divulgação

A Cargill Nutrição Animal está em constante busca para proporcionar o melhor para os clientes e ajudá-los a desenvolver e prosperar em seus negócios. Com esse intuito, traz um importante reforço para o time da plataforma Nutron Poultry.

Mark Ishi, um profissional muito experiente, grande conhecedor do mercado e de toda cadeia de produção de frango, atuará como consultor com foco em nutrição, manejo e sanidade, sendo um aliado estratégico para dar suporte aos clientes no estado de São Paulo.

 

Alinhado aos valores da Nutron

Com mais de 30 anos de atuação profissional na área, Ishi é médico veterinário, formado pela Universidade Federal do Paraná. Já trabalhou como gerente técnico de frangos de corte na Frango Sertanejo, sendo responsável pelo planejamento de estratégias para produção com foco em rentabilidade.

Também foi gerente técnico na Granja Walkyria e, por 22 anos, médico veterinário na Fatec Indústria de Nutrição e Saúde Animal.

Atuou também por quase 7 anos como gerente da plataforma de tecnologia e inovação na Trouw Nutrition, elaborando e monitorando estratégias nutricionais e de manejo para melhorar o desempenho zootécnico e financeiro de empresas parceiras, além de desenvolver a plataforma Tecnologia & Inovação em frangos de corte.

Nosso novo consultor chega alinhado aos nossos valores, pois compartilha do mesmo objetivo da Nutron, que é estar sempre presente nos clientes.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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