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Notícias 4º mês consecutivo

Queda no preço do frango vivo mantém pressão sobre poder de compra

Segundo colaboradores do Cepea, a baixa liquidez interna da carne de frango e as exportações enfraquecidas têm pressionado as cotações do animal vivo.

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Arquivo/OP Rural

Enquanto os preços do frango vivo continuam em queda, os dos principais insumos consumidos na avicultura, milho e farelo de soja, seguem avançando, o que vem reduzindo o poder de compra de avicultores em fevereiro.

Este é, inclusive, o quarto mês consecutivo de queda no poder de compra do produtor.

Segundo colaboradores do Cepea, a baixa liquidez interna da carne de frango e as exportações enfraquecidas têm pressionado as cotações do animal vivo.

Já para o farelo de soja, o alto valor da matéria-prima e as vendas internacionais aquecidas têm impulsionado os preços no mercado doméstico.

Para o milho, a expectativa de menor produção motivou pequenas altas de preços nos últimos dias, aumentando a pressão sobre o poder de compra do avicultor.

Fonte: Cepea
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Notícias

Sindirações anuncia cinco importantes players da indústria ao quadro de associados

Cinco novos integrantes reforçam os esforços da organização na promoção de um ambiente de negócios que busca fomentar o desenvolvimento econômico do setor, garantia de suprimentos e capacitação de mão de obra de toda a cadeia de produção de alimentação animal.

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CEO do Sindirações, Ariovaldo Zani - Foto: Divulgação/Sindirações

O segundo trimestre de 2022 foi significativo para o Sindirações com a chegada de cinco importantes empresas no quadro de associados. “O Sindirações encerra o Q2 de 2022 com a entrada de importantes players que atuam no agronegócio brasileiro, reforçando o compromisso em promover o desenvolvimento do setor junto aos órgãos governamentais e convergência com outras associações industriais nacionais e internacionais para integração dos vários elos da indústria de proteína animal”, comenta Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações.

Em abril, foi a vez da Oxiteno. A empresa é líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas. A companhia iniciou suas operações em 1973, em São Paulo, e tem como propósito contribuir para o bem-estar das pessoas por meio da química. Investe em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções inovadoras e alinhadas aos objetivos de negócio de seus clientes. A empresa está presente em oito países das Américas, Europa e Ásia e conta com 11 unidades industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Uruguai, além de dois centros globais de P&D, três laboratórios de P&D e oito escritórios comerciais na Argentina, Bélgica, China e Colômbia. No Brasil, possui fábricas nas cidades de Suzano (SP), Tremembé (SP), Triunfo (RS) e no Polo Petroquímico de Mauá (SP) e Polo Industrial de Camaçari (BA).

Em junho foi a vez da Adimax, Aleris, Biotron e a NHU Brasil se juntarem ao quadro do Sindirações, encerrando o segundo quarter do ano com 132 associados no total.

A Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos do Brasil e neste ano completou 20 anos no mercado brasileiro de pet food. Sua missão vai além de promover o bem-estar dos animais por meio de alimentos de alta qualidade: a empresa tem o compromisso com várias causas sociais que estão alinhadas com o seu propósito: “amparar idosos carentes, pessoas e animais com deficiência”.

Já a Aleris é uma empresa de nutrição animal com grande know-how no processamento, desenvolvimento e caracterização de leveduras e no estudo dos seus efeitos na modulação da microbiota de diferentes espécies.

Além de atuar no Brasil, tem grande participação no mercado global com a promoção de produtos seguros e naturais.

Outra empresa associada é a Biotron Zootécnica, uma forte investidora de tecnologia para produção de rações para pássaros, trabalhando com matérias primas que garantem uma alimentação benéfica para a saúde e qualidade de vida das aves e maior longevidade do animal, aumento na fertilidade e maior porcentagem de eclosão, além de ovos maiores e maturidade sexual precoce.

A quinta companhia associada, que chegou também em junho, é a NHU Brasil, empresa que iniciou sua atuação no Brasil em 2022 e nasceu da parceria firmada entre a multinacional chinesa Zhejiang NHU CO. LTD, uma das líderes globais na produção de vitaminas e DL-Metionina, e o grupo dinamarquês Chr. Olesen Group, grupo especializado na distribuição global de insumos para alimentação animal. A empresa tem como objetivo de solidificar e expandir a presença dos produtos e da marca NHU no mercado Brasileiro, com foco na comercialização e distribuição de ingredientes para as indústrias de alimentação animal e humana.

Fonte: Assessoria
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Notícias Edição 2022

Nucleovet divulga programação científica do 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Evento presencial está programado para o período de 16 a 18 de agosto, em Chapecó (SC). Inscrições estão abertas. SBSS terá difusão de conhecimento, interação, debates atuais e importantes para o setor suinícola.

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Presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann - Foto: Divulgação/Nucleovet

Reconhecido como um dos principais fóruns de discussão do setor na América Latina, o 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) trará cinco temas para o evento presencial deste ano: gestão de pessoas, sanidade, biosseguridade, gestão da informação, nutrição e reprodução. Esses assuntos nortearão a programação científica nos três dias do SBSS, no período de 16 a 18 de agosto próximo. Paralelamente acontecerá a 13ª Brasil Sul Pig Fair.

Os eventos são promovidos pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e serão realizados presencialmente no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), com transmissão on-line ao vivo. Nesta semana, o Nucleovet divulgou as temáticas das palestras e os profissionais que estarão na 14ª edição.

O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, enfatiza que a programação científica foi elaborada a partir de assuntos atuais e que tenham aplicabilidade prática. “Esse é o grande diferencial do SBSS: trazer conhecimentos científicos que possam contribuir no dia a dia dos profissionais e das empresas. Levamos em consideração os anseios dos profissionais, a partir de feedbacks das edições anteriores, e buscamos trazer informações com a melhor qualidade possível, com palestrantes renomados, para que esses profissionais multipliquem o que aprendem e transformem isso em ações”.

Durante o evento, 16 palestras contribuirão para atualizar os profissionais que atuam na cadeia suinícola. “Serão três dias de muito conhecimento e troca de experiências, trazendo conexão com o cenário mundial do setor”, realça o presidente do Nucleovet, Lucas Piroca. Ele salienta também a retomada do evento presencial. “Em 2020 o Simpósio foi cancelado devido a pandemia e no ano passado ocorreu no formado on-line. Em 2022, inovamos com o formato híbrido, em um novo local”, acrescenta.

Brasil Sul Pig Fair

A 13ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas de tecnologia, sanidade, nutrição, genética, aditivos, equipamentos para suinocultura, entre outros. A feira consistirá em um espaço presencial e virtual onde as empresas geradoras de tecnologias apresentarão suas novidades e seus produtos, permitirão a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas.

Inscrições

O investimento para o primeiro lote, até o dia 06 de julho, é de R$ 440,00 para o evento presencial e R$ 400,00 para o virtual para profissionais, R$ 330,00 (presencial) e R$ 300,00 (virtual) para estudantes. A partir do dia 07 de julho inicia a venda do segundo lote com reajuste no valor das inscrições. Até o dia 10 de agosto os valores serão de R$ 530,00 (presencial) e R$ 440,00 (virtual) para profissionais e R$ 400,00 (presencial) e R$ 340,00 (virtual) para estudantes

. Após essa data e durante o evento o investimento será de R$ 600,00 (presencial) e R$ 500,00 (virtual) para profissionais e R$ 460,00 (presencial) e R$ 400,00 (virtual) para estudantes.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições serão concedidos códigos-convites. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. O acesso para a 13ª Brasil Sul Pig Fair é gratuito, tanto presencial quanto virtual, assim como para o pré-evento.

As inscrições podem ser feitas no site www.nucleovet.com.br.

Apoio

O 14º SBSS tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV/SC), da Embrapa Suínos e Aves, da Prefeitura de Chapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

Programação Científica do 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

16 agosto (terça-feira)

  • Abertura da Programação Científica
  • Painel Gestão de Pessoas
  • Capacitar as equipes de granjas, esse é o caminho para o sucesso?
  • Palestrante: Everton Gubert
  • Estratégias de treinamento de adultos. Como os adultos aprendem?
  • Palestrante: Naldo Dalmaso
  • Questionamentos
  • Intervalo
  • Comunicação eficaz: minha equipe entende o que é necessário?
  • Palestrante: Leandro Trindade
  • Questionamentos
  • Solenidade de Abertura Oficial do 14º SBSS
  • Palestra de Abertura
  • Coquetel de Abertura – na Pig Fair

17 agosto (quarta-feira)

  • Painel Biosseguridade
  • Biosseguridade: está na hora de parar com o “faz de conta”. Será que compreendemos o significado dos desafios sanitários? Uma visão de dentro da granja.
  • Palestrante: Nelson Morés
  • Estratégias de redução da pressão de infecção em um sistema de produção: entendendo e aplicando programas de limpeza e desinfecção.
  • Palestrante: Anne Lara
  • Questionamentos
  • Intervalo
  • Painel Gestão da Informação
  • Gestão em tempos de crise: cortar custos sempre é a melhor solução?
  • Palestrante: Iuri Pinheiro Machado
  • Tomada de decisão baseada em dados: experiência norte-americana na análise de informações em banco de dados de diagnósticos na suinocultura.
  • Palestrante: Daniel Linhares
  • Questionamentos
  • Intervalo para almoço
  • Painel Sanidade
  • Peste Suína Africana: como está o cenário mundial atual?
  • Palestrante: A definir
  • Mesa Redonda: Agentes respiratórios? Estamos dando a real importância aos diagnósticos?
  • Palestrantes: Danielle Gava, David Barcellos e Karine Takeuti
  • Moderador: Geraldo Alberton
  • Intervalo
  • Estratégias de diagnóstico e controle de meningite estreptocócica: como enfrentar este agente e sua diversidade antigênica?
  • Palestrante: Rafael Frandoloso
  • Resistência bacteriana: uma pandemia silenciosa!
  • Palestrante: Jalusa Deon Kich
  • Questionamentos
  • Encerramento da Programação Científica
  • Evento Paralelo Zoetis
  • Happy Hour – na Pig Fair

18 agosto (quinta-feira)

Painel Nutrição e Reprodução

  • Qualidade de matéria-prima e seus efeitos na qualidade intestinal.
  • Palestrante: Gabriel Cipriano Rocha
  • Imunonutrição: como manejar a imunidade através da nutrição.
  • Palestrante: Breno Castelo Beirão
  • Questionamentos
  • Intervalo
  • Perdas reprodutivas na produção de suínos: diagnóstico situacional e alternativas de correção.
  • Palestrante: Rafael Ulguim
  • Prolapsos uterinos: fatores predisponentes e abordagem para o controle.
  • Palestrante: Augusto Heck
  • Questionamentos
  • Sorteios e encerramento

* Podem ocorrer ajustes nas temáticas de acordo com a definição dos palestrantes.

Fonte: Ascom Nucleovet
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Notícias Produção leiteira

Preço do leite ao produtor acumula alta real de 20,6% no ano

Valor pago em junho registrou aumento de 5,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,6801/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea. Esta é a quinta alta mensal consecutiva, de modo que, desde janeiro, o leite no campo acumula valorização real de 20,6%.

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Arquivo/OP Rural

O preço do leite captado em maio e pago aos produtores em junho registrou aumento de 5,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,6801/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Esta é a quinta alta mensal consecutiva, de modo que, desde janeiro, o leite no campo acumula valorização real de 20,6% (valores deflacionados pelo IPCA de maio).

Os preços do leite no campo seguem em alta, devido à menor produção. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o volume de leite cru industrializado pelos laticínios brasileiros diminuiu 10,3% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2021. Com isso, as indústrias de laticínios seguem em disputa pela compra do leite cru, matéria-prima para a produção de lácteos, para tentar evitar capacidade ociosa de suas plantas.

A restrição de oferta do leite – e, consequentemente, dos lácteos – é explicada pela entressafra da produção. Com o inverno e clima mais seco, a qualidade e disponibilidade das pastagens cai e, por isso, a alimentação do rebanho é afetada, levando à queda na produção. E é preciso destacar que, neste ano, o fenômeno climático La Ninã também intensificou os efeitos sazonais de diminuição da oferta.

Ainda que o componente climático seja importante para explicar esse cenário, não seria exagero dizer que o principal fator que explica essa alta substancial dos preços é, de fato, o aumento dos custos de produção. Segundo pesquisas do Cepea, o Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade esteve em alta nos últimos três anos – de janeiro de 2019 a maio de 2022, o avanço no COE foi de expressivos 56%.

Observa-se, assim, que toda estrutura de produção foi se encarecendo nos últimos anos, espremendo as margens dos produtores. Diante desse cenário, muitos pecuaristas enxugaram investimentos ou saíram da atividade. Para assegurar alguma rentabilidade, produtores também recorreram ao abate de animais, atraídos pelos elevados preços da arroba. De acordo com dados do IBGE, o número de vacas e novilhas abatidos no primeiro trimestre de 2022 aumentou 11,4% e 17,2%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

Levando-se em conta que a produção de leite é uma atividade de ciclo operacional longo, pode-se dizer, portanto, que esse cenário observado atualmente é resultado de um longo período de aumentos consistentes nas cotações dos insumos agropecuários, que corroeu margens de produtores e de laticínios por muitos meses. Agentes do setor consultados pelo Cepea relatam que essas altas nos preços dos lácteos vinham sendo represadas, já que a demanda brasileira está bastante fragilizada. Contudo, a redução drástica da oferta levou a uma situação generalizada de queda nos estoques de derivados lácteos, o que tem sustentado o avanço dos preços ao consumidor.

Perspectiva

A expectativa do setor é de que os preços no campo sigam firmes, à medida que a oferta continuou baixa em junho. O levantamento do Cepea mostra que, em Minas Gerais, o preço médio mensal do leite spot subiu fortes 26,2% de maio para junho, em termos reais, chegando a R$ 3,80/litro na média mensal. Grade parte desse aumento ocorreu da primeira para a segunda quinzena do mês, quando o preço médio subiu 20,8% e atingiu R$ 4,16/litro. Com a matéria-prima mais cara e estoques enxutos, os derivados lácteos seguiram fortemente valorizados em junho. De acordo com a pesquisa do Cepea/OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), na negociação entre laticínios e canais de distribuição do estado de São Paulo, os preços médios mensais do leite UHT e da muçarela avançaram quase de 18% de maio para junho.

Fonte: Ascom Cepea
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PORK 2022

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