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Ourofino Saúde Animal é finalista na categoria Medicamentos do Troféu Agroleite 2019

Programa de TV da empresa terá exibições diárias ao vivo pelo Facebook e ainda duas palestras técnicas

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A casa da Ourofino Saúde Animal no Agroleite 2019, entre 13 e 17 de agosto, estará movimentada com a transmissão ao vivo do programa Ourofino em Campo e de palestras técnicas. Todo o conteúdo será transmitido pela página da empresa no Facebook. Realizado anualmente em Castro-PR, a capital nacional do leite, o evento reúne profissionais de todas as fases da cadeia leiteira e a contribuição da Ourofino com essa programação é disseminar ainda mais conhecimento do setor aos especialistas convidados e demais interessados, por meio das redes sociais.

Os temas a serem desenvolvidos por técnicos da empresa durante as edições especiais do Ourofino em Campo, nos dias 13, 14 e 15, às 12h30 e 17h30 (horário de Brasília), são indução à lactação, qualidade do leite, com foco em tratamento de mastite, entre outros. A programação ainda abrange as palestras virtuais Controle da Diarreia Negra (coccidiose) em Bovinos e Uso de Anti-inflamatórios para Controle de Mastite e Edema de Úbere. Durante a feira, também ocorrerá a cerimônia de entrega do tradicional Troféu Agroleite, no qual a Ourofino é finalista na categoria Medicamentos.

Há três anos, a companhia foi a campeã nesse mesmo grupo e, em 2018, esteve entre as finalistas. O ganhador, entre os três indicados, será conhecido em 14 de agosto. O Troféu Agroleite é o mais importante prêmio do setor leiteiro, entregue anualmente em cerimônia no Memorial da Imigração Holandesa (um dos maiores moinhos da América Latina) na Castrolanda, em Castro (PR), aos que mais se destacam no setor, conforme votação aberta via internet.

Ainda durante o Agroleite 2019, para atender ao público participante, a empresa disponibiliza sua equipe para sanar dúvidas e orientar sobre o portfólio da Ourofino, inclusive sobre o manejo correto das soluções. Da linha de produtos, estará em destaque no evento o antimicrobiano Lactofur e o anti-inflamatório Maxicam 2%, além dos inoculantes SiloSolve AS e SiloSolve MC e os probióticos Probios® Precise e Biobac.

“Os produtos que levamos ao evento atende às especificidades vistas nas propriedades brasileiras dedicadas à produção leiteira. Os probióticos, por exemplo, provocam uma melhora na saúde ruminal e intestinal, promovem a digestibilidade e o maior aproveitamento dos nutrientes, assim como impactam no desenvolvimento dos bovinos. Em cada solução entregue ao mercado e ações desenvolvidas, visamos reimaginar a saúde animal, que é o nosso propósito”, diz Gustavo Paranhos, gerente de produtos para gado de leite da companhia.

Gustavo também ressalta a importância do evento técnico desenvolvido pela cooperativa Castrolanda. “É um encontro indispensável para quem procura se informar sobre as tecnologias disponíveis para o setor, servindo de vitrine para quem trabalha na cadeia leiteira no Brasil. Para nós, é ainda uma honra termos sido selecionados pelo público para um prêmio de tanta relevância.”

As informações completas a respeito do portfólio da empresa podem ser acessadas no site institucional, assim como no aplicativo gratuito Ourofino, disponível para download nas lojas da Apple e do Google. A plataforma também oferece conteúdo técnico para orientar na gestão e produtividade das fazendas e uma calculadora para implementar ou utilizar o protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), que, entre outras vantagens, auxilia no ganho de peso dos bezerros e diminui o intervalo entre os partos.

Fonte: Assessoria
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Kemin debate estratégia de nutrição para dias quentes

Uso de cromo e biosurfactante em dietas reduzem os efeitos negativos provocados pela perda de desempenho de aves e suínos em dias quentes, apontaram especialistas da empresa na última semana durante a Reunião do CBNA, em Campinas  

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Uma estratégia nutricional para minimizar o impacto das perdas de desempenho no campo em função das altas temperaturas foi destacada pela equipe da Kemin na última semana durante o evento realizado pelo CBNA, em Campinas, no interior de São Paulo. Especialmente no verão, a dupla – temperatura alta e umidade, trazem consequências à produção animal intensiva que denominamos como estresse calórico. Estas consequências podem ser reduzidas, assim como seus transtornos metabólicos, através do uso de cromo orgânico em dietas de aves e suínos destacou a médica veterinária e gerente técnica de suínos para América do Sul, Mara Costa.

“O KemTRACE Cromo é um mineral essencial que age na redução dos efeitos do estresse, convertendo energia em melhor eficiência alimentar. Ele tem uma ação catalisadora na redução dos níveis de estresse e suas consequências metabólicas. Em suínos, ele ativa os receptores da insulina permitindo entrada de maior aporte de glicose nas células musculares e, com mais energia, o animal produz mais músculos”, explicou a executiva.

Outra estratégia também destacada pela empresa é o uso de biosurfactante em dietas de aves e suínos. “O Lysoforte eXtend é uma ferramenta que permite otimização da energia da ração. Ele aumenta a digestão e absorção de gorduras da ração, minimizando os efeitos do menor consumo, que pode acontecer em dias muito quentes”, ressaltou a médica veterinária e gerente de Produtos para Monogástricos da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro.

“O uso combinado destas estratégias proporciona aos produtores de aves e suínos uma maior rentabilidade, seja com melhores índices de performance zootécnica ou redução do custo da ração fornecida, quando comparamos a mesma dieta e manejo sem a inclusão dos aditivos em um plantel de animais saudáveis, completa a executiva. A Kemin participou da Reunião Anual do CBNA, em Campinas, com suas equipes de aves e suínos.

Fonte: Assessoria da Kemin
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UPL fortalece presença global com aquisição da chinesa Laoting Yoloo Bio-Technology

Grande produtora mundial de alimentos, a China é um importante mercado para a UPL, empresa de origem indiana, presente no Brasil e em mais de 130 países.

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A UPL firmou, por meio de sua subsidiária em Hong Kong, contrato definitivo para a aquisição das totalidades das ações da indústria chinesa de defensivos agrícolas Laoting Yoloo Bio-Technology. A conclusão da transação está condicionada à aprovação regulatória das autoridades chinesas.

A Laoting Yoloo possui portfólio com mais de 100 produtos registrados, cerca de 1,2 mil contratos com distribuidores e mais de 240 colaboradores. Sua sede é na província chinesa de Hebei. Grande produtora mundial de alimentos, a China é um importante mercado para a UPL, empresa de origem indiana, presente no Brasil e em mais de 130 países.

Com grande base de clientes, a Laoting Yoloo se beneficia, como parte da UPL, da participação privilegiada no mercado, tecnologia de produtos e know-how em fabricação, incluindo a otimização das instalações da companhia.

A UPL, por sua vez, ganha forte presença na China, onde pretende crescer com produtos e acesso ao mercado interno, aumentando sua capacidade global de produção.

O CEO global da UPL, Jai Shroff, ressalta que a empresa tem como propósito criar uma rede aberta para a agricultura, ativando conexões com todo o sistema agrícola do mundo, a partir do conceito OpenAg. “O objetivo é impulsionar novos níveis de crescimento sustentável – para produtores rurais, clientes, parceiros e sociedade em geral. A aquisição da Laoting Yoloo pela UPL aumenta nossa capacidade de atingir esse objetivo ”, afirma Shroff.

O executivo indiano acrescenta que “os agricultores precisam de tecnologias que os ajudem a ser mais resilientes e a melhorar o desempenho mesmo diante das mudanças climáticas, além de atender às crescentes demandas de uma cadeia de produção de alimentos cada vez mais exigente”.

Com mais de cinco décadas de experiência trabalhando com todos os tipos de produtores rurais, a UPL tem profundo entendimento das necessidades dos agricultores em todo o mundo e está motivada a expandir sua plataforma de tecnologias para os produtores chineses.

Fonte: Assessoria da UPL
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Dose continua em 2 ml para a vacinação contra a Febre Aftosa

Antes de levar os animais para o curral, deve-se organizar processos e equipamentos para se adequar ao menor esforço e maior eficiência

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Começou em 2019 a substituição da vacinação contra a Febre Aftosa para doses de 2ml no lugar das tradicionais aplicações de 5ml. A mudança deve seguir nessa segunda etapa da vacinação, pois faz parte dos ajustes previstos no Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa do governo federal.

Para cumprir o quesito, o produtor deve adequar seus processos e equipamentos, principalmente, para que haja a calibragem da dose correta. Segundo dados coletados, em maio, pelo Sindicado Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) a vacina de 2 ml teve uma excelente aceitação pelos pecuaristas, “com destaque à qualidade de aplicação e menos reações nos bovinos”, informou o órgão na época o que  deve se repetir.

Com uma dosagem menor, além das questões de conservação do produto, o pecuarista também precisou garantir os equipamentos e regulagens adequados. Um termo que começa a ser usado nos dias de hoje é a “seringabilidade”, ou seja, buscar o equipamento que irá atender o processo com melhor segurança de que o conteúdo foi aplicado na dosagem correta; mais leveza, facilidade de manuseio e menor cansaço para o operador entre outras características. E, atualmente, a diversidade de vacinadoras permite que o pecuarista escolha por equipamentos mais eficazes para o processo.

Com propriedade em Rondonópolis, MT, o médico veterinário Ricardo Lima Carvalho e seu filho Rodrigo Carvalho optaram por vacinar o rebanho de mil cabeças com uma seringa, com capacidade de 2ml, chamada smartmatik, da Agrozootec. “A primeira vista, por não ser de metal, pensamos que o material seria frágil, mas foi o contrário. Vacinamos todo o rebanho com a dosagem correta e o esforço foi muito menor, pela leveza e também pela praticidade da aplicação”, comenta Rodrigo Carvalho. Além disso, a vacinadora tem um portafrasco que dispensa o manuseio e recarga constantes.  “Terminamos o trabalho antes do esperado”, afirma sobre a eficiência do processo e a adesão ao novo equipamento.

Além da seringa, o produtor não pode se esquecer de planejar corretamente o número de doses que serão usadas e os dias de manejo no curral.  É importante que reveja processos, treine a equipe, planeje os insumos e busque equipamentos para o melhor desempenho para cada processo pecuário, pois há diversidade de modelos e produtos. Quem se atenta a esses detalhes tem um melhor resultado econômico e também garante a sanidade do rebanho.

Fonte: Ass. de Imprensa
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