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O evento Advancia, realizado pela Adisseo, abriu novos horizontes com foco no Butirato: do nutriente ao mensageiro

Mais de 125 participantes fizeram parte do primeiro Advancia Academy 2019, realizado em Roma, Itália, no dia 2 de abril. O evento foi organizado pela Adisseo, antes da 6ª Conferência Internacional de Saúde Intestinal Avícola.

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Foto: O Presente Rural

Depois de São Paulo em 2016 e Bangcoc em 2017, Roma acolheu o 6º Grupo de Interesse Científico em Saúde Intestinal – IHSIG, agora chamado de Conferência Internacional de Saúde Avícola. Por ocasião deste importante evento, a Adisseo realizou o Advancia Academy 2019, fórum científico em nutrição e saúde animal, cujo foco desta edição foi o Butirato.

“O Butirato é, sem dúvida, um nutriente essencial para as células epiteliais intestinais e, portanto, oferece benefícios para a saúde intestinal. Ele pode ser produzido por bactérias comensais ou suplementado na dieta. Seus benefícios e limites de sua ação, bem como as formas que se pode melhorar o funcionamento intestinal por meio do Butirato endógeno e exógeno são os principais tópicos deste Advancia Academy” afirmou Dr. Pierre-André Geraert, Diretor de Marketing Científico da Adisseo.

 

Butirato – um regulador funcional fundamental: o mensageiro

Para abrir o seminário, Dr. Hervé Blottiere, do INRA & Micalis France, revisou os papéis fundamentais do Butirato na mucosa intestinal. De acordo com o pesquisador, a disbiose ou distúrbio intestinal são frequentemente associados à diminuição de genes e de bactérias associadas à produção de Butirato. O Butirato é essencial na fisiologia intestinal, está envolvido em metabolismo celular, função da barreira, motilidade intestinal, funções endócrinas e regulação imunológica. Seu novo papel como potente ativador do fator de transcrição nuclear faz com que o Butirato seja um importante modulador nas células epiteliais do intestino.

Dr. Petra Louis do Rowett Instituteabordou de forma mais global o metabolismo intestinal microbiano de ácidos graxos de cadeia curta, através do exemplo da microbiota humana. Como a microbiota é influenciada pelos substratos da dieta, particularmente fibras, e como as bactérias alimentam umas às outras. Essas vias metabólicas são elementos-chave que podem nos ajudar a alimentar melhor nossos animais, levando em conta a microbiota.

 

Do estímulo da microbiota butirogênica à forma dietética ideal do Butirato

Prof. Filip van Immerseel da Ghent Universityfocou em formas dietéticas de influenciar a microbiota butirogênica no intestino de aves domésticas através, por exemplo, do efeito prebiótico de oligossacarídeos arabinoxilanos, bem como o benefício de suplementar Butirato na dieta para reduzir o escoamento de patógenos (Salmonella sp, Clostridium perfringens).O Dr. Joshua Gong ilustrou a importância de suplementar a forma protegida do Butirato na dieta. O Butirato também aparentou diminuir a deposição lipídica através da redução das vias lipogênicas. Ele também estimula bactérias benéficas no intestino posterior.

O Prof. Kolapo Ajuwon (Purdue University) abordou mais profundamente a ação do Butirato no intestino, mostrando em particular o efeito no eixo intestino-cérebro e também seus benefícios epigenéticos. Ele também ilustrou a importância em adaptar a suplementação de Butirato de acordo com etapas específicas do crescimento ou fases desafiadoras (desmame, estresse térmico) enfrentadas pelos animais.

Finalizando o seminário, o Dr. Jean-Paul Lalles (INRA) ampliou o campo, expondo os aspectos moleculares e funcionais do Butirato e seus efeitos sobre a fosfatase alcalina intestinal e proteínas de choque térmico, importantes compostos na proteção intestinal contra a inflamação.

Todos os participantes contribuíram, em workshops organizados durante o dia, para melhor entender e questionar o potencial do Butirato endógeno e exógeno de ajudar a fortalecer a saúde intestinal dos animais, colaborando para o desenvolvimento de um sistema de produção de proteína mais sustentável.

Os assuntos abordados no seminário revelaram a importância do Butirato, tanto o produzido por bactérias comensais, como o suplementado na ração. De fato, seu papel como nutriente energético era conhecido há muito tempo, mas suas funções como um mensageiro para o bom funcionamento intestinal têm sido extensivamente demonstradas: da proliferação e diferenciação celular, melhor integridade da fronteira intestinal, melhora da função imunológica intestinal e até o efeito no sistema nervoso local e central.

Fonte: Assessoria
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A alternativa do pó de rocha como fertilizante e corretivo do solo

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Foto: O Presente Rural

Dilceu Sperafico*

Nem sempre as notícias positivas envolvem fatos novos ou recentes. Este é o caso do aproveitamento de pó de rocha ou pedra moída, como fertilizante, corretivo e inoculante, substituindo insumos tradicionais, com enormes vantagens para a redução de custos da lavoura, conservação do solo, preservação de recursos naturais e crescimento do agronegócio brasileiro.

A técnica não é nova. Muito pelo contrário, pois já era adotada por agricultores da Alemanha em 1870 e sua expansão foi muito grande em várias regiões de Minas Gerais nos últimos anos.

Em Toledo e região, a novidade foi anunciada pelo presidente do Sindicato Rural Patronal de Toledo, Nélson Paludo, ao informar a instalação em Palotina, de empresa industrial e comercial, com capacidade para produzir e fornecer pó de rocha para agricultores de todo o Oeste e Noroeste do Paraná.

Trata-se na Minerpal, a 6ª empresa brasileira do setor, equipada para oferecer pó de rochas da própria região, como recomendam órgãos de pesquisa, nas quantidades solicitadas pelos produtores interessados.

Conforme o dirigente sindical, mesmo que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), já apoiem a utilização do produto, os produtores da região estão preferindo a realização de experiências em pequenas áreas das propriedades rurais, comparando evolução das culturas, produção, produtividade e qualidade dos produtos, com a colheita de lavouras cultivadas com insumos tradicionais.

No Oeste do Paraná, segundo Nélson Paludo, até mesmo o campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), de Palotina, já desenvolveu experimentos com o pó de rocha, com resultados alentadores.

Salvo eventuais equívocos, o uso de pó de rocha reduz em, pelo menos, 50% o custo de produção de lavouras tradicionais, como soja e milho, pois o seu preço de aquisição e transporte é muito menor do que os valores cobrados por fertilizantes e corretivos, como calcário, e inoculantes indicados pela assistência técnica.

A expressiva redução dos custos de produção, sem nenhuma perda de produtividade e produção das lavouras, está baseada no baixo preço de comercialização do pó de rocha pela empresa fornecedora, na comparação com os custos dos produtos tradicionais, ampliada ainda mais pelas menores despesas com frete, pois a fornecedora está em região próxima das propriedades rurais.

Com isso, a utilização da nova técnica de remineralização do solo, sem o uso de fertilizantes, corretivos e inoculantes industrializados, pode representar importante alternativa para o aumento da produtividade, produção e competitividade do agronegócio brasileiro, o que é fundamental para o seu crescimento no concorrido e exigente mercado globalizado de alimentos e matérias-primas.

Cultivando apenas 8% do território nacional, o agronegócio responde pela geração de 20% dos empregos e 22% do Produto Interno Bruto PIB), do País, transformando o Brasil num dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo, com benefício para toda a população urbana e rural.

Considerando a disponibilidade de pedreiras na região, para a produção de pó de rocha na quantidade necessária para atender a demanda dos produtores, a nova técnica pode colaborar ainda mais para o crescimento econômico e social do Estado e do País,

*O autor é ex-deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado
  E-mail: dilceu.joao@uol.com.br

Fonte: Assessoria
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Sanphar lança APSALIQ®, solução anti-inflamatória não esteroidal para suínos

APSALIQ® é a mais recente novidade no portfólio da Sanphar, sempre em busca das melhores tecnologias para atender às demandas da produção animal.

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A Sanphar, empresa de saúde animal do Erber Group, traz para o mercado brasileiro o anti-inflamatório não esteroidal e antipirético APSALIQ®, potente solução oral com dupla ação à base de Cetoprofeno 6%. APSALIQ® é a mais recente novidade no portfólio da Sanphar, sempre em busca das melhores tecnologias para atender às demandas da produção animal.

APSALIQ® tem alta solubilidade, fornecido aos suínos via água de bebida na dose de 3 mg/kg por três dias consecutivos. O produto é eficiente e seguro no controle da febre, dor e processos inflamatórios. Tem rápida absorção e devido à sua composição química, tem passagem facilitada pelas membranas celulares, alcançando em um curto espaço de tempo  o local da inflamação. Além disso, atua de forma seletiva sobre a ciclo oxigenase 2  (COX2), a principal enzima responsável pela indução da febre e o aumento da sensibilidade à dor, dessa forma, reduzindo os riscos de sangramentos e danos ao trato gastrointestinal dos suínos.

“APSALIQ® não requer período de retirada para abate, sendo uma ótima alternativa para auxiliar no controle de processos inflamatórios e febris também em suínos em fase final de terminação, contribuindo para diminuir as perdas zootécnicas e condenações de carcaças no abatedouro”, reforça o gerente técnico comercial da Sanphar, José Hickmann.

Rodrigo Bernardi, gerente nacional de vendas da Sanphar, destaca que a suinocultura caminha para o uso racional de antibióticos na produção animal. “Por isso, a importância de apresentar novas tecnologias aliadas ao bem-estar animal, como anti-inflamatórios e analgésicos, que chegam ao mercado para suprir a falta de produtos de terapia de suporte”, explica.

Estudos realizados pelo laboratório espanhol Andrés Pintaluba (2008) comprovam os benefícios de APSALIQ® quando utilizado como terapia de suporte ou como terapia coadjuvante ao uso de antibióticos em suínos afetados pela Doença Complexo Respiratório Suíno (DCRS). “Os resultados mostram que o produto tem excelente ação antipirética e anti-inflamatória, ocorrendo a recuperação clínica dos suínos tratados de maneira mais rápida, além de contribuir para o melhor resultado da antibioticoterapia, nos casos em que for necessário a utilização, em suínos acometidos por DCRS”, conclui José Hickmann.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Suinocultura

Fêmeas hiperprolíficas exigem manejo e nutrição eficientes

Pensando nisso é que a Polinutri® em parceria com a Liprovit apresentarão soluções tecnológicas voltadas para eficiência nutricional e de manejo para esta fase produtiva durante a ABRAVES 2019

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Gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri®, Izabel Muniz. - Foto: Divulgação

Nas últimas décadas foi notório o avanço genético na suinocultura. Ao colocar a lupa sobre o quesito taxa de natalidade por exemplo, chama a atenção a alta prolificidade das granjas nacionais que atualmente apresentam índices superiores a 30 leitões desmamados/porca/ano em suas granjas. Foi pensando na necessidade de aportar para este segmento tecnologias em nutrição e manejo de alta performance é que a Polinutri anunciará no XIX Congresso Nacional e I Congresso Internacional ABRAVES 2019, eventos que ocorrerão de 22 a 24 de outubro em Toledo (PR), mais um de seus passos apoiados em sua atual plataforma de governança sob o slogan “Juntos vamos mais longe”, a parceria com a Liprovit. Ocasião em que as empresas apresentarão para público de alto nível presente neste encontro suas soluções em complemento ao aleitamento natural para leitões e tecnologia de comedouro.

Quem traz os detalhes sobre os produtos e a parceria firmada é a Gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri®, Izabel Muniz. “Nossa proposta com esta parceria iniciada no início deste ano é dar apoio à suinocultura moderna. O Pigger Cream é um leite UHT líquido saboroso e pronto para uso que se destaca pelo shelf life (12 meses fechado e 8 semanas após aberto), alta qualidade nutricional propiciando vitalidade e alto desempenho de crescimento para os leitões, associado a um sistema único de comedouro, facilitando o dia a dia das granjas de ponta”, insere.

Segundo a Gerente da BU, outro fator importante do anúncio e que está diretamente relacionado ao sucesso do conceito é a combinação produto – Pigger Cream – e sua aplicação correta. “Pensando em otimizar e facilitar o manejo nesta fase da produção a Polinutri® contará com três tecnologias de comedouros automáticos desenvolvidos para eficiência do manejo e economicidade das granjas”, descreve Izabel Muniz. São eles: O Comedouro Pigger,  que acondiciona embalagens de 10 e 15 kg, a Caixa Pigger para maternidade de 20 kg e a Caixa Pigger GG nas apresentações 250, 625 e 1.250 kg. “Contaremos com um comedouro automático presente no nosso estande durante a ABRAVES 2019 para apresentar toda tecnologia embarcada nesta nova linha da parceria Polinutri® e Liprovit”, salienta Izabel Muniz.

Fonte: Assessoria da Polinutri
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