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O ´CORONA´ nos reeduca!

O ´corona´ nos mostra que estar “presente” não é exatamente algo físico

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Equipe de Imprensa da Cooeralfa Foto: Divulgação

·         Dolores Rambo, Julmir Cecon, Samara Braghini e Sidivânia Peroza

O mundo tem um histórico de crises, a exemplo das fases que sucederam as duas Grandes Guerras no século passado, porém, cada momento e cada geração devem ser analisados individualmente.

O tempo atual é de ´derretimento´ global das bolsas de valores, perda acentuada de ativos, de investidores correndo para se “proteger” temporariamente no Dólar, de ansiedade sem fim a ceifar a ´fome´ de investidores pelo risco, de queda acentuada do Produto Interno Bruto mundial, e de mortes anunciadas – de pessoas e de empresas, sem contar o descontrole total dos preços das commodities. Quem diria que, um dia, um vírus pudesse mudar o rumo e a forma de vida, em pleno século 21?

Navios e aviões parados, mercadorias presas, consumidores indolentes a elevar estoques de alimentos; o Estado – já famigerado – é chamado com urgência, como se médico fosse, a “produzir” dinheiro para acudir companhias e ajudas sociais. Financeiramente, o Coronavírus fará o Planeta ficar mais pobre. Contudo, ricos e indefesos, todos entramos, forçadamente, na mesma caravela da vulnerabilidade e da insegurança, sem contar que a nuvem da exploração informativa, seja pelo excesso ou pelas Fake News, também nos embriagou.

Se alguém tinha dúvida de que vivemos na era globalizante, só lembrar dos vários dias de confinamento, em casa, de asiáticos e latinos, de ruas e fábricas vazias e das lágrimas pelos que partiram, sem que nada pudesse ser feito, muitos, sobretudo na Europa, sem poderem se reunir para os velórios. Na ´sala´ ao lado, uma minoria se beneficiando do medo, vendendo “medicamentos” e máscaras a valores desproporcionais.

 

Que lições serão colhidas?

De que ninguém é onipotente e, de fato, um ponto na “rede”, afeta toda a rede. E nós, somos os ´nós´ dessa teia. A “internet-vírus” apavorou e esclareceu ao mesmo tempo; salvou e ´segregou´ para depois unir, num novo pensamento. Quem sabe, um desses pensamentos, seja o de migrarmos para uma alimentação mais alcalina (que eleva o sistema imunológico), cuidar da higiene e das emoções e, aproveitar para evoluirmos na consciência de jamais sermos os mesmos, especialmente no que tange à diminuição da velocidade social, na ampliação da solidariedade e na humildade de aceitarmos nossas fraquezas e limitações.

Aprendemos que todos os ecossistemas estão interligados, ou seja, uma ação aqui, afeta milhões de pessoas ali. E mais: que a vida não se resume a gastar e a pagar boletos.

O ´corona´ nos mostra que estar “presente” não é exatamente algo físico. E que eventos, reais ou virtuais, podem semear discórdia, ou soprar a paz. Cada habitante desfruta do livre arbítrio e o poder, entre ´vibrar´ na escuridão, ou de sentir-se ´preso´ na liberdade. A escolha é individual.

O que Jesus responderia diante do caos? Na noite de tempestade em alto mar, em resposta ao medo de Pedro, o mestre respondeu: “ande sobre as águas!” Ele não criticou o discípulo por temer, apenas ressaltou que ele poderia ser superior à tempestade. Com esta analogia, compreendemos que o nosso “andar sobre as águas” é resgatar os verdadeiros valores humanos que deixamos de lado na luta diária pela sobrevivência. Estamos aqui para realmente viver nosso esplendor de SER HUMANO e não apenas “sobreviver”.

 

·         Os autores deste artigo integram da Assessoria de Imprensa da Cooperalfa

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Preços do boi dispararam em junho com oferta curta e Fator China

Preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho. ” Há dois motivos que explicam toda essa situação, o primeiro deles e mais relevante é do acentuado apetite chinês no mercado internacional, comprando volumes bastante substanciais de proteína animal”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A China continua com um significativo déficit no mercado local de proteínas animais, provocado pelo surto de Peste Suína Africana (PSA) que dizimou o rebanho suíno doméstico.

Ao mesmo tempo, no Brasil a oferta de animais terminados, prontos para o abate, avaliando a ausência de incentivos para o pecuarista confinar as boiadas no primeiro giro (a decisão de confinamento no primeiro giro começa em março, período em que o mercado atingiu seu ponto de mínima no ano).

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 02 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 220,00 a arroba, contra R$ 193,00 a arroba em 30 de abril, subindo 14%.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 211,00 a arroba, ante R$ 185,00 a arroba (14%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 214,00 a arroba, contra R$ 187,00 a arroba (14,4%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 212,00 a arroba, ante R$ 178,00 a arroba (19%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 200,00 a arroba, contra R$ 174,00 a arroba (+15%).

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 655,475 milhões em junho (21 dias úteis), com média diária de US$ 31,213 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 152,476 mil toneladas, com média diária de 7,260 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.298,90.

Na comparação com junho de 2019, houve ganho de 34,14% no valor médio diário, alta de 20,47% na quantidade média diária e avanço de 11,35% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Plantio de trigo teve bom avanço no Brasil e na Argentina em junho

Comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno

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Cleverson Beje

O foco do mercado brasileiro de trigo no mês de junho permaneceu sobre os trabalhos de plantio e o clima para as lavouras. Para este final de semana, há possibilidade de geadas em algumas regiões que, dependendo da intensidade, podem prejudicar o desenvolvimento e afetar a produtividade.

A comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno. A oferta foi reduzida e o câmbio elevou os preços de importação do grão. A indústria está bem abastecida e não deve voltar às compras até a entrada da safra nova. Com o início da colheita, os preços devem começar a cair.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2020 de trigo do estado atinge 94% da área estimada de 1,13 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 10%. Segundo o Deral, 89% das lavouras estão em boas condições 9% em situação média e 2% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de germinação (7%), crescimento vegetativo (84%), floração (8%) e frutificação (1%).

A produção deve ficar em 3,672 milhões de toneladas, 72% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 3.250 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo atinge 87% da área, estimada em 915.712 hectares. Na semana passada, os trabalhos atingiam 74%. Em igual período do ano passado, o implante cobria 84% da área. A média para os últimos cinco anos é de 83%. Todas as lavouras estão em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo.

Argentina

O plantio de trigo atinge 79,1% da área na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os trabalhos avançaram 7,8 pontos percentuais na semana e estão 5,3 pontos adiantados em relação ao ano passado. A projeção de área foi cortada para 6,5 milhões de hectares. Até o momento, os trabalhos cobrem 5,142 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Segundo Safras

Comercialização de soja perde ritmo, mas segue bem acima da média

Comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada

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Divulgação/MAPA

A comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada, conforme relatório de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 3 de julho. No relatório anterior, com dados de 5 de junho, o número era de 88,7%.

Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 71,1% e a média para o período é de 74,8%. Levando-se em conta uma safra estimada em 124,609 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 115,806 milhões de toneladas.

A venda antecipada para 2020/21 pulou de 35,6% no início de junho para 39,8%. Como SAFRAS ainda não tem projeção de safra para a próxima temporada, a base para cálculo foi a de uma produção igual a desse ano. Ou seja, cerca de 49,6 milhões de toneladas já foram comprometidas.

A comercialização da safra futura está bem acelerada na comparação com o ano anterior, quando o índice era de 14,7%, e também supera a média normal para o período, de 12,4%.

O analista de SAFRAS, Luiz Fernando Roque, ressalva que a perda no ritmo dos negócios no período é reflexo dos grandes volumes já comercializados, tanto para a safra disponível como para a safra nova.

Fonte: Agência SAFRAS
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