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Notícias No Rio Grande do Sul

Alfa investe R$ 30 milhões em Barão de Cotegipe

Unidade planeja movimentar, entre recebimento e transbordo, mais de 500 mil sacas de cereais.

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Foto: Divulgação/Cooperalfa

No dia 15 de dezembro, sexta-feira, às 15 horas, a Cooperalfa inaugura a unidade de armazenamento de grãos no município de Barão de Cotegipe-RS, rodovia RS-137, Linha Um, Secção Cravo, área de fácil acesso e com grande potencial agrícola. “Um investimento de R$ 30 milhões que irá agilizar o escoamento e estimular a produção agrícola regional”, declarou o presidente Romeo Bet.

O novo silo possui uma estrutura completa para recebimento, limpeza, secagem, armazenagem e expedição de grãos, com capacidade total de 171.360 sacas. “Além disso, conta com balança rodoviária, estrutura para classificação e administração, sala dos motoristas, pátio para caminhões e residência para encarregado da filial”, informou o engenheiro civil Andrísio Bet.

Em 2023, apesar dos fatores climáticos, a Cooperalfa recebeu no Noroeste Gaúcho, cerca de quatro milhões de sacas de cereais. A regional possui 3.140 associados e 35 CNPJs ativos, em 25 municípios.

Para o gerente da unidade sede Eudes Biavatti, de Erechim-RS, com esta obra a Cooperalfa se aproxima ainda mais das famílias riograndenses, com estrutura de armazenagem e pessoal de apoio na condução das atividades no município. “Afinal as possibilidades de negócios são ampliadas com esse investimento”. O gerente do silo de Barão de Cotegipe, Marcio dos Santos, informou que a nova unidade irá atender cerca de 500 associados, já existentes no entorno. “Além de muitos novos produtores que deverão se associar, pelos benefícios oferecidos pela cooperativa, principalmente a Cota-Capital”.

O supervisor de filiais da regional, Alduir Sagioratto, salienta que esse investimento beneficiará a toda a região, pois é um patrimônio da cooperativa para a família associada, “dona do negócio”. “Além de beneficiar o quadro social, ganham também clientes e comunidade em geral, com o retorno dos impostos gerados no município”.

O 2o vice-presidente da Cooperalfa, Edilamar Wons, salienta que com o novo silo, a região terá mais uma opção de entrega segura da produção agrícola. Afinal, segundo o diretor de cereais, a tecnologia de ponta, utilizada na construção, confere à estrutura modernidade e segurança na conservação do produto depositado. “Chegamos em solo gaúcho em 2017 e queremos uma relação perene com essa região, mantendo a nossa essência e praticando nossos valores”.

Fonte: Assessoria Cooperalfa

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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