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Nucleovet celebra os 20 anos do Simpósio de Avicultura

De edição em edição, o Simpósio Brasil Sul de Avicultura acompanhou o desenvolvimento da avicultura brasileira

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A edição de 20 anos do Simpósio Brasil Sul de Avicultura foi marcada pelo reconhecimento aos profissionais e às empresas que contribuíram para o êxito do evento. Durante a abertura oficial, realizada no dia 02 de abril, o Nucleovet – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, homenageou seus ex-presidentes e as empresas que mais vezes investiram no evento durante essas duas décadas.

O evento foi realizado de 02 a 04 de abril, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó, SC. Reuniu mais de dois mil profissionais de toda a América Latina, que conferiram a programação técnica com 16 palestras de alto nível e 11ª Poultry Fair.

De edição em edição, o Simpósio Brasil Sul de Avicultura acompanhou o desenvolvimento da avicultura brasileira, firmando-se como palco de importantes discussões sobre avanços, tecnologias e descobertas. O médico veterinário Rodrigo Santana Toledo, presidente do Nucleovet, comenta a trajetória do Simpósio que cresce em público e apoiadores a cada ano. “O objetivo do NUCLEOVET com o Simpósio Brasil Sul de Avicultura & Poultry Fair é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável da avicultura brasileira e fomentar o empreendedorismo fortalecendo a economia. E assim o fazemos até hoje, cercados de um grupo de voluntários que a cada ano se reúne para pensar e organizar estes encontros técnicos”.

Esta edição histórica reuniu pesquisadores, especialistas, Médicos Veterinários, Zootecnistas e equipes técnicas das principais regiões produtoras de toda a América Latina. Os organizadores comemoram uma edição rica em debates, com palestrantes nacionais e internacionais e uma a visão global de uma indústria moderna.

A visão do setor

Janice Zanella, chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves destaca a excelência do Simpósio Brasil Sul de Avicultura. “Além de ser realizado no oeste de Santa Catarina, berço da avicultura e suinocultura brasileira, para nós é extremamente importante para disseminamos nossas pesquisas e resultados, buscar parcerias, além do excelente programa científico oferecido aos profissionais”.

Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), classifica o SBSA como uma ferramenta que ajuda a discutir profundamente os temas da atualidade. “Para durar 20 anos, um evento tem que ter qualidade e, acima de tudo, oferecer resultados”.

Nos últimos 18 anos a Vetanco participou do SBSA. Mauro Felin, gerente técnico/comercial da Vetanco, comenta que, para a empresa o evento é estratégico. “Participamos todos os anos do Simpósio com o time Brasil de avicultura, clientes e amigos”.

A Ilender, multinacional peruana de nutrição e saúde animal, escolheu o Simpósio Brasil Sul de Avicultura para lançar produtos. O CEO da Ilender, Gustavo Carlos Tezolin, destaca que a empresa comemora 30 anos na América Latina, 26 anos no Brasil “neste espaço fantástico de discussões técnicas. Aqui, encontramos clientes de toda a América Latina”.

Abílio Alessandri, diretor Unidade de Negócios Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim também comentou a participação no evento. “Estamos muito felizes com a proporção que o SBSA tomou. Essa missão do Brasil Sul é muito importante, pois representa o desenvolvimento do setor, com as palestras e tudo o mais, mas principalmente com esse espírito da avicultura. Parabéns pela vigésima edição e podem contar com Boehringer Ingelheim por mais 20 anos”.

Ex-presidentes homenageados

Ao longo desses 20 anos, os simpósios organizados pelo Nucleovet contaram com a colaboração de mais de 800 voluntários. Entre eles, os ex-presidentes do Nucleovet foram homenageados: Luis Carlos Farias, Roberto Luiz Curzel, Luciane de Cássia Surdi, Nelva Grando, Miguel Ângelo Canal, Rodrigo Santana Toledo, João Batista Lancini, Rogério Francisco Balestrin e Luis Carlos Peruzzo.

Sólida parceria

Na edição de duas décadas do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, o Nucleovet homenageou as 20 empresas com o maior número de participações na história do evento. Com participação em 13 anos: Vansil e Impextraco; 14 anos: MSD e Phibro; 15 anos: Zinpro, Nutron/Cargill e DSM; 16 anos: Embrapa, Zoetis, Trouw Nutrition e Desvet; 17 anos: Farmabase; 18 anos: Ceva, Cobb, Boehringer Ingelheim, Vetanco e Sanphar; 19 anos: Alltech, CRMV/SC e Elanco.

Responsabilidade Social

Nesta edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, quatro entidades chapecoenses receberam do Nucleovet doação de R$ 5.000,00 cada uma. A entrega simbólica do cheque foi realizada durante a abertura oficial. As entidades beneficiadas são: a Associação dos Voluntários do Hospital Regional do Oeste, representada pela presidente Édia Lago; Formigas do Bem, através da coordenadora Enezilda Baggio; Verde Vida Programa Oficina Educativa, pelo presidente Juacir Souza e AMA Oeste – Associação de Pais e Amigos do Autista de Chapecó e Região, entidade representada por seu presidente, Paulinho da Silva.

Fonte: Assessoria
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Notícias Em Washington

Ministra apresenta resultados do ABC Cerrado

Nos Estados Unidos, a ministra ressaltou que o apoio aos pequenos agricultores é um dos principais eixos do Ministério da Agricultura

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Divulgação/MAPA

Ao participar de um painel no Banco Mundial sobre a experiência brasileira com a agricultura de baixo carbono, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apresentou os resultados do programa ABC Cerrado. Segundo a ministra, a ideia é levar a mesma proposta exitosa para outras regiões do Brasil.

No discurso no Banco Mundial, a ministra também ressaltou que o Brasil conta com uma das legislações ambientais mais exigentes do mundo, lembrando o Código Florestal e falou sobre seus desafios na pasta. “Quando assumi o Ministério da Agricultura, no início deste ano, estabeleci uma agenda estratégica baseada em três desafios que serão endereçados nos próximos anos: governança fundiária, inovação tecnológica e qualidade sanitária. Desafios estes fundamentais para atuar como um tripé para a produção sustentável”, disse a ministra.

AgroNordeste

Pela manhã, em coletiva à imprensa, a ministra disse que irá buscar apoio do Banco Mundial e do BID para o desenvolvimento do programa AgroNordeste. “O Banco Mundial que já tem vários projetos exitosos no Brasil e com o Ministério da Agricultura agora também nos animaram a fazer essa visita para que a gente dê prosseguimento a essa agenda, que acredito que possa ser uma agenda exitosa. Vamos tratar de temas que envolvem questões sociais, questões produtivas e questões ambientais junto a esse projeto do Agronordeste”, disse a ministra nesta segunda-feira.

A ministra ressaltou que o apoio aos pequenos agricultores é um dos principais eixos do Ministério da Agricultura. “Esse é um dos grandes desafios que o Ministério tem para esses quatro anos, que é colocar esse segmento do pequeno agricultor, da agricultora familiar e dos assentamentos na zona produtiva e incorporá-los ao segmento produtivo. Hoje existe uma diferença muito grande entre a agricultura comercial e a pequena agricultura, então essa é uma grande preocupação nossa à frente do Ministério da Agricultura”, disse.

O AgroNordeste é um plano de ação para impulsionar o desenvolvimento econômico, social e sustentável do meio rural da região. O programa será implantado em 2019 e 2020 em 230 municípios dos nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais, divididos em 12 territórios, com uma população rural de 1,7 milhão de pessoas.

A ministra informou também que nos encontros com o Banco Mundial e o BID irá tratar de um projeto semelhante ao AgroNordeste para a Região Norte do Brasil, o AgroNorte, e que terá como um dos eixos a regularização fundiária, um dos principais problemas da região. “É um problema [questão fundiária] que nos preocupa muito, porque a base para você poder levar prosperidade, projetos que possam colocar as pessoas na vida produtiva e dignidade, tem que começar com o primeiro pilar que é a regularização fundiária”, disse.

Tereza Cristina voltou a destacar que os produtos agropecuários brasileiros que vão para exportação não estão na Amazônia. “A agricultura brasileira que exporta está no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. Essa agricultura não tem nada a ver com a Amazônia”, afirmou. “Isso não é agricultura [desmatamento ilegal]. Agricultura brasileira é para quem tem título, está produzindo sob o regime do Código Florestal, que é lei no Brasil. Quem estiver fora disso, está fazendo ilegalmente”, acrescentou.

Observatório

A Delegação do Ministério da Agricultura participou nesta segunda-feira de reunião com o Observatório da Agricultura do Banco Mundial. Na ocasião, foram apresentadas as metodologias e os dados que servem de base para análises de possíveis impactos do clima na produção agrícola mundial.

Este ano, o Mapa inaugurou o Observatório da Agropecuária para integração e análises dos dados sobre o setor. Foram discutidas estratégias de cooperação entre os dois Observatórios para intensificar o intercâmbio de dados que contribuam com a efetividade de políticas públicas para a agricultura brasileira.

Além da ministra, participaram da reunião os secretários de Comércio e Relações Internacionais, Embaixador Orlando Leite Ribeiro, de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, e de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo.

Fonte: MAPA
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Notícias Boa notícia

Pecuária mantém em alta PIB do agronegócio em agosto

Aumento no acumulado do ano (de janeiro a agosto) passou a ser de 1,38%

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Arquivo/OP Rural

O PIB do Agronegócio brasileiro cresceu 0,73% em agosto, de acordo com cálculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz). Diante disso, o aumento no acumulado do ano (de janeiro a agosto) passou a ser de 1,38%.

Pesquisadores do Cepea indicam que, assim como verificado nos meses anteriores, o desempenho positivo no acumulado de 2019 (de janeiro a agosto) está atrelada ao forte crescimento observado para o ramo pecuário, de quase 10%, tendo em vista o resultado negativo, em 1,82%, para o agrícola.

O recuo verificado no ramo agrícola esteve atrelado sobretudo à queda observada dentro da porteira, que, por sua vez, tem tido a renda pressionada por maiores custos de produção e menores preços de importantes culturas, como algodão, café, mandioca, milho e soja. Já a alta no pecuário se deve aos crescimentos registrados para todos os segmentos. Pesquisadores ressaltam, contudo, que o elevado custo de produção também tem marcado a pecuária. Mas, as cadeias do ramo têm se beneficiado da combinação de aumento na quantidade produzida com alta significativa dos preços.

A elevação nos preços no ramo pecuário, por sua vez, tem sido motivada principalmente pela demanda aquecida por proteína animal no mercado externo, com destaque para o efeito da Peste Suína Africana (PSA).

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Preços domésticos do trigo se elevam com alta do dólar

Colheita de trigo avança no Rio Grande do Sul, evidenciando que a qualidade do cereal está inferior à desejada

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Arquivo/OP Rural

A colheita de trigo avança no Rio Grande do Sul, evidenciando que a qualidade do cereal está inferior à desejada – agentes consultados pelo Cepea indicam que a disponibilidade de trigo de PH 78 ou maior está baixa. Esse cenário atrelado à valorização do dólar têm elevado os preços domésticos do trigo – vale lembrar que a moeda norte-americana em alto patamar encarece a importação e acirra a disputa pelo produto brasileiro.

No Rio Grande do Sul, dados da Emater apontam que, até a última quinta-feira (14), 80% da área havia sido colhida, avanço semanal de 13 p.p.. No Paraná, o Deral/Seab indica que, até o dia 11 de novembro, a colheita havia atingido 95% da área, avanço semanal de 3 p.p.. Em Santa Catarina, a colheita está no início, mas produtores ainda não demonstram muito interesse em fixar preços.

Fonte: Cepea
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