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Empresas Pandemia

Mosaic Fertilizantes investe mais R$ 2 milhões em ações de prevenção da Covid-19 nas localidades onde atua

Em abril do ano passado, a companhia doou o equivalente a R$ 4,5 milhões auxiliando aproximadamente 110 mil pessoas

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Arthur Liacre, vice-presidente de Assuntos Corporativos & Sustentabilidade e Estratégia & Desenvolvimento de Negócios da Mosaic Fertilizantes / Reprodução Internet

A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, fará, via Instituto Mosaic, vertente social da empresa, um novo investimento para enfrentamento da pandemia de Covid-19, em suas regiões de atuação. A partir de hoje (7 de abril), milhares de pessoas de 18 cidades serão beneficiadas, com a distribuição de mais de 220 toneladas de alimentos, contemplados em 11 mil cestas de alimentação e 5 mil kits de insumos médicos e de higiene para unidades de saúde locais.

“Entendemos que é nossa responsabilidade, como parte atuante das comunidades onde temos operações e onde vivem nossos funcionários e suas famílias, contribuir para atravessarmos esse momento delicado. Por isso, desde o ano passado, realizamos um estudo focado nas principais necessidades de cada região, para identificar as demandas essenciais e atendê-las da melhor forma possível”, comenta Arthur Liacre, vice-presidente de Assuntos Corporativos & Sustentabilidade e Estratégia & Desenvolvimento de Negócios da Mosaic Fertilizantes.

Seguindo as mesmas premissas das doações feitas em 2020, a companhia adquiriu os produtos doados de pequenos negócios, impulsionando o comércio local, que tem sido impactado neste cenário atual. As cestas de alimentação, além de contarem com alimentos não perecíveis, também incluem alimentos frescos, como hortaliças e frutas, pensando em contribuir com o aumento da imunidade. Já entre os insumos hospitalares e de higiene estão máscaras, desinfetantes, álcool, entre outros.

No ano passado, a Mosaic Fertilizantes doou o equivalente a R$ 4,5 milhões, beneficiando aproximadamente 110 mil pessoas. A companhia mobilizou mais de 250 funcionários voluntários para atuar na distribuição dos kits para instituições e famílias em situação de vulnerabilidade social. Foram mais de 270 instituições beneficiadas em 28 cidades. “Acreditamos que a solidariedade e união são essenciais para enfrentarmos momentos de crise. Sempre buscamos desenvolver as regiões onde atuamos com projetos sociais de impacto, e agora não poderia ser diferente”, completa o executivo.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Responsabilidade compartilhada – Como agir frente os desafios sanitários impostos pela Peste Suína Africana( PSA)

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Dr. Alexandre Alves Martins, Médico Veterinário da Vaccinar Industria e Comércio Ltda

De acordo com o último relatório 2021 da ABPA, o Brasil está consolidado como a quarta potência em produção e exportação mundial de carne suína. Produzimos em 2020, 4.436 toneladas de carne suína, sendo que desta produção 77% abasteceu o mercado interno e 23% seguiu para exportação, tendo mais uma vez a China (51%) como o principal destino, seguido por Hong Kong (16%), Singapura (5,2%) e Chile (4,3%).

Os recursos naturais disponíveis (país rico em água e extensão territorial), a união entre instituições público e privadas desenvolvendo novas tecnologias, e as políticas públicas de defesa agropecuária, formam uma importante engrenagem, na qual todos estão inseridos nesse contexto de responsabilidades compartilhadas. Esse é um dos pilares deste desenvolvimento da suinocultura brasileira.

Contudo, diante desse sucesso, temos desafios que precisam de extrema atenção, e a sanidade, mais especificamente a Peste Suína Africana (PSA) é o desafio que precisamos estar atentos.

Acreditamos que seja consenso que cada unidade, empresa e/ou sistema individual precisa rever rotineiramente os conceitos e procedimentos básicos de biosseguridade, ou seja, treinar e capacitar pessoas quanto aos riscos associados, trânsito de veículos, movimentação de animais e pessoas, mortalidade, etc., sendo projetado, portanto, um plano completo de biosseguridade para cada empresa e/ou unidade.

O sucesso de uma biosseguridade está na educação contínua da equipe, pois são peças chaves na implementação dos procedimentos. É necessário treinar a equipe para que realmente entendam por que cada uma das regras é necessária.

Sabemos que a rota de transmissão direta mais importante é o movimento descontrolado de animais infectados e o seu comércio ilegal, que é considerado o fator mais importante da introdução da PSA em novas áreas, contudo, outros controles também necessitam de total atenção, como a movimentação de produtos e matérias primas entre países.

Pensando na biosseguridade como forma de evitar a introdução de novas doenças e principalmente a Peste Suína Africana (PSA), a Vaccinar, sendo parte inserida nesta engrenagem do agronegócio brasileiro, disseminando tecnologia e soluções aos suinocultores do país, assume seu papel responsável ao adotar rigorosos procedimentos para a importação de matérias primas de qualidade para comercialização e elaboração de seus produtos.

Todos nossos fornecedores passam por um processo de homologação com base nos critérios adotados pela empresa que norteiam os rigorosos programas de qualidade. Em seguida, os produtos são registrados junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), e após aprovação e negociação, os produtos são recebidos e armazenados em instalações próprias, permanecendo por um período de quarentena, onde são feitas análises para garantir a segurança sanitária e alimentar de nossos animais. Por fim são liberados para produção e comercialização após passarem por todos estes procedimentos de controle.

Apesar da pujança da suinocultura brasileira, vivemos um momento de profunda reflexão e desafio, e mais uma vez temos na biosseguridade a principal ação para controle e manutenção de saúde dos animais.

A atenção de produtores e todos envolvidos na produção deve voltar para cuidados sanitários internos e externos, a fim de garantir a manutenção e ampliação de novas conquistas ao mercado mundial de carnes.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Suínos

DB-DanBred vê na edição de 2021 do Festival do Leitão oportunidade de trazer eficiência e competitividade para produtores e profissionais do setor

Empresa de genética suína é patrocinadora ouro do evento online que será realizado no dia 27 de outubro

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Gerente comercial SE/CO da DB-DanBred, Diego Alkimi - Foto: Divulgação

A DB-DanBred é uma das empresas patrocinadoras ouro desta edição do Festival do Leitão de Rio Verde, que será exibido no dia 27 de outubro, a partir das 14h, no Youtube. Com uma programação dinâmica e atual, o evento, realizado pela Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), reunirá produtores e profissionais do setor de todo o Brasil com palestrantes renomados para discutir Suinocultura de alto desempenho.

A DB é parceira de longa data do Festival do Leitão e ano passado também apoiou a primeira edição digital. De acordo com o gerente comercial SE/CO da DB-DanBred, Diego Alkimin, “O evento sempre proporciona aos profissionais da suinocultura e produtores, atualização sobre temas de alto impacto para o mercado suinícola brasileiro. A DB Genética Suína apoia o festival e parabeniza pela organização e escolha dos tópicos que serão abordados, proporcionando ao produtor a oportunidade de ser cada vez mais eficiente e competitivo, objetivos os quais sempre compartilhamos. DB-DanBred, a genética preparada para o futuro”.

A DB-DanBred faz parte da DB Agricultura e Pecuária, empresa fundada em 1976 e consolidada como uma das principais referências de genética suína no mercado nacional há mais de 20 anos. Por meio de um sólido histórico de resultados, a marca repete entre os produtores brasileiros o mesmo sucesso obtido na suinocultura dinamarquesa.

Um dos diferenciais de mercado da empresa é a consagrada matriz D890, que de acordo com a DB, é líder em performance, reconhecida mundialmente por sua prolificidade, maior desempenho e longevidade em gestação coletiva e eficiência comprovada em conversão alimentar.  De acordo com Diego Alkimin, “Ainda, podemos destacar a sua habilidade materna, docilidade e capacidade de produção de leite. Estas características fazem com que a DB90 seja considerada a fêmea mais produtiva do mercado brasileiro, já alcançando o patamar de 39,39 DFA, mantendo o foco na qualidade e no desempenho dos animais.”

 

Inscrições antecipadas no festival concorrem a brindes

O Festival Leitão de Rio Verde -Suinocultura de alto desempenho é direcionado para produtores, profissionais de granja, demais profissionais da área e estudantes. Para mais informações sobre programação, inscrições antecipadas para concorrer a sorteios e emissão de certificados, clique no link:

https://www.sympla.com.br/festival-do-leitao-2021—suinocultura-de-alto-desempenho__1301516

Fonte: Assessoria
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Empresas

A presença feminina cresce entre os negócios rurais, estando à frente de 19% das propriedades brasileiras

Cada vez mais as mulheres ocupam espaços e posições, considerando todos estados e atividades no campo, a exemplo da suinocultura, beneficiada por tecnologias de precisão

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Suinocultora Francielle Ribas dos Santos atuando nas granjas com o Robô Alimentador de Suínos, desenvolvido pela ROBOAGRO (crédito: Rafael Sulviki)

A participação das mulheres nos negócios ligados ao campo, onde a suinocultura está inserida, é uma realidade, ocupando espaços e posições que, antes, eram dominados por homens. A quantidade de horas trabalhadas na administração das propriedades rurais demonstra sua força e comprometimento. Conforme dados da Pesquisa Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), 78% do público feminino trabalha 8 horas ou mais por dia, considerando todos os estados brasileiros, culturas e rebanhos cobertos pelo estudo.

De acordo com o Censo Agropecuário 2017, quase 947 mil propriedades rurais são comandadas por mulheres no Brasil. A maior parte delas está localizada na região Nordeste (57%), seguida pelo Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste (6%). Esse número representa 19% das 500,7 milhões de propriedades rurais brasileiras, havendo ainda diferença entre mulheres proprietárias e não proprietárias dos empreendimentos agropecuários. Mesmo com esse crescimento notável, os homens são responsáveis pela maior parte, gerindo 4,1 milhões de propriedades.

Entre as proprietárias, 50% das atividades econômicas estão relacionadas à pecuária e criação de outros animais; 32% à produção de lavouras temporárias e 11% à produção de lavouras permanentes. Enquanto entre as não proprietárias (produtoras sem área; concessionárias ou assentadas aguardando titulação definitiva; ocupantes; comandatárias; parceiras ou arrendatárias), 42% das atividades econômicas estão relacionadas à produção de lavouras temporárias; 39% à pecuária e criação de outros animais e 7% à produção de lavouras permanentes.

Em relação ao território nacional, juntas, as mulheres administram cerca de 30 milhões de hectares, o que corresponde a 8,5% da área total ocupada pelos estabelecimentos rurais no país. Apesar dos dados mostrarem uma diferença grande entre homens e mulheres, se comparado com o Censo Agropecuário anterior, realizado em 2006, o crescimento da participação delas no agronegócio foi de 6,3%. No Rio Grande do Sul, a liderança feminina também é observada, passando de 9% para 12%.

Novas tecnologias da suinocultura chegam às mãos femininas  

Quando o tema envolve a suinocultura, os números chamam ainda mais atenção, onde o Brasil, no ano passado, alcançou a terceira posição mundial na produção, com 41 milhões de cabeças, ou seja, 4,4% do total. O destaque é a China com 41,1% do rebanho mundial, seguida dos Estados Unidos (8,4%). Santa Catarina é considerado o estado maior produtor e exportador de carne suína nacional. Novas tecnologias têm determinado transformações e alcançado benefícios aos produtores – ou produtoras rurais –, a exemplo da Inteligência Artificial; a impressão 3D que oferece a oportunidade de imprimir partes ou peças de máquinas ou equipamentos, permitindo economia de tempo ao produtor rural na espera pela entrega ou reparo; a robotização e o sensoriamento. Essa tecnologia proporciona o monitoramento do desempenho dos lotes, o consumo de ração, a saúde animal e o entendimento exato do que está acontecendo em tempo real.

Tais avanços também chegaram às mãos femininas, que apesar de terem a consciência sobre a predominância masculina nos campos, não se intimidam quanto à tomada de decisões ou disposição para tarefas reconhecidamente ‘pesadas’. “Desafios surgem no percurso, mas nunca os encarei como dificuldade”, atesta Ivete Maria Lorenz, que atua há 40 anos na propriedade Boschi & Lorenz, localizada na comunidade de Linha Itapé, em Saudades (SC). Da produção inicial de fumo, leite e atividades na lavoura, a suinocultura ganhou espaço há 16 anos com o trato de 300 animais. Hoje, já totalizam 1.620. A evolução foi possível a partir dos avanços da suinocultura de precisão, influenciando desde a genética até a qualidade da carne animal. “Adquirimos dois robôs alimentadores de suínos que otimizaram nosso tempo para desempenhar outras atividades, deixando os lotes muito mais uniformes por meio do controle de quantidades, horários e qualidade das rações distribuídas”, revela.

Apesar de ter se rendido aos benefícios da robotização, há pouco mais de duas semanas, Márcia Pyl Alberti, uma das proprietárias do Canto do Sabiá, em Rebouças (PR), compartilha com Ivete. “Dispomos de ferramentas que facilitam nosso trabalho, o que contribui para investirmos em melhorias, como a reforma e ampliação de um dos barracões”, afirma Márcia, que tem a expectativa de adquirir outro robô, em 2022. O equipamento foi desenvolvido pela Roboagro, de Caxias do Sul, e acaba se refletindo no aumento da qualidade da carne suína, gerando economia que pode superar os R$ 95 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. “O aumento do custo dos insumos, como milho e soja, forçou as cooperativas e agroindústrias a ajustarem as suas granjas para aplicar o conceito da suinocultura de precisão. Nos comedouros à vontade há muito desperdício, além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. Já o robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui bem mais competitiva frente a outros mercados”, explica Giovani Molin, diretor da Roboagro. Auxiliar de laboratório em uma farmácia de manipulação em Ponta Grossa (PR), Márcia Pyl Alberti se interessou em dividir a propriedade rural com o esposo, quando seu pai questionou-a sobre a possibilidade de trabalhar na cultura de suínos. Desde então, passaram-se 12 anos, dos quais ela não se arrepende. “Existem algumas atividades que se tornam mais difíceis por exigirem maior força física, mas, graças a Deus, sempre dei conta. Nunca deixei de realizar nada necessário em uma granja e sou muito feliz pelo o que faço”, orgulha-se.

Francielle Ribas dos Santos possui sentimento semelhante ao destacar que, hoje, não conseguiria atuar em outra área que não fosse a suinocultura. Uma atividade que começou quase por acaso, em 2017, quando o sogro, produtor de suínos, adoeceu dois anos antes, condicionando que ela e o esposo assumissem a propriedade Chácara São José, localizada em Piraí do Sul (PR). “Ele tinha um barracão com 900 suínos, porém todo o trato era manual. Quando a Schoeller Agro, empresa para a qual trabalhamos atualmente, oportunizou a experiência do robô alimentador de suínos na nossa granja, em período de testes, nos certificamos sobre as vantagens que a suinocultura de precisão pode oferecer. Construímos mais um barracão, com capacidade para 750 cabeças, já adequado para receber o robô”, disse. A tecnologia aplicada expandiu os negócios da chácara, que conta com 1,6 mil suínos e está se preparado para receber mais 200. “A robotização direcionou o serviço nos barracões, nos dando condições para acompanhar outras tarefas”, salienta.

O que esperar do futuro: a mulher e o agronegócio

O avanço feminino no agronegócio nacional, nos últimos anos, é perceptível também em cargos de gerência, devendo-se à facilidade para absorver novas tecnologias e o fato de grande parcela de mulheres possuir curso superior, além de encarar a lida no campo como carreira. No entanto, mesmo com os números animadores, ainda existe espaço para melhorias. Outro ponto importante é que as elas acabam tendo que desempenhar funções diárias conjuntas, equilibrando atividades como proprietárias, administradoras, mães e donas de casa.

De acordo com um estudo feito pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), 71% do público feminino ligado ao agronegócio tem múltiplas responsabilidades. Esse percentual se mostra mais relevante quando comparado ao cenário histórico sobre o segmento em décadas anteriores. A luta pela construção de um espaço igualitário no mercado de trabalho evidencia resultados, que começam a ganhar força à medida que as mulheres estão conseguindo quebrar, gradativamente, diversas barreiras.

Fonte: Ass. de Imprensa
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