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Gripe canina e vacina – o Zé Gotinha chegou à medicina veterinária

Zoetis lança primeira vacina oral contra doença respiratória infecciosa canina

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Em evento híbrido, que reuniu especialistas e médicos-veterinários, a Zoetis lançou, na última quinta-feira (04), a Vanguard B Oral, primeira vacina oral contra doença respiratória infecciosa canina (DRIC). “Essa é a mais recente solução da família Vanguard. Com toda eficácia e segurança, trazemos ao mercado mais uma opção de escolha ao médico-veterinário e ao tutor na prevenção à gripe canina”, comemorou a médica-veterinária Fabiana Avelar, Gerente de Produto da Zoetis.

“Esse reforço na vacinação à DRIC mostra quão focado está nosso trabalho na prevenção de doenças, na saúde e no bem-estar dos animais e na tranquilidade de médicos-veterinários e de tutores”, complementou a médica-veterinária e coordenadora Técnica de animais de companhia da Zoetis, Emilene Prudente, durante o evento.

Além da conveniência e facilidade de aplicação, com dose única em cães a partir de 8 semanas Vanguard B Oral vai ser mais uma opção para prevenir a DRIC. “Vale lembrar que a recomendação por qual solução adotar será sempre dada pelo médico-veterinário que acompanha o animal”, explicou Emilene.

O presidente da Zoetis, Luis Xavier Rojas, abriu o evento apresentando resultados da companhia e sua atuação no mercado de saúde animal. Luis reforçou que cerca de 53% dos lares brasileiros possuem pets e que 95% dos tutores consideram a saúde dos seus animais tão importante quando de um membro da família. “O ciclo de cuidado com os pets que envolve prevenção, diagnóstico e tratamento deve ser parte do dia a dia, por isso temos que apresentar ao mercado soluções inovadoras como a Vanguard B Oral que promove a importância da vacinação animal e a aproximação do tutor com o veterinário”, afirmou.

O evento contou ainda com palestra sobre Doença Respiratória Infecciosa Canina, apresentada pela médica-veterinária e Líder Médica para Doenças Infecciosas e Medicina Interna do Global Commercial Development, Eileen Ball, que trouxe informações sobre a DRIC e a importância de se dar atenção aos sintomas, opções de tratamento e vacinação contra a doença. Sobre a Vanguard B Oral, Eileen lembrou que a vacina já é bem recebida pelos veterinários e tutores nos Estados Unidos e União Europeia, lugares onde o medicamento já está disponível. “Essa é uma solução que facilita a administração no animal, e traz uma experiência positiva e conveniente tanto para o cão, quanto para o tutor”, reforçou.

Alexandre Merlo, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis, trouxe orientações sobre aplicação e administração da vacina mostrando passo a passo a facilidade e vantagens da Vanguard B Oral. “Esta vacina tem como pontos-chave a imunidade de mucosa, uma dose única para imunizar e a evidente comodidade de administração. A Vanguard B Oral, assim como todas as vacinas da nossa linha, faz parte do programa de Proteção Garantida, que oferece suporte aos médicos veterinários nos casos de falhas vacinais”, disse.

Para encerrar o evento foi promovida uma mesa redonda onde foram discutidas questões como transmissão, contaminação, casos leves e graves e por que a prevenção é tão importante. Participaram do debate os médicos-veterinários Paulo Tabanez, diretor do Hospital Veterinário Tabanez, Maria Alessandra – mais conhecida como Mallet – professora da PUC MG de Poços de Caldas, Renato Costa, fundador da Animália, e a médica infectologista Mirian Dal Ben.

Fonte: Assessoria
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Frente fria chegando: como preparar a casa para os pets?

Com a chegada do inverno e dias de muito frio à vista, Médica-Veterinária da ROYAL CANIN®️ traz as principais orientações para que as baixas temperaturas não afetem a saúde de gatos e cães

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Com a chegada de mais uma frente fria neste inverno rigoroso no Brasil, há cuidados específicos que devemos ter com os pets, em uma rotina adaptada para as baixas temperaturas. O banho em cães, por exemplo, deve ser evitado em dias sem sol, já para os gatos, o banho não é recomendado. Por isso, a Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, Natália Lopes, traz dez dicas de cuidados com animais neste período de frio.

Visita a uma Clínica-Veterinária
É importante uma visita ao Médico-Veterinário no início da estação para uma avaliação geral do pet. Com a queda nas temperaturas, o sistema imunológico dos animais pode ficar mais suscetível. Então aproveite a estação mais fria e veja se seu pet está com as vacinas anuais em dia e faça aqueles exames de rotina anual.

Cheque se a vacinação está em dia
“Os pets podem pegar gripe?” Sim! Inclusive, é essencial garantir que todas as vacinas estejam em dia: os cães podem tomar a vacina contra Gripe Canina. Já para os gatos, a vacina mais importante no inverno é a Quádrupla Felina.

Sensação térmica
“Assim como nós, os pets sentem mais frio no inverno?” Precisamos ficar atentos aos sinais de que o cão pode estar sendo afetado negativamente pelo frio no inverno. O que fica aparente são tremores visíveis, encolhimento, patas levantando repetidamente ou tentativa constante de recolhê-las. Uma boa regra geral é: se a temperatura estiver muito fria para você, o mesmo valerá para o pet.

Uso de roupinhas
“Precisamos vesti-los com roupinhas o tempo todo ou há momentos certos para isso?” Dependendo das características do seu pet, o uso de roupinhas de frio poderá sim amenizar a sensação térmica das baixas temperaturas. Mas é importante ficar atento à reação do seu pet. Gatos, por exemplo, dificilmente ficam confortáveis com o uso de roupas. Nesses casos, respeite o conforto do animal e busque por alternativas de aquecimento. Outro ponto importante sobre o uso de roupas é manter os pelos do seu pet livres de nós que podem

aparecer com o atrito. Portanto, nada de uso contínuo. Escove seu pet diariamente e aproveite este momento para estreitar seus laços com ele.

A caminha ideal
“Devemos trocar a caminha por uma diferenciada, mais quente?” É importante que o pet possa escolher o ambiente que ele se sente mais confortável. Portanto, mantenha a caminha que ele está acostumado e ainda adicione uma coberta ou mantinha que possa manter o ambiente mais aquecido e aconchegante.

O cuidado com os pets idosos
“Os cuidados entre filhotes e pets mais velhos têm diferença no inverno?” Independente da fase de vida, os cuidados com os pets devem ser regulares, com check-ups periódicos e cuidados preventivos como a vacinação. Garanta um ambiente com o conforto térmico necessário e observe qualquer mudança de comportamento.

Hora do rango
Sabe aquela sensação de mais fome no inverno? Essa máxima não vale para os pets. Nutricionalmente eles não precisam de mudanças na alimentação, por isso, não é necessário aumentar a quantidade de alimento. Respeite sempre a recomendação do Médico-Veterinário ou as orientações da embalagem do fabricante.

Exercício é bom e eles gostam
Não deixe de fazer os tradicionais exercícios com seu pet, mesmo que ele pareça mais preguiçoso. Exercício é também o momento de lazer e a manutenção do peso dos animais é super importante. Evite dar petiscos e alimentos de consumo humano para não interferir na dieta e não haver riscos de sobrepeso ou até mesmo intoxicações alimentares.

Água abastecida
Ofereça água e também a deixe sempre disponível. Mesmo com um clima mais frio, é importante incentivar os animais a beberem água para garantir a hidratação. Espalhe bebedouros ou tigelas pela casa e inclua na dieta do pet alimentos úmidos como os tradicionais sachês, que garantem que eles tenham uma boa ingestão hídrica ao mesmo tempo que nutricional, e deixam o alimento ainda mais atrativo

Nada de fugir do banho
É recomendado diminuir a frequência de banhos durante essa estação. Opte por banhar o animal apenas nos dias ensolarados, em que a temperatura está mais quente. Durante o inverno, a lavagem deve sempre ser feita com água morna e seguida de secagem.

Fonte: Assessoria
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Saiba como cuidar bem do seu pet idoso

Confira as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos

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No dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós. Assim como eles que têm um lugar cativo em nossos corações e merecem um carinho especial, os pets idosos também precisam de cuidados. A médica veterinária e coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, doutora Priscila Rizelo, alerta sobre a importância de sensibilizar os tutores sobre as questões do envelhecimento de gatos e cães, e explica as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos.

Quando o gato ou o cão fica idoso?

De acordo com a médica veterinária, existem diferenças nas idades em que um gato e cão são considerados idosos. “Eles começam a envelhecer em idades diferentes. De modo geral, o envelhecimento ocorre em duas fases, mas isso também se modifica de acordo com a espécie e com o porte, no caso dos cães. A primeira fase é a que inicia o processo de envelhecimento, quando consideramos o pet um adulto maduro, e a segunda é onde de fato o pet já é considerado um idoso. No caso dos gatos, o amadurecimento começa aos 7 anos e aos 12 anos, o felino é considerado idoso”, diz. Já com os cães é um pouco diferente, de acordo com o porte. Nos pequenos e mini, aos 8 anos temos a primeira fase de envelhecimento e aos 12 anos a segunda; no médio porte (10 a 25 kg) aos 7 e 10 anos e, os cães de grande porte (25 a 45 kg) aos 2 e aos 8 anos, respectivamente.

Sinais de envelhecimento

A médica veterinária explica que no início do amadurecimento os sinais ainda não são tão visíveis aos olhos do tutor. “É no segundo momento que percebemos evidências representativas como a mudança na textura e quantidade de pelo, além da tonalidade que passa a ser mais branca assim como nos humanos. O cristalino dos olhos começa a ficar mais opaco, o pet tem diminuição da energia para as atividades (menos tempo e menor desempenho e qualidade) e o aumento das horas de sono”, afirma Rizelo.

Doenças na terceira idade dos pets

Ela conta sobre as doenças mais comuns dos pets mais velhos. “Doenças cardíacas, doenças osteoarticulares, doenças renais, diabetes, problemas relacionados à celeridade cerebral, distúrbios cognitivos (vocalizações, alteração no sono, dificuldade de reconhecimento do tutor) e doenças periodontais podem ser recorrentes nessas fases e necessitam tratamento adequado”, revela, reforçando que durante toda vida, é essencial ter o acompanhamento especializado com o médico veterinário para o diagnóstico precoce, que aumenta a expectativa de vida dos pets. “Alguns cuidados básicos que os tutores precisam ter acompanhamento veterinário, alimentação adequada e adaptação do ambiente conforme as necessidades do pet idoso” diz Priscila.

Alimentação para pets idosos e cuidados especiais

Alimentos úmidos são indicados para os pets na fase de envelhecimento, já que eles podem apresentar dificuldades de ingestão e mastigação dos croquetes do alimento seco. Além da boa alimentação, é importante proporcionar mais conforto, momentos de repouso ao pet e facilitar o acesso aos comedouros, bebedouros e, no caso dos gatos, também a caixa de areia. Esses recursos devem ser adaptados, estar facilmente localizados e em maior quantidade, evitando degraus e locais sem iluminação a fim de orientá-los e promover ambientes confortáveis e aquecidos para descanso e sono do pet”, finaliza a especialista.

Fonte: Assessoria
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Faz mal dar banho no pet em dias de muito frio?

Com a chegada do inverno, médica veterinária traz principais orientações para que o frio não afete a saúde de gatos e cães

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Com a chegada de mais uma frente fria, há cuidados específicos que devemos ter com os pets, em uma rotina adaptada para o inverno. O banho em cães, por exemplo, deve ser evitado em dias sem sol, já para os gatos, o banho não é recomendado. Pensando nisso, a médica veterinária e gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, Natália Lopes, traz dez dicas e curiosidades sobre os animais neste período de frio.

  • Visita a uma clínica-veterinária

É importante uma visita ao médico veterinário no início da estação para uma avaliação geral do pet. Com a queda nas temperaturas, o sistema imunológico dos animais pode ficar mais suscetível. Então aproveite a estação mais fria e veja se seu pet está com as vacinas anuais em dia e faça aqueles exames de rotina anual.

  • Cheque se a vacinação está em dia

“Os pets podem pegar gripe?” Sim! Inclusive, é essencial garantir que todas as vacinas estejam em dia: os cães podem tomar a vacina contra Gripe Canina. Já para os gatos, a vacina mais importante no inverno é a Quádrupla Felina.

  • Sensação térmica

“Assim como nós, os pets sentem mais frio no inverno?” Precisamos ficar atentos aos sinais de que o cão pode estar sendo afetado negativamente pelo frio no inverno. O que fica aparente são tremores visíveis, encolhimento, patas levantando repetidamente ou tentativa constante de recolhê-las. Uma boa regra geral é: se a temperatura estiver muito fria para você, o mesmo valerá para o pet.

  • Uso de roupinhas

“Precisamos vesti-los com roupinhas o tempo todo ou há momentos certos para isso?” Dependendo das características do seu pet, o uso de roupinhas de frio poderá sim amenizar a sensação térmica das baixas temperaturas. Mas é importante ficar atento à reação do seu pet. Gatos, por exemplo, dificilmente ficam confortáveis com o uso de roupas. Nesses casos, respeite o conforto do animal e busque por alternativas de aquecimento. Outro ponto importante sobre o uso de roupas é manter os pelos do seu pet livres de nós que podem

aparecer com o atrito. Portanto, nada de uso contínuo. Escove seu pet diariamente e aproveite este momento para estreitar seus laços com ele.

  • A caminha ideal

“Devemos trocar a caminha por uma diferenciada, mais quente?” É importante que o pet possa escolher o ambiente que ele se sente mais confortável. Portanto, mantenha a caminha que ele está acostumado e ainda adicione uma coberta ou mantinha que possa manter o ambiente mais aquecido e aconchegante.

  • O cuidado com os pets idosos

“Os cuidados entre filhotes e pets mais velhos têm diferença no inverno?” Independente da fase de vida, os cuidados com os pets devem ser regulares, com check-ups periódicos e cuidados preventivos como a vacinação. Garanta um ambiente com o conforto térmico necessário e observe qualquer mudança de comportamento.

  • Hora do rango

Sabe aquela sensação de mais fome no inverno? Essa máxima não vale para os pets. Nutricionalmente eles não precisam de mudanças na alimentação, por isso, não é necessário aumentar a quantidade de alimento. Respeite sempre a recomendação do Médico-Veterinário ou as orientações da embalagem do fabricante.

  • Exercício é bom e eles gostam

Não deixe de fazer os tradicionais exercícios com seu pet, mesmo que ele pareça mais preguiçoso. Exercício é também o momento de lazer e a manutenção do peso dos animais é super importante. Evite dar petiscos e alimentos de consumo humano para não interferir na dieta e não haver riscos de sobrepeso ou até mesmo intoxicações alimentares.

  • Água abastecida

Ofereça água e também a deixe sempre disponível. Mesmo com um clima mais frio, é importante incentivar os animais a beberem água para garantir a hidratação. Espalhe bebedouros ou tigelas pela casa e inclua na dieta do pet alimentos úmidos como os tradicionais sachês, que garantem que eles tenham uma boa ingestão hídrica ao mesmo tempo que nutricional, e deixam o alimento ainda mais atrativo

  • Nada de fugir do banho

É recomendado diminuir a frequência de banhos durante essa estação. Opte por banhar o animal apenas nos dias ensolarados, em que a temperatura está mais quente. Durante o inverno, a lavagem deve sempre ser feita com água morna e seguida de secagem.

Fonte: Assessoria
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