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Francisco Turra é reeleito vice-presidente da Associação Latino Americana de Avicultura

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O presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Francisco Turra, foi reeleito como vice-presidente da Associação Latino-Americana de Avicultura (ALA).  A posse da nova diretoria aconteceu durante o Congresso Latino-Americano de Avicultura, realizado em El Salvador.
 
Como tradicionalmente acontece nas edições do Congresso Latino-Americano, o presidente da entidade nacional do país-sede do evento, no caso o presidente da Asociación de Avicultores de El Salvador, Augustín Martinez, foi escolhido para liderar a ALA nos próximos dois anos. 
Como vice-presidente, Turra continuará seu trabalho focado na integração das cadeias produtivas dos países associados à ALA, especialmente com relação às questões sanitárias e comerciais.
 
“Queremos integrar os trabalhos e ganhar eficiência, especialmente para proteger o sistema produtivo do continente contra enfermidades, como Influenza Aviária. Além disso, desejamos ampliar o papel dos países avícolas latino-americanos como players da segurança alimentar mundial”, destaca Turra.
 
Premiações – Em cerimônia também realizada durante o Congresso Latino-Americano de Avicultura, o diretor de Produção da UBABEF, Ariel Antônio Mendes, e o presidente do Conselho Diretivo da entidade avícola brasileira, Antônio Augusto de Toni, foram indicados como destaques do setor.
Ariel  Mendes foi escolhido Profissional Avícola Destacado no Brasil. Ele é médico veterinário pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), doutor pela Universidade Nacional Autónoma do México e pós-doutor pela Universidade de Arkansas, Estados Unidos. Em 1997, iniciou sua carreira universitária como professor de avicultura para estudantes de graduação e pós-graduação da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu, por onde se aposentou em 2009, como professor titular. Atualmente, continua ligado à universidade como professor colaborador e foi nomeado, em 2012, como professor emérito.  
 
Possui uma intensa atividade de pesquisa, tendo publicado mais de 100 trabalhos em revistas científicas especializadas no Brasil e no exterior. Apresentou 350 trabalhos em congressos e escreveu vários artigos em revistas técnicas e de divulgação.  Vários destes foram premiados em congressos nacionais e internacionais. Recebeu várias homenagens, com destaque para as escolhas como “Profissional Distinguido de Brasil”, em 2003, “Personalidade da Área Técnica da Avicultura Brasileira”, em 2004, e “Personalidade Destaque da Avicultura", em 2006. Em 2011, passou a fazer parte do Salão da Fama da Avicultura Latino-Americana. Além da carreira acadêmica, Ariel Mendes foi presidente da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA). Também presidiu a Associação Latino-Americana de Avicultura (ALA) e a antiga UBA, estando entre os coordenadores do processo de união com a antiga ABEF, que resultou na criação da União Brasileira de Avicultura (UBABEF).
 
Já Antônio Augusto de Toni, indicado como Empresário Avícola Líder, é Presidente do Conselho Diretor da UBABEF, membro do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP e diretor vice-presidente de Mercado Externo da BRF S.A. De Toni trabalhou como gerente e diretor de comércio exterior da Chapecó Companhia Industrial de Alimentos e diretor executivo da Chapecó Trading S.A. na Perdigão. Assumiu a Diretoria de Comércio Exterior em abril de 2007. É bacharel em Administração de Comércio Exterior pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com especializações em Administração de Marketing, Administração Internacional e Finanças Corporativas, além de MBA em Agribusiness pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: Ass. Imprensa da Ubabef

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Notícias Agronegócio

Volume exportado cresce, mas faturamento se mantém estável no início de 2019

De janeiro a abril deste ano, as exportações dos produtos do agronegócio cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018

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Ivan Bueno/APPA

Após atingirem volume recorde no ano passado, os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro se mantêm firmes em 2019. De acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, de janeiro a abril deste ano, as exportações (em quantidade) dos produtos do agronegócio brasileiro cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018.

Já o faturamento em dólar se limitou a crescer apenas 0,3% no mesmo período. Neste caso, pesquisadores do Cepea destacam que foi a queda dos preços médios em dólar que não permitiu ao setor obter um faturamento maior no primeiro quadrimestre deste ano. Além disso, a valorização da moeda nacional reduziu a atratividade das vendas agrícolas brasileiras. Nesse sentido, foi o volume exportado que manteve o faturamento em dólar do setor no início de 2019 em patamar positivo.

Produtos exportados

Quando comparado o primeiro quadrimestre deste ano frente ao mesmo período de 2018, o algodão em pluma foi o produto que registrou o aumento mais significativo nos embarques, de 75%. As vendas externas de milho e café também apresentaram crescimentos expressivos, de 42% e 32%, respectivamente.

Pesquisadores do Cepea indicam que o ano tem se apresentado promissor para algodão, milho e carnes. Há expectativa de que as carnes continuem apresentado aumentos nas vendas externas, principalmente para os países asiáticos. No caso do algodão, exportadores brasileiros conquistaram a segunda posição no ranking de vendas internacionais do produto.

Destino

A China segue como principal parceira comercial do setor, mas tem uma pauta muito concentrada nos produtos do complexo da soja, com destaque para soja em grão. A Europa é o segundo maior destino dos produtos agrícolas e os Estados Unidos são o terceiro. Países que compõem o grupo “outros” também têm participação significativa de 30% nas exportações brasileiras totais, com destaque para os asiáticos.

2019

Este deve ser mais um ano de boa colheita de grãos, o que deve manter elevada a disponibilidade dos produtos, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. O exportador deve se manter atento à disputa comercial entre China e Estados Unidos, tendo em vista que esse contexto favorece o Brasil, que pode manter fatia maior nas exportações de produtos agrícolas à China, inclusive para o mercado de carnes. Por outro lado, os preços no mercado internacional têm se reduzido.

Há que se considerar, também, o efeito do câmbio. O Real tem se desvalorizado com mais força nos últimos meses, o que ajuda a manter a atratividade dos produtos brasileiros no mercado externo, favorecendo o crescimento do volume exportado. Caso a moeda nacional se mantenha mais desvalorizada, o faturamento em Real do setor pode continuar crescendo em 2019.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Arc Mercosul

Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área

Após plantio antecipado, colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos

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Divulgação

O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou na quarta-feira (19) a consultoria Arc Mercosul. Após um plantio antecipado, a colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos, de 4%, segundo dados da Arc Mercosul.

O Paraná é o Estado mais adiantado nos trabalhos, com 21% da área colhida, disse a consultoria, apontando o mesmo percentual divulgado na véspera pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a colheita avançou para 16,9%, seguido por Goiás, com 7%, segundo a Arc Mercosul.

Com uma segunda safra favorecida por boas condições climáticas, o Brasil deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de milho na temporada 2018/19, segundo algumas consultorias especializadas.

Fonte: Reuters
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Notícias Map autorizou

Produtor pode usar Virginiamicina como melhorador de desempenho

Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos, que trata da intenção de proibição de comercialização

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Arquivo/OP Rural

A Virginiamicina é autorizada para uso como aditivo melhorador de desempenho na produção animal. A informação foi confirmada por parecer técnico da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), divulgado no dia 7 de junho.

Ofício 309/2019 assinado pelo titular da SDA/MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, confirma parecer favorável da Secretária à “manutenção por 24 meses do uso da molécula (Virginiamicina) na finalidade do atual registro”.

Dessa forma, a Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos da Portaria 171/2018, que trata da intenção de proibição de comercialização.

“A comunicação da SDA/MAPA reconhece o importante papel da Virginiamicina como melhorador de desempenho, possibilitando aos pecuaristas, produtores de leite, suinocultores e avicultores o uso dessa molécula para a melhoria de desempenho na produção animal, com consequente aumento da produtividade”, ressalta Mauricio Graziani, presidente da Phibro Animal Health.

Fonte: Assessoria
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