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Fortalecer a sua entidade

É a hora, portanto, de garantir a manutenção das atividades das nossas entidades de classe

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Divulgação/Ivo Lima

Artigo escrito por Darci Piana, presidente do Sistema Fecomécio Sesc Senac Paraná

Em um cenário favorável aos negócios, o empresário do comércio tem muito mais condições para contribuir com seus órgãos de classe.

A estimativa da safra agrícola do período 2019-2020 vai estabelecer um novo recorde nacional na produção de grãos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a colheita de 248 milhões de toneladas, com aumento de 2,5% em relação à safra anterior ou 6,1 milhões de toneladas a mais.

Já em relação à área semeada, o total a ser cultivado é estimado em 64,2 milhões de hectares, variação positiva de apenas 1,5% em comparação à da safra anterior, o que significa que os níveis de produtividade mostram ótimo desempenho.

No Paraná, sabemos que o Produto Interno Bruto (PIB) cresce impulsionado pelo agronegócio. O PIB estadual cresceu 1% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018 e 0,1% na comparação com o segundo trimestre desse ano, conforme dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). No terceiro trimestre de 2019, o destaque foi o setor agropecuário, com alta de 10,01%.

No acumulado dos primeiros nove meses de 2019 o PIB paranaense avançou 0,13%, puxado principalmente pela expansão da produção industrial (2,3%).

A projeção do Ipardes para o PIB do Paraná de 2019 é de crescimento de 0,7%, cenário diferente dos observados em 2018 e em três dos últimos cinco anos analisados (2014, 2015 e 2016), todos com queda nos índices. A análise leva em conta a continuidade do ritmo da produção industrial, a retomada do consumo, o aumento da produção de energia elétrica e a estabilidade climática para o agronegócio, o que ajuda a impulsionar o setor de comércio e serviços.

O resultado imediato desse ambiente favorável reflete nos índices de geração de empregos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Paraná criou 74.075 empregos formais entre janeiro e novembro de 2019, com crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Paraná coloca-se como o quarto maior empregador do país, com o maior saldo de trabalhadores de carteira assinada do Sul, totalizando 2.677.869 pessoas. Desde 2014 o Estado não registrava saldo tão favorável na geração de empregos formais.

Ou seja, o cenário para os negócios demonstra de forma inequívoca a retomada do crescimento. É a hora, portanto, de garantir a manutenção das atividades das nossas entidades de classe.

A Lei 13.467, sobre a Reforma Trabalhista, trouxe várias mudanças na legislação e estabelece, entre outros pontos, a prevalência do negociado sobre o legislado. Dessa forma, o acordado, por meio de negociações coletivas, passou a preponderar sobre o previsto em lei.

Para as atividades econômicas não organizadas em sindicatos, as negociações das Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) são conduzidas pela própria Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Além disso, a nossa Assessoria Jurídica também presta assistência na negociação coletiva dos sindicatos filiados.

A Contribuição Sindical, a maior fonte de renda das entidades sindicais, passou a ser facultativa, conforme dispõe o art. 578 da CLT. Tal dispositivo é perverso, mas pode ser neutralizado pelos próprios empresários, interessados nos serviços prestados pela Fecomércio PR. Portanto, é essencial que todos continuem a contribuir, porque a entidade sindical patronal é a que representa a sua empresa.

Sem esquecer que a partir de agora as negociações coletivas entre empresários e trabalhadores serão de vital importância para a manutenção dos interesses empresariais, entre os quais o horário de funcionamento do comércio, jornada de trabalho e outras condições normativas.

Veja a seguir como a Contribuição Empresarial Sindical é importante para o seu negócio. Você ganha:

– Certificado de Associado ao Sistema Fecomércio PR e sindicatos empresariais filiados;
– Orientação jurídica, tributária, econômica e de comércio exterior;
– Representação em órgãos públicos e conselhos;
– Certificado de origem para comércio exterior;
– Certidão de exclusividade para concorrências públicas;
– Pesquisas e sondagens conjunturais do comércio e serviços;
– Assessoria para acompanhamento de projetos legislativos no âmbito estadual e federal;
– Seminários, palestras, simpósios e congressos na Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios (CMEG).

É simples emitir a sua guia. Basta acessar www.fecomerciopr.com.br.

Com a Fecomércio e seus sindicatos fortalecidos o comércio estará bem representado e seus interesses defendidos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Preços do milho sobem na maioria das regiões acompanhadas, mas indicador recua

Sustentação vem da demanda, visto que parte dos compradores precisa repor estoques

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Os preços do milho seguem em alta na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea, mas o ritmo de negócios ainda é baixo. Segundo colaboradores do Cepea, a sustentação vem da demanda, visto que parte dos compradores precisa repor estoques.

O movimento de alta foi mais intenso no Rio Grande do Sul, onde produtores estão retraídos, temendo queda na produtividade. Já no Centro-Oeste, especificamente em Mato Grosso do Sul, colaboradores do Cepea reportaram casos em que produtores têm necessidade de liberar espaço nos armazéns com milho, devido ao avanço da colheita da soja, o que acaba limitando as valorizações.

Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa registrou ligeira queda de 0.67% entre 17 e 24 de janeiro, fechando a R$ 51,42/sc de 60 kg na sexta-feira (24).

Fonte: Cepea
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Notícias Internacional

ABPA e AGROICONE apresentam estudo sobre sustentabilidade da avicultura e suinocultura no GFFA 2020

Estudo abordou pontos importantes da sustentabilidade produtiva da proteína animal brasileira

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Agroicone, apresentou um estudo sobre sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil durante o Global Forum for Food and Agriculture (GFFA), realizado entre os dias 16 e 18 de janeiro, em Berlim (Alemanha).

Com as presenças de Javier Garrido Vaquero, da consultoria da ABPA em Bruxelas, e de Luciane Chiodi Bachion, sócia do Agroicone,– que representaram a associação na ocasião – a ação no GFFA destacou detalhes sobre o sistema produtivo da avicultura e da suinocultura nacionais, atributos dos alimentos e as diversas frentes de trabalho setoriais para o atendimento a metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“Neste ano, a avicultura mundial assumiu compromissos globais no âmbito do ODS. O estudo demonstrou nosso engajamento nestes objetivos tanto na avicultura, quanto na suinocultura, unificando oferta de alimentos de qualidade, seguros e sustentáveis. Esta é uma posição estratégica que assumimos perante o mundo, e que temos fortalecido ao longo dos anos”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

O estudo apresentado no GFFA abordou, ainda, pontos importantes da sustentabilidade produtiva da proteína animal brasileira, como a reduzida emissão de CO² em comparação com outros importantes produtores, os ganhos de eficiência produtiva e redução de uso de insumos, a preservação do status sanitário, entre outros.

“Produzimos o suficiente para atender a demanda interna, enquanto somos o primeiro exportador de aves e quarto maior de suínos. Exportamos carne de frango para cerca de 150 países e de suínos para 90 países, alimentando 223 milhões de pessoas fora do Brasil. Tudo isso aliado a redução de emissões, bem-estar animal, segurança sanitária e contribuições para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, explica Luciane, do Agroícone.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Preço da carne bovina desacelera e segue em tendência de queda

Arroba do boi gordo já caiu em torno de 5% desde o início do ano, segundo levantamento do Mapa

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Divulgação/AENPr

A redução na demanda pelo consumidor e no volume de exportações da carne bovina para a China têm provocado o recuo no preço do produto no varejo. Esse movimento reflete a variação no preço da arroba do boi gordo ao produtor que, em média, já caiu em torno de 5% desde o início do ano, segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os preços do boi gordo na sexta-feira (24) estavam cotados entre R$ 170 e R$ 180.  Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foi registrada uma queda 10,5%, na comparação entre o preço de R$ 190, em 30 de dezembro de 2019, e o fechamento na sexta-feira, em R$ 170.

A redução se torna ainda maior ao avaliar o comportamento do mercado em relação ao início de dezembro, quando a arroba chegou a R$ 216, conferindo uma queda da ordem de 21% em relação a sexta-feira.

O recuo no preço da carne também foi verificado no levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira (23). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação, captou uma forte desaceleração no valor do produto. De uma alta de 17,71% em dezembro, a variação no preço da carne chegou a 4,83% em janeiro, puxando a inflação para baixo.

Para o coordenador-geral de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar do Mapa, João Antônio Salomão, além da questão das exportações, outros fatores contribuíram para pressionar o preço para baixo. “Neste período, há uma tendência de menor consumo de carne bovina, em virtude das férias e houve também uma mudança de hábito do consumidor, que migrou para a compra de outros tipos carnes, como frango e peixes”, observa.

No varejo, os preços devem seguir tendência de queda, em virtude da demanda enfraquecida. O valor de cortes traseiros, que têm cotações mais altas e mais sensíveis à variação do mercado, registrou forte queda, como a alcatra. Enquanto em dezembro esse corte teve uma variação de 21,26%, neste mês, foi 4,49%, de acordo com o IPCA-15, do IBGE.

Fonte: MAPA
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