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Notícias Em abril

Definida programação do Fórum e Exposição Abisolo 2019

Encontro, reconhecido como o mais importante do setor de nutrição vegetal, será realizado nos dias 10 e 11 de abril

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), promotora do VIII Abisolo Fórum e Exposição Internacional Tecnologia & Integração, a ser realizado nos dias 10 e 11 de abril, em Campinas/SP, concluiu a programação e as temáticas das palestras, painéis e debates do evento. Considerado o maior e mais representativo encontro da indústria de tecnologia de nutrição vegetal da América Latina, o Fórum e Exposição da Abisolo destacará temas relacionados com cana de açúcar, soja, alimentos orgânicos, agricultura digital e fertilizantes orgânicos. Serão debatidos ainda aspectos ligados à investimento no agronegócio, plano de governo 2020-2030, geopolítica, economia, distribuição, cooperativismo, além de contar com duas palestras internacionais.

O encontro será aberto com a palestra Efeitos da Nutrição Foliar na Maturação da Cana de Açúcar, a cargo do professor Carlos A. C. Cruciol, na Unesp de Botucatu; seguida da apresentação de um case de sucesso no segmento de cana. Na área da cultura da soja, serão apresentadas as seguintes palestras: Inoculação, Reinoculação e Coinoculação no Sistema de Produção de Soja, ministrada por Marco Antônio Nogueira, da Embrapa Soja; Como Construir um Ambiente de Alta Produtividade, a cargo de João Pascoalino, do CESB – Comitê Estratégico Soja Brasil; além de uma apresentação do que há de mais moderno em produção científica, que será feita pelo professor Evandro B. Fagan, da Unipam.

Em relação ao tema de distribuição, está prevista a palestra Status Atual e Tendências do Segmento de Distribuição de Insumos, a ser proferida porHenrique Mazotini, presidente da Andav – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários. Sobre cooperativismo, está programada uma palestra relacionada com os desafios do segmento que terá como tema O Papel das Cooperativas na Validação de Novas Tecnologias. O fechamento da agenda do primeiro dia será sobre alimentos orgânicos e o palestrante, que tratará do tema Inventário e Tendências no Brasil e no Mundo, será Alexandre Harkaly, do IBD – Certificações.

Para o segundo dia do evento estão programadas as seguintes palestras: sobre agricultura digital o destaque será Processamento de Imagens com Enfoque em Nutrição de Plantas, a cargo de Lucio de Castro Jorge, da Embrapa Instrumentação; e Substâncias Húmicas: Uma Nova Abordagem para a Valorização dos Fertilizantes Orgânicos Compostos, a ser proferida por um palestrante a ser definido. O evento será encerrado com duas palestras internacionais a cargo da professora Vitória Fernandez, da Universidade Politécnica de Madrid-Espanha, que abordará Nutrição Foliar: Fundamentos Científicos e Técnicas de Campo; e da professora Maria Del Carmén Salas Sanjuan, da Universidad de Almeria-Espanha, que discorrerá sobreFertirrigação: Manejo de Nutrição e Ferramentas de Controle e Diagnóstico.

Estão programados ainda os seguintes painéis: O Futuro é Agro: Proposta de Plano de Governo 2020/2030, a cargo do pesquisador Elisio Contini, da Embrapa SIRE Brasília; Economia: Perspectivas para a Economia 2018-2020, com o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados; Geopolítica: o Rearranjo das Relações Internacionais e Investimentos: os Fundos de Investimentos e o Agro, ambos os tema ainda com palestrantes a confirmar participação.

Todos os painéis e debates terão como mediador o jornalista Willian Waack. Entre o público esperado para o VIII Abisolo Fórum e Exposição estão: empresários, investidores, compradores e agrônomos de toda cadeia produtiva da indústria de tecnologia e nutrição vegetal, além de professores, pesquisadores, profissionais de instituições de estado, cooperativas, revendas, consultorias técnicas, agricultores e estudantes de agronomia.

Fonte: Assessoria
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Notícias Boi Gordo

Oferta limitada mantém indicador firme neste ano

Cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme

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Arquivo/OP Rural

Os preços da arroba do boi gordo estão firmes no mercado brasileiro em 2019. Pesquisadores do Cepea afirmam que esse cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme, especialmente por conta do bom desempenho das exportações nacionais.

No acumulado de 2019 (de 28 de dezembro de 2018 até 17 de abril deste ano), o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 subiu 0,4%, fechando a R$ 154 nessa quarta-feira (17). A firmeza nos valores da arroba somada à queda nos preços do milho (devido à maior oferta), por sua vez, têm favorecido a relação de troca de produtores, que registra o momento mais favorável ao pecuarista desde janeiro de 2018.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da carne de frango sobem com força em abril

Cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano

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Arquivo/OP Rural

As cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano, favorecidas pela demanda aquecida e pela produção ajustada, segundo dados do Cepea. Na parcial de abril (até o dia 17), o frango inteiro congelado, negociado no atacado da Grande São Paulo, registra média de R$ 4,65/kg, elevação de 4,4% frente à do mês anterior e de expressivos 51,8% em relação a abril/18, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IPCA de março/19).

Para o produto resfriado, os negócios apresentam média de R$ 4,66/kg na parcial deste mês, avanços de 4% e de significativos 54,1% nos mesmos comparativos. Quanto aos cortes, um dos avanços mais significativos nos valores de março para abril, de 7,8%, é observado para a coxa/antecoxa congelada, que registra média de R$ 4,87/kg na parcial deste mês – no ano, o aumento é de 40%.

Fonte: Cepea
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Notícias Prioridade para o bem-estar animal

Aurora inaugura moderna UDG em Chapecó

UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial

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Divulgação

Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada nesta semana, em Linha Tomazzelli, em Chapecó, SC. A UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial, adotando o que há de mais avançado em genética suína. A unidade absorveu investimentos da ordem de R$ 17 milhões.

O ato inaugural foi presidido pelos diretores Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (diretor de agropecuária), na companhia dos presidentes das cooperativas filiadas, do vice-prefeito Élio Cella, do gerente de produção de suínos Valdir Schumacher e do coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar. O padre Domingos José Dias e o pastor Altair Boita ministraram a benção inaugural.

O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.

O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal. A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal, devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos animais gerando conforto térmico.

As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil mínima destinada a cada animal igual ou superior a 6 metros quadrados.

As instalações foram planejadas com fundos e laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.

O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central, assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar animal.

Estrutura

A UDG II tem área total construída de 4.266,09 m² e abrigará 300 machos doadores dentro das melhores condições de bem-estar animal. Os doadores são machos híbridos, resultado da composição de diferente raças, fornecidos pelas maiores empresas de genética suína do mundo, como Agroceres PIC, DB Danbred e Topigs Norsvin. A UDG II passará a produzir 10.500 doses/semana ou 45.500 doses/mês.

Os reprodutores, antes de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali, por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.

Uma equipe de 13 profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.

O complexo UDG II, que ocupa uma área de 272 hectares, é constituído por arco de desinfecção, três residências para moradores, prédio administrativo, área de lazer e lavanderia, laboratório, central de coleta e processamento de sêmen, área de quarentena, vestiário de quarentena, galpão de serviços, composteira, casa de maravalha, central de lixo, sala de painéis elétricos, geradores de energia, cabine de medição de energia, reservatórios de água, cisterna e lagoas de dejetos.

Fonte: Assessoria
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