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Governo federal reforça compromisso na busca de mais investimentos para a Embrapa

Atualmente, para cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 21,23 retornam para a sociedade brasileira. Conforme o Balanço Social de 2023, o lucro social da empresa foi de R$ 85,12 bilhões com mais de 66,2 mil novos empregos criados.

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Com foco na revolução para o futuro do agro brasileiro, na quinta-feira (25), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) celebrou seus 51 anos de criação. Na ocasião, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reforçaram o compromisso em trazer mais investimentos para alavancar o crescimento da empresa.

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, pontuou que há 14 anos um presidente da República não ia à empresa. “A Embrapa é a empresa de maior respeitabilidade do Brasil e cabe a nós, do governo, dar a ela o tamanho que ela merece”, ponderou o presidente Lula. “Não é bondade do governo federal. É o reconhecimento da importância da Embrapa no desenvolvimento agrícola do nosso país. Cada dinheiro investido na Embrapa, retornam milhões de reais para o Brasil”, completou.

Fotos: Divulgação/Mapa

O ministro Fávaro ressaltou o importante papel da Embrapa no avanço da vocação brasileira para a produção de alimentos. Desde a criação da empresa, o Brasil passou de importador para um dos principais exportadores do mundo. “Sob a gestão do presidente Lula, saímos da 13ª, somos a 9ª e vamos, rapidamente, ser a 8ª economia do mundo, descobrimos há 50 anos a nossa verdadeira vocação, que é produzir alimentos de qualidade”, destacou o ministro.

Atualmente, para cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 21,23 retornam para a sociedade brasileira. Conforme o Balanço Social de 2023, o lucro social da empresa foi de R$ 85,12 bilhões com mais de 66,2 mil novos empregos criados. “Fortalecer e trazer a empresa de volta ao PAC, buscar com que a Embrapa se prepare para os próximos 50 anos é um legado que o presidente Lula está deixando a partir de agora”, completou Fávaro. Para isso, o presidente convocou, durante a cerimônia, os ministros Fávaro e Paulo Texeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) para uma reunião com foco nas demandas da Embrapa para os próximos 50 anos.

A presidente Silvia Massruhá destacou o impacto do trabalho realizado pela Embrapa. “Derrotar a fome, garantir a segurança alimentar no nosso país e no mundo, o acesso a alimentos saudáveis e de qualidade para todos os cidadãos, a promoção da melhoria do bem-estar e de qualidade de vida, o desenvolvimento sustentável, o enfrentamento dos efeitos da mudança do clima, a redução das desigualdades no campo, fazendo com que o conhecimento e a inovação tecnológica produzidos alcancem o pequeno, o médio, o grande produtor rural, dos menos até os mais tecnificados. É para isso que a Embrapa trabalha”.

Terceirização

Ao enfatizar que o reconhecido trabalho de pesquisa e desenvolvimento realizado pela Embrapa é feito, sobretudo, por pessoas, Fávaro lembrou as palavras da presidente ao destacar que a ciência não é feita apenas com investimentos. “Por isso, deixamos aqui a garantia de que não haverá a terceirização da carreira de auxiliar de pesquisa”, disse o ministro em atenção a um dos pleitos dos servidores da Embrapa. A empresa conta com 7,7 mil trabalhadores atuando em 43 unidades em todo o país.

Acordos de cooperação

Durante o evento, foram celebrados dois acordos de cooperação técnica de abrangência internacional com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e a Corporação Financeira Internacional (IFC) – que juntos formam o Grupo Banco Mundial (GBM) – foi firmado o Memorando de Entendimento para o desenvolvimento de projetos para um setor agroalimentar mais verde, resiliente e inclusivo, apoiado em modelos de empreendedorismo rural e intercâmbio científico para países em desenvolvimento com duração de cinco anos.

Já a cooperação técnica com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) tem como objetivo o Desenvolvimento colaborativo da agricultura de precisão e digital para o fortalecimento dos ecossistemas de inovação e a sustentabilidade do agro brasileiro. A proposta é aumentar a transparência, confiabilidade e eficiência do processo produtivo brasileiro com referência na expertise japonesa no domínio de ferramentas da Tecnologia da Informação e Comunicação.

Ao todo, foram sete acordos estratégicos celebrados durante o evento, incluindo parcerias com os ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), além de envolveram o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).

Em 26 de abril de 1973 foi empossada a primeira diretoria da Embrapa no Ministério da Agricultura. A celebração dos 51 anos da empresa ocorre de 25 a 27 de abril na sua sede, em Brasília (DF).

A cerimônia desta quinta-feira também contou com a presença da primeira-dama Janja, dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; da Gestão, Inovação e Serviços Públicos, Esther Dweck; do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira e do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência República, Marcio Macêdo.

Fonte: Assessoria Mapa

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CooperAliança realiza convenção de vendas em São Paulo

O mercado paulista é um dos focos da cooperativa, que neste ano, lançou novas marcas e realizou rebranding das já consolidadas

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Foto e texto: Assessoria

A CooperAliança, uma das principais cooperativas de carnes nobres do País, realizou no último dia 21, a sua Convenção de Vendas Regional em São Paulo. O evento, que contou com a participação de 15 representantes comerciais, destacou a importância do mercado paulista como um dos principais focos de expansão e desenvolvimento da cooperativa.

Roberto Ribeiro, diretor comercial da cooperativa, abordou de forma geral os eventos e os planos estratégicos da CooperAliança para 2024. Ribeiro ressaltou a necessidade de fortalecimento das operações em São Paulo, destacando o mercado local como essencial para os objetivos de crescimento.

Também foi apresentada a nova campanha publicitária e o rebranding da CooperAliança. Segundo o gerente de marketing Gabriel Vieira, o objetivo é modernizar a marca e ampliar sua presença no mercado, Vieira explicou como a nova identidade visual e as estratégias de comunicação serão implementadas.

A convenção também contou com uma apresentação detalhada sobre a raça Angus e o processo de certificação da carne. A certificação é fundamental para garantir a qualidade e a autenticidade dos produtos comercializados pela CooperAliança. Foi apresentado ainda o Projeto Varejo Angus, que inclui uma demonstração

Victor Moita, Gerente de Indústria, apresentou os diversos cortes de carne e as técnicas utilizadas na produção. Moita detalhou o processo que será implementado juntamente com o rebranding, assegurando que os produtos atendam aos mais altos padrões de qualidade. A apresentação incluiu uma aula prática, seguida de um almoço, onde os participantes puderam conhecer e degustar os cortes de carne preparados na hora.

Os representantes comerciais também conheceram os números e análises mercadológicas da CooperAliança e o share de mercado por região, com foco especial em São Paulo.

A convenção abordou os compromissos, a responsabilidade e o desenvolvimento interno da cooperativa. Foram definidos processos e demonstradas as melhores práticas para o trabalho comercial, incluindo cadastro, faturamento e prazos.

O evento foi concluído com um jantar de confraternização, proporcionando um momento de integração e troca de experiências entre os participantes. A CooperAliança reforçou seu compromisso com a excelência e a qualidade, renovando a confiança de seus representantes comerciais para os desafios e oportunidades de 2024.

A CooperAliança é uma cooperativa agropecuária que se dedica à produção e comercialização de carnes de alta qualidade, com um foco especial na raça Angus. Com um compromisso constante com a qualidade, inovação e sustentabilidade, a cooperativa busca fortalecer sua presença no mercado e expandir suas operações em todo o Brasil.

 

Fonte: Imprensa CooperaAliança
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Recuperação do solo e de vias de escoamento da produção são principais demandas dos setores de trigo e soja

Colheita da soja já estava se encaminhando para sua conclusão quando ocorreram as enchentes, que provocaram perdas no fim da safra. Por sua vez, para o trigo, que está em período de semeadura, as chuvaradas trouxeram como consequência a degradação do solo cultivável.

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Foto: Reprodução

Perdas pontuais de safra, degradação do solo e bloqueios das rodovias são os principais impactos causados pelas fortes chuvas de maio no Rio Grande do Sul às cadeias produtivas de trigo e soja. Esta é a avaliação de entidades representativas dos dois setores, durante reunião conjunta das Câmaras Setoriais do Trigo e da Soja, promovida nesta segunda-feira (27), de forma remota, pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

A colheita da soja já estava se encaminhando para sua conclusão quando ocorreram as enchentes, que provocaram perdas no fim da safra. “No total do Estado, a perda não vai parecer significativa. Mas estamos falando de vários produtores que perderam tudo, 100% da safra. Então, é preciso cuidado ao observar esses dados, não dá para tratar, de forma igual, os diferentes”, pontuou o assistente técnico em culturas da Emater/RS-Ascar, Alencar Rugeri.

Mesmo com a safra colhida e nos armazéns, outro problema trazido pelas enchentes preocupa o setor: o escoamento da produção, com a malha rodoviária precisando ser recuperada em vários pontos do Estado. “O desafio atual será tirar o grão dos armazéns e fazê-lo chegar ao porto de Rio Grande”, avaliou o coordenador da Câmara Setorial da Soja, Nereo Starlick.

Para o trigo, que está em período de semeadura, as chuvaradas que castigaram o Rio Grande do Sul trouxeram como consequência a degradação do solo cultivável. “Desde as chuvas de setembro e novembro do ano passado que estamos com uma erosão absurda no solo, já plantamos soja com dificuldade extrema. Agora, então, piorou. O produtor ainda terá que lidar com a recuperação da fertilidade do seu solo”, pontuou o diretor e coordenador da Comissão do Trigo e Culturas de Inverno da Farsul, Hamilton Guterres Jardim.

As estimativas de produção de trigo para a próxima safra já registravam uma queda, frente ao 1,5 milhão de hectares cultivados no ano passado no Rio Grande do Sul, por causa da escassez de sementes.

Entre os encaminhamentos das câmaras setoriais para as reuniões das Câmaras Nacionais do Trigo e da Soja, estão: requisição de linhas de crédito específicas para reconstrução a produtores rurais que perderam tudo; linhas de crédito para recuperação de áreas degradadas; prorrogação da Resolução 5.123 do Conselho Monetário Nacional, que renegocia parcelas de operações de crédito rural de investimento, além da inclusão de outras culturas, como fruticultura, arroz e trigo; recuperação das rodovias federais no Rio Grande do Sul, para não haver problemas no escoamento da produção agrícola.

Participaram da reunião representantes das seguintes entidades: Associação das Empresas Cerealistas do Estado do Rio Grande do Sul (Acergs), Badesul, Banco do Brasil, Banrisul, Bolsa Brasileira de Mercadorias, BRDE, Conab, Embrapa, Emater/RS-Ascar, Famurs, Farsul, IBGE, Ocergs, Secretaria da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e Sinditrigo.

Fonte: Assessoria Seapi
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Novo presidente da Ocesc quer maior protagonismo para as cooperativas

Vanir Zanatta fala sobre suas aspirações, perspectivas e desenvolvimento do cooperativismo em Santa Catarina.

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Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Vanir Zanatta: " - Foto: Divulgação/Ocesc

Fortalecer o protagonismo das cooperativas na economia catarinense e ampliar a presença internacional são metas do novo presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Vanir Zanatta, para o próximo quadriênio.

O presidente recém-eleito tem 59 anos de idade. É natural de Jacinto Machado (SC). Graduou-se em Ciências Contábeis pela Univille, de Joinville (SC). Em 2006 cursou Gestão de Cooperativas pela Unisul. Pós-graduou-se em Administração pela Unesc. Há 34 anos é presidente da Cooperativa Agroindustrial Cooperja, de Jacinto Machado. É sócio-fundador da Credija (Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Litorânea), a qual presidiu por 14 anos. Também foi fundador e presidente da Acijam (Associação Empresarial de Jacinto Machado).

É presidente da Brazilrice (Cooperativa Central Brasileira de Arroz). Ocupa a vice-presidência da Fecoagro (Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina), é representante do ramo agropecuário das cooperativas catarinenses junto a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e membro na Câmara Setorial do Arroz Nacional pela Brazilrice. Zanatta também presidirá o Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (Sescooop/SC).

Ocesc – O cooperativismo de Santa Catarina continua em expansão, segundo balanço recentemente divulgado pela Ocesc, com crescimento em todas as áreas. Como o senhor avalia esses resultados?

Vanir Zanatta – Os resultados são amplamente positivos e animadores. Houve crescimento em movimento econômico, receita operacional, exportações e no quadro geral de cooperados, como chamamos os associados. Os catarinenses demonstram uma extraordinária vocação para o associativismo. Perceberam que o cooperativismo – que é uma das melhores formas de associativismo – tornou-se um caminho para o desenvolvimento das comunidades e o fortalecimento da economia. Acredito que essa é a explicação para esse fenômeno.  Veja que em 2023 o número de associados das nossas 249 cooperativas cresceu quase 10%, com o ingresso de mais de 370 mil pessoas. No conjunto, as cooperativas reúnem, agora, 4,2 milhões de catarinenses, o que representa mais da metade da população barriga-verde vinculada ao sistema cooperativista.

Ocesc – O ramo do agronegócio continua respondendo pela maior fatia do PIB do cooperativismo barriga-verde, mas enfrentaram dificuldades no último ano. Como o Sr. avalia esse setor hegemônico?

Vanir Zanatta – As cooperativas do ramo do agronegócio tiveram um ano muito difícil, com elevação dos custos de produção, queda de preços no mercado internacional e baixo desempenho do consumo no mercado doméstico. Praticamente todos os grupos agroindustriais do setor de alimentos – em especial, os do segmento da proteína animal – tiveram resultados negativos.  Mesmo assim, as cooperativas do agronegócio foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 64% dos postos de trabalho e também por 64% das receitas globais do universo cooperativista.

Ocesc – Em 2024 qual deve ser o desempenho das cooperativas do agro catarinense? A tendência é manter esse crescimento?

Vanir Zanatta – O ano de 2024 se apresenta com um cenário mais animador, sem indícios de escassez de insumos – especialmente milho e farelo de soja – e com lenta recuperação de preços no mercado internacional. Acreditamos ser possível um crescimento entre 10% e 15% neste período porque está havendo uma clara recuperação de preços no mercado internacional.

As cooperativas também são impactadas pela alta carga tributária, embora muitos pensem que elas têm benefícios fiscais.

As cooperativas não gozam de benefícios fiscais, prova disso é que, no ano passado, recolheram R$ 3,4 bilhões aos cofres públicos em impostos sobre a receita bruta, um crescimento de 5% em relação ao exercício anterior. Esse aumento é fruto do movimento econômico e, ainda, não é reflexo da reforma tributária. O número de cooperativas permaneceu estável.

Ocesc – Quais serão suas diretrizes no comando da Ocesc para o cooperativismo catarinense?

Vanir Zanatta – Desejamos aumentar o protagonismo das cooperativas dos ramos de crédito, agropecuário e saúde, entre outros. Queremos aumentar nossa presença no mercado internacional. Iniciaremos um planejamento estratégico para a Organização e valorizaremos os vice-presidentes como legítimos representantes dos ramos do cooperativismo, tomando decisões estratégicas sempre em conjunto. Vamos reavaliar o regimento interno, criar conselhos consultivos por ramo, implementar o Conselho de Ética, ativar o Conselho Estadual do Cooperativismo (CECOOP) e dinamizar a representação sindical. Vamos prestigiar encontros de jovens e mulheres cooperativistas e o Fórum de Dirigentes Cooperativistas, estimular a sucessão nas propriedades rurais e nas cooperativas e, além disso, fortalecer a Frente Parlamentar do Cooperativismo de Santa Catarina (Frencoop).

Ocesc – Como o senhor avalia sua gestão e os desafios enfrentados até aqui?

Vanir Zanatta – Estamos iniciando uma jornada que, acredito, será muito gratificante graças à participação dos dirigentes cooperativistas, do corpo técnico do Sistema Ocesc/Sescoop-SC e dos cooperados. Manteremos a honrosa tradição do cooperativismo catarinense de ser uma das locomotivas da economia catarinense, contribuindo para uma sociedade mais humana e fraterna, com alta taxa de desenvolvimento.

Sua experiência e trajetória o tornaram no primeiro líder cooperativista do sul de SC a comandar a Ocesc.

Acredito que essa experiência, fruto de longa vivência no universo cooperativista, é positiva na medida em que fazemos dela uma aprendizagem contínua e retiramos, humildemente, lições para o exercício dos cargos de direção e comando. É com muita honra e sentimento de responsabilidade que assumo o Sistema Ocesc/Sescoop-SC como o primeiro presidente do sul de Santa Catarina, atribuindo essa eleição  a um gesto de generosidade dos meus companheiros dirigentes cooperativistas e a uma homenagem ao sul barriga-verde. As cooperativas exercem importante papel na região, contribuindo com a dinamização da economia e a geração de empregos nas áreas urbanas e rurais.

Ocesc – Qual sua visão sobre o desenvolvimento do cooperativismo no estado?

Vanir Zanatta – Em Santa Catarina há uma cultura associativista muito forte. Aqui só existem fatores de estímulo e incentivo. Temos uma política estadual de apoio ao cooperativismo definida em lei, uma atuante Frente Parlamentar do Cooperativismo e muitas ações que integram todos os setores da economia.

Fonte: Assessoria Ocesc
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