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De olho na rentabilidade do produtor, Agroceres PIC promove Rali Técnico

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A Agroceres PIC realizou na segunda quinzena de novembro a primeira edição do Rali Agroceres PIC – Tecnologia em Movimento. Criado para levar treinamento e desenvolvimento tecnológico para as equipes gerenciais das granjas, o giro técnico passou por dois pólos da produção suinícola nacional, Minas Gerais e Paraná. Itinerante, o Rali Agroceres PIC foi realizado em três cidades diferentes: Ponte Nova (MG), Patos de Minas (MG) e Toledo (PR) e reuniu, no total, cerca de 250 participantes. 
De acordo com Sandro Cardoso, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Agroceres PIC, o objetivo do Rali foi compartilhar com produtores e profissionais da suinocultura, as melhores práticas de manejo e novos conceitos para melhoria da produtividade e consequentemente da rentabilidade. Ou seja, do conhecimento científico à aplicação prática do dia a dia. Levar treinamento e desenvolvimento tecnológico para as equipes gerenciais das granjas, com análises adaptadas à realidade de cada cliente e região.
“A suinocultura é hoje uma atividade altamente dinâmica e competitiva. A complexidade do manejo suíno e as particularidades de cada sistema de produção fazem com que cada suinocultor seja único em suas exigências e necessidades”, explica Cardoso. “A Agroceres PIC é uma empresa que tem foco no cliente e compromisso com seus resultados. Criamos o Rali justamente para nos anteciparmos às necessidades de nossos parceiros, atuando para melhorar a qualidade e eficiência de seus produtos e, principalmente, a lucratividade de seu negócio”, conclui. 

Resultados e rentabilidade

Com uma programação enxuta e de viés prático, a rodada técnica procurou enfatizar a importância da gestão para a rentabilidade na produção comercial de suínos. Estiveram em discussão temas como a evolução dos produtos e tecnologias na suinocultura. Além disso, o médico veterinário Vinícius de Morais (Serviços Técnicos Agroceres PIC) mostrou claramente aos participantes os pontos-chave para superar 210 quilos de leitões desmamados por porca ao ano. Também, Daniel Linhares da Agroceres PIC apresentou metodologia para traduzir índices zootécnicos em indicadores econômicos, permitindo ao suinocultor extrair o máximo de lucratividade em seu negócio. “Trabalhamos ao lado de nossos parceiros buscando resultados e rentabilidade, que é o que mais importa. Medir resultados zootécnicos é uma boa forma para buscar ideias sobre a eficiência do negócio, mas não há forma mais direta de medir sustentabilidade econômica do que acompanhar índices econômicos da atividade. Nem sempre aquilo que acreditamos que estamos vendo, que acreditamos que esteja trazendo benefícios econômicos é o que realmente está. Procuramos ajudar nossos clientes a investir tempo e recursos em aspectos da produção que efetivamente trazem retorno financeiro”, explica Daniel Linhares, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC. 

O balanço das atividades do Rali Agroceres PIC – Tecnologia em Movimento foi extremamente positivo. Para Sandro Cardoso, a combinação entre formato ágil e uma programação com ênfase em aspectos práticos da produção gerou uma grande interação entre os participantes. “Conseguimos atingir todos os objetivos traçados para este Rali. Os debates foram muito ricos. Conseguimos levar informações, apresentar conceitos e discutir técnicas capazes de maximizar os índices zootécnicos de nossos parceiros, mas principalmente, sua rentabilidade”, afirma Cardoso.

Fonte: Ass. Imprensa da Agroceres Pic

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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