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Empresas Mercado

BRF anuncia novo diretor de operações regionais

Fabio Loch assume a Direção Industrial da Regional Central 

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Fabio Loch é novo Diretor Industrial da Regional Central, que atende as unidades instaladas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pernambuco - Foto: Divulgação

A BRF apresenta novidades em seu time de Operações. Fabio Loch é novo Diretor Industrial da Regional Central, que atende as unidades instaladas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pernambuco.

O executivo ingressou na Companhia em 1997, passou por diversas áreas e gerências nas unidades de Videira (SC), Rio Verde (GO), Nova Mutum, Nova Marilândia e Lucas do Rio Verde, as três no Mato Grosso. Fabio Loch substitui Rubens Modena, que migrou para o cargo de Diretor Industrial da Regional Centro-Oeste.

“Minha relação com a BRF vem de geração para geração. Até hoje, os meus pais são produtores integrados em Videira (SC), onde eu comecei a minha trajetória. A BRF é uma empresa que oferece muitas oportunidades para seus colaboradores”, diz o executivo. “Acredito que a experiência que acumulei diante de grandes desafios ao longo desses anos e o trabalho em equipe, que valorize a capacidade de cada um, são atributos essenciais para seguirmos crescendo”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Treinamento

IHARA é parceira do Sindiveg na orientação ao agricultor sobre uso correto e seguro de defensivos

Plataforma digital de treinamentos capacita agricultores levando boas práticas e segurança ao campo

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Arquivo OP Rural

A IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento especializada em tecnologias e defensivos para a proteção de cultivos, é parceira do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos Para Defesa Vegetal (Sindiveg) em promover conhecimento e capacitação sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas no campo, indicando aos seus agricultores e distribuidores a plataforma digital de treinamentos da entidade.

“A IHARA tem orgulho de participar de projetos como esse que levam informações e orientações para que nossa agricultura continue prosperando com segurança. Entendemos que, mais do que desenvolvermos e levarmos soluções para a proteção de cultivos dos nossos agricultores, temos a responsabilidade de orientá-los para que façam o uso dos nossos produtos da melhor e mais segura forma possível. Produtos especiais requerem cuidados especiais”, afirma Gabriel Saul, Gerente de Comunicação da IHARA.

Com a utilização correta dos defensivos e a otimização das aplicações evita-se o desperdício e a dispersão de resíduos. Além disso, as lavouras estarão protegidas por meio do controle eficaz das pragas, doenças e plantas daninhas, garantindo assim alta produtividade, qualidade e segurança dos alimentos para o consumo.

“Além de contribuirmos ativamente no Sindiveg para o desenvolvimento dessas ações, criamos praticamente uma “força-tarefa” dentro da IHARA, envolvendo todo nosso time comercial e distribuidores, para que essas importantes informações cheguem até o campo alcançando o maior número de agricultores possível. Os resultados”, completa Gabriel.

Completando três meses no ar, a ferramenta, que é totalmente gratuita, já certificou milhares de agricultores. Os interessados podem acessá-la no link https://treinamentos.sindiveg.org.br/login.php

10 Regras de Ouro do Uso Correto e Seguro de Defensivos Agrícolas

Como complemento à plataforma de treinamentos online, o Sindiveg, com o apoio de suas associadas, criou as 10 Regras de Ouro para o Uso de Defensivos Agrícolas com o objetivo de disseminar, de forma simples e rápida, as principais regras para o uso correto desses indispensáveis insumos.

As recomendações envolvem o fluxo completo de uso dos defensivos, desde o planejamento de compra até o descarte das embalagens, que podem ser lidas no informativo digital completo: https://bit.ly/10RegrasdeOuroDefensivos

Fonte: Ass. de Imprensa IHARA
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Empresas Botulismo

Biogénesis Bagó lança vacina contra o botulismo, doença que gera mais de R$ 500 milhões por ano em prejuízos diretos na pecuária brasileira

A multinacional argentina lança a vacina Botulinogen que previne contra o botulismo ajudando o pecuarista brasileiro a produzir e proteger o rebanho cada vez mais e melhor

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BOTULINOGEN® é a nova vacina da Biogénesis Bagó para combater o botulismo - Foto: Divulgação

A Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, lança em Dezembro mais um produto para fortalecer seu portfólio de produtos biológicos. A BOTULINOGEN® é uma vacina bivalente e específica para proteger com segurança contra o botulismo, disponibilizada em apresentações de 20 doses e de 50 doses.

De acordo com o Gerente Técnico da Biogénesis Bagó Brasil, Reuel Luiz Gonçalves, o botulismo é uma doença/intoxicação específica causada pela ingestão e absorção intestinal de toxinas produzidas pelo Clostridium botulinum, uma bactéria que acomete diferentes espécies, inclusive o homem. O botulismo ainda mata muitos bovinos, gerando mais de R$ 500 milhões por ano em prejuízos diretos na pecuária brasileira

O Clostridium botulinum pode permanecer no solo e em matéria orgânica por longos períodos, sem causar doença. Porém, quando encontra um ambiente favorável de anaerobiose, ou seja, sem oxigênio, os esporos germinam e produzem neurotoxinas. Após ingestão e absorção pelo trato intestinal, as toxinas se ligam a receptores de terminações nervosas, resultando em paralisia flácida e morte do animal em virtude de parada respiratória. As toxinas C e D são as de maior importância epidemiológica. Um miligrama de toxina mata um animal adulto e cerca de um grama de matéria orgânica decomposta contaminada pode ter toxina suficiente para matar um bovino adulto.

Bovinos confinados também podem adquirir a intoxicação de forma esporádica quando alimentados com silagem, feno ou ração mal conservados, que possam conter matéria orgânica em decomposição ou carcaças de pequenos mamíferos e aves, que por acidente, possam ter sido incorporados ao alimento no momento da preparação.

“Estas condições são ideais para a multiplicação da bactéria e produção de grandes quantidades da toxina botulínica. Reservatórios de água, águas paradas e açudes contaminados por carcaças de roedores, plantas, pequenas aves ou animais silvestres como tatus e tartarugas também podem ser considerados como possíveis fontes de infecção para bovinos a campo e estabulados”, explica Gonçalves.

Considerando que o tratamento dos animais enfermos é geralmente ineficaz e economicamente impraticável, o controle do botulismo bovino consiste na adoção de medidas preventivas relacionadas à melhoria das condições ambientais e sanitárias como eliminação de fontes de contaminação nas pastagens através da remoção e incineração de carcaças; manejo nutricional adequado, como a correção da deficiência de fósforo nas pastagens e suplementação mineral permanente dos animais.

Para o Gerente de Produtos da Biogénesis Bagó Brasil, Pedro Hespanha, a vacinação é um dos meios profiláticos mais eficazes para prevenir a doença. “A vacinação deve ser feita anualmente, antes do período das chuvas, sendo que a primeira imunização deve ser seguida de reforço quatro a seis semanas após a primeira dose. Em algumas situações, como no confinamento, esta é a principal medida de controle do botulismo”, orienta Hespanha.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Casale anuncia novo CEO

Após estruturado processo de sucessão familiar, Mario Casale Neto assume o comando da empresa líder em tecnologia para pecuária no Brasil

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Mario Casale Neto

A Casale, líder em máquinas para pecuária no Brasil, acaba de anunciar Mario Casale Neto como seu novo CEO. Filho de Celso Casale, atual Presidente do Conselho e responsável pelo crescimento e fortalecimento da Casale desde 1981, Mario atua na companhia desde 2011 e sua ascensão ao comando da companhia é fruto de um estruturado processo de sucessão familiar.

Mario é formado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade de São Paulo e tem passagens por grandes organizações, como Eaton, HSBC e Itaú BBA, o maior corporate & investment bank da América Latina, onde entrou como trainee e foi promovido a Officer Large Corporate, trabalhando no atendimento de clientes por mais de 3 anos. Desde 2011 na Casale, Mario atuou em diversas áreas da empresa sendo que suas 2 últimas funções foram de Diretor Comercial e Marketing e Diretor de Operações. Por enquanto acumula a função de CEO e Diretor de Operações, enquanto recruta um executivo para compor o time.

“Meu pai desenvolveu um negócio sólido, calcado em inovação tecnológica, atendimento de excelência ao cliente e o posicionou como referência e sinônimo de qualidade. Tenho uma admiração enorme por ele e me sinto muito honrado em assumir a liderança executiva da empresa no seu lugar. É importante destacar que a sucessão só foi possível graças a um trabalho de anos em grande parceria com minha irmã Jaqueline, também diretora da empresa, e nosso time de gestores de altíssimo nível. Com nosso pai na presidência do Conselho trazendo sua visão estratégica e empreendedorismo, juntamente com a nossa irmã Erika e um Conselheiro externo, sentimos muita segurança em atuar para que a Casale tenha um novo salto nos próximos anos”, afirma Mario.

Passagem de bastão: processo profissional

A sucessão familiar é um processo complexo e demanda muito diálogo entre os envolvidos. Como está diretamente ligada a questões pessoais é recomendado que seja estruturada por terceiros, isentos aos quesitos familiares. A grande questão é que muitas organizações não consideram a ideia de planejamento e orientação profissional, o que traz grandes chances de ocasionar, além de danos patrimoniais, uma série de problemas emocionais e corporativos.

É importante ressaltar que a orientação profissional e o planejamento não evitam conflitos e desentendimentos, mas uma consultoria externa entenderá a fundo e de maneira apartidária quais são os desafios da organização, além de atenuar e administrar possíveis atritos, uma vez que todos os interesses são direcionados para tornar a família profissional, separando claramente os diferentes papéis que cada membro ocupa e com uma visão macro do negócio.

“Eu não queria herdeiros, queria sucessores”. É assim que Celso Casale define sua preocupação com o futuro da empresa. “Eu sempre pensei nisso, sempre. Eu trago meus filhos desde pequenos para que se acostumem com o ambiente. Também fui exigente quanto à necessidade de uma base acadêmica de excelência e experiências em grandes corporações. O trabalho aqui na Casale exigia isso e fico muito feliz que estejamos atingindo esse objetivo”, afirma.

Celso destaca ainda a preocupação em relação à parte emocional dos envolvidos na sucessão, e não apenas os trâmites legais. “Fazemos terapia há algum tempo e é nítida a nossa evolução. Acredito que nesse tipo de ação é primordial olhar para família e suas emoções, levando em conta o histórico de cada um, observando e ouvindo todos os lados, agregando conhecimento e sempre buscando o diálogo e entendimento entre as partes”, afirma.

Para ele, não foi um processo fácil, afinal são muitos anos à frente da empresa. “Falando de mim, posso dizer que foi muito difícil passar o controle da empresa, mesmo confiante e certo da decisão. Eu assumi a Casale em 1981 e estive na presidência por quase 40 anos, então o processo teve que ser aos poucos”, destaca. Durante o período do processo de sucessão familiar, Celso decidiu realizar um período sabático de 3 meses viajando com sua esposa e seus filhos ficaram responsáveis pela administração da empresa. “Acredito que isso foi fundamental e decisivo no meu processo de passagem de bastão”, enfatiza.

De acordo com Mario Casale, o processo de sucessão familiar vem sendo discutido ao longo de muitos anos. Para o executivo, foi preciso uma preparação profissional para que as coisas acontecessem como planejado. “Eu sempre soube o tamanho do desafio que viria e me preparei para isso. De maneira muito franca, sabia que ser o filho do dono não era uma prerrogativa que me sustentaria no cargo. Então fui estudar e trabalhar para me preparar”, explica.

Segundo o executivo, foi em 2015 que ele, sua irmã Jaqueline e o pai Celso, contrataram um profissional externo para apoiar na profissionalização da empresa e viabilizar o processo de sucessão familiar, projeto em conjunto com a Fundação Dom Cabral – FDC. “Profissionalizar a gestão foi a ação mais acertada, tanto para a empresa, como para a família”, avalia.

Luis Felipe Miranda, Professor Associado da Fundação Dom Cabral e um dos profissionais que ajudaram a Casale no processo, explica que o processo de sucessão familiar implica em alguns fatores, como o relacionamento pessoal-familiar, a governança e a estrutura organizacional. “Como já estamos realizando um trabalho de planejamento e de estratégias há alguns anos com a Casale, e esses fatores já são bem consolidados dentro da empresa, o processo de sucessão familiar fluiu de forma segura e tranquila”, explica.

O papel do professor, além das questões de negócios, é ser um mediador durante essa jornada, ou seja, responsável por garantir um resultado o mais profissional possível e equilibrado. “O desafio da maioria das empresas é disputa pessoal, brigas e o relacionamento familiar. Na Casale existe uma ligação de parceria e respeito muito forte entre os familiares, o que torna todo o processo menos traumático e eficaz”, completa Miranda.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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