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Bovinos / Grãos / Máquinas Gestão

Aplicativo ajuda a escolher árvore certa para pastagem

Inserção de árvores nas pastagens, para atender diversas finalidades, é um desafio cada vez mais presente no dia a dia dos pecuaristas brasileiros

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Carlos Maurício

A Embrapa e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) disponibilizam, gratuitamente, um aplicativo que auxilia o produtor a escolher as espécies de árvore mais adequadas à cada pastagem. “O Arbopasto é uma ferramenta indispensável para técnicos e produtores rurais planejarem a introdução do componente arbóreo em área de pastagem com as espécies mais adequadas”, afirma a pesquisadora da Embrapa Rondônia Ana Karina Salman.

O aplicativo surgiu do livro Guia Arbopasto, já existente em versão impressa, segundo Fabiana Villa Alves, pesquisadora da Embrapa Gado de Corte (MS), que também participou do desenvolvimento. “Pela nossa experiência com aplicativos de uso na agropecuária, vimos a oportunidade de transformá-lo em uma ferramenta de fácil acesso e consulta, que será expandida em uma próxima versão para as espécies nativas do Cerrado”, conta Alves.

O Arbopasto está disponível no GooglePlay, para dispositivos que operam com Android, e também pode ser acessado na internet por celulares, tablets, computadores e até smart TVs com qualquer sistema. A tecnologia disponibiliza informações de 51 espécies arbóreas nativas da Amazônia Ocidental de forma rápida por meio de uma série de funcionalidades, como filtros de busca para a procura por espécies considerando suas principais características.

O catálogo conta com fotografias para facilitar a identificação. “A principal vantagem do aplicativo é a portabilidade. Quando o produtor rural encontrar uma árvore no campo, poderá verificar imediatamente se é boa para a pastagem, se os frutos não causam intoxicação nos animais, entre outras características”, detalha o pesquisador da Embrapa Acre Carlos Maurício de Andrade.

Árvores no pasto para quê?

A inserção de árvores nas pastagens, para atender diversas finalidades, é um desafio cada vez mais presente no dia a dia dos pecuaristas brasileiros. Os ganhos são muitos: elas podem diversificar os produtos obtidos na propriedade e elevar a renda, melhorar o microclima e oferecer mais conforto térmico e bem-estar ao animal, aumentar a fertilidade do solo e até tornar a paisagem mais agradável.

Para escolher a melhor árvore

Além disso, devido à riqueza da flora brasileira e da Amazônica, em especial, não é tarefa fácil escolher as espécies arbóreas nativas mais aptas para serem inseridas em pastagens, seja em sistemas do tipo integração-lavoura-pecuária-floresta, ou em forma de bosquetes e árvores dispersas. Dependendo da finalidade desejada, os produtores devem considerar vários aspectos, como o tipo e tamanho da copa, para que a pastagem ao redor seja mantida; a velocidade de crescimento da espécie, para que os animais possam entrar na área o quanto antes possível, sem danificarem as mudas; e a característica dos eventuais frutos, que devem ser comestíveis e não apresentarem substâncias tóxicas.

Um exemplo é o bordão-de-velho (Samanea tubulosa), espécie que apresenta as melhores características para fornecimento de serviços, de acordo com o ranking elaborado pelos pesquisadores para o Guia Arbopasto. “Em geral, as leguminosas, como é caso do bordão-de-velho, apresentam características interessantes devido à sua capacidade de fixar nitrogênio e à arquitetura da copa, que permite passagem de luz solar adequada para o crescimento das gramíneas que estão embaixo. No aplicativo, algumas espécies apresentam fotos das plantas jovens, e isso é interessante porque quando o produtor rural for fazer o controle de plantas daninhas, poderá checar a espécie e manter a muda que lhe for interessante no futuro”, explica Andrade.

Árvores melhoram qualidade do capim

O produtor rural João Evangelista, conhecido como João Paraná, possui uma área de 200 hectares, no município de Senador Guiomard, a 70 quilômetros de Rio Branco (AC). Para recuperar as pastagens degradadas, João e pesquisadores da Embrapa instalaram uma área de três hectares, em 2009, que combinou, durante a etapa de instalação, o plantio de árvores nativas, como o mulateiro e o bordão-de-velho, com a produção de grãos. Em 2014, a área voltou a ser pastejada e o produtor rural notou melhorias nas forrageiras cultivadas.

“Onde há árvores, o capim tem uma qualidade muito melhor. O gado tanto tem a sombra quanto o alimento. Além disso, o solo não vai ter tanta erosão e as folhas vão virar adubo. Quando você olha o pasto onde não tem uma árvore, o solo está enfraquecido. Próximo às árvores, a terra é mais fértil, é possível notar a diferença na coloração do capim. Por isso eu recomendo que quem tem árvores como essas na pastagem que cuide para manter”, declara.

Abrange outros biomas

Os dados do aplicativo migrados do “Guia Arbopasto: manual de identificação e seleção de espécies arbóreas para sistemas silvipastoris”, lançado em 2012 pela Embrapa Acre em parceria com a Embrapa Rondônia, estão na base de dados do aplicativo. São árvores encontradas em pastagens nos estados do Acre e Rondônia, mas a maioria das espécies ocorre, também, nos outros biomas brasileiros. Segundo o pesquisador da Embrapa Acre Carlos Maurício de Andrade, das espécies disponíveis, 100% estão presentes na Região Norte, 76% no Centro-Oeste, 53% no Nordeste, 31% no Sudeste e 20% no Sul do Brasil. “É um aplicativo de abrangência nacional e internacional, porque temos paisagens parecidas nos países que fazem fronteira com o Brasil, como Peru, Bolívia, Colômbia e Equador”, declara Andrade.

O aplicativo foi desenvolvido por meio de parceria entre Embrapa Rondônia, Embrapa Acre, Embrapa Gado de Corte e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com o apoio financeiro do Banco da Amazônia (Basa).

Opera também off-line

O aplicativo Arbopasto possui uma novidade tecnológica. A ferramenta funciona em qualquer dispositivo móvel e também em computadores convencionais, além de poder ser utilizada no campo, ou seja, em locais sem a presença de internet. Segundo Camilo Carromeu, do Núcleo de Tecnologia da Informação da Embrapa Gado de Corte, ele foi desenvolvido utilizando um conceito denominado “aplicação web progressiva”, do inglês “Progressive Web Applications – PWA”. O uso dessa tecnologia permite desenvolver aplicações Web que se comportam de forma muito semelhante a aplicativos móveis nativos, beneficiando-se, dessa forma, das melhores características das duas plataformas.

Para o desenvolvedor do aplicativo e graduando do curso de Ciência da Computação da UFMS, Mário de Araújo Carvalho, tecnologias híbridas, como o PWA, são mais fáceis e menos onerosas de serem mantidas e evoluídas, uma vez que há um único código-fonte comum a todos os tipos de dispositivos.

Fonte: Embrapa Rondônia

Bovinos / Grãos / Máquinas Casca (Rio Grande do Sul)

Laticínios Santa Clara de Casca celebra cinco anos industrializando 550 mil litros de leite por dia

O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT: integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e o último lançamento, Leite Senior 50+, além do creme de leite UHT.

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O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT Foto: Divulgação/Cooperativa Santa Clara

A indústria de laticínios de Casca (Rio Grande do Sul) comemorou, na última sexta-feira (12), cinco anos de atividade, industrializando 550 mil litros de leite por dia. A inauguração ocorreu em 2019, com investimento de R$ 130 milhões. Há cinco anos, a unidade de 22 mil metros quadrados iniciou suas atividades com 150 funcionários, processando 300 mil litros por dia. Atualmente, conta com cerca de 325 funcionários, diretos e terceirizados, envolvendo fábrica, freteiros e prestadores de serviço no geral.

O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT: integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e o último lançamento, Leite Senior 50+, além do creme de leite UHT. “Temos muito o que comemorar nesses cinco anos de atividade no município de Casca. Este foi um dos projetos mais importantes na história de vida da Cooperativa Santa Clara. Possuímos uma indústria consolidada, de alta tecnologia, contando com mais de 300 funcionários. Isso nos deixa muito felizes” comenta Gelsi Belmiro Thums, presidente da Cooperativa.

Laticínios Cooperativa Santa Clara de Casca celebra cinco anos de atividade

As operações iniciaram com uma máquina de envase, apenas durante o dia. Com o aumento das demandas, as operações passaram a ser de segunda a sábado. Hoje, a fábrica possui cinco linhas em operação, trabalhando 24 horas de segunda a domingo.

Em comemoração, a Cooperativa realizou um café da manhã com todos os funcionários da laticínios, visando festejar e agradecer o trabalho diário de todos.

A Santa Clara conta com três plantas de processamento do leite, Carlos Barbosa, Casca e Getúlio Vargas. A localizada em Casca é a que mais recebe e industrializa leite da Cooperativa.

10 anos Getúlio Vargas

Enquanto a unidade de Casca completa cinco anos, a indústria de Getúlio Vargas chega à marca dos 10 anos de atividade na Cooperativa Santa Clara, em 24 julho deste ano. Adquirida em 2014, processa cerca de três milhões de litros de leite por mês. A unidade é especializada na fabricação de derivados.

Fonte: Assessoria Cooperativa Santa Clara
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Bovinos / Grãos / Máquinas Tendências até 2030

Sustentabilidade dita demanda por produtos lácteos

A evolução da demanda por produtos lácteos até 2030 será marcada por uma série de fatores, incluindo mudanças nas perspectivas do consumidor e avanços tecnológicos.

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Foto: Albari Rosa

A evolução da demanda por produtos lácteos até 2030 será marcada por uma série de fatores, incluindo mudanças nas perspectivas do consumidor e avanços tecnológicos. Segundo o economista, doutor em Economia Aplicada, pesquisador e assessor da Presidência da Embrapa, Paulo Martins, essa questão é central nas tendências observadas atualmente no mercado. “Um dos principais elementos a considerar é a preocupação crescente dos jovens consumidores com a sustentabilidade e a produção do leite. Há estudos internacionais que apontam que o arroto da vaca e dos bezerros causa impacto ambiental. No entanto, pesquisas realizadas pela Embrapa e universidades brasileiras demonstram que a atividade leiteira pode mitigar esses efeitos por meio de práticas inovadoras e sustentáveis, como o sistema de integração lavoura, pecuária e floresta, que é facilitado pelo ambiente tropical brasileiro. Além disso, há esforços contínuos para minimizar a produção de gases no rúmen dos animais, com a introdução de produtos específicos que são importantes para essa redução” explica o assessor da Presidência da Embrapa.

Martins acredita que, com esses avanços, será possível entregar leite carbono zero de forma mais rápida do que se imagina. “Esse desenvolvimento é essencial para manter o interesse dos jovens consumidores em produtos lácteos. Com o aumento da renda per capita brasileira, que atingiu em média US$ 10 mil, há uma tendência de crescimento no consumo de queijos e outros derivados lácteos, enquanto o consumo de leite fluído se mantém estável” aponta o economista.

As mudanças nos hábitos alimentares também estão impulsionando a demanda por derivados lácteos. “Os jovens adotam cada vez mais bebidas lácteas, enquanto os adultos continuam a preferir o leite fluído. Atualmente, o consumo de leite no Brasil é de cerca de 170 litros por habitante ao ano, mas há potencial para aumentar esse número para 270 litros nos próximos anos. A indústria láctea tem respondido a essa demanda com novas soluções, como o whey, que é o soro do leite e tem sido amplamente aceito pelos jovens devido aos seus diversos usos industriais e benefícios nutricionais” afirma o doutor em Economia Aplicada.

Economista, doutor em Economia Aplicada, pesquisador e assessor da Presidência da Embrapa, Paulo Martins: “A demanda por produtos lácteos no Brasil deve continuar crescendo, impulsionada por uma combinação de avanços tecnológicos, mudanças nas preferências dos consumidores e um aumento na renda per capita” – Foto: Arquivo pessoal

Enquanto isso, o consumo de leites vegetais, que teve um crescimento significativo na Europa e nos Estados Unidos, agora está em declínio. No Brasil, esses produtos ainda são caros e atraem um público limitado, principalmente aqueles preocupados com questões ambientais. No entanto, Martins salienta que os leites vegetais não oferecem a mesma qualidade nutricional que o leite natural, sendo compostos por uma mistura de ingredientes que não replicam os benefícios do leite. “A demanda por produtos lácteos no Brasil deve continuar crescendo, impulsionada por uma combinação de avanços tecnológicos, mudanças nas preferências dos consumidores e um aumento na renda per capita. A indústria láctea está bem posicionada para atender a essa demanda, oferecendo produtos sustentáveis e inovadores que atraem tanto os jovens quanto os adultos” ressalta o profissional.

Evolução do setor de lácteos

As regulamentações e políticas governamentais também vão exercer um papel relevante na evolução do setor de lácteos nos próximos anos, especialmente em termos de segurança alimentar e práticas de bem-estar animal. Martins aponta que muitos produtores ainda não perceberam que as mudanças climáticas não devem ser assunto apenas da política, mas, sobretudo, do setor de produção. “As recentes enchentes no Rio Grande do Sul são um exemplo claro de como os fatores climáticos representam riscos significativos para a atividade leiteira” salienta.

A necessidade de conceber novas tecnologias que levem em conta a variabilidade climática é urgente. Universidades, institutos de pesquisa e a Embrapa estão trabalhando para desenvolver essas tecnologias, que não visam apenas a sustentabilidade ambiental, mas também a eficiência e a previsibilidade da produção. No entanto, é fundamental que haja uma política pública robusta para apoiar esses avanços tecnológicos.

O pesquisador é enfático ao afirmar que as políticas públicas devem focar na criação de seguros que protejam os produtores dos impactos climáticos extremos. Martins aponta que é fundamental que o Brasil reconheça a realidade das mudanças climáticas e implemente políticas que incentivem boas práticas de produção. “O setor privado, especialmente os laticínios, deve estimular a adoção de tecnologias mitigadoras de impactos ambientais. Por outro lado, o poder público, em suas diversas esferas, precisa fornecer infraestrutura básica como água e estradas, essenciais para a produção agrícola” enfatiza.

De acordo com o pesquisador, o governo federal está em um debate intenso para melhorar a previsibilidade das crises climáticas e reduzir os riscos por meio de zoneamento agrícola. “A Embrapa, junto com o Ministério da Fazenda e o Banco Central, está desenvolvendo políticas de crédito agrícola para incentivos a boas práticas de produção. Os governos estaduais e municipais também têm um papel fundamental em criar mecanismos de apoio e garantir a infraestrutura básica para os produtores” frisa.

Esses temas foram amplamente discutidos no 2º Fórum Nacional do Leite, realizado em abril pela Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite). O evento destacou a importância de uma abordagem integrada entre o setor público e privado para enfrentar os desafios climáticos e garantir a sustentabilidade da produção láctea no Brasil.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor de bovinocultura de leite e na produção de grãos acesse a versão digital de Bovinos, Grãos e Máquinas, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Paraná é o segundo maior produtor

As gigantes do cooperativismo leiteiro vão ficar ainda maiores

Investimento feito pelo Grupo Unium, que reúne as cooperativas Castrolanda, Frísia e Capal, vai absorver a produção crescente de seus cooperados.

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Foto: Shutterstock

Três gigantes do cooperativismo leiteiro anunciaram em maio deste ano um investimento multimilionário para atender ao crescimento constante da produção de leite de seus cooperados. O Grupo Unium, composto pelas cooperativas Castrolanda, Frísia e Capal, tem registrado crescimento da produção entre 8 e 10% ao ano, motivo pelo qual uma nova planta industrial começa a ser erguida nos Campos Gerais do Paraná. Serão investidos mais de R$ 450 milhões na construção de uma nova fábrica de produtos lácteos em pó na cidade de Castro.

Em 2023, o Grupo Unium ultrapassou a marca de um bilhão de litros de leite captados ao longo do ano, resultando em uma produção diária de cerca de 2,8 milhões de litros, consolidando-se como o segundo maior produtor de leite do Brasil. “Com muito conhecimento e tecnologia, os produtores têm aumentado suas produções ano a ano” diz, orgulhoso o presidente da Castrolanda, Willem Bouwman. “Nós, como cooperativas, precisamos estar à frente deste crescimento, nos preparando para receber esta produção, por isso estamos liderando este desafio de ampliar nossas indústrias com uma nova planta de leite em pó” afirmou.

A nova unidade terá capacidade para processar mais de um milhão de litros de leite por dia para a produção de leite em pó. “Este é um investimento importante que fomenta a geração de emprego, sobretudo na região de Castro, fortalece a agricultura familiar e consolida o papel do Paraná como este supermercado do mundo, processando o produto e agregando valor a ele, fazendo leite em pó e outros produtos” enfatizou o governador do Paraná, Ratinho Junior, durante anúncio da obra no Palácio Iguaçu, em Curitiba, Paraná.

De todo o investimento, cerca de R$ 14,5 milhões já foram realizados pelo grupo para o projeto da nova planta. Outros R$ 450 milhões serão aplicados até 2028, quando a fábrica está prevista para entrar em operação.

Anúncio do investimento de R$ 450 milhões em nova fábrica de leite em pó foi feito em maio no Palácio Iguaçu, em Curitiba, PR – Foto: Gabriel Rosa/AEN

Estrutura

Atualmente, o grupo Unium possui fábricas em Castro e Ponta Grossa, ambas com capacidades produtivas de cerca de 1,5 milhão de litros diários cada, além de uma unidade em Itapetininga, no interior de São Paulo, com capacidade de produção diária de 1,3 milhão de litros de leite. Estas unidades produzem uma variedade de produtos, incluindo leite em pó, leite em caixa, queijos, creme de leite, leite condensado, produto concentrado proteico, entre outros.

A produção do Grupo Unium envolve mais de 700 produtores de leite em dezenas de municípios da região, gerando quase 1,2 mil empregos diretos e três mil indiretos.

Protagonismo

O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, ficando atrás apenas de Minas Gerais. Em 2023, o estado produziu 3,6 bilhões de litros, representando quase 15% de toda a produção nacional.

A cidade de Castro, em particular, se destaca como a maior bacia leiteira do país, com mais de 400 milhões de litros de leite produzidos anualmente. “Castro é uma referência na produção de leite. Por isso, é motivo de muito orgulho ver um investimento como este, fortalecendo a vocação local do município e da região” enfatizou o governador.

O novo investimento do grupo Unium não só vai impulsionar a economia local como também reafirma a importância do Paraná no cenário nacional e internacional da produção de lácteos.

O acesso é gratuito e a edição Especial de Cooperativismo pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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