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Pet Nutrição

Afinal, qual a melhor ração para manter o peso dos gatos?

Veterinária especialista em medicina felina explica que tanto rações secas ou úmidas são completas e possuem todos os nutrientes que eles precisam

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Cada vez mais popular, os gatos vêm ganhando espaço como animais de estimação. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de felinos domésticos no Brasil é de 23,9 milhões, com previsão de 30 milhões até 2022. No entanto, é fundamental que os tutores conheçam seus bichinhos e, principalmente, suas particularidades. E, na hora da alimentação, não pode ser diferente. Os gatos apresentam características nutricionais inerentes à sua espécie e, por isso, é preciso cuidado na hora de montar o planejamento alimentar.

“Os gatos se originaram no deserto, ingerem pouca água, ‘aprenderam’ a concentrar a urina e são carnívoros estritos. Portanto, carboidratos têm pouco valor nutricional para eles. Em contrapartida, possuem características metabólicas que tornam suas necessidades proteicas de duas a três vezes maior do que a do cão”, pontua a veterinária especialista em medicina felina, Vanessa Zimbres.

Ração seca ou úmida?

As rações secas contêm mais carboidratos e proteína vegetal, ingredientes que, segundo Vanessa explica, não fazem parte da dieta do carnívoro. Além disso, elas contêm, em média, de 30% a 40% de carboidratos, o que pré-dispõe os felinos ao ganho de peso e ao diabetes. Já as reações úmidas, possuem em sua composição 80% água e alta concentração de proteína animal. Ou seja, a dieta úmida é menos calórica e mais nutritiva.

“O alimento úmido é muito mais do que um petisco. E ele pode, perfeitamente, ser combinado ao alimento seco, seja na mesma refeição ou de forma alternada, desde que tenham os mesmos objetivos nutricionais. Esta é a maneira ideal de oferecer uma dieta completa e balanceada e auxiliar no controle do peso”, explica. Além disso, segundo ressalta, os gatos procuram diferentes experiências sensoriais, instintivamente, e, por isso, a diversidade de texturas tornam o momento de comer mais agradável para eles.

Mas é importante levar em consideração alguns fatores que dizem muito sobre as necessidades nutricionais dos animais, como idade, sexo, tamanho, estilo de vida e saúde. De acordo com a veterinária, os nutrientes fornecidos na dieta são essenciais para as funções vitais do organismo. “Cães e gatos apresentam necessidades de ingestão de 45 nutrientes diariamente, que devem ser distribuídos entre: 52% proteína, 36% gorduras e apenas 12% carboidratos. Mas, antes de oferecer aos gatinhos, o ideal é que os tutores conversem com um médico veterinário para saber qual alimento é mais indicado para sua condição”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

UEL estuda efeitos da Covid-19 em cães, gatos e animais silvestres

Trabalho contribui com estudos que utilizam modelos animais na avaliação de novos medicamentos e vacinas

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Divulgação/AENPr

Uma pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de Virologia Animal da Universidade Estadual de Londrina (UEL) busca compreender o papel de cães, gatos e animais silvestres na pandemia do novo coronavírus.

O trabalho é financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e contribui com estudos que utilizam modelos animais na avaliação de novos medicamentos e vacinas. O laboratório atua em pesquisas de coronavírus há quase 20 anos e é o que mais produz trabalhos científicos sobre a presença do vírus em bovinos.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEL e coordenador da pesquisa, Amauri Alfieri a ciência ainda sabe pouco sobre o vírus que transmite a doença, por isso, são necessários estudos que acumulem conhecimento sobre a infecção causada pela Covid-19.

Segundo o professor, o homem transmite o vírus para os animais, mas não há comprovação de que ocorre o contrário. “Monitorar as cepas circulantes em animais tem uma importância indescritível para definirmos a epidemiologia do vírus na infecção de humanos”.

Além da coleta do material biológico de animais de estimação, o projeto tem equipes para coletar, simultaneamente, amostras em animais silvestres nas regiões de Foz do Iguaçu e Cornélio Procópio.

Diferentes instituições de ensino do Paraná auxiliarão na coleta de amostras, formando a Rede Paranaense para Estudos com o SARS-CoV-2 em Animais (RPECOV).

A rede de pesquisa é composta pela Universidade Paranaense (Unipar), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Universidade Norte do Paraná (Unopar), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) Parque Nacional do Iguaçu (Parna Iguaçu).

Como funciona

A análise ocorre após a coleta de material biológico (por swab) orofaríngeo, ocular, retal, patas, exames de sangue e pelo. O animal precisa ter tido contato com pessoas com diagnóstico positivo para COVID-19 para a realização da coleta.

“A primeira etapa do projeto foi realizar o treinamento de toda a equipe para a padronização, tanto da coleta quanto do processamento das amostras. A coleta respeita todos os protocolos de bem-estar animal estabelecidos, com segurança para a equipe, para o animal e para o tutor”, destaca o pesquisador Felippe Danyel Cardoso Martins.

Para coletar o material em gatos e cachorros, a UEL firmou parceria com a prefeitura de Londrina que indica pacientes que estão em isolamento domiciliar. A coleta do material possui um compromisso com o sigilo e a confidencialidade dos pacientes.

Voluntários

Pessoas com diagnóstico de Covid-19 confirmado, que tenham gato ou cachorro, e queiram se voluntariar para participar da pesquisa, podem entrar em contato com a equipe do projeto pelo telefone (43) 99185-7834.

Fonte: AEN/Pr
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Pet Saúde Animal

Castração previne câncer de mama em cadelas e gatas

No universo dos animais de companhia, a doença também pode ser grave para as fêmeas

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No mês em que o câncer de mama é alvo da campanha de conscientização e incentivo à prevenção da doença em mulheres, abre-se uma boa oportunidade para chamar a atenção com relação à incidência da enfermidade em cadelas e gatas. Assim, surgiu em 2016 a primeira campanha #cancermamapet da Agener, unidade de saúde animal da União Química. Como em humanos, a rapidez no diagnóstico é fator determinante para possibilitar eficácia no tratamento e proporcionar longevidade ao pet.

O toque periódico nas mamas do animal auxilia em um possível diagnóstico precoce. “Se o tutor notar qualquer mudança ou presença de massas, enrijecimento, inflamação ou secreção, precisa levar o animal ao médico-veterinário, para que exames complementares sejam feitos e, assim o quadro possa ser melhor avaliado, determinando o correto diagnóstico”, ressalta o Dr. Andrigo Barboza De Nardi, veterinário e professor da Unesp Campus Jaboticabal. “O tecido mamário de cadelas e gatas é superficial, logo abaixo da pele, por isso é possível perceber as alterações ou pequenas lesões”, complementa o veterinário. O médico ainda informa que o ideal é que o toque nas mamas seja realizado em animais acima de 5 anos de idade, já que os tumores mamários são mais comuns em fêmeas adultas e idosas.

Além de observar as alterações nas mamas, a castração tem se mostrado uma medida eficaz na prevenção do câncer. De acordo com o professor da Unesp, estudos mais recentes indicam que a castração entre o primeiro e o segundo cio é mais indicada e reduz de forma significativa a ocorrência de tumores mamários, além de outras enfermidades, como incontinência urinária, tendência à obesidade e até mesmo alterações de comportamento. “Até bem pouco tempo, a principal recomendação era que a castração fosse realizada antes do primeiro cio. Só que trabalhos mais recentes indicam que a castração antes do primeiro cio pode aumentar os casos de incontinência urinária, tendência à obesidade e até mesmo alterações de comportamento”.

Tratamento adequado

Importante ressaltar que só o médico-veterinário está capacitado para detectar a presença de tumores mamários e determinar o tratamento indicado para cada animal. Além da avaliação clínica, o profissional realiza exames para avaliar a localização da lesão e sua natureza, benigna ou maligna. “Fazemos análises complementares, como o exame citológico. Nesta avaliação introduzimos uma agulha para coleta de material, visando o diagnóstico da lesão. Outra possibilidade é a biopsia (colheita de um fragmento da lesão), que é encaminhada para avaliação histopatológica”, afirma Andrigo. O professor ainda reforça que raio-X de tórax e ultrassonografia de abdome são importantes para determinar a extensão do tumor.

Em caso de tumores benignos, o tratamento é cirúrgico por meio de mastectomia (remoção da mama). Já para as lesões malignas, a mastectomia e cuidados pós-operatórios, como a quimioterapia ou radioterapia, podem ser indicadas, visando justamente reduzir as chances de lesões futuras.

Fonte: Assessoria
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Pet Congresso CBNA Pet

Flávia Borges, professora UFLA, promete trazer novidades sobre interação entre ácidos graxos e nutracêuticos

Apresentação acontece no dia 21 de outubro às 15h15, no bloco Nutrição

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Flávia Borges, professora do Departamento de Zootecnia (DZO) da UFLA (Universidade Federal de Lavras) é palestrante do XIX Congresso Pet do CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal) (21 a 23 de outubro de 2020). Sua apresentação acontece no dia 21 de outubro às 15h15, no bloco Nutrição. Flavia promete trazer novidades na área de ácidos graxos como nutracêuticos. Além disso, ela exalta o evento organizado pelo CBNA, neste ano excepcionalmente no formato online, como o principal encontro da área pet no Brasil.

“Sempre foi um ponto de destaque para conhecimentos de novas estratégicas na área, conhecimentos científicos que estão sendo gerados e inclusive a questão social de interação e outras. A pandemia nos trouxe muitos prejuízos, mas existem novidades para o setor e elas precisam ser difundidas, discutidas e apresentadas e, em um evento num momento como esse, o modo online é a melhor alternativa”.

Ácidos graxos como nutracêuticos

Serão abordados pontos referentes a como ácidos graxos exercem outras funções, além daquelas básicas e primárias deles. Por exemplo: Os ácidos graxos têm como função primária o fornecimento de energia e também de participar de estruturas da membrana celular. Mas, além dessa função primária, nós sabemos que eles têm uma capacidade de modulação de saúde e de longevidade, dependendo das proporções e das relações  desses ácidos graxos dietéticos que entrem no metabolismo. Então nós vamos abordar quais são os pontos importantes e os principais passos, os principais marcadores moleculares e suas principais interações moleculares que levam a uma melhoria ou uma piora no estado de saúde do animal.

Pontos a serem destacados

Eu pretendo destacar principalmente a atuação metabólica, no qual cada um desses ácidos graxos tem ação, quais são as suas biopotências, destacar o papel muito importante dos ácidos graxos de cadeia média em respostas cognitivas e proteção de cérebro, membrana de mielina,  com o objetivo de diminuir efeitos da senilidade, efeitos de doenças esclerosantes, demência senil e outras.

Novidades no tema

As interrelações entre os ácidos graxos, a modulação de reações pró e anti-inflamatórias já são bastante conhecidas. Mas, com a nutrigenômica e o conhecimento de como os nutrientes afetam a expressão gênica do indivíduo, hoje nós temos muito mais novidades e sabemos que as aplicações de ácidos graxos como moduladores genéticos e moleculares vão muito mais além do que nos conhecíamos. Hoje há muito a ser estudado, mas temos uma compreensão melhor com a nutrigenômica sobre o comportamento metabólico destes nutracêuticos. Isto abre possibilidades de fazer muitas combinações e estabelecer proporções entre esses ácidos graxos, de acordo com os objetivos desejados.

Importância do Congresso CBNA Pet

O CBNA é o nosso principal evento da área pet no Brasil, principalmente na forma presencial, ele sempre foi um ponto de destaque para conhecimentos de novas estratégicas na área, conhecimentos científicos que estão sendo gerados e, inclusive, a possibilidades de interação sociais entre os participantes. A pandemia nos trouxe muitos prejuízos, mas as novidades para o setor precisam ser difundidas, discutidas e apresentadas. Deste modo, um evento on-line num momento como esse é uma boa oportunidade para trocar alternativas.

Mensagem de otimismo

Muito do que a gente fazia de forma presencial está sendo feito de maneira online e de forma eficiente. Com certeza essa fase vai passar e possivelmente nós vamos poder aproveitar muitas coisas que foram desenvolvidas de uma maneira muito rápida e com urgência e, a partir disso, começar a estabelecer realmente o que é prioritário de maneira presencial e o que pode ser feito de maneira online com eficiência, qualidade e ganho de tempo para todos. A internet tem a capacidade de aproximar pessoas e facilitar acessos, então nós, com certeza, estamos aprendendo a utilizar esta ferramenta. O que fica para depois desta pandemia será a eficiência nos trabalhos e eventos, tornando as reuniões presenciais menos longas, mais produtivas e utilizando muito mais a ferramenta online

A chegada do Covid

A chegada do Covid trouxe incertezas a todos os segmentos da sociedade. A questão de encontros presenciais foi extremamente prejudicada e a solução da realização de eventos online era uma questão que já vinha surgindo. Eventos on-line tem a facilidade de favorecer pessoas que não poderiam participar do encontro presencial e isso pode ser um ponto positivo, porém a interação social e o contato direto ficam extremamentes prejudicados. São tempos difíceis, que exigem muita adaptações, mas são tempos para encontrar soluções e crescer.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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