Conectado com

Suínos

Tilápia valorizada impulsiona mercado brasileiro da piscicultura

Presidente da PeixeBR reforça que a tilapicultura brasileira tem a maior taxa de crescimento no mundo, tendo crescido nos últimos sete anos 10,53% ao ano.

Publicado em

em

Foto: Jonathan Campos /AEN

A piscicultura tem se mostrado um setor cada vez mais importante para a economia brasileira, e os números do Anuário Peixe BR da Piscicultura 2023 comprovam essa tendência. De acordo com a publicação, o Brasil produziu mais de 860 mil toneladas de peixes em 2022, o que representa um aumento de 2,3% em relação ao ano anterior.

Essa expansão da produção é resultado de diversos fatores, como o aumento da demanda por alimentos saudáveis e sustentáveis, a melhoria das técnicas de cultivo e a diversificação das espécies cultivadas. Entre as espécies mais produzidas, destacam-se a tilápia, o tambaqui e o pacu, mas outras espécies, como o pirarucu, pirapitinga e a tabatinga, também estão ganhando espaço no mercado. Em vendas o tambacu é o segundo peixe mais consumido e logo na sequência a tambatinga.

A piscicultura brasileira tem se mostrado cada vez mais profissionalizada e tecnificada, com o uso de equipamentos e sistemas de monitoramento que permitem um controle mais preciso do ambiente e das condições de criação dos peixes. Essa abordagem resulta em um aumento da eficiência produtiva e na redução dos custos, tornando a piscicultura uma atividade rentável e sustentável.

O setor também tem um impacto positivo na geração de empregos e na inclusão social, principalmente em regiões mais carentes. A atividade tem atraído investimentos e contribuído para o desenvolvimento das comunidades locais, além de ser um importante gerador de divisas para o país, com exportações crescentes de peixes frescos e processados.

Presidente da PeixeBR, Francisco Medeiros – Foto: Divulgação/PeixeBR

Diante desse cenário promissor, é fundamental que o setor de piscicultura continue investindo em tecnologia, inovação e sustentabilidade, buscando aprimorar a qualidade dos produtos e a eficiência produtiva, além de garantir a segurança alimentar e o bem-estar animal. Com um mercado em expansão e uma demanda crescente por alimentos saudáveis e sustentáveis, a piscicultura tem tudo para se consolidar como uma das atividades mais importantes da agropecuária brasileira. “A tecnologia começa na genética, passa pela indústria de ração, manejo sanitário, automação do sistema de produção e planta frigorífica. Hoje o produtor consegue monitorar tudo que acontece na sua propriedade em tempo real, isso trouxe muitos benefícios para a gestão do negócio, entre os quais agilidade na tomada de decisões, uma vez que conseguimos identificar de forma rápida quando um problema acontece, assim como a indústria também está cada vez mais tecnificada, adotando tecnologias e equipamentos de última geração para processar o nosso produto, que hoje está presente em mais de 40 países”, enaltece o presidente da PeixeBR, Francisco Medeiros.

Ranking da produção de peixes do Brasil

O Paraná mantém sua posição de maior produtor de peixes no Brasil, com uma produção de 194.100 toneladas em 2022, volume 3,2% maior do que a registrada no ano anterior. Sozinho, o estado representa 22,5% da produção nacional. “A liderança disparada coloca os paranaenses também em uma posição de referência, pois os sistemas produtivos com modelos integrados como agroindústria ou como cooperativa podem ser adotados em outras localidades, com as devidas adequações, para expandir a piscicultura”, expõe Medeiros.

São Paulo se mantém em segundo lugar, com 83.400 toneladas, apresentando crescimento de 2,1% sobre 2021. Na sequência aparece Rondônia, com 57.200 toneladas somente de espécies nativas e uma queda de 4% na comparação entre 2022 e 2021.

O quarto lugar nessa lista passou a ser ocupado por Minas Gerais, o único entre os dez primeiros a conseguir expansão de dois dígitos. Com aumento de 11,4% na produção, os mineiros chegaram a 54.700 toneladas. Santa Catarina aumentou 1,3% sua produção, com 54.300 toneladas, mas não evitou cair para a quinta posição.

Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goiás completam o ranking dos 10 maiores produtores de peixes do país. Entre esses estados, além de Rondônia, só Mato Grosso do Sul apresentou redução na produção, com cerca de 7,8%.

Tilápia reina absoluta

A tilápia é um dos peixes mais produzidos no Brasil e a piscicultura dessa espécie tem ganhado cada vez mais espaço na aquicultura do país. Com um ciclo de produção rápido, resistência a doenças e alta adaptabilidade a diferentes ambientes de cultivo, a tilápia se tornou uma das principais espécies cultivadas em cativeiro.

De acordo com o Anuário Peixe BR da Piscicultura 2023, a produção de tilápias no Brasil alcançou 550.060 toneladas em 2022, volume que representa 63,93% da produção nacional de peixes de cultivo e aumento de 3% em relação ao ano anterior. “Com base nas demandas locais e globais, é provável que a tendência de expansão da produção de tilápia continue e possivelmente se intensifique nos próximos anos”, reforça Medeiros.

Além da alta demanda por parte dos consumidores nacionais, a tilápia responde por 88% das exportações brasileiras de pescado, atendendo sobretudo os Estados Unidos, que consomem 83% da tilápia vendida ao mercado externo. O segundo mercado mais significativo é Taiwan, que compra principalmente os produtos não comestíveis, como pele, escama, farinha e óleo.
Contando somente a tilápia, o Paraná lidera o ranking de produção no Brasil, seguido por São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Em 2022, o Paraná produziu 187.800 toneladas da espécie, o que corresponde a cerca de 34% da produção nacional. São Paulo, por sua vez, produziu 77,3 mil toneladas, seguido por Minas Gerais, com 51,7 mil, Santa Catarina com 42,5 mil toneladas e Mato Grosso do Sul com 32,2 mil toneladas.

Conforme Medeiros, o sucesso da produção de tilápias no Brasil está ligado à qualidade do pescado, que tem alta aceitação no mercado interno e externo, além do fato de ser um peixe de fácil manejo e baixo custo de produção. Outro fator importante é a certificação do pescado, como o selo de produto sustentável do Aquaculture Stewardship Council (ASC) e o certificado de qualidade do Programa Brasileiro de Qualidade do Pescado (PBQP).

Além disso, a piscicultura de tilápias tem um papel importante na economia do país, gerando empregos e movimentando a cadeia produtiva desde a produção de insumos, como rações e equipamentos, até o processamento e distribuição do pescado.

Atual cenário

Embora tenham sido produzidas mais de 550 mil toneladas de tilápia no passado, o presidente da PeixeBR afirma que essa produção ficou aquém das projeções estipuladas pela entidade. “A tilápia representa 75% do nosso negócio, mas as projeções feitas no início de 2022 ficaram abaixo das nossas estimativas, muito em razão do preço baixo pago aos produtores no primeiro trimestre de 2022, tendo inclusive em algumas regiões o custo de produção maior do que o preço pago ao produtor. Essa situação levou muitos piscicultores a não realizar a reposição, vendendo a produção no primeiro trimestre e não comprando a mesma quantidade de alevinos para prosseguir com a produção”, avalia Medeiros.

Como a safra de tilápia regula o mercado, a variação no período de produção – em geral de seis a oito meses e de sete a nove meses na região Sul – tem impacto no resultado final. “A resposta sobre o efeito da falta de reposição de alevinos, notada principalmente no Paraná e em Santa Catarina, será vista ao longo deste ano. A janela para colocá-los é até final de março ou início de abril, se o produtor não coloca neste período só poderá inserir novos alevinos no segundo semestre”, salienta.
Por outro lado, 2023 iniciou com um bom preço pago ao produtor. “Semana após semana, estamos vendo um aumento no preço pago ao produtor, algo que é incomum mesmo após a

Semana Santa, quando o preço costuma cair ou estabilizar. Estamos projetando uma melhoria no preço pago ao produtor ao longo deste ano. Portanto, estamos em uma fase de recuperação das perdas que os produtores sofreram em períodos anteriores”, frisa Medeiros.

De acordo com o Indicador de Preços da Tilápia do Cepea/PeixeBR, na primeira semana de maio os produtores da região dos Grandes Lagos receberam R$ 10,10/kg, enquanto no Oeste do Paraná o valor pago foi de R$ 9,30/kg. Já no Norte do Paraná, o preço foi de R$ 9,48/kg e em Morada Nova de Minas o valor pago foi de R$ 9,25/kg. “É extremamente importante para o produtor fazer um diagnóstico preciso do que está acontecendo no mercado. A gente tem que ter consciência de que esse é o valor médio da comercialização de peixes, é lógico que teve preços acima e preços abaixo, conforme as condições específicas de cada região”, menciona, ampliando: “Historicamente essa diferença de preços tem sido observada, no entanto, atualmente, estamos prevendo uma boa safra de soja e uma projeção otimista para a safra de milho. Já houve uma queda significativa nos preços do milho no mercado e esperamos que a safra de grãos continue bem, para que as indústrias possam adquirir soja e milho com preços mais acessíveis. Isso, por sua vez, resultará em uma redução no preço da ração e uma melhoria ainda maior na margem do produtor”.

Regiões do Brasil

Foto: Jefferson Christofoletti

A região Sul do Brasil é o principal polo de cultivo de peixes no país, com dois dos 10 estados que mais produzem. Em 2022, os sulistas produziram 275.700 toneladas, o que representa 32% de todo o volume nacional de peixes, crescimento de 2,4% em relação a 2021.

O Nordeste, embora tenha uma produção considerável menor que o Sul, produziu 170.065 toneladas em 2022, o que equivale a quase 20% de toda a produção nacional de peixes. Esse volume é 4,8% maior do que o apresentado em 2021, representando o maior crescimento na relação ano contra ano. O Sudeste aparece em terceiro lugar em produção, com 159.380 toneladas e um avanço de 4,2% sobre 2021.

A região Norte ocupa a quarta posição em volume, com 145.310 toneladas, apresentando um crescimento praticamente estável, de apenas 0,3%. E o Centro-Oeste registrou queda de 1,6% de 2021 para 2022, passando de 111.750 toneladas para 109.900 toneladas. “Na região Norte, onde são criados peixes nativos, espera-se uma reação na produção este ano, embora ainda pequena, devido ao ciclo de vida dessas espécies, que é de cerca de um a um ano e meio. Isso significa que a reação observada este ano só será refletida em 2024, diferentemente da tilápia, que tem o ciclo de produção mais curto”, explica Medeiros, acrescentando: “É um momento muito favorável para a piscicultura, mas é preciso cautela, pois assim como a maioria das atividades agropecuárias no Brasil, a piscicultura é cíclica. Portanto, é importante usar o momento atual para pagar as contas e capitalizar o negócio, para que o produtor possa enfrentar eventuais dificuldades que podem surgir em ciclos futuros com mais tranquilidade e acumular vantagens competitivas ao longo do tempo”.

Consumo per capita

Aumento do consumo interno e estratégia de vendas da agroindústria impulsionam crescimento da piscicultura no Brasil. Durante o início da pandemia, Medeiros pontua que havia preocupações quanto ao impacto do cenário no setor, mas após o período crítico, o mercado teve um impacto positivo. “O consumo de peixes cresceu significativamente durante a pandemia, uma vez que as pessoas passaram a procurar produtos mais saudáveis, e como a produção de peixes não foi interrompida isso proporcionou um aumento na oferta de peixes nos pontos de venda e, consequentemente, um ganho de participação no mercado frente a outros produtos de pesca”, elenca o presidente da PeixeBR.

Atualmente, o consumo per capita de peixes de cultivo, peixes importados e produtos da pesca no Brasil é de cerca de 9,3 kg. Embora esse número seja baixo em comparação com a média mundial de 20 kg, é uma boa oportunidade de crescimento para o mercado interno, que tem 214 milhões de consumidores. “As agroindústrias, principalmente as de aves, têm desempenhado um papel importante no desenvolvimento da atividade, produzindo e comercializando tilápia em mais de 140 mil pontos de venda no país”, ressalta Medeiros, ampliando: “A estratégia de vendas da agroindústria tem sido eficaz na promoção do aumento do consumo interno de peixes e muitas empresas que antes não produziam tilápia agora a comercializam. O projeto Coma mais Peixe também tem desempenhado um papel importante na desmistificação do consumo de pescado no Brasil. Com essas ações, o mercado de piscicultura brasileira tem uma grande oportunidade de crescimento e se aproximar da média mundial de consumo per capita”.

Ano de retomada de crescimento

Medeiros aponta que a cadeia enfrentou momentos ruins em 2018, 2019, no fim de 2021 e início de 2022, mas agora está em processo de recuperação. A alta dos preços das commodities (principalmente soja e milho) impactou a piscicultura, mas espera-se que a redução atual traga fôlego para a próxima safra de peixes de cultivo.

A tilápia é o carro-chefe da produção nacional e o Brasil busca manter e alavancar sua posição entre os maiores produtores de peixes do mundo, ocupando atualmente o Top 4 no ranking mundial em relação à tilápia. “A tilapicultura brasileira tem a maior taxa de crescimento no mundo, tendo crescido nos últimos sete anos 10,53% ao ano, não tem nada perto disso em nenhum lugar do globo. E no mercado interno não tem nada que possa acontecer que interfira na nossa taxa de crescimento, assim como a nível mundial, porque mesmo com a pandemia de Covid-19 e a guerra no Leste europeu não perdemos a taxa de crescimento. Acredito que ao final desta década já seremos o terceiro maior produtor de tilápia do mundo e já brigando pela segunda posição”, vislumbra Medeiros.

Ainda, o presidente da PeixeBR diz que o Brasil tem vantagens competitivas importantes na produção de tilápia, como tecnologia avançada e bons resultados zootécnicos. “Os países que estão em terceiro e em segundo lugar têm limitações em recursos, como água e ração, e até compram grãos do Brasil para engordar os peixes. Então, com essas vantagens, o Brasil tem potencial para se tornar o maior produtor de tilápia do mundo na próxima década”, enfatiza.
Medeiros destaca que, anteriormente, para obter bons resultados na produção de peixes, era necessário passar todo os ‘pés na água’. Contudo, atualmente, um bom produtor é aquele que divide o seu tempo entre a gestão do negócio, análise de custos e parcerias de comercialização. “É fundamental entender o mercado a fim de realizar contratos futuros de compra de insumos e venda de produtos. Somente a vontade de produzir, o esforço e o trabalho manual hoje já não são mais suficientes”, pondera.

Preocupações do setor

São muitos os desafios que tiram o sono dos produtores de peixes de cultivo. Medeiro enfatiza que o investimento diário na atividade é essencial, mas o ambiente de investimento no Brasil hoje é bastante instável, devido aos altos custos do dinheiro. “Isso torna o risco de investimento muito grande. Além disso, a taxa de juros para captação de recursos, os riscos sanitários e as questões de saúde animal são uma preocupação constante para os produtores, o que exige um planejamento cuidadoso. É fundamental que o produtor esteja atento 24 horas por dia para não ser pego de surpresa. Embora o setor seja promissor e continue a crescer, alguns produtores que não estejam atentos a todos os desafios podem não sobreviver no futuro”, aponta.

“A mudança do Jornal Presente Rural para uma edição de Peixes é uma grande conquista para nós do setor”

A partir de 2023 o Jornal O Presente Rural terá duas edições, uma no primeiro semestre e outra no segundo, dedicadas somente à piscicultura. Antes, o segmento era abordado na edição Suínos & Peixes e na edição especial de Aquicultura. Agora passa a contar com publicações exclusivas. “Essa iniciativa é extremamente relevante, principalmente por se tratar de um veículo de comunicação com grande credibilidade no mercado. A mudança do Jornal Presente Rural para uma edição de Peixes é uma grande conquista para nós do setor, pois entendemos o quanto a comunicação e o bom jornalismo são fundamentais para desmistificar informações do setor”, enfatiza Medeiros.

Ele destaca que desde a criação da PeixeBR, em 2015, a preocupação com a comunicação é recorrente. “A forma como nos comunicamos afeta diretamente os resultados dos negócios. É fácil criar uma comunicação que gera cliques, mas fidelizar o cliente é um desafio constante. É importante divulgar o que fazemos, como fazemos e para quem fazemos, principalmente para o cliente externo. Parabenizo essa iniciativa do Jornal O Presente Rural, que contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva da piscicultura brasileira. Receber esse presente é fantástico e fundamental para o setor, pois reforça a importância da comunicação como um dos pilares do sucesso do nosso negócio”, ressalta.

 

 

Ranking nacional de produção de peixes de cultivo

Com base nos dados do Anuário PeixeBR da Piscicultura 2023, confira o ranking dos estados que mais produzem peixes no Brasil (toneladas).

 

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor aquícola acesse gratuitamente a edição digital de Aquicultura. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Suínos

Atualização técnica é fundamental para produzir suínos com mais segurança e rentabilidade, ressalta presidente da Copacol

Valter Pitol destaca que o Congresso de Suinocultores do Paraná oferece acesso a conhecimento, tecnologias e informações estratégicas para fortalecer os resultados das granjas.

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

A busca por maior eficiência e rentabilidade na produção de suínos passa, cada vez mais, pelo acesso à informação e à atualização técnica. Em um setor marcado pela rápida evolução das tecnologias, exigências sanitárias e oscilações de mercado, acompanhar as transformações da atividade tornou-se um fator decisivo para a competitividade das granjas.

Presidente da Copacol, Valter Pitol: ““Nós da Copacol temos a suinocultura, que é importante para nossos associados. A participação deles nesse Congresso é importante pelo conhecimento disseminado, pela informação e atualização técnica”

Com esse objetivo, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná reunirá produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e especialistas no dia 09 de junho, em Marechal Cândido Rondon (PR). A Copacol está entre as cooperativas que apoiam a realização do evento, promovido pelo Jornal O Presente Rural em parceria com a Frimesa.

Para o presidente da Copacol, Valter Pitol, o Congresso representa uma oportunidade importante para que os produtores tenham acesso às informações mais recentes sobre a atividade. “Nós acreditamos que o Congresso é uma oportunidade para o suinocultor estar participando, tendo informações, acesso a tecnologias e informações completas da suinocultura”, afirma.

Segundo Pitol, o conhecimento compartilhado durante o evento contribui diretamente para a evolução técnica das propriedades e para a tomada de decisões mais assertivas dentro das granjas.

Conhecimento aplicado à produção

Fotos: Schutterstock

A suinocultura ocupa papel estratégico dentro das atividades desenvolvidas pela Copacol e por seus cooperados. Por isso, iniciativas voltadas à disseminação de conhecimento são consideradas fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva. “Nós da Copacol temos a suinocultura, que é importante para nossos associados. A participação deles nesse Congresso é importante pelo conhecimento disseminado, pela informação e atualização técnica”, ressalta o presidente.

A programação do evento abordará temas ligados à sanidade, biosseguridade, nutrição, mercado, sucessão familiar, gestão de pessoas e regularização ambiental, assuntos que impactam diretamente o desempenho das propriedades.

Produção segura e rentável

De acordo com Pitol, o principal objetivo de toda a cadeia produtiva é garantir que o produtor tenha condições de produzir com eficiência e obter resultados econômicos sustentáveis. “Precisamos produzir suínos com mais segurança, mas acima de tudo garantir que a atividade tenha resultado econômico para o produtor”, enfatiza.

A expectativa é que o Congresso proporcione um ambiente de troca de experiências entre os diferentes elos da cadeia, aproximando produtores, cooperativas, agroindústrias e especialistas em torno dos principais desafios e oportunidades da suinocultura.

Ao concentrar em um único dia debates técnicos e estratégicos, o evento busca levar aos participantes informações práticas e aplicáveis à realidade das granjas, contribuindo para o fortalecimento de uma das atividades mais importantes do agronegócio paranaense.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Suínos

Congresso de Suinocultores do Paraná coloca biosseguridade no centro dos debates da atividade

Coordenador de Suinocultura da Lar afirma que falhas na proteção sanitária podem comprometer toda a produção e defende maior alinhamento entre produtores e assistência técnica.

Publicado em

em

Fotos: Shutterstock

A biosseguridade continua sendo um dos maiores desafios da suinocultura moderna e será um dos temas centrais do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que acontece no dia 09 de junho, em Marechal Cândido Rondon (PR). O evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados em Marechal Cândido Rondon (PR) e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural. Ative o lembrete clicando aqui.

Técnico em Agropecuária e coordenador de suinocultura na Cooperativa Lar, Evandro Cezar Beraldin: “É fundamental colocar o produtor como protagonista do evento, porque é lá na propriedade, onde ele trabalha todos os dias, que a suinocultura realmente acontece”

Em uma região que concentra uma das maiores densidades de produção de suínos do país, o técnico em Agropecuária e coordenador de Suinocultura da Cooperativa Lar, Evandro Cezar Beraldin, ressalta que prevenir a entrada e disseminação de doenças é uma condição indispensável para garantir a sustentabilidade da atividade.

O profissional destaca que os avanços em gestão, treinamento e qualificação profissional podem ser conquistados com investimentos e capacitação. Já a biosseguridade exige vigilância permanente. “O principal gargalo que nós temos hoje é a biosseguridade. Outros pontos relacionados à gestão técnica podem ser trabalhados com treinamento, qualificação e especialização das equipes. Porém, quando a biosseguridade da granja é comprometida, não existe mais como remediar”, afirma.

Segundo Beraldin, o desafio se torna ainda maior em regiões com elevada concentração de granjas e intensa movimentação de pessoas e veículos. “Estamos numa região muito adensada, com instalações mais antigas, propriedades muito próximas umas das outras, rodovias passando perto das granjas e diferentes integradoras atuando no mesmo território. Tudo isso aumenta a complexidade do controle sanitário”, ressalta.

Uniformidade das carcaças segue como desafio

Além das questões sanitárias, Beraldin aponta que a busca por uniformidade dos lotes continua sendo uma das principais dificuldades enfrentadas dentro das granjas.

De acordo com ele, mesmo com os avanços genéticos e nutricionais registrados nas últimas décadas, ainda existem diferenças significativas de desempenho entre os animais. “O principal ponto de desalinhamento entre o que a indústria exige e a realidade da granja está relacionado à uniformidade das carcaças. Esse é um desafio que atravessa décadas e continua presente. O peso de nascimento é naturalmente diferente entre os indivíduos e, ao longo das fases de crescimento e terminação, essas diferenças acabam reaparecendo”, explica.

O coordenador destaca que o agrupamento dos animais por tamanho ajuda a reduzir essa variabilidade, mas exige manejo constante e nem sempre é suficiente para manter a uniformidade desejada até o abate.

Outro fator apontado por ele envolve as exigências relacionadas à conformação das carcaças. “Qualquer hérnia ou problema semelhante pode levar à classificação daquele animal como não conforme. Muitas vezes isso resulta na condenação da carcaça. É uma exigência que não parte diretamente da indústria, mas dos órgãos fiscalizadores, e que acaba gerando perdas importantes ao longo da cadeia”, observa.

Produtor e técnico devem atuar lado a lado

Para Beraldin, a velocidade na identificação dos problemas dentro da granja é um dos fatores que mais influenciam os resultados produtivos. Por isso, ele defende uma relação próxima entre produtores e equipes técnicas. “O principal conhecimento que o produtor pode ter na tomada de decisão é entender a dinâmica do mercado e manter uma relação muito próxima com o técnico. No primeiro sinal de qualquer anormalidade dos animais, a assistência técnica deve ser acionada”, enfatiza.

Segundo ele, a experiência acumulada pelos profissionais que acompanham diferentes granjas permite respostas mais rápidas e eficientes diante de possíveis problemas sanitários ou produtivos. “Aquele lote é único para o produtor, mas o técnico observa diversos lotes ao longo da semana. Isso permite agir rapidamente e tomar decisões com mais segurança. O principal é que o produtor conheça bem seu plantel e esteja alinhado com a assistência técnica”, ressalta.

Congresso reforça protagonismo do produtor

Na avaliação de Beraldin, um dos diferenciais do Congresso de Suinocultores do Paraná é justamente manter o foco no produtor e na realidade das propriedades rurais. “É fundamental colocar o produtor como protagonista do evento, porque é lá na propriedade, onde ele trabalha todos os dias, que a suinocultura realmente acontece”, destaca.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Suínos

Sanidade, mão de obra e tecnologia desafiam a suinocultura, afirma gerente da Primato

Temas estarão entre os destaques do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que acontece no dia 09 de junho em Marechal Cândido Rondon (PR).

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

A sanidade dos rebanhos, a dificuldade de contratação de mão de obra e a necessidade de ampliar o uso de informações em tempo real dentro das granjas estão entre os principais desafios enfrentados atualmente pela suinocultura brasileira. Os temas estarão no centro das discussões do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que reúne no próximo dia 09 de junho produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e lideranças do setor em Marechal Cândido Rondon (PR).

Zootecnista e gerente Pecuário na Primato Cooperativa Agroindustrial, William Wesendonck: “Participar do Congresso é uma oportunidade única para fortalecer cada vez mais a nossa suinocultura” – Foto: Divulgação/Primato

O evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural. Ative o lembrete clicando aqui.

Para o zootecnista e gerente Pecuário da Primato Cooperativa Agroindustrial, William Wesendonck, a sanidade segue como a principal preocupação das granjas da região. “Vejo como principal gargalo técnico a sanidade. Nos últimos cinco anos estamos enfrentando um desafio sanitário muito grande no Oeste do Paraná e encontramos dificuldades para melhorar esse status sanitário”, afirma.

Na área de gestão, ele destaca que os desafios passam tanto pela escassez de profissionais quanto pelas diferenças entre gerações que hoje convivem dentro da cadeia produtiva. “Temos poucas pessoas disponíveis para o mercado de trabalho e isso todos estão sentindo na pele. Além disso, existe o desafio de conectar profissionais jovens, que chegam ao setor com cerca de 20 anos, com produtores que muitas vezes estão próximos dos 65 anos. São gerações com visões e experiências bastante diferentes”, observa.

Exigências do mercado exigem respostas rápidas

Segundo Wesendonck, a demanda dos consumidores por alimentos produzidos com atenção ao meio ambiente, ao bem-estar animal e à rastreabilidade tem provocado mudanças importantes dentro da cadeia produtiva.

Na avaliação dele, o desafio está na velocidade com que essas adaptações precisam ocorrer para manter a competitividade da carne suína brasileira no mercado internacional. “O consumidor vem exigindo mudanças no formato de produção, com foco em valor agregado, sustentabilidade e bem-estar animal. Muitas vezes essas exigências chegam de forma rápida à indústria e precisam ser implementadas em toda a cadeia”, explica.

Para o gerente, atrasos na adoção de protocolos e critérios exigidos pelos compradores podem comprometer oportunidades comerciais. “O Brasil disputa mercados altamente competitivos. Entre fechar ou perder uma venda para determinado país, muitas vezes a diferença está em já ter os critérios exigidos implantados. Quando a demanda surge, a indústria precisa repassar rapidamente e o produtor precisa acompanhar esse movimento para que todos ganhem dinheiro juntos”, ressalta.

Gestão baseada em dados

Outro ponto destacado por Wesendonck é a crescente necessidade de os produtores dominarem informações ligadas à nutrição, genética e sanidade dos animais.

Foto: Ari Dias/AEN

Segundo ele, a produção moderna exige conhecimento muito mais detalhado do que há alguns anos. “O produtor precisa estar alinhado com a integradora em relação à nutrição, genética e sanidade. Hoje trabalhamos com várias fórmulas de ração, diferentes genéticas e desafios sanitários distintos. O produtor precisa conhecer essas informações para tomar decisões mais assertivas”, enfatiza.

O profissional também defende uma maior incorporação de tecnologias capazes de fornecer indicadores produtivos em tempo real. “O produtor necessita urgentemente de tecnologias que mostrem os indicadores da granja em tempo real. Não adianta terminar um lote para descobrir depois que houve excesso de consumo ou uma conversão alimentar ruim. É preciso acompanhar isso durante o processo”, salienta, reforçando: “O produtor precisa saber durante o ciclo se está conduzindo um lote bom ou se existem pontos que precisam ser corrigidos”.

Espaço para discutir o futuro da atividade

Wesendonck avalia que o Congresso de Suinocultores do Paraná tem papel importante justamente por reunir todos os elos da cadeia em um único ambiente de debate. “A importância do Congresso está no fato de podermos reunir todos os elos envolvidos na cadeia em um único dia e em um só local. Vamos discutir temas fundamentais para a suinocultura, como nutrição, sanidade e sucessão familiar, com profissionais que vivem o setor diariamente”, destaca.

Segundo ele, a troca de experiências entre produtores, técnicos, cooperativas e empresas contribui para fortalecer a atividade e acelerar a adoção de soluções dentro das granjas. “Ficamos muito felizes em participar desse momento. É uma oportunidade para fortalecer cada vez mais a nossa suinocultura”, exalta.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.