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VOZ DO COOP

Suínos / Peixes

Embaixador da Coreia do Sul visita indústrias da C.Vale

Iniciativa pode resultar em novos negócios no segmento carnes da cooperativa

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Visitantes conheceram frigorífico de peixes - Fotos: Assessoria

A C.Vale recebeu, no dia 25 de abril, o embaixador da Coreia do Sul, Lim Ki-mo, e o especialista de negócios da embaixada sul-coreana, Rafael Eojin Kim. Eles conheceram os processos de industrialização de carne de frango, de peixes e da esmagadora de soja, além da disposição dos produtos nos pontos de venda do hipermercado da cooperativa, em Palotina.

O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, recepcionou os visitantes e está confiante no incremento das vendas da cooperativa para a Coréia do Sul. “É muito importante receber uma visita dessa envergadura porque amplia os laços comerciais entre os dois países”, pontuou. Também participaram do encontro o CEO da cooperativa, Edio Schreiner, os gerentes Reni Girardi (Divisão Industrial), Fernando Aguiar (Departamento de Comercialização do Complexo Agroindustrial) e gerências de departamentos e indústrias.

O embaixador Lim Ki-Mo disse ter ficado admirado com o tamanho das plantas industriais e a tecnologia do processo de agroindustrialização da cooperativa. “Eu sabia que a C.Vale era grande, mas visitando pessoalmente fiquei impressionado. É incrível”, enfatizou o embaixador, que finalizou a visita cantando em forma de agradecimento pelo acolhimento da direção e funcionários da C.Vale.

 

Fonte: Assessoria CVale

Suínos / Peixes Durante três dias

Aquishow Brasil movimenta R$ 173 milhões em negócios

A 13ª edição da maior feira de aquicultura do Brasil foi realizada em São José do Rio Preto (SP), reunindo público de sete mil participantes brasileiros, da América Latina e do mundo.

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Fotos: Moura Comunicação Integrada

A organização da 13ª edição da Aquishow Brasil estima que mais de R$ 173 milhões foram gerados entre negócios realizados e prospectados nos três dias de evento. O número representa um aumento de 5% em relação à edição de 2023, que contabilizou R$ 165 milhões.

O evento foi realizado de terça (21) a quinta-feira (23), no Centro Avançado de Pesquisa e Desenvolvimento do Pescado Continental, do Instituto de Pesca (IP-Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com mais de 100 estandes das principais marcas do setor aquícola.

O público, contando com a abertura oficial realizada no Parque Tecnológico de Rio Preto, que teve a presença do ministro da Pesca e Aquicultura (MPA), André de Paula, e do secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, chegou a aproximadamente sete mil participantes.

A qualificação do público nesta 13ª edição representou um grande diferencial da feira, com representantes da cadeia produtiva de todas as regiões brasileiras com destaque para as caravanas dos estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas, Tocantins e Mato Grosso. Isso sem contar os participantes do Chile, dos Estados Unidos, da Colômbia, de Moçambique, da Noruega, de Portugal, da Espanha, de Honduras, da Bolívia, do Equador, da França, da Angola, do Peru, do Chile, da Holanda e de Gana.  “A Aquishow Brasil 2024 foi um sucesso e atingiu o seu principal objetivo que é a geração de negócios, além de fomentar o setor aquícola com as mais modernas tecnologias e tendências do mercado”, disse Marilsa Fernandes, idealizadora e organizadora da Aquishow.

Uma das novidades da Aquishow Brasil 2024 foi o trabalho feito por um grupo de consultores cadastrados que realizaram mais de 80 atendimentos para assessoria e orientação aos participantes interessados na ampliação dos seus negócios ou para quem quer empreender na atividade aquícola.

Ainda de acordo com Marilsa, o evento gerou 400 empregos entre diretos e indiretos para a montagem, a manutenção do pavilhão (fornecedores) e a desmontagem, além de ter aquecido diversos setores de serviços, como rede hoteleira, transporte e alimentação. “Pela relevância regional e estratégica de Rio Preto, sediar o maior evento de aquicultura do país significa contribuir ativamente na construção de uma cadeia produtiva extremamente promissora. Assim como em outras iniciativas, a Prefeitura assume o papel de proporcionar um ambiente favorável ao crescimento e desenvolvimento de todos os envolvidos neste arranjo produtivo”, afirmou o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo.

Já o secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Pedro Pezzuto, explicou que “São José do Rio Preto está inserida numa macrorregião banhada pelos rios Grande, Tietê e Paraná. Temos uma relevante quantidade de tanques escavados que podem ser ativados com a organização da cadeia produtiva e o fomento dos canais de comercialização. A aquicultura é uma oportunidade de renda muito promissora, principalmente para o pequeno produtor. Além disso, o município é grande consumidor e canal de comercialização. A conjunção dessas coisas nos permite potencializar o mercado local e regional”.

Feira alavanca potencial da aquicultura

A Aquishow é um evento que, há mais de uma década, tem alavancado o potencial da aquicultura brasileira, consolidando-se como uma das principais feiras do segmento em todo o País e na América Latina. “Vários segmentos dos peixes de cultivo têm gerado soluções e oportunidades para a cadeia de produção. A Aquishow Brasil é uma feira que temos a participação massiva de quem realmente produz”, disse o presidente-executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros.

O Estado de São Paulo, maior consumidor do produto do País, ocupa a terceira posição na produção nacional, um setor que movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano. “É inegável a importância econômica e social das atividades de pesca para o Estado. Existe um grande potencial de crescimento e desenvolvimento tecnológico e, por meio dos técnicos e pesquisadores, principalmente do Instituto de Pesca, estamos trabalhando para alavancar esse setor”, afirmou Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Para o empresário do setor Júlio César Antônio, também presidente da Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), a Aquishow Brasil representa um divisor de águas para a categoria e contribui efetivamente para a melhora do cenário da aquicultura no Brasil e na América Latina. “É um evento que sempre promove grande visibilidade ao setor, integrando todos os segmentos da cadeia, desde a produção até o consumo. Isso sem falar da troca de conhecimento, do acesso a tendências e inovações tecnológicas, e a atração de investidores”, reforçou.

Pesquisa com participantes

Pesquisa realizada de maneira presencial com os participantes da Aquishow valida a vocação de Rio Preto como anfitriã de grandes eventos: a movimentação econômico-financeira chegou a R$ 7,9 milhões em 2024, um aumento de 92% em relação ao ano anterior (R$ 4,1 milhões). “Rio Preto demonstra, mais uma vez, sua viabilidade do ponto de vista econômico, por conta de toda a logística e dos serviços que a cidade oferece. Os números refletem isso”, afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Negócios de Turismo, Jorge Luis de Souza.

Os setores de hospedagem e alimentação foram os principais beneficiados pelo impacto financeiro da Aquishow. A pesquisa projeta que a feira movimentou R$ 5,5 milhões com hotéis em 2024, valor 89,7% maior que o registrado em 2023 (R$ 2,9 milhões). Nos restaurantes, o consumo subiu de R$ 517 mil em 2023 para R$ 1,6 milhão em 2024, um aumento superior a 209%.

O levantamento também registrou o crescimento aproximado de 17% no ticket médio de consumo de cada participante na feira, passando de R$ 676,53 em 2023 para R$ 789,32 em 2024. O impacto para os shoppings foi avaliado em R$ 619 mil e, para os bares, em R$ 90 mil.

Realização

A Aquishow Brasil foi realizada pela Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (PeixeSP). A coorganização é do Ministério da Pesca e Aquicultura, do Instituto de Pesca (IP-Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e da Prefeitura de São José do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento.

O evento é patrocinado pela Caixa e pelo Governo Federal, com apoio da Acirp (Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto), INNA ImC (Instituto de Inovação Israelense), Sindicato Rural, Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Faesp (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo), Banco do Brasil, Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo) e Mutua SP – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea.

Fonte: Assessoria Aquishow Brasil
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Suínos / Peixes

ABCS apresenta Retrato da Suinocultura na Câmara Setorial de Aves e Suínos

Estudo mostra crescimento das granjas tecnificadas no país, sendo atualmente 2.210.840 dessas matrizes, o que representa um aumento de 22,71% em comparação a 2015. Às exportações aumentaram 130,3%, 54,4% em toneladas de carcaça e 42,3% em disponibilidade interna, movimentando cerca de R$ 371,6 bilhões.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) participou da Câmara Setorial de Aves e Suínos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na última terça-feira (21). Na oportunidade, o consultor da entidade, Iuri Machado, apresentou os dados do “Retrato da Suinocultura”. Machado, que é autor do estudo inédito, detalhou os números e sua importância para o setor político, entidades do setor e lideranças da cadeia.

O consultor explicou que o crescimento das granjas tecnificadas – aquelas que fornecem animais para serem abatidos em frigoríficos com inspeção veterinária – é um dos grandes destaques do estudo. Atualmente são 2.210.840 dessas matrizes em todo o país, o que representa um aumento de 22,71% em comparação a 2015.

O material mostra ainda um aumento de 130,3% em exportações; 54,4% em toneladas de carcaça e 42,3% em disponibilidade interna e movimentando cerca de R$ 371,6 bilhões.

Machado chamou atenção para a relevância dos dados apresentados. “Esta atualização é uma ferramenta para entender melhor a relevância da suinocultura, com intuito de dar suporte para construção de políticas públicas e ser referência para os novos investidores privados”.

No que diz respeito à geração de empregos, a suinocultura empregou diretamente cerca de 151 mil pessoas e criou mais de 1.102.422 empregos indiretos, resultando em uma massa salarial superior a R$ 6,2 bilhões apenas em 2023.

Por fim, Machado resumiu o balanço anual de carne suína brasileira de 2015 a 2023, trazendo os principais índices de produção, exportação e consumo doméstico.

O conteúdo, além de ter sido disponibilizado à Câmara, pode ser acessado na íntegra por demais interessados aqui.

Impacto das chuvas na suinocultura do Rio Grande do Sul

Ainda na pauta da Câmara Setorial, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, trouxe os números dos prejuízos causados pelas enchentes no estado do Rio Grande do Sul. Segundo dados da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), o estado perdeu 12.698 animais, o que representa um prejuízo de mais de R$ 10 milhões para o setor; além de R$ 30 milhões em danos estruturais e R$ 8 milhões em danos causados de forma indireta.

Além da calamidade pública no Rio Grande do Sul, a Câmara tratou ainda sobre os números da produção de milho e soja no Brasil, mercados externo e interno de Aves e Suínos e projeções futuras. A próxima agenda da Câmara será no mês de agosto, no Siavs.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos / Peixes

Bem-estar animal e legislação: reflexões da agroindústria no manejo pré-abate

A crescente pressão dos consumidores por alimentos seguros, éticos e de alta qualidade impõe novos desafios e responsabilidades a todos os envolvidos na produção e no transporte de suínos.

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Fotos: Shutterstock

Especialistas e profissionais do setor suinícola se reuniram para compartilhar conhecimentos e discutir os desafios e oportunidades envolvendo o delicado processo de carregamento e transporte de suínos para abate em meados de março, no Encontro Regional da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves), realizado em Toledo, região Oeste do Paraná. Entre os holofotes desse evento crucial, despontou a palestra de Luana Torres da Rocha, médica-veterinária e gerente de Suprimentos Suínos na Frimesa, uma das maiores agroindústrias do país. Em sua abordagem, Luana delineou não apenas os intricados aspectos práticos do manejo pré-abate, mas também ecoou a preocupação uníssona da indústria com o bem-estar animal e a conformidade legal.

Médica-veterinária e gerente de Suprimentos Suínos na Frimesa, Luana Torres da Rocha: “Somos parte integrante de uma extensa cadeia de valor, na qual cada elo desempenha um papel fundamental. Quando um desses elos se enfraquece ou se rompe, todos os demais são afetados” – Foto: Francieli Baumgarten/OP Rural

Luana aborda de maneira abrangente as complexidades envolvidas em cada etapa do processo e destaca a importância crucial do bem-estar animal e da conformidade com a legislação vigente. “Somos parte integrante de uma extensa cadeia de valor, na qual cada elo desempenha um papel fundamental. Quando um desses elos se enfraquece ou se rompe, todos os demais são afetados”, considera.

Ela frisa a crescente pressão dos consumidores por alimentos seguros, éticos e de alta qualidade, o que impõe novos desafios e responsabilidades a todos os envolvidos na produção e no transporte de suínos. “Estão cobrando cada vez mais os estabelecimentos de abate, as agroindústrias e cooperativas. E com aumento na produção e comercialização da proteína animal, principalmente exportação, estamos sendo cada vez mais cobrados. Com isso, além da busca por alimentos seguros, com qualidade sensorial, também há a busca por qualidade ética. Que são produtos derivados de animais que foram nascidos, criados e abatidos em sistemas que promoveram o bem-estar animal adequado”, relata.

Manejo pré-abate

No cerne das preocupações está o manejo pré-abate, considerado o momento mais estressante na vida dos animais. “Nele temos a etapa de jejum alimentar, manejo de embarque, transporte, manejo de desembarque no frigorífico, o período de descanso onde a insensibilização é propriamente dita, é o momento onde o suíno será insensibilizado então, posteriormente, sangrado. Sendo a sangria a última etapa do bem-estar animal”, explica a palestrante.

“É fundamental assegurar o bem-estar dos suínos em todas as etapas, desde o embarque até o momento do abate, conforme preconizado pela legislação, na qual somos legalmente responsáveis por sua proteção”, ressalta a médica veterinária. Ela também fez referência à legislação vigente, em particular ao Artigo 88 do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), que atribui aos estabelecimentos a responsabilidade de adotar medidas para garantir o bem-estar dos animais durante o transporte. “É importante ressaltar que estamos sujeitos a autuações caso ocorram intercorrências durante o embarque e transporte dos suínos”, alerta Luana.

Durante sua explanação, a profissional identificou diversos fatores estressantes para os animais, como a separação dos companheiros de baia, o tamanho dos grupos de condução, as condições de manejo, a locomoção em longas distâncias e a angulação do embarcadouro. “Além disso, há situações desafiadoras envolvendo os suínos ambulatoriais, sejam eles lesionados ou não. Com o aumento do peso médio dos animais abatidos e o embarque realizado em diferentes horários do dia, é comum encontrar suínos cansados e ofegantes durante o processo de transporte”, explica.

No que diz respeito ao transporte, Luana destaca o risco de mortalidade e lesões se não forem seguidas as práticas adequadas. “Muitas vezes o transporte já recebeu um suíno que

estava inapto, conduzirá o animal que vai acabar morrendo durante o transporte”, diz. Fatores como a densidade do transporte também são levantados por Luana. “É um espaço confinado e atualmente tem sido utilizado 235 kg/m², o que é considerado, hoje, bom para o Brasil, mas acredito que com o tempo isso mudará, pois, até mesmo a legislação europeia está aumentando esse espaçamento”.

Além disso, ela menciona a duração da viagem, que pode afetar diretamente o estado dos animais durante o transporte. “Podemos identificar a duração de uma viagem mais longa e uma mais curta, ambas com pontos positivos e negativos. Comumente as pessoas pensam que uma viagem curta é muito benéfica, mas observamos uma alta ocorrência de animais cansados e fadigados, pois acabaram de passar por um manejo de embarque, não tiveram tempo de descansar e já têm que ser desembarcados”, relata.

“Temos também as condições climáticas, já que no verão é observado um índice maior de mortalidade durante o transporte. A condução inadequada dos veículos também pode causar mortalidade, fraturas e contusões. E a parada do veículo em rodovias também pode ser maléfica aos animais. Além disso observamos a

mortalidade em transporte. Embarque realizado em períodos quentes do dia gera atraso no processo de embarque e mortalidade”, aponta Torres.

Problemas na carne

A questão da carne PSE (pálida, flácida e exsudativa) também foi abordada pela palestrante, que ressalta a importância de minimizar o estresse nos animais nas horas que antecedem o abate, a fim de evitar prejuízos financeiros e perda de confiança dos clientes. “Há toda uma mudança do metabolismo e da transformação do músculo, geralmente ocasiona esse tipo de carne quando o animal passa por estresse nas últimas horas que antecedem o abate. A carne baixa o pH ainda com a carcaça quente, o que acaba desnaturando as proteínas. Isso gera, obviamente insatisfação e reclamação por parte dos clientes, além das perdas financeiras graves, acarreta na perda de credibilidade com esses clientes”.

Luana reforça a importância da orientação contínua e do compromisso com a melhoria constante em todas as etapas do processo. “Quando a ‘batata quente’ chega no frigorífico não temos mais muito o que fazer, pois não podemos voltar atrás e fazer diferente. Mas temos o dever de repassar e orientar para que das próximas vezes mude”, ressalta. “Vale lembrar que o período de descanso no frigorífico tem que ser utilizado como aliado na recuperação adequada do suíno, utilizando também eletrólitos na recuperação do balanço hidroeletrolítico, que apresenta grande diferença. E também utilizar o enriquecimento ambiental visando a redução de brigas. Porém há uma incógnita por que esse fator pode aumentar a atividade dos animais durante o período de descanso e isso pode afetar a recuperação da musculatura”, menciona Luana ao proporcionar observações importantes para os profissionais do setor.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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