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Tecnologia em motores elétricos garante conforto térmico na produção animal durante as baixas temperaturas

O uso de aquecedores é fundamental para a pecuária no outono e inverno

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Durante os meses de outono e inverno as temperaturas sofrem muita variação, podendo cair bastante em algumas regiões brasileiras, como no Sul do país. Com isso, alguns setores da pecuária, como avicultura, suinocultura, bovinocultura e equinocultura, acabam recorrendo à tecnologia de aquecedores equipados com motores elétricos. Isso porque, logo que nascem, os animais não conseguem manter adequadamente a sua temperatura corporal, por serem muito sensíveis às variações térmicas do ambiente em que se encontram.

Assim, é importante manter um ambiente controlado, com temperatura e umidade relativa sem grandes variações, para o melhor desenvolvimento das crias nas primeiras semanas de vida. “Nessas estações do ano, o aquecimento dos criadouros merece atenção redobrada, pois é maior a necessidade energética para suprir a diferença entre a temperatura ideal para os animais e a temperatura ambiente externa. Com isso, o uso de aquecedores de ambientes equipados com motores elétricos torna-se essencial no trabalho dos produtores rurais”, explica Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos.

Segundo ele, os aparelhos de aquecimento são equipados com motores de grau de proteção IP 44,  IP  55 (IR3)  e IP  21  monofásicos e trifásicos, normalmente especificados conforme os fabricantes dos equipamentos. “Um fator relevante na escolha do motor para o equipamento de aquecimento é a economia. Hoje, há opções customizadas capazes de atender à demanda exatamente de acordo com a necessidade do cliente. Esses motores possuem uma boa dissipação de calor, por utilizarem carcaça de alumínio e classe de isolamento F, que suporta até 155 ºC, também são resistentes a ambientes salinos, amônia  e contam com rolamentos blindados de primeira linha, além de estarem dentro da classe de rendimento mínimo de energia elétrica (IR3) exigido no Brasil”, garante.

Devido às intempéries e às variações energéticas de áreas rurais, Menezes salienta a importância de as companhias rurais investirem em motores modernos e tecnologicamente avançados, desenvolvidos especificamente para trabalharem mesmo nessas situações. “Para áreas com oscilação de tensão, a Hercules desenvolveu a linha de motores padrões — com o chamado click rural —, que atendem à tensão entre 110 e 127 V; de 220 até 254 V e de 440 até 508 V. Já para os equipamentos expostos a ambientes com pó e umidade, são direcionados os motores resistentes a essas ocorrências, que são os da linha IP 44 e IP 55”, diz Menezes.

A Hercules oferece soluções em motores elétricos com o que há de mais atual e com alta tecnologia no mercado. O diferencial da empresa é o atendimento personalizado, que permite a customização de motores para clientes de diferentes segmentos de negócio, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. Com rigorosos padrões de qualidade nos seus processos produtivos, a empresa é certificada pela ISO 9001 e tem os rendimentos dos seus motores aprovados pelo Inmetro, comprovando sua alta eficiência energética.

Referência em inovação no segmento em que atua, a companhia possui um aplicativo de realidade aumentada que proporciona uma experiência inédita e imersiva: é possível conferir os motores do catálogo em 3D, fazer um tour virtual 360º pela fábrica, conferir dicas e conhecer melhor os produtos e a empresa. O app pode ser utilizado tanto em Android quanto em iOS.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb-Vantress defende revisão nutricional para acompanhar melhoramento genético

O médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, fala da importância de uma revisão na formulação das dietas para acompanhar o potencial genético das aves, com características para melhor ganho de peso diário, conversão alimentar e rendimento de carcaça, entre outros indicadores

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Vitor Hugo Brandalize / Divulgação

A nutrição das aves sempre despontou entre os desafios mais importantes da cadeia produtiva em função do impacto que tem nos custos de produção, chegando até cerca de 80%. O atual cenário de preços muito elevados dos grãos, principais insumos, combinado com os avanços do melhoramento genético tem levado as principais empresas avícolas a rever estratégias nutricionais, explicou o médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, durante sua apresentação no XV Simpósio Goiano de Avicultura.

De acordo com ele, o melhoramento genético evoluiu rapidamente na direção de melhores resultados em indicadores como ganho de peso diário, conversão alimentar, rendimento de carcaça e empenamento precoce, entre outros benefícios. Este quadro exige das empresas atenção às formulações das dietas para acompanhar estes avanços e extrair o máximo do potencial genético do plantel. “É uma revisão necessária, como em relação aos níveis de aminoácidos, cálcio e fósforo, por exemplo. Outro ponto a ser avaliado é para uma redução da energia metabolizável, que indiretamente reduz o custo da ração”, salientou.

Brandalize ressalta ainda a importância de avaliar a alta inclusão de produtos de origem animal e o nível de potássio da dieta. “Tenho observado menor mortalidade em aves cujas dietas incluem produtos de origem vegetal na comparação com aquelas aves que consomem nutrição com alta inclusão de produtos de origem animal. São questões já estudadas, mas que devemos investigar para acompanhar as necessidades desta nova ave que está no mercado”.

Fonte: Assessoria
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Agroceres PIC inaugura nova Unidade de Disseminação de Genes no Paraná

Em operação, a nova UDG terá capacidade para alojar 800 reprodutores e potencial para processar 1,2 milhão de doses de sêmen por ano.

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Fotos: Sandro Mesquista e Selmar Marquesin/OP Rural 

Esta sexta-feira (1º) marca o início de um novo ciclo na história da empresa de genética Agroceres PIC, que nesta manhã inaugurou uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG), na cidade de Paranavaí, na região Noroeste do Paraná. Através deste empreendimento e de mais duas novas UDGs, que serão implantadas no Centro-Oeste e outra na região Sul, a companhia projeta em até três anos fornecer sêmen para mais de 70% de seus clientes.

Diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa: “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial”

Durante o ato solene de inauguração da UDG, o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa, destacou o crescimento do mercado suinícola no Estado paranaense, a importância do setor para a economia nacional e os novos rumos que a empresa busca através da expansão de seu negócio de genética líquida no país “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial, agregando valor e competitividade ao negócio de nossos clientes”, enalteceu.

O moderno Centro Tecnológico de Excelência Com a UDG Paranavaí em operação, a produção total da Agroceres PIC salta para 4,5 milhões de doses inseminantes por ano.

A nova unidade vai atender a demanda da rede de multiplicadores de material genético Agroceres PIC, de parceiros Multiplicadores de Rebanho Fechado (MRF) e clientes instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

As primeiras doses de genética líquida da nova unidade paranaense devem chegar ao mercado em setembro.

A equipe do Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura jornalística da inauguração da nova UDG, a reportagem completa você confere na próxima edição de Suínos e Peixes e também nas nossas plataformas digitais.

Fonte: O Presente Rural
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Francisco Dolejal é o novo Gerente de Vendas Sênior da NOVUS para o estado do Paraná

Anúncio reforça o compromisso da companhia por um atendimento estratégico e afinado às particularidades dos seus clientes paranaenses

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Francisco Dolejal / Divilgação

A NOVUS apresentou mais um profissional estratégico visando estreitar ainda mais sua proximidade com os produtores de proteína animal de todo estado às especialidades exclusivas contidas no seu portfólio, programas e conhecimento técnico global que fazem da multinacional referência no mercado de nutrição animal.

Graduado em Zootecnia em 2009 pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Campus Marechal Cândido Rondon/PR), Francisco Dolejal agora responde por todo o atendimento técnico-comercial do Estado.

Há 12 anos no mercado, o profissional construiu toda sua rede de relacionamento na região de suma importância para as operações da NOVUS. “Paraná é uma referência multiproteína, um grande polo agroindustrial dentro do nosso segmento e em constante evolução. Portanto, atento a todos estes movimentos deste estado referência produtiva, anunciamos mais este reforço ao time. Gente certa no lugar certo”, inicia o Gerente Sênior Regional de Negócios da NOVUS, Alessandro Lima.

“Estou feliz e motivado com esta nova casa. Logo nos meus primeiros dias de integração me surpreendi com a organização, conhecimento técnico, equipe altamente qualificada, soluções e programas diferenciados. Um mundo de oportunidades para uma série de desafios produtivos que quero, apoiado a toda essa minha bagagem, contribuir ainda mais para o desenvolvimento dos nossos clientes e prospectar novos negócios”, insere o Gerente de Vendas Sênior para o Paraná, Francisco Dolejal.

O profissional, que também possui especialização em Nutrição pelo Instituto Rehagro (Belo Horizonte/MG), “agregará muito ao nosso time”, inclui Alessandro em menção a importância do estado do Paraná que em 2021 produziu 6,213 milhões de toneladas entre carne bovina, suína e frango, além de ser protagonista nacional no setor avícola, segundo colocado no ranking de produção suinícola, ovos e leite de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Brasília/DF).

Fonte: Assessoria
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