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Tecnologia agiliza e amplia precisão no diagnóstico da Salmonella

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Sanuvitas é o primeiro laboratório privado na área de sanidade animal com tecnologia Check and Trace Salmonella®, baseado na biologia molecular. A técnica permite identificar até 354 sorovares diferentes,  enquanto os laboratórios que realizam tipificação “completa” em saúde animal no Brasil, tipificam em média 200 sorovares, os mais comuns nas cadeias produtivas de suínos e aves. Identificando o genovar (sorovar de Salmonella através de genes específicos), o resultado obtido com o método Check and Trace Salmonella® é confiável e assertivo, além de ser bem mais ágil: identificação de 354 genovares em aproximadamente 8h.

Os ensaios realizados pelo Sanuvitas proporcionam assertividade e agilidade, reduzindo ao máximo os impactos na saúde e bem-estar dos animais, impactos econômicos e em saúde pública. Essa inovação, com diagnósticos mais rápidos e precisos, permite a tomada de ações imediatas para o tratamento terapêutico, processos de higienização, destinação de carcaças e de seus produtos.

Desenvolvido pela Check-Points, o método de diagnóstico Microrrays – Check & Trace Salmonella® tem reconhecimento e aprovação nacional e internacional do MAPA, OIE e AOAC nas áreas de diagnóstico animal e microbiologia alimentar.

Check and Trace Salmonella® X Diagnóstico Tradicional

Na tecnologia Check and Trace Salmonella®, amostras de colônias suspeitas de Salmonella são utilizadas para a realização do ensaio. A técnica permite o diagnóstico a partir de cultivos de salmonela identificados em nosso laboratório e em laboratórios privados de indústrias, de serviços, instituições de pesquisa, entre outros.

Com base na biologia celular, a tecnologia Check and Trace Salmonella® amplifica os fragmentos específicos de DNA de isolados suspeitos da bactéria. Amplificados, estes fragmentos ligam-se ao tubo de Microarray e, formam padrões de ligação e cor. Estes padrões são então interpretados através de equipamento e software, identificando o sorovar correspondente, indicando se a bactéria testada pertence ou não ao gênero Salmonella e de qual genovar se trata.

No diagnóstico tradicional, utilizam-se antissoros específicos, que dependem da capacidade da bactéria expressar em sua superfície os antígenos capsulares e fimbriais. Uma amostra de Salmonella injuriada pode não expressar os antígenos de superfície e, consequentemente, não reagir com o antissoro específico, dificultando a sua tipificação.

Outra limitação do diagnóstico tradicional é que boa parte dos mais de 2.600 sorovares já identificados, apresentam mais do que um antígeno flagelar que podem não estar sendo apresentados em seu fenótipo no momento da reação de soroaglutinação, dificultando a identificação. Quando isso ocorre, a diagnóstico tradicional requer a “inversão de fases”, uma tentativa de mudar as rotas metabólicas da bactéria para expressar seus antígenos. Cada inversão de fases atrasa o diagnóstico em 24 horas.

A inovação e precisão no diagnóstico de Salmonelas baseadas na biologia molecular, beneficiam todo o setor de produção de alimentos. Com base nisso, o Sanuvitas confere suporte a indústrias, pesquisadores universitários, entre outros, que podem enviar as amostras de Salmonella já isoladas em seus laboratórios internos para a realização da tipificação pela tecnologia.

Biossegurança

A identificação ágil e precisa do genovar/sorovar de Salmonela presente na cadeia produtiva permite ações rápidas de isolamento pontual da contaminação. Ao barrar a disseminação do patógeno na cadeia, reduzem-se as perdas relacionadas a bem-estar animal, sanidade, econômicas e perdas relacionadas à segurança alimentar e saúde pública.

A possibilidade de rastrear a Salmonela do campo até o produto final é um dos grandes benefícios do ensaio Check and Trace Salmonella® oferecido pelo Sanuvitas. Assim, a indústria expande ainda mais suas ações preventivas e resolutivas, bem como seu compromisso com a segurança alimentar global, em termos de rastreamento da Salmonela, do campo até o produto final.

Benefícios à indústria

O rápido e preciso diagnóstico beneficia diretamente a indústria:

– Indústria de ração animal: a identificação e o tratamento da causa raiz, com ações relacionadas à eliminação de Salmonella, permite ações preventivas e corretivas de higienização, processamento térmico entre outras. Resulta na prevenção da propagação da bactéria na cadeia avícola através dos alimentos.

– Indústria de ovos: a identificação da fonte de infecção favorece a tomada de decisões sobre o processamento de ovos, qualidade e segurança alimentar.

– Indústria da carne: o controle permite a redução da incidência da Salmonella, antes, durante e após o abate. Também auxilia o correto processamento e destinação dos lotes com potencial zoonótico, cuidados com amostras que são boas formadoras de biofilme com higienização rigorosa de todo o processo.

No Brasil e no mundo já existem várias legislações que remetem ao controle de Salmonella desde o campo até o produto final. Em 23 de dezembro de 2020, novas legislações para as indústrias de carne de frango entram em vigor, contemplando a tipificação de Salmonella (RDC331 e IN60). O diagnóstico correto e preciso da Salmonella permite o cumprimento de todas as regras legais e garante a segurança alimentar que o mercado consumidor espera.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Agenda de sustentabilidade

Com reaproveitamento de mais 17,6 mil toneladas de resíduos, GTF reforça sua economia circular em 2025

Relatório de Sustentabilidade destaca modelo produtivo integrado, desenvolvimento de comunidades rurais e alinhamento a padrões internacionais de ESG

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GTF / Divulgação

A GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade em 2025, consolidando práticas de economia circular, eficiência operacional e fortalecimento da governança ESG em suas operações industriais. Ao longo do ano, a companhia destinou aproximadamente 87% dos seus resíduos não perigosos para processos de recuperação e valorização, totalizando 17.638 toneladas reaproveitadas de um volume de 20.245 toneladas processadas. As soluções incluem reaproveitamento de recursos e processos biológicos, reforçando o compromisso da empresa com a hierarquia de redução, reutilização e reciclagem.

Além disso, foram gerenciadas 6.609 toneladas de lodo centrifugado oriundo de abatedouros, com destinação ambientalmente adequada. A GTF também manteve programas de logística reversa e apoio a cooperativas de reciclagem, contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento da cadeia de reciclagem.

Na frente de energia renovável, a empresa deu continuidade ao uso de biodigestão para geração de biogás nas unidades de fecularia. A carga orgânica dos efluentes é direcionada para biodigestores, permitindo a geração de energia renovável utilizada nos próprios processos produtivos, o que reforça a redução da dependência de fontes convencionais de energia.

No eixo de gestão hídrica, a GTF manteve uma abordagem integrada envolvendo captação, monitoramento, tratamento, reuso e destinação de efluentes. Entre as iniciativas de destaque estão a higienização a seco na unidade de Maringá, o reuso de água industrial em Paraíso do Norte e o desenvolvimento de projetos voltados ao aproveitamento de efluente tratado. A empresa também opera estações próprias de tratamento com etapas físico-químicas e biológicas.

Em relação às mudanças climáticas, o relatório aponta redução das emissões de CO₂ do Escopo 2 em comparação ao ano anterior, impulsionada por ganhos de eficiência energética e melhorias operacionais. A companhia também ampliou seu inventário de emissões, incorporando novas fontes do Escopo 3 e fortalecendo o monitoramento ambiental. A empresa também iniciou o fortalecimento da avaliação ESG de fornecedores, ampliando a rastreabilidade e o controle ambiental em toda a cadeia de suprimentos.

“Em 2025, a GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade, consolidando práticas de economia circular e eficiência operacional. Destinamos aproximadamente 87% dos nossos resíduos não perigosos para recuperação e valorização, além de avançarmos em iniciativas de energia renovável, gestão hídrica e redução de emissões. Esses resultados reforçam nosso compromisso com a inovação, a responsabilidade ambiental e o fortalecimento contínuo da nossa governança ESG em toda a cadeia produtiva”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Da versatilidade à nutrição: como a carne suína tem conquistado o paladar dos brasileiros

A qualidade da carne está diretamente ligada ao processo produtivo no campo; o setor de suinocultura é um dos motores do superávit da balança comercial do agronegócio nacional

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Foto: Divulgação Abcs

A carne suína segue ganhando destaque na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Anual (ABPA), o consumo alcançou a marca de aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, o que representa um aumento de 19% nos últimos cinco anos. Esse cenário promissor é reflexo de uma produção nacional que ultrapassa 5,5 milhões de toneladas anuais e exportações que atingiram cerca de 1,51 milhão de toneladas no ano passado.

Por trás desses números expressivos está o trabalho de produtores de alimentos, empenhados em atender às exigências do consumidor moderno, com transparência, bem-estar animal e segurança alimentar. Para alcançar padrões elevados e conquistar a confiança do consumidor em atributos como maciez, suculência e cor, a cadeia produtiva se profissionalizou e se modernizou.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo, sustentada por avanços contínuos em tecnologia, manejo e ciência aplicada”, afirma a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

A trajetória de consolidação da carne suína

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil foi impactado por mitos relacionados à saúde, alguns deles baseados em sistemas produtivos antigos que já não representam a realidade atual. “A associação da carne suína a altos teores de gordura, colesterol ou riscos sanitários ainda persiste em parte do imaginário coletivo, embora essas percepções venham sendo progressivamente desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca Amanda.

Essa mudança de percepção está diretamente relacionada à evolução tecnológica da suinocultura e ao maior acesso à informação por parte da população. “Atualmente, a carne suína apresenta perfil nutricional significativamente diferente daquele observado há décadas, com maior magreza, melhor padronização e maior controle sanitário, reflexo do melhoramento genético, da nutrição de precisão e das práticas modernas de manejo”, complementa a profissional.

A força que a carne suína tem hoje no mercado brasileiro é justamente consequência do trabalho sério e dedicado de diversos produtores e profissionais do agro. Para que o consumidor final possa ter acesso a cortes saborosos e de alta qualidade, existe uma ampla cadeia produtiva, com processos rigorosos e muito cuidado.

No Brasil, toda a carne suína comercializada passa por um sistema oficial de inspeção veterinária para assegurar a qualidade e segurança do alimento, a fim de proteger o consumidor e permitir que apenas produtos próprios cheguem ao mercado. “Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que possa comprometer o consumo, a carne pode ser condenada parcialmente ou até totalmente descartada”, pontua Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

 

A versatilidade da proteína

Com cortes variados, temperados e de fácil preparo, a proteína suína deixou de ser uma coadjuvante para se tornar, em muitas ocasiões, o prato principal nas refeições das famílias. “A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo e perfis de consumidores. Hoje, contamos com uma ampla variedade de cortes, desde opções mais magras e práticas para o dia a dia até cortes especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, destaca Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Ainda segundo o executivo, a carne suína evoluiu muito nas últimas décadas e, atualmente, destaca-se pelo excelente valor nutricional. “É fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais importantes para a saúde. Essa combinação de versatilidade, sabor e nutrição faz da carne suína uma escolha cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.”

Para ressaltar a força dessa proteína, ocorreu em junho a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), organizada pela ABCS e com apoio de empresas parceiras, como a MSD Saúde Animal. Uma ação que promove ainda mais o consumo, valorizando os cortes e desmistificando a carne suína junto aos consumidores.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Better Beef produz carne premium em modelo verticalizado de autossuficiência energética e agricultura regenerativa

Na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas

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Foto e texto: Assessoria

O Better Beef, empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, transformou mais de 40 mil toneladas de resíduos industriais em nutrição animal, em apenas um ano. Com base em fatores de emissão de referência do setor (GHG Protocol), esse resultado representa redução de 20.537 toneladas de CO₂ no ambiente.

“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group pratica esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã”, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular aplicado à pecuária”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

Esse não é o único exemplo. Por meio do processamento e recuperação da levedura oriunda da fermentação de usinas e cervejaria, o Better Beef produziu, no ano passado, mais de 2 milhões de litros de álcool, contemplando álcool industrial, álcool neutro e álcool carburante.

O álcool carburante é utilizado no abastecimento da frota própria, promovendo autossuficiência energética e redução do consumo de combustíveis fósseis. Já o álcool industrial e o álcool neutro atendem aos mercados industriais e domissanitários, agregando valor ao processo e fortalecendo o conceito de economia circular dentro do ecossistema agroindustrial. Baseada em fatores de referência setorial, esse processamento representa economia de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂ equivalente.

Os números crescerão ainda mais com a entrada em operação do Projeto Batata-Doce, que prevê o aproveitamento de descarte agrícola da região para produção de 15.000 litros de álcool, 20 toneladas de WDG (aditivo nutricional) e biogás na ordem de 10.000 Nm³/dia, que será utilizado inicialmente como energia térmica no processo industrial.

Além disso, na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas. O esterco produzido por mais de 136 mil animais/ano é reaproveitado para enriquecimento do solo, reduzindo a dependência de adubos químicos e contribuindo para o sequestro de carbono.

“Nosso negócio não é somente produzir carne. Nosso compromisso é restaurar o ecossistema. Estamos provando que é possível ter alta produtividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a terra para as próximas gerações”, assinala Everton Gardezan.

Fonte: Assessoria
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