Conectado com
FACE

Notícias

Suíno teve alta nos preços com demanda aquecida e exportações

Publicado em

em

O mercado brasileiro de carne suína apresentou movimento de alta durante a última semana. A tendência é que os preços sigam valorizados, ao menos durante a primeira quinzena de agosto, afinal a demanda segue muito aquecida.
      Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a alta ocorreu de maneira generalizada. Isso é válido para o mercado atacadista e também para o mercado do suíno vivo. O bom nível das exportações favorece o ajuste entre a oferta e demanda, o que ajuda no aumento de preços no mercado interno. Nesse sentido, o real desvalorizado é altamente vantajoso para a continuidade do bom volume de embarques.
      O Brasil arrecadou um total de US$ 114,6 milhões com as exportações de carne suína "in natura" de julho (23 dias úteis). A média diária de embarques atingiu US$ 5 milhões, alta de 13% se comparado à média diária de US$ 4,4 milhões de junho. Em junho, a receita com embarques de carne suína atingiu US$ 88,2 milhões. 
     O volume total de carne suína embarcado ficou em 43,5 mil toneladas, com média diária de 1,9 mil tonelada, com alta de 10,3% em relação à média diária de junho. Os números foram divulgados no dia 1/08 pela Secretaria de  Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
      O preço médio pago pela carne suína brasileira teve valorização. Em julho, a carne suína "in natura" foi negociada a US$ 2.635,1/tonelada, valor 2,5% superior ao de junho, de US$ 2.571,6/tonelada. 
      No comparativo com julho de 2012, quando a receita média diária com  exportações atingiu US$ 4,4 milhões, o desempenho de julho último foi 14,1% superior.
(CBL)

Fonte: Safras & Mercado

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

7 + dez =

Notícias Artigo

É melhor ter 10 vacas bem alimentadas do que 15 subnutridas

Manejo correto das pastagens reduz a dependência por silagem, feno e ração

Publicado em

em

Divulgação

Artigo escrito por Carlos Mader Fernandes, engenheiro agrônomo e coordenador do programa de Pecuária da Epagri na área de extensão rural

Estamos passando por um momento extremamente difícil na pecuária. Uma associação de fatores, tanto de ordem climática quanto de ordem econômica, deverá repercutir na pecuária leiteira de Santa Catarina de forma mais acentuada nos próximos meses.

Os déficits hídricos no período de safra, associados à incidência de cigarrinha na cultura do milho, repercutiram na produtividade das lavouras, afetando a produção de grãos, silagens, pré-secados e fenos. Da mesma forma, esses fenômenos climáticos afetaram a produção de forragens, principalmente as de ciclo produtivo anual, como capim-sudão e milheto.

Em algumas regiões do estado, no período de janeiro a abril, os produtores têm o costume de plantar milho ou sorgo para produzir silagem (milho safrinha). Entretanto, observa-se que, nesse período, as produções são relativamente baixas devido às condições climáticas. Especialmente neste ano, o déficit hídrico dos meses de março e abril tende a agravar as perdas nessas lavouras, além de dificultar a semeadura de pastagens anuais de inverno.

A partir desse diagnóstico, e considerando as condições de preços do leite e sua relação de preços com os alimentos concentrados e conservados, é que devemos trabalhar as recomendações técnicas para os produtores de leite para os próximos meses:

– Inicialmente, é fundamental que técnicos e produtores realizem um exercício de orçamentação alimentar. Deve-se calcular, de um lado, a demanda diária de forragens para atender o rebanho por um período mínimo de 154 dias. De outro lado, calcular as reservas de alimento de que o produtor dispõe, associadas ao potencial produtivo das forrageiras disponíveis para o período de inverno.

– Se esse balanço entre demanda e disponibilidade forrageira for negativo, recomenda-se fazer o descarte de animais. O produtor deve iniciar o descarte pelos animais que jamais vão produzir leite: vacas com problemas sanitários, reprodutivos e/ou com idade avançada. Num segundo momento, recomenda-se descartar vacas com baixa produtividade. Lembre-se: é melhor ter dez vacas produzindo leite com boa rentabilidade do que 15 produzindo de forma antieconômica.

– Em relação aos alimentos concentrados, constata-se, no decorrer dos anos, que é cada vez mais importante produzir as rações na propriedade. Outra orientação é utilizar alimentos alternativos nas formulações de rações, como soja grão, casquinha de soja e cereais de inverno (trigo, farelo de trigo). Os técnicos da Epagri atualmente têm à disposição ferramentas para calcular a viabilidade técnica e econômica desses alimentos em substituição ao milho e ao farelo de soja.

– Outra medida fundamental é fazer o melhoramento de pastagens. A sobressemeadura de pastagens anuais de inverno nas áreas de pastagens perenes de verão reduz a dependência do produtor por alimentos conservados e diminui a necessidade de alimentos concentrados e de farelo de soja.

– No médio e no longo prazo, é importante que os produtores realizem um planejamento alimentar, compatibilizando a estrutura de rebanho com a estrutura de produção forrageira. A orientação é ter como base o uso de pastagens perenes de alto potencial produtivo, com alta resistência ao estresse hídrico, é o caso do capim pioneiro e da grama Tífton 85.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Capacitação

Em menos de uma semana acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais

Evento acontece nos dias 12 e 13 de maio de 2021

Publicado em

em

Divulgação

Dentro de menos de uma semana, nos dias 12 e 13 de maio de 2021, o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) realiza o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais.

Seguindo os protocolos atuais de distanciamento social, o CBNA realiza novo evento no ambiente virtual. Já com um Know How sobre eventos online e suas particularidades, o CBNA recebe os palestrantes Antonio Apércio Klein, José Luiz Ferraz, José Fernando Raizer, Marco Antonio Lara, Lucas Pagnussatt, Sandra Bonaspetti, Phillip Wellhausen, Luiz Pereira, Eduardo Soffioni, Marcel Franitza, Cassiano Ferreira, Pablo Aguilar Gomez, Fernando Jaboinski e Alvaro Ghedin.  Eles concordam que “Teremos cada vez mais atividades online no futuro, pois houve entendimento e aceitação desta nova maneira de trabalhar e interagir”, como diz Sandra Bonaspetti.

O CBNA promete um ano de agenda cheia e adaptada com ferramentas tecnológicas, já que houve entendimento e aceitação desta nova maneira de trabalhar e interagir.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas através da página www.cbnatecnologia.com.br.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Soja

Colheita da soja se encaminha para o final no Rio Grande do Sul

Já estão colhidos 87% dos cultivos desta safra

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

A cultura da soja no Rio Grande do Sul se encaminha para o final do ciclo. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado na quinta-feira (06), pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricutlura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), já estão colhidos 87% dos cultivos desta safra. Outros 12% das lavouras estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos.

Em regiões onde a colheita da soja está mais adianta, cerealistas abrem o silo e produtores dão atenção à continuidade da colheita do milho. No RS, 84% das lavouras estão colhidas. Outros 10% das lavouras estão em maturação e 6% ainda em enchimento de grãos.

Restam apenas 3% das lavouras de arroz a serem colhidos, que estão em fase de maturação. Com a safra praticamente concluída (97%), o Rio Grande do Sul colhe boa produção. Nas áreas colhidas, produtores conduzem bovinos de corte.

Fonte: Emater/RS
Continue Lendo
Boehringer webinar

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.