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Sistema Integrado amadurece com Cadecs e apoio do Sistema Faesc/Senar

Reuniões para apresentar planilhas de custeios de produção e Assembleias Gerais fizeram parte da programação em alguns municípios catarinenses, nas últimas semanas.

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As Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs ) estão consolidando sua atuação em Santa Catarina. Criadas pela Lei da Integração (Lei 13.288/2016), elas promovem a transparência na relação contratual entre produtores integrados e agroindústrias.

Em Santa Catarina atuam nas áreas de avicultura, fumicultura e suinocultura e são orientadas e assessoradas pelo Sistema Faesc/Senar-SC (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), em parceria com os Sindicatos Rurais e entidades do agronegócio.

O serviço de atendimento às demandas das CADECs em Santa Catarina surgiu para fortalecer e organizar a representatividade dos produtores rurais integrados; assessorar e estruturá-las, incentivar e orientar para legalização jurídica dos produtores integrados das cadeias da fumicultura, suinocultura e da avicultura. O objetivo é esclarecer as dúvidas sobre a Lei de Integração, assessorar em todo o processo de constituição de fato e de direito das CADECs, etc.

Entre as ações em destaque nos últimos 30 dias estiveram Assembleias Gerais e reuniões para explicação das planilhas de custeios de produção, análise e definição de regimentos, entre outras pautas.
A programação incluiu reunião da CADEC frango de corte com a BRF Concórdia para análise e definição do regimento, com participação dos advogados da Faesc e da BRF, no dia 22/05; reunião para análise de planilha de custeio frango de corte juntamente com a indústria e BRF Chapecó, no 29/05; e reunião com representantes dos integrados para explicação sobre custos e itens que compõe a planilha de custeio de suínos terminação com a JBS Itapiranga/São Miguel do Oeste, no dia 02/06.

Outras atividades foram o encontro com representantes dos integrados para explicação sobre custos e itens que compõem a planilha de custeio suínos creche entre a JBS Itapiranga e São Miguel do Oeste, no dia 02/06; reunião com representantes dos integrados para explicação sobre custos e itens que compõe planilha de custeio suínos UPD JBS – Itapiranga e São Miguel do Oeste, no dia 02/06; reunião com representantes dos integrados e associação SPL,SPD e BRF Concórdia para avaliação de proposta de reajuste e organização da pauta para reunião de CADEC, no dia 06/06; além de reunião pré-CADEC com representantes dos integrados peru terminação com a BRF Chapecó, no dia 09/06.

Também ocorreu Assembleia Geral no 10/06, na Câmara de Vereadores de Seara, envolvendo a CADEC frango de corte da Unidade Frigorífica Seara/JBS e integrados, visando discutir assuntos de biosseguridade, eleição de novos membros de CADEC dos representantes dos integrados. Na mesma semana, no dia 12/06, foi realizada reunião junto com integradora BRF peru terminação Chapecó, visando análise de custo e reajuste anual. No dia 15/06 ocorreu encontro de CADEC com a indústria, frango de corte JBS Itapiranga para alinhamentos de processos.

De acordo com o presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, as atividades estão seguindo dentro das expectativas e o objetivo de promover um ambiente de diálogo ganha cada vez mais força. “Estamos avançando cada vez mais na missão de equilibrar a relação entre produtores integrados e integradora, encontrar consenso e buscar soluções que atendam às necessidades dos dois lados – produtores e agroindústria. Nosso objetivo é que todos tenham sustentabilidade em seus negócios”.

Pedrozo salienta que a coleta e a sistematização dos custos de produção são importantes, pois oportunizam aos produtores integrados uma referência real das respectivas atividades, permitindo um controle mais efetivo e a gestão do negócio. Além disso, o levantamento pode ser usado em negociações com a agroindústria integradora por meio das Cadec s.

Serviço de apoio às Cadecs

Para prestar os serviços e atender às demandas técnicas, o Sistema Faesc/Senar-SC conta com o trabalho dos consultores técnicos Vanderlei Zanini e Renato Adílio Rodrigues, além do mais novo integrante da equipe, Ademir Francisco Girotto.

Além disso, a Faesc oferece o curso on-line no Portal de Educação a Distância (https://eadsc.senar.com.br) para que os produtores integrados do sistema agrossilvipastoril compreendam as novidades trazidas pela Lei da Integração e para que capacitem-se para planejar e conduzir reuniões, aplicar técnicas de negociação e fazer o gerenciamento de custos da produção.

Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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