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Senado Federal aprova contratos que dispõe e estabelece condições, obrigações e responsabilidades nas relações entre produtores integrados e integradoras

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Avicultores de todo pais já receberam o sim pelo CRA – Comissão de Agricul-tura e Reforma Agrária do Senado Federal com a aprovação do Projeto de Lei nº 330/2011 de autoria da senadora Ana Amélia do PP, no dia 29/09/2013, que foi relator o Senador  Acir Gurgacz – PDT e presidente o Senador Blairo Maggi – PR  .
Hoje  o Projeto de Lei nº 06459/2013  está no  Congresso Nacional, onde o Deputado Federal Valdir Colatto assumiu a relatoria que trata dos contratos de Integração. Todos as lideranças do setor avícola do país estão antenados para que se aprove no congresso a Lei que estabelecerá regras e  obrigações entre integrados e integradores.
No dia 11 de novembro, mais uma vez na continuidade de debates, reuniram-se na FAEP – Federação da Agricultura do Paraná, a Comissão Técnica de Avicultura da FAEP, CNA- Confederação Nacional da Agricultura do Brasil, Associação dos Avicultores do Sul Catarinense, acompanhados de políticos do Estado, as integradoras  BRF e JBS, diretores, técnicos e jurídico da FAEP,   o deputado federal e relator Valdir Colatto – PMDB de SC  e várias Associações do Estado do Paraná. Representado a Associação de Chopinzinho – ASMAC e região estava  o Sr Juarez Pompeu.
A reunião com o relator Deputado Federal Valdir Colatto foi muito  debatida durante o dia todo, com muitos desabafos, ideias, sugestões com as empresas integradoras, os técnicos e avicultores, pois o momento  foi propício para que o relator ouvisse as lideranças do setor, que querem respeito e parcerias de direito e de fato. Os avicultores querem contratos coletivos e não individuais. Foi  muito questionado as tabelas como forma de pagamento. Levantado também os riscos físicos, químicos e biológicos, as contaminações advindas por caminhões e técnicos, mortalidade até 10%, apanhe de aves, bem estar das aves da porteira para fora  e outras questões onde o setor produtivo entende ser de responsabilidade das integradoras.
"Hoje o jogo é de 10 a 0 para as integradoras, o setor avícola do país quer este jogo equilibrado de 2X2, ou 5X5 ou 10X10. Os integrados querem mais diálogo, querem uma lei que traga mais transparência", destacou Juarez  Pompeu  presidente da ASMAC.
A reunião transferiu ao relator todas as deficiências que o setor avícola passa através de todas as lideranças presentes. O deputado Colatto poderá fazer o seu parecer do projeto de Lei e apresentá-lo ao Congresso Nacional com muita eficiência.
Juarez  Pompeu  presidente da ASMAC, entende que a Lei, já aprovada no Senado e agora no congresso,  poderá ser aprovada e sancionada ainda este ano, trará grandes benefícios tanto para integrados como para integradoras, vê também que a vulnerabilidade dos integrados é muito grande, por isso  é preciso fortalecer cada dia mais o setor, através das Federações, Sindicatos, Associações, CNA, além do apoio de alguns políticos; estes são canais indispensáveis que todo setor agropecuário brasileiro precisa se apoiar, para ter mais eficiência.
"Se não fosse a agricultura brasileira, este pais chamado Brasil, a muito tempo já era falido. Todos esperamos que a Lei seja aprovada e traga os benefícios esperados para os integrados e integradoras", enfatiza o presidente da ASMAC.

Fonte: Ass. Imprensa da ASMAC

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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