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Empresas Suinocultura

Saúde intestinal na porca e seu impacto na produção de leite e resultados da leitegada

O período de lactação é fundamental na produção intensiva de suínos, pois ele está ligado diretamente ao desempenho subsequente dos leitões.

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Arquivo / OP Rural

Nos últimos 10 anos, o tamanho da leitegada ao nascer aumentou notavelmente; no entanto, as taxas de sobrevivência dos leitões durante a lactação não aumentaram ao mesmo nível. O aumento do número de leitões implica em menor peso médio por animal no nascimento, menor acesso ao colostro e uso de tetas menos produtivas. Esses fatores acabam determinando menor peso ao desmame, desuniformidade do lote e, consequentemente, menor peso e rendimento final. Vários ajustes podem ser feitos na maternidade e na habilidade genética das fêmeas para a produção de leite, de forma que esses fatores possam ser diminuídos.

O fator crítico na lactação é determinado pela qualidade e quantidade do leite produzido pela porca e pelo consumo correto pelos leitões. No momento do parto, os leitões devem consumir o colostro para terem um fornecimento adequado de imunoglobulinas, leucócitos e outros componentes imunes que irão protegê-los dos desafios do meio ambiente. Após algumas horas após o parto, a composição do leite passará a ser um produto com menor teor de nutrientes e a quantidade produzida pela fêmea determinará não só o crescimento dos leitões, mas também sua viabilidade. O intestino dos leitões deve receber nutrientes suficientes para maturação dos enterócitos, desenvolvendo os processos digestivos nas microvilosidades, que irão permitir a digestão completa do leite. Se essa série de processos não for alcançada, o leitão começará a retardar seu crescimento e em alguns casos até morrerá de desnutrição ou inatividade.

 

O CONSUMO DE RAÇÃO PELA PORCA É DECISIVO

 A quantidade de leite produzida pelas fêmeas está em contínua progressão desde o parto e atinge seu maior potencial por volta dos 21 dias. Nessa data, a capacidade leiteira de uma fêmea pode, portanto, ser estimada indiretamente, pelo ganho de peso total de sua ninhada. Aproximadamente 4 a 4,5 litros de leite equivalem a um ganho de 1 kg da leitegada. Por este motivo, o consumo alimentar da fêmea (o que implica a aceitação da dieta e os horários adequados de alimentação) é decisivo na produção de leite, no sucesso da ninhada e em outros fatores como um retorno mais rápido para a função reprodutiva e consequente aumento de leitões desmamados por fêmea por ano.

O consumo de ração é um fator determinado por vários aspectos, tanto internos ao animal como relativos às instalações e ao meio ambiente. Altas temperaturas podem reduzir o consumo de ração da matriz suína de uma forma não linear. Ou seja, em temperaturas próximas a 25 ° C, as porcas podem se alimentar de ração de forma normal e proporcional à produção de leite, porém em temperaturas mais altas o consumo diminui rapidamente e pode chegar a menos da metade do esperado, o que obviamente afeta a produção de leite e os outros fatores já mencionados. Cuidados com a instalação a fim de fornecer conforto térmico é uma questão fundamental para se obter sucesso.

Outras questões que podem afetar o consumo de ração das porcas são a presença de micotoxinas na ração, produtos que causem mal cheiro ou sabor desagradável, forma de apresentação da ração e até mesmo a falta de apetite por agentes patogênicos. É importante identificar precocemente a causa da rejeição do alimento e realizar as alterações necessárias para corrigir o consumo rapidamente.

Corrigidos todos os fatores aqui já mencionados, como a temperatura e a qualidade do alimento, o consumo de ração ainda assim pode ser afetado por fatores internos da fêmea no período de lactação. A doença inflamatória intestinal idiopática (timpanismo, distensão abdominal, etc.) é uma condição que comumente ocorre em porcas. Seu principal sinal é a constipação que ocorre 24-48 horas após o parto. Geralmente é causado pelo manejo inadequado do consumo de ração, mas essa situação causa uma mudança muito importante nos processos de interação da microbiota e da mucosa do intestino. Essa incompatibilidade é muito mais evidente no intestino grosso.

 

RELAÇÃO DA MICROBIOTA INTESTINAL E PROCESSOS INFLAMATÓRIOS DO INTESTINO.

Em um animal adulto, a microbiota se estabelece de forma natural no intestino, seguindo o padrão de microrganismos mais comuns nas instalações. Com os processos digestivos também maduros, a degradação e absorção dos nutrientes dos alimentos é muito alta e, se as dietas forem corretamente planejadas, uma porção de fibra não digerível chegará às porções distais do intestino. No intestino grosso, a microbiota atua sobre a degradação da fibra alimentar, a tornando em lactato e por sua vez em outros Ácidos Graxos Voláteis (AGV). Esses AGVs são responsáveis por nutrir os colonócitos e assim: a) permitir o desenvolvimento adequado dessa mucosa; b) aumentar a absorção de água e c) permitir a manutenção da motilidade intestinal; não apenas nas regiões mais distais do intestino, mas também nas regiões anteriores, como o íleo, jejuno e duodeno.

O butirato é um dos AGV mais importantes, responsável por sinalizar a ativação do peristaltismo retrógrado, que possibilita o cérebro executar os programas musculares que permitem o consumo dos alimentos, e também pela ativação da mitose de enterócitos e colonócitos, o que permite a taxa adequada de troca celular intestinal (turnover), essencial para manter os processos de digestão e absorção em sua capacidade máxima. Ainda, o butirato está intimamente relacionado com melhora da integridade intestinal através do aumento da expressão de proteínas das tight junctions, como a claudina (Claudin-1).

O butirato tem um papel importante na regulação do sistema imune intestinal (tabela 1). Os macrófagos e as células dendríticas da lâmina própria fazem parte do sistema linfóide associado ao intestino (termo do inglês – GALT). Essas células são a base da imunidade inata na região intestinal e são capazes de reconhecer antígenos próprios e exógenos, direcionando o processo imunológico a produzir uma cascata inflamatória ou tolerância ao antígeno. Essas células também possuem receptores do tipo G (GP43) capazes de serem ativados pela concentração de butirato nos tecidos. O butirato em níveis adequados no intestino, atua sobre os receptores dos macrófagos, diminuindo a produção citocinas pro-inflamatórias, como a IL-12 e IL-6; estas por sua vez, apresentam papel importante na ativação de linfócitos T (citotóxicos e auxiliares) que ativam o processo inflamatório para eliminação de um antígeno. O butirato, ainda, aumentará a produção de IL-10, uma citocina que está relacionada à ativação de linfócitos T reguladores (Tregs) que regulam o processo inflamatório e podem ativar outros mecanismos de tolerância como a inibição das citocinas pro-inflamatórias e ativação da resposta humoral (Figura 1). Além do mais, nesse contexto de regulação do processo inflamatório, o butirato está envolvido na inibição da expressão da ciclooxygenase-2, reforçando seu importante papel anti-inflamatório.

 

Tabela 1 – Propriedades Anti-inflamatórias do butirato
Diminuição da expressão de citocinas pro-inflamatorias – IFN-γ; TNF-α, IL1-B; IL-6; IL-8; IL12
Indução na expressão e sinalização de IL-10 e TGF-B
Indução da síntese de oxido nítrico sintase
Indução na síntese de metaloproteinases
Redução da proliferação e ativação de linfócitos T

Figura 1 – Mecanismo simplificado da modulação imune do butirato no cólon de suínos

Mecanismos simplificado adaptado de Singh et al., Immunity 2014.
Treg – Linfócito T regulatório
Th17 – Linfócito T auxiliar 17

Quando há problemas na digestão dos alimentos e com isso alterações nos nutrientes recebidos pela microbiota, podemos observar diminuição de gêneros bacterianos que produzem naturalmente butirato, e um crescimento anormal de alguns gêneros bacterianos que ativam o  GALT, produzindo um processo inflamatório na lâmina própria de algumas áreas do intestino delgado e grosso. Este processo será cumulativo e com o tempo será mais intenso, portanto, se a ativação do GALT não for controlada, a inflamação do intestino influenciará outras funções metabólicas.

Dessa forma, a diminuição dos níveis de butirato no intestino permite que os macrófagos iniciem o processo pró-inflamatório. A produção local de IL-12 é aumentada e os linfócitos T auxiliares são ativados, aumentando a produção local de citocinas (por exemplo, TNF-α, IFN-γ e IL-1β) estabelecendo dessa forma uma cascata inflamatória, como descrito acima. Paralelamente, ocorre também uma maior produção de imunoglobulinas tanto atuando na lâmina própria (IgM, IgG) quanto pela excreção para atuar na luz do intestino (IgA secretora).

A alta produção de citocinas pró-inflamatórias afeta diretamente o consumo de ração e causa o aumento da temperatura corporal (comportamento doentio), ocasionando perdas produtivas devido ao gasto extra de energia com a manutenção da temperatura corpórea e sistema imune. Este processo inflamatório do intestino, ocorre em diferentes graus nas fêmeas lactantes e seus efeitos na lactação podem ser observados em diferentes níveis no consumo de ração e na produção de leite, que por sua vez afetarão os leitões.

 

A PREVENÇÃO É FOCAR NA RESILIENCIA E TOLERÂNCIA INTESTINAL

 Dado que a doença inflamatória intestinal idiopática em matrizes suínas é uma condição recorrente que aparece com mais frequência durante a lactação, algumas estratégias foram desenvolvidas para alimentação (aumento dos componentes laxantes) e manejo (aumento lento da alimentação oferecida à porca recém-parida) para reduzir os sinais de inflamação intestinal que podem afetar a qualidade da amamentação.

É importante desenvolver um programa de uso de aditivos nutricionais na dieta de porcas que permita reforçar os pontos críticos da saúde intestinal para reduzir os fatores que desenvolvem as doenças inflamatórias intestinais. Nesse sentido, o conceito básico é a combinação de produtos, especialmente voltados para a promoção do processo de tolerância intestinal, com o qual, a porca fica menos sujeita a apresentar sintomas inflamatórios do intestino e, portanto, maximizar seu consumo e a produção de leite.

 

RECOMENDAÇÕES TESTADAS E APROVADAS

 Alguns pontos a serem focadas na hora de desenvolver um programa de suplementação para as porcas em lactação na sua criação são:

  • Aumentar o processo de reepitelização e estabilidade da barreira de enterócitos. Para tanto, a adição de butirato de Sódio de Liberação Precisa atua como um modulador para o crescimento de enterócitos em todo o intestino delgado e, além disso, proporciona uma alta concentração deste produto no intestino grosso, permitindo o controle da Microbiota nessa região e, consequentemente melhora nos processos de motilidade e absorção, necessários para manter o consumo de ração.
  • O butirato também atua como fator de controle do processo inflamatório produzido pelas células da imunidade inata e linfócitos T citotóxicos e auxiliares, permitindo equilíbrio entre o epitélio, o sistema imune e a microbiota intestinal, evitando prejuízos a função digestiva.
  • O uso de produtos antioxidantes permite apoiar a saúde do intestino localmente e do fígado de forma secundária, reduzindo os danos causados pelos produtos da oxidação do intestino ou pela reação do órgão a resíduos bacterianos e micotoxinas. Isso permite que o conteúdo de proteína circulante seja ideal e, portanto, o fornecimento de nutrientes no leite seja melhorado.

Os resultados de campo, quando essas recomendações são aplicadas, indicam um importante impacto do uso de um programa correto de aditivos na dieta de porcas em lactação, confirmando que uma melhor saúde intestinal favorece o desempenho produtivo expresso na produção de leite e no peso da leitegada.

Fonte: Assessoria

Empresas Dia 8 de agosto

Agroceres Multimix realiza agCast ao vivo durante o SIAVS 2024

Ação reunirá especialistas como Luiz Felipe Caron, Ricardo Rauber e Fernanda Almeida e tem como objetivo levar conhecimento prático e científico ao setor.

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Professor Luiz Felipe Caron, é uma das presenças confirmadas no AG CAST – Foto: O Presente Rural

No dia 8 de agosto, durante o SIAVS, a Agroceres Multimix reforça seu compromisso de levar informações de qualidade ao setor por meio do agCast. Na oportunidade, a empresa reunirá em seu estande renomados especialistas para debater a fundo temas essenciais para a produção de proteína animal.

A ação será transmitida ao vivo, pelo canal oficial da Agroceres Multimix no YouTube, permitindo que profissionais do setor acompanhem as discussões e insights.

A programação do agCast terá início às 9h30, com foco em avicultura, quando estratégias para escolha de aditivos voltados para a saúde intestinal nortearão as conversas.

O professor Luiz Felipe Caron, o consultor Ricardo Rauber e a gerente de serviços técnicos na Agroceres Multimix, Patricia Marchizeli, debaterão temas como o uso de biomarcadores para compreender os mecanismos de ação dos aditivos e a definição de protocolos eficazes adaptados às necessidades dos produtores.

Na sequência, às 11h30, o conceito de imunonutrição e os desafios das matrizes hiperprolíficas na suinocultura serão o foco da troca de experiências entre a professora e pesquisadora Fernanda Almeida e o gerente de serviços técnicos na Agroceres Multimix, Francisco Alves Pereira.

Os participantes abordarão como a pesquisa está enfrentando os desafios para melhorar a uniformidade e viabilidade da leitegada, além do papel da imunonutrição no desempenho produtivo e morfológico dos leitões.

Para acompanhar o agCast, basta se inscrever no canal do YouTube da Agroceres Multimix (Clique aqui).

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Empresas

Saiba como os aminoácidos podem auxiliar na criação de suínos

AminoGut®, solução da Ajinomoto do Brasil, é excelente estratégia nutricional para o desenvolvimento saudável dos animais 

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Divulgação Ajinomoto

O AminoGut®, solução voltada para a área de Nutrição Animal, presente no portfólio da Ajinomoto do Brasil, empresa referência em aminoácidos, tem sido utilizado como ferramenta estratégica na nutrição dos suínos. Composto por aminoácidos essenciais na forma livre, o produto é desenvolvido e produzido no Brasil, e exportado para diversos países.

Os componentes presentes na formulação do AminoGut® atuam no intestino dos animais, sendo utilizados no metabolismo de energia das células de rápida multiplicação e renovação, como os enterócitos (células cuja função é a de realizar a digestão dos alimentos e a absorção de nutrientes) e as células do sistema imunológico (responsáveis pela defesa e proteção do organismo), contribuindo assim para a manutenção da morfologia, integridade e saúde intestinal.

Os suínos passam por diversos períodos de desafios durante a sua produção. Por exemplo, no período de desmame o estresse dos animais é muito intenso, pois o leitão é separado de sua mãe, a sua dieta (leite) é modificada drasticamente para a ração e é neste momento em que os leitões de diferentes ninhadas são agrupados em um único ambiente, ocasionando uma reorganização social com conflitos de hierarquia dentro deste novo grupo. Estes estresses ambientais, nutricionais e sociais resultam em alterações significativas na microbiologia, fisiologia e imunologia do trato digestivo dos leitões.

Em situações de estresse ou desafio sanitário, a demanda dos aminoácidos aumenta e um aporte nutricional adequado de aminoácidos essenciais e, também, de aminoácidos condicionalmente essenciais (cuja síntese endógena é insuficiente para atender as necessidades do organismo, em condições específicas), deve ser realizado.

“Com sólida base científica, o AminoGut®, produto de tecnologia e composição únicas para a nutrição animal, possui importância estratégica para se obter o melhor desempenho zootécnico, fornecendo aminoácidos essenciais aos animais submetidos às condições de estresse, como, por exemplo, o período de desmame dos leitões”, destaca Edgar Ishikawa, diretor da Divisão Bio & Fine Chemicals, responsável pelos negócios de Nutrição Animal da Ajinomoto do Brasil.

“No desmame e dias após este evento, os sistemas digestivos e imunológicos dos leitões ainda não estão plenamente maduros e funcionais, limitando sua capacidade digestiva e sua resposta imunológica frente aos desafios. A suplementação do AminoGut® nas rações, devidamente balanceadas e de alta digestibilidade, se torna necessária para se obter o melhor desempenho zootécnico e para que os leitões, de forma resiliente, transponham os desafios do período de desmame”, reforça o executivo.

Testes realizados em granjas comerciais no Brasil e no exterior comprovam que o uso do AminoGut® resulta em um significativo aumento de peso dos leitões na saída da creche que, por consequência, proporciona menos dias para atingir o peso de abate dentro do ciclo produtivo. “Em outros termos, há melhor desempenho zootécnico e maior retorno econômico ao produtor”, finaliza Edgar Ishikawa

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Nós alimentamos o mundo

Boehringer Ingelheim celebra o “Dia do Suinocultor” com campanha de apoio aos produtores e alerta em relação às boas práticas de biosseguridade

A campanha “Nós alimentamos o mundo” tem como objetivo mostrar a importância fundamental de todos os elos que fazem parte da cadeia de produção de proteína animal para alimentar a população mundial.

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A divisão de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim celebra nesta quarta-feira (24) o “Dia do Suinocultor” com o reforço da campanha “Nós alimentamos o mundo”, que reconhece a complexidade por trás da produção de proteína animal de qualidade, destacando o compromisso da indústria suinícola com a sustentabilidade e segurança alimentar global, destacando a importância de todos que fazem parte da cadeia. Dentro desse universo, a empresa se posiciona como fornecedora de vacinas e medicamentos que contribuem para que a produção da carne suína brasileira atenda todas as demandas mundiais.

“O Brasil possui a quarta maior população de suínos no mundo, com 58 milhões de animais. Em 2023, produzimos 5,15 milhões de toneladas e exportamos 1,23 milhão de toneladas desse total, de acordo com dados da ABPA. Esse é o tamanho da responsabilidade que a indústria tem” afirma Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim. O executivo completa: “A campanha ‘Nós alimentamos o mundo’ destaca justamente a importância dos suinocultores na alimentação mundial”.

O executivo também enfatiza que as boas práticas de biosseguridade são fundamentais para manter os animais e humanos saudáveis e evitar doenças. “Boas práticas de biosseguridade nas granjas são indispensáveis para a manutenção do status sanitário adequado, protegendo os animais e garantindo a produtividade. O suinocultor precisa estar preparado para adotar medidas que evitem a instalação e a propagação de doenças na propriedade” comenta. Entre as medidas mencionadas, estão o isolamento da granja de possíveis focos de vetores, o cercamento da propriedade, a lavagem e sanitização das instalações, restrição de visitas, vazio sanitário entre cada lote, programa de vacinações, isolamento e tratamento de animais que adoecem e uso de água potável e tratada para alimentação e higiene dos animais.

Portfólio completo para prevenção de doenças

A manutenção da biosseguridade é fundamental para que a cadeia produtiva seja bem-sucedida do começo ao fim, garantindo alimento saudável para a população mundial. O combate às salmoneloses é fundamental, pois elas representam um grande desafio nas granjas, chegando a mais de 30% de incidência e causando prejuízos financeiros significativos por animal infectado. A Boehringer Ingelheim possui em seu portfólio a Enterisol® Salmonella T/C, vacina oral que garante proteção de duplo antígeno contra Choleraesuis, Typhimurium e monofásicas em apenas uma dose. Ela se mostrou eficaz na proteção e apresentou significativa redução de diarreia, lesões intestinais e ganho de peso nos suínos desafiados. Além disso, a vacina pode ser utilizada em combinação com a reconhecida Enterisol® Ileitis, para prevenção de enteropatia proliferativa suína (ileíte) causada por Lawsonia intracellularis.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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AJINOMOTO SUÍNOS – 2024

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