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Rumo a outro patamar de vacinação de suínos

A busca constante por inovação e diferenciação estimulou pesquisas em novas vias de administração de vacinas por empresas de saúde animal.

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Foto: O Presente Rural
Diogo L. Fontana¹* e Amanda Omai²*

Uma prática comum e rotineira na indústria de suínos é o manejo de aplicação de vacinas nos animais, sendo que atualmente a maioria delas é administrada por via intramuscular (IM) com o auxílio de equipamentos como seringas e agulhas. A busca constante por inovação e diferenciação, entretanto, estimulou pesquisas em novas vias de administração de vacinas por empresas de saúde animal.

A boa notícia: dispositivos para realizar vacinação intradérmica (ID) sem agulha e vacinas específicas para essa via de aplicação estão disponíveis no mercado, combinando os benefícios da vacinação sem agulha e da aplicação intradérmica de vacinas.

O exemplo mais conhecido de dispositivo de vacinação sem agulhas na indústria de suínos é o IDAL® System, desenvolvido inicialmente na Holanda por especialistas em tecnologia de fabricação de produtos médicos em colaboração com a MSD Saúde Animal, que apareceu oficialmente pela primeira vez no mercado em 2001.

Embora os dispositivos de injeção sem agulha existam na medicina humana desde a década de 1930 e tenham sido introduzidos pela primeira vez na medicina veterinária nos anos 1990, na Europa, o desenvolvimento técnico foi adotado e aperfeiçoado por uma empresa alemã, em parceria com a MSD Saúde Animal, um pouco mais tarde. Essa parceria trouxe ao mercado os modelos melhorados do IDAL® System I e II, em 2013 e 2014, respectivamente, o que trouxe uma grande vantagem para essa tecnologia, já que o seu desenvolvimento ocorreu juntamente com uma linha de vacinas exclusivas para uso por via ID.

O Doutor Ruud Segers, gerente global de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da linha de produtos biológicos em suínos na MSD Saúde Animal, admite que obter todo o antígeno e adjuvante necessários em um volume tão pequeno e em uma emulsão estável, seja um desafio considerável e que exige um alto nível de especialização. A primeira vacina inativada para administração intradérmica contra Mycoplasma hyopneumoniae (Porcilis® M1 ID), introduzida em 2013, superou uma vacina intramuscular em situação de campo. Em 2016, uma vacina com a mesma tecnologia, mas contra a infecção por circovírus suíno tipo 2 (Porcilis® PCV ID) foi introduzida, o que veio a facilitar o manejo na granja, já que as vacinas Porcilis® M1 ID e Porcilis® PCV ID podem ser usadas concomitantemente. Essas vacinas foram aprovadas e registradas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e já estão disponíveis comercialmente no Brasil.

 

Vantagens

A vacinação intradérmica sem agulha reduz o risco de disseminação de doenças entre os suínos, que pode ocorrer devido à reutilização da mesma agulha em vários animais durante o processo de vacinação (transmissão iatrogênica de patógenos). Além disso, elimina o risco de quebra de agulha, abcessos e condenações de carcaças associadas a esses fatos, e melhora a segurança do operador, evitando ferimentos acidentais com agulhas. Como o dispositivo IDAL® System não utiliza agulha e regula a dose da vacina e a pressão de aplicação eletronicamente, os erros de volume da dose aplicada e lesão teciduais nos animais são minimizados ou inexistentes.

E há mais benefícios. Enquanto as vacinas convencionais são aplicadas com o uso de seringas e agulhas, podendo formar um bolus de vacina no fundo do músculo, isto é, uma grande quantidade de líquido, um aplicador intradérmico sem agulha, como o dispositivo IDAL®, permite a dispersão da vacina mais ampla na pele. No geral, a resposta imune após a vacinação intradérmica pode ser mais rápida e tão boa quanto a que ocorre após a vacinação intramuscular tradicional, isso com o uso de um volume de vacina muito inferior ao usado na vacinação tradicional: 0,2 ml aplicados intradermicamente em vez de 2 ml pela via intramuscular.

Por eliminar a necessidade de troca e descarte de seringas e agulhas, e permitir a aplicação de uma dose menor de vacina, o dispositivo IDAL® System permite menor volume de frascarias para ser manejado e controlado nas geladeiras de armazenamento de vacinas, sendo bastante conveniente.

 

Bem-estar animal

Nos dias atuais, o mercado de produção de suínos está buscando, cada vez mais, o bem-estar animal em todo o processo, inclusive no momento da vacinação. E essa é outra grande vantagem que o IDAL® System pode proporcionar, já que a aplicação de vacinas sem agulha causa menos dor e estresse. Um estudo recente mostra que a vacinação intradérmica sem agulha reduz a reação de medo e dor de fêmeas gestantes. “Isto é de particular interesse em animais alojados em grupo, quando o grito de um animal após ser vacinado intramuscularmente, ou seja, após a introdução da agulha, vai desencadear excitação e apreensão em todo o grupo de animais”, explica o Dr. Segers.

“A vacinação sem agulha não contribuirá apenas para o bem-estar animal, mas também para um ambiente de trabalho mais calmo e tranquilo para os vacinadores”, completa o Dr. Segers. Outro estudo em uma granja comercial de suínos avaliou os aspectos de bem-estar em leitões após a vacinação com o dispositivo IDAL® System. Os resultados mostraram que os leitões do grupo vacinado pela via intradérmica se mantiveram mais ativos e apresentarem maior quantidade de mamadas após a vacinação do que os leitões vacinados pela via intramuscular.

 

Como a vacinação intradérmica funciona?

A pele é muito exposta ao meio ambiente e, dessa maneira, representa uma importante proteção física e imunológica contra lesões e infecções. Semelhante ao sistema imune da mucosa, a pele tem um sistema coordenado no qual células epiteliais, células imunes, linfa e vasos sanguíneos operam de forma muito mais eficiente se a barreira epidérmica for interrompida. Essa é a base para usar a pele como um local de aplicação de vacinas.

Composta por três camadas principais: epiderme, derme e tecido subcutâneo, a pele tem características específicas que são essenciais para a eficiência da vacinação intradérmica. A epiderme avascular é composta por várias camadas de queratinócitos escamosos cornificados de espessura. Nos suínos, tem 30-140µm de espessura e representa a principal barreira da pele. A epiderme dorsal na região do pescoço é geralmente mais espessa do que na região ventral. Além dos queratinócitos, a epiderme contém um tipo de células apresentadoras de antígenos semelhante às células dendríticas (CD), chamadas células de Langerhans. A derme em suínos é 10-13 vezes mais espessa do que a epiderme e é composta de fibras de colágeno e elastina com muitos vasos linfáticos e sanguíneos, além das células dendríticas dérmicas residentes, mastócitos e fibrócitos. O tecido subcutâneo é a terceira camada e representa a camada gordurosa, que tem aproximadamente 12 mm de espessura nos suínos.

 

“As células dendríticas representam um tipo de célula especializada do sistema imunológico que desempenha um papel importante na indução e na orquestração das respostas imunológicas. É essencial, portanto, ter essas células como alvo para uma vacinação eficiente.”

As células dendríticas possuem muitos receptores capazes de detectar agentes patogênicos invasores, tais como receptores Toll-like, que reconhecem padrões moleculares associados a patógenos, como ácidos nucleicos virais ou componentes da parede celular bacteriana. O desencadeamento da ativação das CD por sinais de alarme, como a vacinação, é essencial para a indução de respostas imunes adaptativas. Assim sendo, as vacinas podem ser suplementadas com componentes imunoestimuladores, desencadeando esse processo. Depois de detectar patógenos invasores ou antígenos vacinais, as CD ativadas migram através dos vasos linfáticos para os linfonodos de drenagem, onde as respostas imunes são induzidas.

“A derme representa um excelente local para a aplicação de vacinas por ser rica em células dendríticas (CD) residentes, vasos linfáticos e capilares sanguíneos.”

Dentro da pele, a camada dérmica é a parte mais preparada para montar respostas imunes pois contém muitas CD residentes, bem como muitos vasos linfáticos e sanguíneos. Após a deposição da vacina intradérmica, as CD residentes reagirão e cumprirão suas funções como sentinelas e células apresentadoras de antígeno como descrito acima. Em contraste com as CD dermais, as células de Langerhans presentes na epiderme são menos eficientes para estimular respostas imunes. Sinais inflamatórios induzidos por componentes das vacinas imunestimuladoras também desencadearão extravasamento de monócitos dos capilares sanguíneos presentes na derme. Esses monócitos serão diferenciados em CD inflamatórias e macrófagos, criando assim um grande reservatório de células imunes inatas e participando na indução de respostas imunes. É importante ressaltar que a derme é rica em vasos linfáticos através dos quais CD carregadas de antígenos e antígenos livres serão transportados aos gânglios linfáticos onde as respostas imunes adaptativas serão induzidas.

As CD dérmicas são particularmente eficientes na ativação de linfócitos T, que são ativados apenas pelo processamento de peptídeos antigênicos apresentados em moléculas complexas de histocompatibilidade expressas em altos níveis em CD. Em contraste, os linfócitos B são ativados pelos antígenos livres não processados. Os linfócitos T e B se ativam reciprocamente, processo necessário para a indução da memória imunológica. Essas condições anatômicas e imunológicas representam a base para direcionar a derme como um local de entrega da vacina. Uma revisão da literatura publicada sobre a comparação experimental de injeção de vacina intradérmica (ID) com a intramuscular/subcutânea (IM/SC) em vários animais e humanos demonstrou que, embora as vias de vacinação parenteral sejam altamente imunogênicas com boas vacinas, doses de antígeno necessárias para ativação imunológica são muito mais baixas para a vacinação ID.

 

Um futuro promissor

Conforme citado anteriormente, a vacinação intradérmica já é estudada há vários anos. Essa tecnologia foi introduzida pela primeira vez na medicina veterinária nos anos 90, na Europa, em particular para ajudar na vacinação em massa contra a doença de Aujeszky. “Essa tecnologia realmente decolou na última década”, comenta Victor Geurts, da MSD Saúde Animal da Holanda. “Existem agora mais de 400 dispositivos IDAL® System no campo, o que significa que em cada cinco granjas de suínos holandesas está usando a tecnologia. Uma recente pesquisa holandesa indicou uma satisfação do cliente de 94,9%. Os fatores higiene/sanidade, bem-estar animal e redução dos efeitos colaterais foram os mais comumente citados como benefícios”, acrescenta Geurts. Atualmente, há cerca de 6.000 dispositivos IDAL® System sendo utilizados em granjas de diversos países. Isidoro Pérez Guzman, gerente técnico da Agropecuária Obanos, uma empresa espanhola de produção de suínos com mais de 13.000 matrizes, resume da melhor maneira possível: “O sistema IDAL® nos permite ter uma administração de vacinas fácil, segura e eficaz, enquanto diminui o estresse em leitões e matrizes”.

De acordo com Ana Paula Souza, médica veterinária da Copacol, que está usando as vacinas Porcilis® PCV ID e Porcilis® M1 ID, “a aplicação de vacina com o IDAL® System, além de facilitar o manejo, proporciona segurança na dosagem e garante a aplicação correta em todos os animais”. Sobre bem-estar, ela diz: “Nós nos importamos muito com a segurança do colaborador e também com o bem-estar dos animais, por isso se fez necessário buscar uma tecnologia que faz vacinação sem uso de agulha”. Rodrigo Bosa, que há dois anos faz parte de uma equipe responsável pela vacinação com o IDAL® System de 8.000 mil leitões por semana contra Mycoplasma pneumoniae e circovirose suína, comenta que “esse sistema de vacinação possibilita o aprendizado e o conhecimento de trabalhar com uma tecnologia nova, diferente e inovadora, menor risco de vacinação acidental, maior segurança e precisão na aplicação da vacina”.

E mais novidades surgirão em breve, visto que o dispositivo IDAL® System continua sendo aperfeiçoado e outras gerações estarão disponíveis no futuro com um design mais ergonômico, maior autonomia de aplicação e a possibilidade de realizar o controle das vacinações através do registro eletrônico das doses aplicadas, que poderão ser visualizadas no display do aplicador IDAL® System ou transmitido para aplicativo de celular. Com base nos benefícios imunológicos da vacinação ID via tecnologia IDAL® System, essa via de aplicação deve ser considerada para o futuro modelo de produção de suínos.

 

* ¹Médico-Veterinário e Coordenador Técnico da MSD Saúde Animal no Canadá

²Médica-Veterinaria da Saúde Animal

Fonte: Assessoria da MSD
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Empresas Bovinos

Premix lança campanha no Instagram para incentivar o consumo de carne no Brasil

Com o objetivo de incentivar o consumo de carne no Brasil, a Premix lançou, no último dia 29 de maio, a campanha “Desafio da Carne” (#DesafioDaCarne) na rede social Instagram.

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Foto: Divulgação

A ação foi inspirada na iniciativa “Desafio do Leite”. Em comum, ambos os produtos são fontes de proteínas, essenciais para a saúde.

Wilson Rondó Jr, médico cirurgião vascular e nutrólogo, com onze livros publicados, já aceitou o desafio da carne. Pecuarista e apaixonado pela carne vermelha, ele compartilhou seu vídeo ressaltando a importância do consumo e desafiou seus amigos a fazer o mesmo.

O perfil Wagyu Beef (@wagyu_beef) no Instagram, do empresário Juliano de Oliveira, com 400 mil seguidores, e Lucio Ribeiro, do perfil @norastrodochurrasco, com mais de 75 mil seguidores, também são apoiadores da campanha. Além desses dois influenciadores digitais, outras dezenas de perfis já aceitaram o desafio.

A carne bovina é a preferida dos brasileiros. Segundo o sumário BeefReport, divulgado recentemente pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), somente em 2019 a média de consumo por habitante foi de 38,38 kg. O Brasil ficou atrás apenas da Argentina, cuja população consumiu 50,91 kg no ano passado, e à frente dos Estados Unidos, que registrou consumo de 37,11 kg por habitante.

Ainda de acordo com a publicação, o Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com 213,7 milhões de cabeças e é também o maior exportador mundial de carne, com 2,49 milhões de toneladas em 2019. Do total de 10,5 milhões de toneladas de carne produzidas, 76,3% tiveram como destino o mercado interno, enquanto 23,6% foram destinadas a outros países.

Para o gerente de Marketing da Premix, Fernando Avona, o objetivo da campanha é chamar a atenção da população e das autoridades brasileiras. “É preciso apoiar cada vez mais o setor pecuário e incentivar o consumo diário de carne na culinária caseira. Trata-se de um alimento que, além de muito simples de preparar, oferece inúmeros benefícios para a saúde”, ressalta.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas De Heus

De Heus recebe certificação do MAPA como empresa livre de ractopamina

A habilitação visa atender à demanda dos clientes da companhia, que exportam para mercados, como Rússia e China, que possuem essa exigência.

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A fábrica dedicada da De Heus, em Toledo, recebeu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a certificação de empresa livre de ractopamina.  “Desde sua inauguração, em 2017, a unidade de fabricação do Paraná utiliza tecnologia desenvolvida na Europa, nos padrões de qualidade e de segurança sanitária, atendendo a todos os critérios de alta qualidade e saudabilidade, a fim de garantir a segurança alimentar e não representar risco de contaminação nos processos e nas produções. Por isso, essa certificação é muito importante para nossa companhia, ratificando o nosso trabalho e atendendo à necessidade dos clientes, que visam a exportação de carne suína para países que têm como exigência o status Ractopamina Free em toda a cadeia”, explica Gabriel Salum, gerente de Negócios – Suínos.

Como o Brasil é um importante player mundial da carne suína, ocupando o 4º lugar no ranking de maiores produtores e exportadores, o MAPA passou a regulamentar as indústrias e a emitir certificados especiais, como o de isenção de ractopamina. A comprovação de que as empresas cumprem com procedimentos de boas práticas (BPF) e de que não utilizam esta molécula em seu processo de produção torna os produtores aptos a atender às altas exigências do comércio internacional.

Segundo Rosane De Carli, gerente de Qualidade da De Heus, a fábrica recebeu a certificação após o envio de amplos relatórios e documentos ao órgão governamental para a avaliação dos fiscais. “A unidade já tem outras habilitações emitidas pelo MAPA, como a IN04, que é um regulamento técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de boas práticas de fabricação; a IN14, sobre os procedimentos para fabricação e o emprego de produtos destinados à alimentação animal com medicamento de uso veterinário; a IN65, referente aos procedimentos para a fabricação e o emprego de rações, suplementos, premix, núcleo ou concentrados com medicamentos para animais de produção”, completa.

Além disso, ela ressalta que todos os integrantes da equipe de qualidade da De Heus são altamente qualificados e capacitados: “Promovemos a continuação da capacitação — que os colaboradores já possuem em graduação, pós-graduação e mestrado — por meio de treinamentos externos e internos frequentes, para toda a equipe. Anualmente, são realizadas reuniões globais de garantia e controle de qualidade, com todas as unidades de negócio da companhia, no escritório corporativo na Holanda, com os colaborados dos demais países onde a empresa atua”.

De Carli esclarece que a multinacional holandesa investe em alta tecnologia constantemente com equipamentos de análises, tais como ICP, HPLC, LECO, NIRs: “Possuímos um laboratório onde trabalhamos com a mais alta tecnologia, com profissionais capacitados. Participamos anualmente dos testes de proficiência entre os laboratórios da De Heus: o CBO (EPCBO), em conjunto com o Sindirações; e o BIPEA (França), para nos certificarmos da qualidade de nossas análises. Todas as metodologias de análises são alinhadas com nosso laboratório global da Holanda com referências dos padrões ISO, além das referências do Compêndio Brasileiro de Nutrição Animal”.

A De Heus realiza auditorias periódicas nas unidades para avaliar o processo de atendimento aos requisitos globais e locais. “Realizamos anualmente reuniões presenciais com 100% dos integrantes da equipe Brasil de Qualidade, para alinhamentos e estratégias. Anualmente, também realizamos a Semana da Qualidade, com a participação de 100% dos colaboradores da área produtiva e administrativa, com atividades realizadas durante toda uma semana — todas voltadas para a qualidade e com temas relativos à qualidade”, detalha De Carli.

A certificação da Unidade de Toledo da De Heus está alinhada aos projetos de expansão da companhia, que agora conta com duas unidades homologadas livres de ractopamina, sendo a primeira conquistada no fim de 2018, em Rio Claro, unidade destinada à produção de premix.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Lincoln Beninca em nova fase

Profissional assume gerência nacional de vendas da Unidade de Negócios Avicultura Polinutri

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Lincoln Beninca Foto: Divulgação

Lincoln Beninca chegou oficialmente à Polinutri em 6 de abril com a missão de gerenciar a unidade de negócios Avicultura em todo o território nacional. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Paranaense (Unipar, Umuarama/PR), pós-graduado em Nutrição de Aves e Suínos, o profissional conta com uma expertise de 19 anos de mercado passando por diversas empresas do setor dentre elas inúmeras multinacionais. “Este é um desafio para minha carreira, algo que trabalhava há alguns anos e sabia que o próximo passo seria uma posição de gestão dentro da área avicultura, segmento que me dedico desde minha formação”, informa Lincoln.

Para ele, fazer parte do projeto Polinutri é estar dentro de um trabalho visando novos caminhos a serem seguidos. “Em conversa com Paulo de Andrade (CEO) e Otavio Fregonesi (Dir. Comercial e Marketing) ficou claro quais são os objetivos da companhia e esta oportunidade fez todo o sentido já que estamos na mesma fase de desenvolvimento”, esclarece o recém-contratado.

Há um pouco mais de um mês à frente do cargo, Lincoln informa que “apesar das dificuldades impostas pelo isolamento social”, os trabalhos remotos deram velocidade para tomar pé de todo o escopo de trabalho da Unidade de Negócios Avicultura Polinutri. “Já tive contato com toda a equipe e iniciamos alguns projetos com apoio do corpo diretivo de forma muito positiva. Entendo que a reestruturação do modelo de ação pela implantação de metodologias de gestão e de treinamento das equipes são as ações que posso destacar nesses primeiros 30 dias”, encerra.

Fonte: Assessoria
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PORK EXPO

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