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Profissionais da suinocultura participam de treinamento sobre uso de água em granjas

No treinamento, explicou-se que a gestão da água deve ser vista como um processo integrado, dividido em etapas interdependentes, que geram uma maior economia

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Mais de 25 profissionais do setor estiveram reunidos na sede da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), na quarta-feira (15), para o terceiro módulo do Treinamento de Suinocultores, Colaboradores e Chefes de Setor, realizado pela associação. O curso foi ministrado por integrantes da M&P Engenharia, empresa que presta serviço de consultoria ambiental para a Assuvap, e tratou do uso da água e a importância das boas práticas na suinocultura.

Iago Peixoto, profissional da M&P Engenharia, relatou sua satisfação com os resultados obtidos com o evento. “Pudemos trabalhar para conscientizar o produtor e os colaboradores das granjas sobre a importância da água”, mensurou.

No treinamento, explicou-se que a gestão da água deve ser vista como um processo integrado, dividido em etapas interdependentes, que geram uma maior economia. “Importante que os colaboradores tenham a mínima consciência de que esses sistemas são relevantes, para que eles possam aplicar isso no dia a dia na granja”, disse.

O médico veterinário Leonardo Lira, que participou do evento pela primeira vez, elogiou o tema abordado, por ser “extremamente relevante”. “Temos que nos preocupar cada vez mais com a questão do desperdício de água. Foi um tema muito bem abordado, acho que todo mundo que tiver a oportunidade, deve participar, pois acrescenta muito para o dia a dia”, relatou.

Os treinamentos contam com apoio das empresas parceiras da suinocultura: Bayer/Dianagro (cota ouro), DB (cota ouro), Nutritec (cota ouro), Farmabase (cota ouro), MSD (cota ouro), Ourofino (cota ouro), Sauvet (cota prata), Vansil (cota prata) e Uniquímica (cota prata).

O próximo módulo do Treinamento de Suinocultores, Colaboradores e Chefes de Setor está marcado para 26/6; o tema será “Manejo aplicado no uso racional de antibióticos”. A palestrante será a especialista Djane Dallanora.

Fonte: Assessoria
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Notícias Avicultura

Nova diretoria da AVES é eleita para gestão 2019-2021

Nova diretoria ficará a frente da instituição na gestão entre 2019 e 2021

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A nova composição do Conselho Deliberativo da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES), que ficará a frente da instituição na gestão entre 2019 e 2021, foi eleita no último dia 16 de julho, durante a realização de mais uma assembleia da entidade.

O atual presidente da AVES, Ademar Kerckhoff, foi reeleito para continuar por mais dois anos no posto de presidente do Conselho Deliberativo da entidade. Para ocupar o cargo de vice-presidente do conselho, Volkmar Berger, também foi reeleito.

Ainda fazem parte da nova composição do Conselho Deliberativo da associação o vice-presidente financeiro, Oderlí Schneider, e os conselheiros Argeo João Uliana, Antonio Venturini, Rafael Elias Venturini e Hercules Marim.

Ademar falou sobre os desafios que associação vem buscando vencer e deixou uma mensagem para os associados. “É um prazer se reeleito por mais um mandato e espero que a gente consiga resolver as várias questões da associação, dos pequenos avicultores e das pessoas dos setores de abates, além de acompanhar os assuntos rotineiros e dar maior ênfase ao atendimento que satisfaça a todos”, destacou o presidente reeleito.

Também foram eleitos os membros das sete diretorias técnicas que compõem a entidade: Sanidade e Meio Ambiente; Avicultura de Postura Comercial; Avicultura de Corte; Avicultura de Coturnicultura e outras criações; Relações Trabalhistas; Abastecimento e Assuntos Tributários, Fiscais e afins. Além disso, foram conhecidos os componentes efetivos do Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

Confira a composição completa da nova diretoria da AVES:

Conselho deliberativo

Presidente: ADEMAR KERCKHOFF

Vice-Presidente: VOLKMAR BERGER

Vice-Presidente Financeiro: ODERLÍ SCHNEIDER

Conselheiro: ARGEO JOÃO ULIANA

Conselheiro: ANTONIO VENTURINI

Conselheiro: RAFAEL ELIAS VENTURINI

Conselheiro: HERCULES MARIM

Diretorias Técnicas

Diretoria de sanidade e meio ambiente

  • Diretor para assuntos de Sanidade – Avicultura de Postura Comercial: TARCÍSIO SIMÕES AGOSTINHO
  • Diretor para assuntos de Sanidade – Avicultura de Corte: KAIRAN RODRIGUES TRINDADE
  • Diretora para assuntos de Meio Ambiente: ALINE VENTURINI

Diretoria de Avicultura de Postura Comercial

  • Diretor para assuntos de Comercialização Setor Ovos: FÁBIO BOLDT
  • Diretor para assuntos de Industrialização Setor Ovos: ALTEMIR JOSÉ SCARDUA

Diretoria de Avicultura de Corte

  • Diretor para assuntos de Comercialização Setor Frango de Corte: MARCOS ROGÉLIO ANASTÁCIO
  • Diretor para assuntos de Abate e Processamento Setor Frango de Corte: ODERLI SCHNEIDER
  • Diretor para assuntos de Incubação: VICTOR VENTURINI DE SÁ
  • Diretor para assuntos de Integração: EUSTÁQUIO MOACYR AGRIZZI

Diretoria de Avicultura de Coturnicultura e outras criações

  • Diretor: MARCOS ANTONIO BERGER

Diretoria de Abastecimento

  • Diretor para assuntos de Abastecimento e Matérias Primas: ANTONIO VENTURINI
  • Diretor para assuntos de Logística de Transportes: RONALDO SALLES DE SÁ

Diretoria para Assuntos de Relações Trabalhistas

  • Diretora: ALINE VENTURINI

Diretoria para Assuntos Tributários, Fiscais e afins

  • Diretor: THIAGO BOTELHO

Conselho Fiscal

Efetivos

  • WEVERTON ESPINDULA
  • CARLOS BERGER
  • FREDY BERGER

Suplentes

  • JEAN SCHNEIDER
  • JOSEMERI GAGNO CALIMAN
  • ROSANGELA KRAUSE

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Oferta total de milho dos EUA em 2019/20 deve atingir 413 mi t

Número fica abaixo da oferta de 421,5 milhões de toneladas registrada na temporada 2018/19

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Arquivo/OP Rural

A oferta total de milho dos Estados Unidos pode atingir 413,1 milhões de toneladas na temporada 2019/20, segundo estimativas de SAFRAS & Mercado. O número fica abaixo da oferta de 421,5 milhões de toneladas registrada na temporada 2018/19.

Os Estados Unidos deverão cultivar uma área de 91,7 milhões de acres. Já a área a ser colhida está prevista em 83,6 milhões de acres na temporada 2019/20.

A produção estadunidense em 2019/20 foi prevista em 352,4 milhões de toneladas, aquém das 366,3 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior (2018/19).

Safrinha

A colheita da safrinha 2019 de milho atingia 48% da área estimada de 12,193 milhões de hectares na sexta-feira (12), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado. Os trabalhos atingem 51% da área no Paraná, 41% em Goiás, 44% em Mato Grosso do Sul, 22% em São Paulo, 57% em Mato Grosso e 18% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 27,4% da área estimada de 10,458 milhões de hectares.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 359,4 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 39,9 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,876 milhão de toneladas, com média de 191,6 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 191,60.

Na comparação com a média diária de junho, houve uma elevação de 178,9% no valor médio exportado, uma alta de 189,4% na quantidade média diária e perda de 3,6% no preço médio. Na comparação com julho de 2018, houve ganho de 329,3% no valor médio diário exportado, elevação de 291,9% na quantidade média diária de volume e valorização de 9,5% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Demanda fraca pressiona cotações do frango no atacado

Para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango registrou um cenário de queda de preços no atacado, em meio à reposição mais lenta para o varejo, característica da segunda metade do mês.

De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, para o frango vivo houve uma demanda mais efetiva em parte da Região Sul, o que contribuiu para a melhoria de preços no Paraná e Rio Grande do Sul. ”O mercado aguarda por mudanças mais efetivas nas cotações apenas na primeira quinzena de agosto, avaliando a entrada dos salários para motivar a demanda”, sinaliza.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado baixou de R$ 6 para R$ 5,90 e o quilo da coxa de R$ 5 para R$ 4,70. Já o quilo da asa subiu de R$ 7 para R$ 7,05. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 6 e o quilo da coxa de R$ 5,10 para R$ 4,90. O quilo da asa avançou de R$ 7,20 para R$ 7,25.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito baixou de R$ 6,10 para R$ 6 e o quilo da coxa de R$ 5,12 para R$ 4,82. O quilo da asa subiu de R$ 7,08 para R$ 7,13. Na distribuição, o preço do quilo do peito recuou de R$ 6,20 para R$ 6,10 e o quilo da coxa de R$ 5,22 para R$ 5,02. O quilo da asa avançou de R$ 7,28 para R$ 7,33.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 245,5 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 27,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 145,6 mil toneladas, com média diária de 16,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.685,60.

Na comparação com junho, houve baixa de 10,8% no valor médio diário da exportação, perda de 14,1% na quantidade média diária exportada e alta de 3,8% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve baixa de 8,9% no valor médio diário, perda de 18,8% na quantidade média diária e alta de 12,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço passou de R$ 3,10 para R$ 3,45 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 3,10 para R$ 3,50.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,50 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60.

Fonte: Agência SAFRAS
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