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Presença da mulher é indispensável na pecuária brasileira

Biogénesis Bagó é destaque no mercado com a valorização e programas de desenvolvimento voltados ao público feminino

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A coordenadora de Território Pecuário, Cintia da Costa Lima, chegou à empresa em 2017 - Foto: Divulgação

A presença da mulher no mercado de trabalho é cada dia mais essencial e no agronegócio não é diferente. O setor de saúde animal de ruminantes, por exemplo, tem se desenvolvido com uma importante participação do público feminino. Esse cenário é evidente no trabalho desenvolvido pela Biogénesis Bagó, uma das empresas de saúde animal líderes no mercado latinoamericano. O quadro de funcionários da empresa dobrou em 2018 e atualmente 30% é preenchido pelo público feminino.

A maior parte das mulheres da empresa atua a campo em fazendas e revendas do projeto Na Estrada, considerado o mais inovador no segmento de varejo veterinário do Brasil. Elas se destacam ao levar informação, atualização e capacitação a produtores, técnicos e balconistas de todo o país.

Médicas-veterinárias e zootecnistas representam a Biogénesis Bagó no campo, seja no contato direto com os produtores, quanto com parceiros comerciais em revendas agropecuárias. “A atuação da mulher a campo representa um diferencial no atendimento aos clientes, sempre com um perfil atencioso e repleto em detalhes e personalização”, reconhece o diretor-geral da Biogénesis Bagó no Brasil, Marcelo Bulman. Mas a atuação das mulheres também se estende à parte administrativa, mais precisamente no setor de suporte nos escritórios da empresa em Curitiba (PR) e em São Paulo.

Assim, a confiança e valorização da mulher no agronegócio permite que a Biogénesis Bagó cresça de forma significativa no mercado nacional. Tanto que a expectativa é figurar entre as 10 maiores do segmento até 2020.  

“Nossa virada de página em 2018 teve como um de seus pilares principais a força e a visão da profissional mulher; engajada nos seus objetivos juntamente com os profissionais homens, desenvolvendo um trabalho que gerou muitos resultados positivos para a nossa empresa”, salienta Marcelo Bulman. “Esperamos que em 2019 essa mesma força e sintonia geradas, independente de gênero, façam com que todos nós, juntos, possamos atingir o topo do mercado veterinário brasileiro”, complementa.

A empresa tem desenvolvido ainda o trabalho de conscientização e propagação de campanhas relacionadas à valorização da mulher. Além do Outubro Rosa, neste dia 8 de março a Biogénesis Bagó inicia uma ação especial em celebração ao Dia da Mulher, em reconhecimento ao papel fundamental como impulsionadora da força do agro no Brasil.

 

Oportunidade e crescimento profissional no agronegócio

O reconhecimento da Biogénesis Bagó quanto à importância da mulher no agronegócio permitiu que novas oportunidades profissionais fossem criadas. A coordenadora de Território Pecuário, Cintia da Costa Lima, chegou à empresa em 2017 e não demorou muito para ter o seu trabalho valorizado. “Inicialmente fui contratada como promotora de vendas, mas quando completei um ano no cargo acabei sendo promovida para coordenadora. Agora atuo no campo, diretamente com o produtor. Tenho sentimento de gratidão pela empresa, tanto pelo reconhecimento do nosso trabalho quanto pela valorização e respeito com a mulher no campo”, ressalta.

Oportunidade concedida também para coordenadora contábil Kelly Martins, que há 14 anos atua na Biogénesis Bagó. Para ela, tem sido um período de grande aprendizado e de orgulho, principalmente por conta de a empresa oferecer oportunidade de crescimento profissional às mulheres. “Saber que a empresa valoriza o trabalho da mulher no campo é uma grande vitória e percebo que as mudanças estão acontecendo. A mulher está conseguindo superar o preconceito cultural no campo e na sociedade brasileira. No passado, tinham poucas mulheres trabalhando no setor, mas em 2018 empresas como a Biogénesis Bagó aumentaram significativamente o seu quadro de funcionárias. Espero ver muitas outras mulheres se destacando na organização como gestoras e líderes”, declara Kelly.  

A coordenadora contábil Kelly Martins atua há 14 anos na Biogénesis Bagó

Mulheres com uma nova visão de crescimento do varejo veterinário

Com a busca da igualdade cada vez mais evidente no mercado, Cintia acredita no crescimento do agronegócio com a participação cada vez mais frequente e efetiva das mulheres. Para ela, o público feminino trouxe outra visão para a pecuária, auxiliando a impulsionar ainda mais os resultados. 

“A mulher tem características de zelo, cuidado, facilidade em lidar com situações criticas que por vezes faltam ao homem no dia a dia. Por isso, cada vez mais nos deparamos com líderes femininas comandando fazendas e lidando com peões. A presença dela no curral hoje é muito vista e respeitada. Acredito que a garra que a mulher tem seja sua maior contribuição para tudo na vida!”, acredita Cintia.

Para Kelly, as conquistas da mulher no mercado de trabalho e especificamente no agronegócio estão relacionadas ao esforço e dedicação. “A mulher do século 21 conquistou o mercado de trabalho. Atualmente elas têm papel muito importante por lutar pelos seus direitos, atuando em cargos de liderança nas organizações”, analisa.

A coordenadora de Território Pecuário, Cintia da Costa Lima, chegou à empresa em 2017

Fonte: Assessoria
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Empresas

Soluções para manejo seguro de plantas daninhas na cultura da soja

É preciso atenção especial para o controle das plantas daninhas. Com a intensificação de cultivo e transporte de maquinário acabam aumentando a disseminação de sementes e afetando diretamente o manejo do agricultor.

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Divulgação Brandt

Pedro Afonso, técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT do Brasil, destaca algumas das principais plantas daninhas que afetam a cultura de soja: Capim-amargoso (Digitaria insularis), Buva (Conyza spp.), Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), Caruru (Amaranthus deflexus e Amaranthus viridis), Apaga fogo (Alternanthera ficoidea), Corda de viola (Ipomoea acuminata), Trapoeraba (Commelina benghalensis), Tiririca (Cyperus haspan), Guanxuma (Sida glaziovii), Beldroega (Portulaca oleracea), Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidium), Losna branca (Parthenium hysterophorus), e até mesmo o Milho (Zea mays), quando germinado em meio a cultura da soja.

“O controle das principais plantas daninhas requer o uso de herbicidas para redução da presença e/ou eliminação total. O não controle eficaz de plantas invasoras ocasionará competição com a soja por luz e absorção de água e nutrientes, reduzindo a produtividade. Além disso, serão hospedeiras de pragas, doenças e nematoides. A utilização de herbicidas pré-emergentes e/ou pós-emergentes, se faz necessária para que ocorra um controle eficiente. Isso é fundamental para o sucesso do cultivo”, explica o técnico da BRANDT do Brasil.

Há no mercado diversas tecnologias de herbicidas, que atuando em conjunto, promovem melhor controle e menor reinfestação de plantas daninhas.

Além disso, embora haja algumas plantas daninhas resistentes a determinadas moléculas, o manejo de herbicidas será efetivo desde que: realize a escolha adequada dos produtos, utilize a dose correta e considere outros fatores durante a aplicação como por exemplo:  temperatura, velocidade do vento, umidade relativa, ponta de aplicação, velocidade de trabalho, estádio da planta daninha, dentre outros.

“O uso de uma ou mais moléculas de herbicidas, somado a utilização de um equipamento bem regulado, como também a adição de um bom adjuvante ajudará a maximizar a qualidade da aplicação, melhorando a deposição, a uniformidade e o espalhamento das gotas, auxiliando na melhor absorção e controle efetivo dessas plantas invasoras”, afirma o especialista.

Embora o uso de herbicidas é fundamental para atingir altas produtividades, eles podem trazer efeitos deletérios à cultura principal, como redução do sistema radicular, inibição no crescimento de nódulos, redução do índice de área foliar, eficiência fotossintética e absorção de alguns nutrientes essenciais para a soja, como consequência mais tempo para fechar o espaçamento entre linhas, favorecendo a emergência de plantas daninhas. Pontos que afetam diretamente no potencial produtivo da soja.

Sabendo desses efeitos deletérios e visando maximizar o desenvolvimento da soja e seu potencial produtivo a BRANDT trouxe para o mercado brasileiro a tecnologia BRANDT Smart System, utilizada pelo campeão mundial de produtividade de soja, Randy Dowdy (213,2 sc/ha). Essa tecnologia possui uma alta compatibilidade com herbicidas e além de garantir a absorção e translocação de cada nutriente e agir diretamente na fisiologia das plantas, irá proteger a cultura principal dos efeitos deletérios ocasionados por herbicidas, assegurando assim o seu potencial produtivo. Para isso, a BRANDT já disponibiliza no mercado brasileiro dois produtos com essa tecnologia BRANDT Smart Trio e BRANDT Smart Quatro Plus.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Phibro Saúde Animal lança vacina contra Salmonella dos sorogrupos B, C e D em aves

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente

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Foto: Assesssoria

Salmonella é uma palavra que desperta atenção. Esse gênero de bactérias está entre as principais causas de doenças em aves e também afetam os humanos. Além de prejudicar a saúde dos animais, as “salmoneloses” geram grande prejuízo econômico na cadeia produtiva. Para ajudar no combate a esse problema, a Phibro Saúde Animal desenvolveu uma nova vacina: Salmin Plus já disponível no mercado brasileiro.

“Esses microrganismos estão presentes no intestino das aves e desempenham funções importantes na digestão delas. Contudo, o aumento significativo da população bacteriana no ambiente favorece a manutenção da agente na granja, tornando seu controle ainda mais difícil. Por ser uma importante causa de infecções em humanos, muitas vezes associadas à multirresistência a drogas antimicrobianas, a legislação costuma ser severa quando se trata de contaminação por Salmonellas paratíficas “, explica Eva Hunka, gerente de negócios biológicos da Phibro.

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente. Lançamento da Phibro, a vacina Salmin Plus é a primeira vacina do mercado contra as Salmonellas dos sorogrupos B, C e D, bem como um adjuvante de última geração capaz de proporcionar uma imunidade ampla e de longa duração para as aves, com baixíssimo grau de reação no local de aplicação.

“Bactérias como a Salmonella são conhecidas por causar reações pós-vacinais severas, que podem ser agravadas dependo do adjuvante a ser utilizado. A Salmin Plus possui um adjuvante a base de óleo metabolizável natural e um emulsificante altamente refinado da família do monooleato de manida, que aumenta a produção de anticorpos mesmo para antígenos de baixa imunogenicidade”, salienta Eva, que é médica veterinária formada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e mestre na mesma área pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A gerente da Phibro também explica que o adjuvante presente em Salmin Plus, é seguro para uso em animais de produção, pois não contém componentes de origem animal ou bacteriana. “Além dos benefícios percebidos nas aves, este adjuvante sofre menos impacto da temperatura na sua viscosidade, facilitando a sua aplicação e melhorando o bem-estar do vacinador”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cargos.

Felipe Ceolin é o novo gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri

Profissional assume a segunda maior conta da companhia

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Felipe Ceolin / Divulgação.

A Polinutri acaba de anunciar o novo nome que passa a responder pela a Unidade de Negócios Suinocultura, Felipe Ceolin. O profissional está presente na empresa desde janeiro de 2020 e atuava na posição Gerente Regional para o Sul do Brasil. “Desde que cheguei tenho trabalhado estrategicamente na estruturação do time e promoção dos negócios, com foco especial na geração de valor para nossos clientes.”

Sua carreira iniciou em 2008 como estagiário na Pamplona Alimentos, na sequência uma série de multinacionais deram a base para que ele pudesse crescer e chegasse ao cargo atual. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), com especialização em Inspeção e Tecnologia de Produtos de Origem Animal (Universidade Castelo Branco – UCB), MBA em Gestão Empresarial (FGV) e Mestre em Ciência Animal Nutrição Animal pela mesma instituição em que se formou, somada a sua vida associativa na posição de Tesoureiro do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet – Chapecó/SC) dão o tom para que o profissional lidere o time Suinocultura Polinutri.

Neste momento o profissional está tomando a par de toda estrutura de operação da unidade. “Estamos rodando o País, com todas as precauções necessárias a fim de conhecer de perto os profissionais e clientes que formam o ambiente deste importante mercado que é suinocultura brasileira”, destaca Felipe.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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