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Pecuaristas de Alexânia (GO) conhecem tecnologias neozelandesas que podem melhorar a eficiência produtiva

Práticas de manejo animal desenvolvidas na Nova Zelândia contribuem para sistemas de produção mais eficientes

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Melhores práticas adotadas pelo país mais eficiente na produção de leite a pasto, a Nova Zelândia, foram apresentadas aos mais de 500 produtores rurais de Alexânia (GO) no 17º Dia de Campo Senar Mais Leite, realizado na Fazenda Vera Cruz. No evento, os pecuaristas tiveram a oportunidade de conhecer os aplicadores de medicamentos veterinários inovadores, trazidos ao Brasil pela empresa neozelandesa Simcro, líder mundial no fornecimento de dispositivos de aplicação de medicamentos para a indústria veterinária.

No Dia de Campo, os visitantes foram orientados sobre como produzir mais e com qualidade, além da oportunidade de acompanhar de perto o exemplo da Fazenda Vera Cruz e as implementações adotadas pelo produtor rural Rafael da Silva Lima. O evento proporcionou conhecer a realidade de uma propriedade assistida pelo programa Senar Mais Leite, além de acesso às novidades neozelandesas.

Promovido pelo Sistema FAEG, Senar Goiás e Sindicato dos Produtores Rurais, o evento foi direcionado aos pequenos e médios produtores para que possam conhecer tecnologias que podem contribuir para o aumento da lucratividade das propriedades com atividade leiteira na região.

A Simcro participou do Dia de Campo por meio do apoio oferecido pela New Zealand Trade & Enterprise (NZTE), agência para o desenvolvimento do comércio internacional da Nova Zelândia. Também participaram as empresas Tru-Test (líder mundial na fabricação de balanças eletrônicas para animais, leitores de identificação eletrônica e em equipamentos para medição de leite) e Milkbar (fornecedora de alimentadores de bezerros).

Por meio dessa parceria, a Simcro participará no primeiro semestre de outros três Dias de Campo em Goiás, nas cidades de Niquelândia (07/04), Mineiros (05/05) e Piracanjuba (25/05). O Dia de Campo Senar Mais Leite tem como objetivo mostrar os resultados do Programa Senar Mais, programa de assistência técnica e gerencial. Os Dias de Campo apresentam as implementações tecnológicas e de gestão da atividade leiteira, que trazem uma maior rentabilidade à atividade produtiva. Os participantes têm a oportunidade de conhecer in loco uma propriedade altamente sustentável, interagir com produtores, trabalhadores, técnicos, ampliar a rede de contatos e, principalmente, adquirir novos conhecimentos.

A Simcro é líder mundial no fornecimento de dispositivos de aplicação de medicamentos para a indústria veterinária. Com unidades de produção na Nova Zelândia e Austrália, escritórios na China, Reino Unido e Estados Unidos, a Simcro conta com uma bagagem de 80 anos desenvolvendo inovações tecnológicas para as principais indústrias veterinárias do mundo em forma de aplicadores pensados para facilitar a aplicação e auxiliar na eficácia dos produtos veterinários fabricados pela indústria de saúde animal. A empresa coleciona diversos prêmios de design e inovação por seus produtos, que são desenvolvidos para oferecer ergonomia, leveza e segurança para quem aplica os produtos. São levados em consideração no desenvolvimento também cuidados com o bem-estar animal, precisão da quantidade de produto e acurácia das doses que vão garantir o melhor desempenho do medicamento aplicado.

A Simcro já atua no Brasil fornecendo produtos para a indústria veterinária, que usa aplicadores junto com os produtos que fabrica. Agora, além de continuar a fornecer para a indústria veterinária, a Simcro quer levar ao conhecimento do produtor uma maneira moderna de aplicar produtos veterinários que acompanha as mudanças e exigências por eficiência no setor produtivo. A distribuição dos produtos no Brasil é feita pela Basso Pancotte.

Fonte: Ass. de imprensa Simcro

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Empresas Biomin

Endotoxinas representam grande desafio para a suinocultura

Especialista da Biomin explica impacto na eficiência alimentar e no crescimento dos animais e ação eficaz do inativador Mycofix®

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Divulgação Biomin

O intestino é um importante órgão para o sistema imunológico dos suínos porque age como barreira para a entrada de patógenos na corrente sanguínea. No entanto, em momentos de estresse de ordem ambiental, nutricional ou metabólica, pode haver aumento da permeabilidade intestinal. “Entre os desafios da suinocultura, a contaminação por endotoxinas é responsável pelo enfraquecimento do sistema imunológico e, consequentemente, queda no desempenho do animal”, explica Augusto Heck, gerente técnico de Suínos da Biomin.

“As endotoxinas são liberadas durante a replicação ou lise bacteriana. São lipopolissacarídeos que compõem a parede celular de bactérias Gram-negativas, como a E. coli e a Salmonella. Elas variam de acordo com a bactéria de origem, sendo mais ou menos agressivas ou patogênicas. Além disso, também agem como potencial barreira de entrada de agentes antimicrobianos na membrana externa das bactérias”, ressalta o gerente.

Augusto também informa que o intestino é a primeira linha de defesa contra as endotoxinas e, caso esteja comprometido por fatores nutricionais, de estresse ou metabólicos, causados pelo calor, contaminação por micotoxinas ou inflamação, pode aumentar o transporte dessas substâncias tóxicas.

“Uma vez na corrente sanguínea, as endotoxinas podem provocar fortes respostas imunes, enfraquecendo o sistema de defesa. Logo, desencadearão uma cascata inflamatória, que aumenta as exigências de manejo por causa da febre. Combinado com a menor ingestão de ração, esse processo provocará a redução de energia disponível para o crescimento. Além disso, uma resposta imunológica muito acentuada pode levar ao choque séptico”, alerta.

O desempenho do inativador Mycofix® contra as endotoxinas foi avaliado recentemente em dois experimentos conduzidos na Universidade Estadual de Iowa (EUA) e no Centro de Nutrição Animal Aplicada (CAN), na Áustria.  O objetivo foi avaliar o seu efeito em endotoxinas e a resposta inflamatória de leitões em desmame, sob condições de estresse provocado por calor.

“Os resultados mostraram que Mycofix® neutraliza os efeitos negativos da maior permeabilidade intestinal, além de reduzir a concentração de endotoxinas no sangue. Mycofix® é um produto de última geração e líder de mercado para a desativação de micotoxinas, que também demonstrou ser eficaz no controle de endotoxinas”, destaca o especialista da Biomin.

Mycofix® é o único inativador de micotoxinas e adsorvente de endotoxinas no mercado aprovado pela União Europeia com a mistura de bioproteção da BIOMIN: combinação de extratos vegetais e de algas cuidadosamente selecionados para oferecer proteção hepática, imunológica e gastrointestinal.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Marfrig é incluída na lista da Science Based Target

Iniciativa internacional promove diretrizes para elaboração de metas de redução das emissões de gases de efeito estufa com base na ciência

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Divulgação/AENPr

A Marfrig, maior produtora mundial de hambúrgueres e uma das líderes globais no mercado de proteína animal, é a mais nova integrante da lista da Science Based Targets, iniciativa internacional que mobiliza empresas para desenvolverem metas de redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) com base na ciência, e alinhadas com os esforços necessários para limitar o aquecimento global em, no máximo, 2ºC, como prevê o Acordo de Paris. Formada pelo CDP (Carbon Disclosure Project), pelo Pacto Global das Nações Unidas, pelo WRI (World Resources Institute) e pela WWF (World Wide Fund for Nature), a Science Based Targets já conquistou a adesão de mais de 990 companhias de todo o mundo. A Marfrig, cujo compromisso com a iniciativa foi assinado em setembro, é a primeira empresa do setor de proteína animal do Brasil e do setor de carne bovina da América Latina a fazer parte da listagem.

As emissões de GEE são divididas em três escopos: emissões diretas, provenientes do processo produtivo (Escopo 1); e do consumo de energia elétrica (Escopo 2) e emissões indiretas de fornecedores (Escopo 3). A partir do compromisso com a iniciativa, a Marfrig utilizou a metodologia Science Based Target para desenvolver sua meta de redução das emissões diretas de GEE, de forma a atingir uma redução de 43% das emissões de Escopos 1 e 2 até 2035, tomando como ano base as emissões de 2019.

Para engajar a cadeia de suprimentos a reduzir as emissões de gases do efeito estufa, a Marfrig lidera iniciativas como o lançamento da primeira da linha de carne carbono neutro do Brasil — a Viva — realizado em agosto. A nova linha de carnes é proveniente de animais inseridos em um sistema de produção pecuária-floresta, que neutraliza as emissões de metano, com base em um protocolo desenvolvido pela Embrapa.

Esses três compromissos alinham a Marfrig aos esforços preconizados pelo Acordo de Paris, que defendem a limitação do aquecimento global bem abaixo dos 2º C até 2100. Agora, a Marfrig acompanha o processo de submissão e aprovação de sua meta de redução das emissões de GEE junto à iniciativa SBT.

Desde 2009, a Marfrig adota uma pauta de sustentabilidade que prevê – além da redução de gases do efeito estufa — o compromisso de ter 100% da cadeia de produção sustentável e livre de desmatamento até 2030, o respeito aos princípios do bem-estar animal, o consumo consciente dos recursos naturais, e a gestão, tratamento e destinação de efluentes e resíduos.

Fonte: Assessoria
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Empresas Doença de Gumboro

Vacina com vírus vivo é eficaz contra doença que prejudica imunidade de aves

Estudos mostram que aos 28 dias de idade, a vacina de imunocomplexo natural (vírus livre) foi identificada em 100% das amostras, seguido de identificações positivas em uma porcentagem igual (100%) até 40 dias de idade

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Foto: O Presente Rural

por Eva Hunka*

Nosso país produziu mais de 6 bilhões de frangos de corte apenas no ano passado, de acordo com relatório da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Além disso, ainda segundo o levantamento, o Brasil produziu mais de 49 bilhões de ovos de consumo no período – algo que equivale a mais de 5,5 milhões de ovos por hora. É evidente que esse setor tem crescido constantemente, auxiliando na produção de alimentos e na movimentação da economia nacional. Por isso, é preciso dar atenção especial à saúde e ao bem-estar desses animais.

Um dos grandes problemas da avicultura brasileira é Doença de Gumboro, que tem alta prevalência no país, sendo responsável por altas perdas nas granjas nacionais e mundiais. A doença foi descrita pela primeira vez na década de 1960 e ainda hoje motiva pesquisas sobre como proteger as aves do vírus que causa a enfermidade, com o objetivo de estimular a imunidade ativa e minimizar os efeitos dos anticorpos materno – que inativam as vacinas vivas convencionais.

Mesmo após tantos anos, pesquisadores continuam investindo recursos técnicos e econômicos para prevenção e controle da doença. Isso porque o vírus acomete um importante órgão linfoide primário das aves, a Bolsa de Fabricius, e a infecção desse órgão compromete a resposta imune mediada pelos linfócitos B (que constituem o sistema imunológico) e também a produção de anticorpos. Após infectadas pelo vírus (o IBDV), as aves tendem a desenvolver imunossupressão temporária ou permanente, devido à disfunção da resposta imune, ficando suscetíveis a doenças.

A redução na capacidade imunológica pode ser leve, sem quaisquer problemas adjuntos de maior suscetibilidade a doenças, mas também estas aves podem responder de forma deficiente às vacinações contra outros agentes infecciosos e ficam mais susceptíveis a outras doenças, principalmente as de alta morbidade, comum a alguns vírus respiratórios, como bronquite infecciosa, por exemplo, que costuma vir acompanhada por infecções secundárias como a Escherichia coli (E. coli). Isso se reflete nos resultados zootécnicos que resultam em perdas econômicas.

Por ser uma doença viral imunossupressora clássica, a Doença de Gumboro pode servir para ilustrar os complexos mecanismos envolvidos na doença em aves jovens. Em pintos de um dia, a Bursa de Fabricius (BF) é de grande importância como fonte de linfócitos B. Estes linfócitos são necessários para produzir imunoglobulinas. Se a Bursa está comprometida, linfócitos B imaturos são atacados pelo vírus, resultando em sua destruição e deixando a ave mais susceptível a patógenos virais e bacterianos. Se as células B estiverem esgotadas, a ave não será capaz de gerar adequadamente uma resposta de anticorpos a um novo patógeno, incluindo cepas vacinais e, nesse caso, a situação se deteriorará para um estado semelhante à imunodeficiência.

Em poucos dias pós infecção por uma cepa muito virulenta, todo o sistema imune de uma ave jovem pode entrar em colapso. Nesses casos, estas aves podem ficar doentes devido a bactérias oportunistas e saprófitas, que normalmente são inofensivas para frangos saudáveis. Em aves sensíveis, o vírus causará alta mortalidade direta e suprimirá a capacidade da ave de desenvolver uma boa imunidade após a vacinação, tornando-as mais suscetíveis a infecções secundárias e maior mortalidade. Assim, a imunidade passiva tem um papel primordial na proteção das infecções precoces pelo IBDV nos primeiros dias da ave.

Por isso, o cuidado com o programa vacinal das matrizes vai nos assegurar um bom nível de anticorpos maternos ao nascimento. Neste ponto, é bom lembrar que estes cuidados vão além da escolha da vacina, e estão muito relacionados à qualidade da aplicação, visto que a vacinação nestas aves é totalmente dependente do fator humano e passível a erros importantes como subdosagem, erros do local da aplicação e até mesmo vacinação feita a partir de frascos vazios, e tem como consequência uma imunidade baixa e desuniformidade nos títulos de anticorpos que serão transferidos para a progênie. Nesse sentido, com os conceitos da Avicultura 4.0, os novos equipamentos de vacinação permitem um maior controle de todo processo vacinal injetável na granja, em tempo real, ou mesmo na tomada de decisões mais estratégicas baseada na coleta personalizada de dados.

Quando falamos em combate à Doença de Gumboro, o melhor caminho é a prevenção por meio da vacinação aliado a um programa de biossegurança robusto. As empresas têm um objetivo claro de tornar os programas de vacinação cada vez mais simples, porém têm o desafio de mantê-los eficientes e seguros, mesmo quando acontecem apenas no incubatório, com dose única. No caso de proteção contra IBDV, precisamos lembrar que não se trata apenas evitar a forma clínica da doença, mas também precisamos atentar contra a imunossupressão que pode vir da forma subclínica, ou mesmo de algumas cepas vacinais. A escolha da cepa adequada para cada desafio, que seja forte o suficiente para combater as muito virulentas e segura a ponto de não afetar o sistema imune da ave, é primordial para o sucesso do programa vacinal.

Programas com vacinas vivas, além de conferir uma resposta imune mais completa, pois se trata de um vírus integro e com diferentes proteínas capazes de estimular o sistema imunológico, ainda têm importante papel na colonização e vacinação do ambiente, o que reduz significativamente a carga viral da cepa de campo. A Phibro Saúde Animal trouxe recentemente para o Brasil a MB-1, primeira vacina viva do segmento no país, capaz de formar um imunocomplexo natural com os anticorpos maternos e que pode ser utilizada com segurança em frangos de corte, matrizes e poedeiras comerciais, com uma única dose no incubatório.

O imunocomplexo natural, formado com a MB-1, se adapta naturalmente ao nível de anticorpos maternos, e por isso, o equilíbrio entre antígeno e anticorpo é perfeito, pois não existe anticorpo “artificial” provocando um “desbalanço” na relação entre eles. Além disto, a cepa possui uma alta invasividade e capacidade de disseminação e seu uso promove renovação na população viral do ambiente, ajudando a controlar o alto desafio de campo. Este mecanismo diferenciado, além da resposta sorológica precoce, também permite a chegada mais rápida do vírus vacinal à Bolsa de Fabricius.

Estudos mostram que aos 28 dias de idade, a vacina de imunocomplexo natural (vírus livre) foi identificada em 100% das amostras, seguido de identificações positivas em uma porcentagem igual (100%) até 40 dias de idade. Já a cepa da vacina imunocomplexo “artificial” foi identificada aos 28 dias de idade em apenas 33% das amostras, e, a partir dos 32 dias em 100% delas, porém no 40º dia, este número caiu para 83,33%. Tudo isso contribui para que o potencial genético das aves seja explorado. E a proteção dos animais, por sua vez, acaba se refletindo em resultados zootécnicos positivos, que são bons parâmetros para avaliar se o programa vacinal está adequado para cada realidade, garantindo a sustentabilidade e a lucratividade da avicultura brasileira, bem como a saúde e o bem-estar dos animais.

 

*Médica veterinária, mestre em medicina preventiva e gerente de negócios biológicos da Phibro Saúde Animal

 

Fonte: Assessoria
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