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Bovinos / Grãos / Máquinas

Paraná enrijece normas para garantir qualidade do leite

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Três portarias da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), tornam mais rígidas as normas para fornecimento e recebimento de leite na indústria paranaense. 
Os produtores terão de comprovar a ausência de tuberculose e brucelose de todo rebanho leiteiro e apresentar certificação de vacinação contra brucelose. Laticínios que não entregarem a documentação por parte de seus fornecedores também não poderão comercializar o leite.
As novas normas fortalecem o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT) para garantir a qualidade do leite comercializado no Paraná, que vem trabalhando para se tornar um Estado livre de zoonoses. “Estamos intensificando as ações para que o Paraná comercialize leite de qualidade, garantindo a saúde da sua população”, disse o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara.
Vacinação 
Uma das portarias se refere à vacinação contra a brucelose. Segundo a médica veterinária da Adapar, Mariza Koloda, a vacina contra esta zoonose já é obrigatória desde 2002. Mas o produto mais indicado e eficaz disponível no mercado, conhecido como vacina B19, é aplicado somente uma vez na vida do animal, entre os três a oito meses de idade. Os animais que não forem vacinados no período recomendado não podem mais receber o medicamento, sob risco do resultado do exame dar falso positivo.
A alternativa que deverá ser adotada será a obrigatoriedade da vacina RB51, que pode ser aplicada em animais acima dos nove meses. Mariza destaca que a prioridade é vacinar os animais até os oito meses de idade com a B19. Caso o produtor deixe passar esse período, será autuado e multado e obrigatoriamente terá que recorrer à RB51 e apresentar o atestado de vacinação.
Os produtores têm dois meses para se adequar a esta portaria, que entra em vigor efetivamente em 19 de janeiro de 2014. Após esta data, todos os animais do rebanho devem obrigatoriamente estar vacinados contra a brucelose, seja com a vacina B19 entre três e oito meses ou com a RB51 acima dos nove meses.
Produtores 
Outra medida adotada envolve os produtores de leite do Estado. A partir de 1º de junho de 2014 somente poderão fornecer leite aos laticínios os produtores que comprovarem os exames de brucelose e tuberculose de todo o rebanho leiteiro, além do atestado de vacinação contra a brucelose.
O produtor também poderá adotar para a proteção de seu rebanho e a valorização dos produtos a certificação da propriedade como Livre de Brucelose e Tuberculose. A certificação de propriedades iniciou em 2005 e obedece aos princípios técnicos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Laticínios 
Já aos laticínios cabe exigir os exames do rebanho leiteiro de seus fornecedores de leite in natura, não podendo receber e comercializar o produto das propriedades que não comprovarem os exames de brucelose e tuberculose e a vacinação contra a brucelose em seu plantel.
Koloda pede atenção aos laticínios que recebem leite de produtores de outros Estados. “É importante destacar que o estabelecimento deve apresentar à Adapar o relatório de todos os seus fornecedores e não poderá receber ou comercializar o produto oriundo de propriedades que não apresentarem os laudos e atestados, sejam eles produtores do Paraná ou de outro Estado”, reforça. Esta medida também entra em vigor em 1º de junho de 2014.

Fonte: Adapar

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Bovinos / Grãos / Máquinas Pecuária

Metionina Protegida: Saiba o papel no desempenho de vacas leiteiras durante a fase de transição

Vacas recebendo metionina protegida tiveram maior ingestão de matéria seca quando comparado ao grupo controle

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Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Claudia Parys, Evonik Nutrition & Care, GmbH, Alemanha; e Tales Lelis Resende, Nutrition & Care, Evonik (CSA), Brasil

No ciclo produtivo de vacas leiteiras, o período de transição apresenta-se como a fase mais crítica, caracterizado principalmente pelo desafio ao sistema imunológico. Prevenir desordens metabólicas nesta fase é a chave para maximizarmos a performance no pico de lactação. Ao iniciar a lactação a vaca leiteira enfrenta um balanço energético e proteico negativo. Aplicar estratégias nutricionais para aumentar a ingestão de matéria seca (IMS) no pré-parto e suportar o ótimo funcionamento do sistema imunológico garantirá um bom começo de lactação e melhorará a saúde geral da vaca.

Metionina é considerada o primeiro aminoácido limitante na maioria das vacas leiteiras de alta produção. Metionina não é apenas um aminoácido essencial, mas também é responsável por manter diversas funções imunológicas. Portanto, conduziu-se o presente estudo buscando determinar os efeitos da suplementação de metionina protegida com etil-celulose na performance produtiva e saúde de vacas de alta produção durante o período de transição e o pico de lactação.

O estudo realizou-se na Fazenda Leiteira Experimental da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Sessenta vacas da raça Holandês, multíparas, foram distribuídas em dois tratamentos em blocos totalmente randomizados. Os tratamentos foram; 1. Controle, com o fornecimento de dieta base (pré-parto, pós-parto e alta produção) sem metionina protegida, e 2. Teste, dieta controle com 0,09% de inclusão de metionina protegida por kg de matéria seca (MS) no pré-parto e 0,10% de inclusão por kg de MS no pós-parto e alta produção. A suplementação assegurava uma relação 2,8:1 para lisina:metionina. As dietas pré-parto, pós-parto e alta produção foram fornecidas do dia 28 antes do parto ao parto, do dia 1 ao 30 pós parto e do 31 aos 60 pós parto respectivamente.

Os resultados demonstraram que vacas recebendo metionina protegida tiveram maior ingestão de matéria seca quando comparado ao grupo controle. A suplementação aumentou significativamente a média de IMS (P<0,05) das vacas durante o pré-parto em 1,2 kg/dia, no pós-parto em 1,6 kg/dia e alta produção em 1,5 kg/dia. No pós-parto imediato, a produção de leite diária (4,1 kg/dia), produção de proteína (0,20 kg/dia), produção de gordura (0,17 kg/dia) e produção de lactose (0,25 kg/dia) foram maiores no grupo teste (P<0,05) comparado ao controle. No período de alta produção (31 a 60 dias em lactação) a suplementação de metionina apresentou resposta similar aumentando a produção de leite em 4,4 kg, proteína em 0,17 kg, gordura em o,19 kg e lactose em 0,30 kg/vaca/dia.

Ácidos graxos não esterificados (AGNE) e γ-glutamil transferase tiveram seus teores séricos reduzidos em 25 e 37% respectivamente no grupo suplementado comparado ao grupo controle. A redução de AGNE e γ-glutamil transferase no sangue indicam melhor função hepática e status imunológico de vacas leiteiras.

Com base no s resultados obtidos neste estudo, conclui-se que suplementar metionina protegida com etil-celulose no período de transição melhora o consumo de matéria seca e a saúde de vacas leiteiras. Fornecer desde o 28° dia pré-parto melhora a performance produtiva não apenas no pós-parto imediato, mas também até o pico da lactação.

Figura: Efeito da suplementação de metionina protegida com etil-celulose do 28° dia pré-parto aos 60 dias em lactação

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Taninos

Uso de misturas taninos na nutrição de ruminantes

Uso de taninos na nutrição de bovinos, como aditivos nutricionais vem sendo amplamente estudado, e com resultados positivos e com grande repetibilidade

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Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Marcelo Manella, médico veterinário, PhD e diretor de Nutrição Animal da SilvaFeed Brasil

A busca, e demanda por produção de proteína animal livre de antibióticos promotores de crescimento é uma crescente tendência no mundo todo, quer seja por demanda de consumidores, ou por legislações governamentais. Porém com as restrições, que vem sendo impostas pelos mercados, quais alternativas restam ao produtor? A resposta, está na natureza, ou melhor nas plantas, onde as pesquisas demonstram grande potencial das misturas de taninos, como aditivos que possam auxiliar a melhora no desempeno animal bem como na saúde dos mesmos.

Os taninos por muito tempo foram considerados compostos anti-nutricionais, por seus efeitos deletérios no consumo de alimentos. Porém nos últimos anos, diversos trabalhos tem apresentado o potencial dos taninos na nutrição de ruminantes.

Todas as plantas apresentam taninos, em concentrações variáveis, e funções específicas. Eles podem ser encontrados, em maior ou menor quantidades, dependendo de idade da planta, estado fisiológico e clima, nos frutos, folhas, sementes, troncos, etc. Os tanino são mecanismo de defesa das plantas contra predadores.

Os extratos de taninos, no caso as misturas de Quebracho e Castanheira, apresentam efeitos comprovados, como flavorizante, no metabolismo proteico, função ruminal, e efeito antimicrobiana, com descrito na tabela 1.

Tabela 1: Resumo de efeitos de Extratos Tanicos de Quebracho e Castanheira em ruminantes

O uso de misturas de taninos de quebracho e castanheira tem sido amplamente usado nas dietas de bovinos de corte. Os taninos além de aumentar o consumo de matéria seca, apresenta um efeito positivo no desempenho de bovinos de corte, como melhora no ganho de peso vivo (GP), ganho de peso diário (GPD), consumo de matéria seca (CMS), eficiência alimentar (GPD/CMS) e os ganhos de carcaça. Em trabalho realizado pela UFG (Universidade de Goiás), o uso das misturas de taninos, associados ou não com a Monensina, ou com redução em 10% nos níveis de proteína da dieta. Nas dietas isoprotéica, aumentou o consumo, porém refletiu de forma significativa em maiores ganhos de peso vivo e peso de carcaça, sem alteração nas eficiências alimentares. Já o uso de taninos, em dietas reformuladas, os animais apresentaram consumos de MS similares, assim como os ganhos e peso de carcaça, porém com dietas com 10% menos proteína bruta permitindo a redução nos custos pela reformulação (Tabela 2).

Em uma compilação dos dados de trabalhos publicados, em bovinos de corte, onde em média o uso de taninos apresentou ganhos 8,45% superior e conversão alimentar 4,5% melhor (Grafico 1), e 9,41 kg a mais de carcaça (Grafico 2) que o controle.

O uso de taninos na nutrição de bovinos, como aditivos nutricionais vem sendo amplamente estudado, e com resultados positivos e com grande repetibilidade. A mistura de taninos de quebracho e castanheira, além de modular a fermentação ruminal, também atua no metabolismo proteico, com redução na degradação proteica, e consequentemente maior fluxo de proteína metabolizável para os intestinos. Isto permite melhora nos parâmetros produtivos, com maior ganho de peso, e melhor eficiência alimentar.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Tamponantes

Principais aditivos utilizados na produção de ruminantes

Uso de tamponantes é benéfico, principalmente em dietas com grande potencial acidogênico

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Artigo escrito por Eduardo Giacometti Ramos, médico veterinário e consultor Técnico da Carbonor S.A.

Os aditivos e tecnologias utilizadas na nutrição animal são ferramentas de grande importância para o aumento da produtividade de bovinos de corte e produção de leite no Brasil. Embora ocupemos posição relevante referente as exportações de proteína animal, nossos índices de produtividade ainda possuem grande potencial de melhoria.

Entre os principais aditivos utilizados na nutrição de ruminantes, podemos citar os tamponantes ruminais, sendo o bicarbonato de sódio o mais utilizado e outros aditivos que por mecanismos de ação diferentes atuam modulando, inibindo ou selecionando o crescimento de populações de microrganismos ruminais mais benéficos em detrimento de outros mais nocivos, tendo como efeito o aumento da digestibilidade da fibra, melhora do aproveitamento energético da dieta e inibição do crescimento de bactérias  produtoras de metabólitos ácidos que poderiam prejudicar o equilíbrio da microbiota ruminal. Neste grupo de aditivos podemos citar os ionóforos (monensina e lasalocida), antibióticos não ionóforos (virginiamicina), aditivos microbianos e seus extratos como probióticos, prebióticos, leveduras e enzimas fibrolíticas e mais recentemente lipídeos, própolis e óleos essenciais.

Conforme instrução normativa mapa nº 3, de 25 de janeiro de 2021, só podem ser comercializados para uso na alimentação animal no Brasil ingredientes ou aditivos que estiverem presentes em lista publicada ou outro regulamento autorizativo. Vale lembrar que no Brasil não é permitido a utilização de aditivos anabolizantes e hormônios como promotores de crescimento.

A saliva dos ruminantes é formada por uma mistura de água, eletrólitos, enzimas digestivas e uma grande quantidade de tamponantes como fosfatos e bicarbonatos. Ela é responsável por neutralizar o excesso de ácidos gerados na fermentação ruminal, mantendo o pH estável em uma faixa adequada ao desenvolvimento da microbiota presente no rúmen. A quantidade de saliva deglutida é variável e depende da capacidade do alimento ingerido em estimular o processo de ruminação (Tabela 1).

A fibra com capacidade para estimular esse processo recebe o nome de Fibra Fisicamente Efetiva FDN (Fe) e nem sempre é ingerida em quantidades ideais. Quando esse mecanismo fisiológico fica prejudicado, uma cascata de eventos é desencadeada: menor mastigação com redução significativa do influxo de saliva e bicarbonato para o rúmen, maior produção de ácidos graxos voláteis (AGV), redução do pH ruminal, mudança nas populações microbianas, redução na proporção de acetato/propionato e queda no teor de gordura do leite (Tabela 2).

Dependendo da severidade da redução do pH ruminal, outros distúrbios metabólicos podem ser desencadeados levando a queratinização das papilas ruminais (área absortiva de AGV), laminite, abcessos no fígado e até mesmo a morte do animal. Com a queda do pH ruminal grupos de bactérias gram-positivas produtoras de ácido lático tendem a se estabelecer no rúmen. Os compostos gerados por esse grupo de bactérias tendem a reduzir ainda mais o pH, causando a morte dos outros microrganismos, liberando endotoxinas responsáveis pelos efeitos sistêmicos deletérios.

O uso de tamponantes é benéfico, principalmente em dietas com grande potencial acidogênico nas quais predominam alta quantidade de alimentos fermentescíveis como silagem de grão úmido, silagem finamente moída de milho, alta utilização de concentrados, ou manejos alimentares nos quais o concentrado é ofertado separadamente do volumoso em uma baixa frequência diária. Também pode ser vantajoso nos casos onde a tecnologia disponível na propriedade é deficiente, não permitindo controle adequado da mistura e da oferta de alimento aos animais ou para minimizar os efeitos negativos em casos falhas de manejo nutricional. Nesse sentido também pode ser utilizado em transição de dietas, principalmente quando se faz a mudança de dietas ricas em fibras para dietas ricas em concentrados. Deve ser utilizado em animais que estão sujeitos a condições de stress calórico que recebem concentrado e volumoso separadamente, visto que o calor tem efeito maior na redução da ingestão do volumoso quando comparado a ingestão de concentrados.

Uso de tamponantes

De maneira simplificada podemos dizer que tampões são sistemas aquosos formados por ácidos ou bases fracas e seu respectivo par conjugado, que tendem a resistir a mudança de pH quando ácidos ou bases são a ele adicionados. Os aditivos tamponantes devem ter alta solubilidade, e no caso específico de ruminantes, devem tamponar o pH próximo aos valores ótimos para a saúde e atividade celulolítica da microbiota ruminal. Tampões como bicarbonato de sódio são utilizados na dosagem de 1% da matéria seca total ou 1,5% em relação ao concentrado. Previnem a queda acentuada do pH, mas não aumentam o valor acima de um determinado patamar se utilizado em demasia, diferentemente de outros produtos alcalinizantes como óxido de magnésio, que pode elevar drasticamente o pH, sendo por isso utilizado com maior cautela, frequentemente associado ao bicarbonato de sódio na proporção de 1/3 da dose de bicarbonato. O carbonato de cálcio, embora citado como tamponante não exerce boa atividade como tamponante ruminal visto ter baixa efetividade em pH superior a 5,5 e ter baixa solubilidade. Algas calcárias são formadas em sua quase totalidade carbonato de cálcio e magnésio, porém oferecem a vantagem de fornecer fonte orgânica de cálcio, magnésio e outros elementos traços, que possuem maior biodisponibilidade nutricional.

O uso de tamponantes tem efeito positivo sobre a produção e aumento no teor de gordura do leite. A acidose ruminal reduz a digestibilidade da fibra, reduzindo o fluxo de acetato (AGV) para os tecidos. Aproximadamente metade da gordura presente no leite vem diretamente dos quilomicrons sintetizados no fígado. O restante é sintetizado nas células da glândula mamaria que utiliza o acetato com maior eficiência que os outros AGV absorvidos. Assim a manutenção do pH acima de 6,2 eleva a proporção de acetato em relação aos outros AGV no rúmen (Tabela 2), melhorando o aporte desse nutriente para a glândula mamária que resulta na produção de leite com maior teor de gordura. O bicarbonato de sódio também provoca um efeito de diluição no rúmen promovendo uma maior taxa de passagem no orifício retículo-omasal e consequente aumento na ingestão de matéria-seca, fator este relacionado com o aumento de produção de leite.

O uso de aditivos na nutrição de ruminantes é ferramenta complementar a um bom sistema produtivo, onde não haja deficiências nutricionais. Tamponantes ruminais, ionóforos, antibióticos não ionóforos e leveduras são os aditivos mais utilizados. Visto a grande variabilidade nos resultados entre animais produzidos a pasto e confinados, deve-se sempre fazer uma avaliação do custo e benefício de cada aplicação para tomada de decisão. Porém é certo afirmar que eles podem potencializar os ganhos de eficiência alimentar, mas não eliminam prejuízos oriundos de nutrição e manejos deficientes.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2021 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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