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Os passos de uma Suinocultura mais Sustentável

A busca por melhores práticas no segmento vem ganhando força e o foco passa a ser na prevenção das doenças e não apenas na cura

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Foto: Assessoria

O conceito ESG (abreviação em inglês de Ambiental, Social e Governança) refere-se às boas práticas intimamente ligadas ao desenvolvimento sustentável e preservação dos recursos naturais do planeta. Primeiramente focadas em empresas, tais práticas têm ganhado cada vez mais espaço no campo e vêm engajando todos os elos de produção do agronegócio brasileiro.

Na suinocultura é possível observar movimentos globais que tracionam as práticas ESG para dentro das granjas, inclusive considerando uma administração mais eficaz dos recursos financeiros e de pessoal.

Eventos significativos, como a proibição do uso de óxido de zinco pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) na produção de proteína animal dos países da União Europeia a partir do segundo semestre de 2022, e a demanda da sociedade por uma menor utilização de antibióticos como um todo na pecuária, promovem uma movimentação global em busca de alternativas mais sustentáveis, com menos impactos ambientais e melhores efeitos sociais, incluindo o bem-estar animal.

Com um papel importante no controle dos quadros de diarreia por Colibacilose Pós-desmame (CPD), o óxido de zinco é um composto inorgânico utilizado na suinocultura desde o início da década de 90. Embora seus benefícios sejam amplamente reconhecidos, há relatos de aumento de resistência de microrganismos expostos por longos períodos ao óxido de zinco, e relatos de contaminação do solo. Considerado um metal pesado e potencialmente tóxico para os animais, sua absorção é limitada e quando administrado em excesso é eliminado nas fezes dos suínos, frequentemente utilizada como fertilizante orgânico. O uso contínuo aumenta gradualmente a concentração de zinco no solo, e o escoamento e erosão provocados pelas chuvas levam à contaminação de lençóis freáticos e leitos de rios e lagos.

Análises de risco-benefício sobre a utilização de óxido de zinco concluíram que os benefícios não superam os riscos ambientais, sendo base para sua proibição de uso as doses além das necessidades fisiológicas da suplementação do mineral pelos suínos, algo em torno de 150 ppm, bem abaixo das 2500 ppm comumente utilizadas.

Já a questão da redução do uso de antibióticos na produção de proteína de origem animal é bem conhecida dos pecuaristas, e tem ganhado força e maior relevância especialmente quando a demanda de consumo apresenta um aumento significante. A apreensão de que o uso excessivo de determinados antibióticos promova maior resistência bacteriana é o ponto principal da discussão, já que muitas moléculas farmacológicas são semelhantes na medicina humana e na veterinária.

Segundo a Associação Médica Americana (AMA), a resistência antimicrobiana é uma das principais ameaças à saúde pública. Isso porque ao desenvolver resistência á um determinado antibiótico, as bactérias passam essa característica para outras bactérias, gerando uma população mais difícil de combater. Algumas bactérias isoladas em granjas de suínos apresentam genes que promovem resistência contra antibióticos β-lactâmicos, de grande importância na medicina humana e veterinária, o que intensifica ainda mais o alerta sobre o tema.

Tanto o óxido de Zinco como os antimicrobianos são mais utilizados na fase de creche dos leitões, quando seu sistema imunológico ainda é frágil e as mudanças ambientais promovem estresse. O desmame, a mistura de lotes e o consumo apenas de ração sólida são os principais fatores estressantes que comprometem o sistema imunológico dos leitões e seu equilíbrio intestinal, facilitando a proliferação de bactérias patológicas e desencadeando processos diarreicos que comprometem o desempenho do animal e da granja.

Embora fatores estressantes sejam difíceis de eliminar, é necessário identificar e diminuir tais momentos na vida produtiva dos suínos, e diante destas restrições de antimicrobianos no geral, o produtor necessita de alternativas viáveis para que a sua produção esteja de acordo com as exigências do mercado internacional, posto que 24,04% da produção de proteína suína do Brasil é exportada, entregue um produto de qualidade para o consumidor e ainda promova o lucro na granja.

A adoção de novas tecnologias como aliadas na melhora dos processos produtivos acontece dentro e fora das granjas quando o foco é saúde e bem-estar animal e a Ceva Saúde Animal está sempre um passo à frente quando o assunto envolve as demandas ESG. Atenta às transformações da sociedade e indo muito além da saúde animal, a Ceva inova e caminha ao lado do pecuarista na transformação da suinocultura, inserindo no mercado brasileiro soluções que facilitam o dia a dia das granjas.

“Estamos alinhados com as demandas da sociedade e do pecuarista. O nosso centro de Pesquisa & Desenvolvimento busca sempre soluções com alta eficiência e que facilitem os processos nas granjas, reduzindo as falhas ou desperdícios” explica Marcio Dahmer, Gerente de Linha Suínos da Ceva. “Nós sabemos que a manutenção da saúde e bem-estar dos animais traz mais eficiência produtiva para as granjas, e neste momento a atenção precisa estar na prevenção das doenças e não apenas a cura delas. Começamos esse movimento no ano passado trazendo o Forceris® para o Brasil, que é extremamente eficaz na prevenção da anemia ferropriva dos leitões e da diarreia causada pela coccidiose, e reduz consideravelmente o tempo de manipulação dos leitões, fator diretamente relacionado ao estresse” conta.

Com seu DNA inovador e na busca incessante por soluções mais sustentáveis, a Ceva alinha modernidade às melhores práticas na produção de proteína animal através do desenvolvimento de vacinas e medicações com tecnologia de ponta, e entrega para o produtor produtos e serviços que atendem com maestria suas necessidades e expectativas. Bom para o suíno, bom para o ambiente e bom para o produtor!

Fonte: Assessoria

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Supra Sementes lança o FORTISILO, programa para impulsionar o desempenho da silagem do plantio à nutrição animal

Iniciativa combina genética, assistência técnica especializada e transferência de conhecimento para maximizar a eficiência da silagem e a rentabilidade das propriedades rurais

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A Supra Sementes apresenta ao mercado o FORTISILO, um programa desenvolvido para apoiar produtores de leite e pecuaristas de corte na busca por mais eficiência, qualidade e resultados na produção de silagem. A iniciativa une capacitação técnica, acompanhamento especializado e boas práticas de manejo para transformar a silagem em uma ferramenta estratégica de produtividade dentro das fazendas.

Por meio de eventos de campo, treinamentos, palestras, visitas técnicas e suporte contínuo, o FORTISILO foi estruturado para auxiliar os produtores a reduzirem perdas, aumentar a qualidade nutricional da forragem e potencializar o desempenho dos rebanhos, contribuindo diretamente para a rentabilidade da atividade pecuária.

“A silagem é um dos pilares da alimentação animal e tem impacto direto nos resultados da propriedade. No entanto, ainda observamos oportunidades importantes de melhoria em diversas etapas do processo. O FORTISILO nasce para levar produtos, conhecimento, tecnologia e orientação prática ao produtor, ajudando a transformar potencial produtivo em resultado”, destaca Maicon Paloschi, líder de silagem da Supra Sementes.

O FortiSilo, com uso de tecnologia, foi estruturado para levar orientação prática aos produtores sobre as principais etapas da produção de silagem. A proposta abrange o planejamento da lavoura, a colheita, o armazenamento e o fornecimento ao rebanho. Segundo a empresa, o programa tem por objetivo aproximar conhecimento técnico e a última tecnologia da rotina das propriedades rurais.

Mais do que um programa técnico, o FORTISILO representa o compromisso da Supra Sementes em estar presente no dia a dia do produtor, oferecendo soluções que vão além da genética. “Estamos levando ao campo uma proposta completa de geração de valor. O FORTISILO combina conhecimento técnico, acompanhamento especializado e genética de alta performance para ajudar os produtores a extrair o máximo potencial de seus sistemas de produção”, afirma Paloschi.

Nesta primeira fase, o programa será implementado nas principais regiões produtoras de leite e carne do Brasil, com foco inicial nas regiões Sul e Sudeste, onde a silagem desempenha papel fundamental na estratégia nutricional dos rebanhos. A expansão ocorrerá de forma gradual, acompanhando a demanda dos produtores e o avanço das ações regionais.
Para garantir proximidade e eficiência no atendimento, a Supra Sementes contará com uma equipe técnica distribuída em regiões estratégicas, oferecendo recomendações alinhadas às características locais de clima, sistema produtivo, nível tecnológico e perfil das propriedades.

O FORTISILO atende produtores de diferentes portes que buscam elevar a eficiência da produção, reduzir desperdícios e produzir alimento de maior qualidade para seus rebanhos. “Em um cenário de custos elevados e maior impacto dos eventos climáticos, produzir mais e melhor deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade. O FORTISILO foi criado para ajudar os produtores a enfrentarem esse desafio com mais tecnologia, conhecimento e segurança”, reforça Paloschi.

As informações sobre eventos, treinamentos e demais atividades serão divulgadas pelos representantes comerciais da Supra Sementes nos canais oficiais da empresa e parceiros regionais. Os produtores interessados poderão acompanhar o calendário de ações ao longo da implantação do programa e podem inscrever-se para o acompanhamento técnico sem custo.

Com o lançamento do FORTISiLO, a Supra Sementes amplia sua atuação junto às propriedades rurais por meio de ações de suporte técnico relacionadas à produção de volumosos, além do fornecimento de genética para milho e sorgo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Time de ruminantes da AB Vista ganha reforço com chegada de Domenico Arruda

Profissional terá foco em fabricas de ração e premixeiras

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Domenico Arruda - Divulgação

A AB Vista, empresa global especializada em nutrição animal e dedicada a apoiar a indústria de proteína animal na produção de alimentos de forma mais eficiente, sustentável e rentável, anuncia a chegada de Domenico Arruda para reforçar sua equipe de Ruminantes na América do Sul.

O profissional passa a integrar o time a partir de julho, assumindo a função de Coordenador Técnico-Comercial, com foco no atendimento a fábricas de ração e premixeiras.

Zootecnista e mestre em Zootecnia, com especialização na área de conservação de forragens pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Domenico acumula mais de 20 anos de experiência no mercado de nutrição animal. Ao longo de sua trajetória, atuou em importantes empresas do setor e em multinacionais de aditivos para alimentação animal, desenvolvendo sólido conhecimento técnico e comercial.

Na AB Vista, seu principal desafio será fortalecer o relacionamento com clientes estratégicos, apoiar o desenvolvimento dos aditivos nutricionais e ampliar a presença da empresa nos segmentos de ruminantes, contribuindo para a geração de resultados sustentáveis para a cadeia produtiva.

“A chegada do Domenico representa um importante passo na estratégia de crescimento da AB Vista para o mercado de ruminantes. Sua experiência técnica, aliada ao profundo conhecimento do setor e à proximidade com os clientes, fortalece nossa capacidade de entregar soluções inovadoras e gerar ainda mais valor para nossos parceiros. Estamos muito felizes em tê-lo conosco e confiantes de que sua contribuição será fundamental para o crescimento do nosso negócio no Brasil”, revela Nelson Ferreira Jr, Gerente de Negócios Ruminantes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Vetanco reúne equipe nacional de avicultura em encontro estratégico em Campinas

Reunião anual promoveu o alinhamento entre áreas-chave do negócio e reforçou o planejamento para o segundo semestre.

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Foto: Divulgação

A Vetanco – laboratório internacional de referência em saúde animal – reuniu todo o seu time de avicultura para um encontro nacional e anual, semana passada, em Campinas (SP). Mais de 20 profissionais da Vetanco se encontraram para alinhar estratégias, compartilhar resultados e planejar os próximos passos do negócio.

Representantes das áreas comercial, técnica, biológicos, contas-chave e marketing estiveram envolvidos em uma programação voltada à avaliação do primeiro semestre e à construção das prioridades para os próximos meses.

“O principal objetivo desse encontro foi promover o alinhamento entre todas as áreas envolvidas. Quando todas as equipes caminham na mesma direção, conseguimos oferecer um suporte ainda mais completo aos nossos parceiros”, destaca o gerente comercial Aves Sul da Vetanco, Humberto Schiffer Cury.

“Foi uma reunião muito intensa, em que discutimos resultados, estratégias e os desafios para o restante do ano. Ainda tivemos momentos importantes de integração entre as equipes, o que tornou esse encontro um dos melhores que já realizamos na avicultura da Vetanco”, complementa o gerente comercial Aves Norte, Bruno Milagres.

Fonte: Assessoria Vetanco 
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