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Oligo Basics lança aditivo INTEGRITY

A nova tecnologia atua especificamente no auxílio do controle de bactérias GRAM NEGATIVAS nos animais, buscando sanar os desafios do controle de Salmonela, Coli e dentre outros.

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A Oligo Basics apresenta ao mercado brasileiro seu novo desenvolvimento, o aditivo de nome comercial INTEGRITY. Trata-se de uma tecnologia inédita e específica que irá ser um aliado em especial de técnicos e empresas do setor suinícola e avícola.

A nova tecnologia atua especificamente no auxílio do controle de bactérias GRAM NEGATIVAS nos animais, buscando sanar os desafios do controle de Salmonela, Coli e dentre outros.

A tecnologia INTEGRITY vem para somar com os benefícios do ESSENTIAL em nossos clientes, especialmente em protocolos alimentares de aves e suínos que buscam a excelência e segurança na produção animal. O aditivo pode ser utilizado de forma isolada ou em casos necessários ser utilizado associado ao ESSENTIAL, devido à atuação específica de cada aditivo.

Com o crescimento mundial da Oligo Basics, temos a certeza de que o INTEGRITY irá somar forças com os demais produtos funcionais da empresa e irá seguir levando o nome do Brasil como um país de desenvolvimento de novas tecnologias.

 

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Pescado brasileiro busca espaço no mercado muçulmano

Produtores do Brasil, especialmente do Paraná, começam a visualizar as oportunidades de negócios com produtos halal

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Divulgação - Piscicultura Caxias

Atividade milenar, nascida para subsistência, a piscicultura tem galgado seu caminho rumo à profissionalização para se tornar um mercado tão atrativo comercialmente como outras proteínas animais, como a bovina e a de frango. E, assim como as demais, a piscicultura brasileira visualiza ultrapassar fronteiras rumo a novos mercados, como os países muçulmanos, um dos mais expressivos e potencialmente atraente aos olhos dos produtores brasileiros.

Esse avanço da piscicultura brasileira é comprovado pelos números. Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), hoje são mais de um milhão de produtores no país, são gerados cerca de um milhão de empregos diretos e outros dois milhões indiretos e, em 2021, a atividade movimentou R$ 8 bilhões.

Ainda segundo a PeixeBR, dentre as espécies, a tilápia é a mais cultivada no Brasil. No ano passado, foram produzidas 534.005 toneladas, o que representou um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior, colocando a tilápia como responsável por 63,5% da produção nacional de peixes de cultivo. A região Sul é a que se destaca na produção da tilápia, que representa 86% de todos os peixes de cultivo da região.

E na classificação dos produtores de tilápia por estado, o Paraná lidera a produção nacional, com 182 mil toneladas em 2021; São Paulo é o segundo, com produção de 76.140 toneladas; Minas Gerais ocupa a terceira posição, com 47 mil toneladas.

Exportações

Dados da PeixeBR apontam que as exportações da psicultura brasileira totalizaram U$S 20,7 milhões em 2021, um aumento de 78% quando comparado a 2020. A tilápia é a espécie mais exportada, com US$ 18,2 milhões em 2021, o que representa 88% do total. A tilápia também apresentou importante crescimento de 77%, em 2021. Em toneladas, o crescimento foi de 49% de 2021 comparado a 2020. Entre as categorias exportadas, os peixes inteiros congelados apresentaram os maiores volumes, com alta de 390% no comparativo com 2020. Os filés frescos ou refrigerados foram a segunda categoria mais exportada, aumento de 3%. E os filés congelados aumentaram 573% nas exportações.

Produtores do Paraná se preparam para atender mercado halal

O estado líder na produção de tilápia brasileira agora quer levar seus produtos ainda mais longe. Cinco produtores integrantes da Associação dos Produtores dos Lagos do Iguaçu, localizada em Nova Prata do Iguaçu (PR), estão nos trâmites finais para estarem aptos a comercializar com os países muçulmanos.

O fundador da Associação e hoje vice-presidente, Jean Carlo Kuligowski, explica que a união dos produtores, que aconteceu em 2013, até então atendia apenas o mercado interno, mas os planos começaram a ir mais longe. “Começamos a pensar em exportar e vimos que o mercado halal tem bastante potencial para os peixes brasileiros”, explica Jean.

O gerente de produção e projetos da Piscicultura Caxias, Alexandre Marcelo Baumann, explica que, para que esta ideia se solidificasse, um dos integrantes da associação esteve presente da Gulfood 2022, maior evento anual de fornecimento de alimentos e bebidas do mundo, realizada no mês de fevereiro, em Dubai.

“Foi aí que começamos a perceber que o pescado será a próxima proteína em potencial para exportação aos países muçulmanos e isso nos estimulou a buscar a certificação halal”, pontua Alexandre.

Porém, os produtores paranaenses querem elevar o patamar de qualidade e segurança dos peixes brasileiros que irão para outros mercados. Além da certificação halal, que está em processo final pela CDIAL Halal dos cinco produtores e de duas plantas frigoríficas (localizadas nos estados do Paraná e Santa Catarina), a associação está em processo de finalização também da certificação junto ao órgão de defesa sanitária estadual para aprimoramento e realização de adequação de todas as práticas sanitárias que garantem rastreabilidade, controle e manejo de todo o processo produtivo.

“Este é um protocolo sanitário pioneiro na piscicultura do País, que fizemos questão de requisitar para elevarmos o grau de atendimento das boas práticas e, juntamente com o selo halal, garantir segurança da propriedade até o processamento nas plantas frigoríficas para atender a todas as exigências do mercado muçulmano”, completa Alexandre.

O presidente da Associação e proprietário da Alpha Fish, Gilson Tedesco, depois de uma longa experiência profissional na área de tecnologia, decidiu, no ano passado, iniciar as atividades da empresa na área de produção de tilápias em tanques-rede no município de São Jorge, localizada a 150 quilômetros de Cascavel. “Um dos grandes desafios da piscicultura brasileira é que muitos produtores ainda caminham para um processo de profissionalização. E eu fiz diferente: eu já comecei com uma empresa e me preocupo com a gestão do negócio, tanto com a seleção dos profissionais para atuarem na empresa, como na busca de novas tecnologias e melhoramento genético que possam, além de melhorar a qualidade, baratear os custos de produção e o valor do produto para o Brasil e para o mundo”, explica Tedesco.

E já visualiza as oportunidades no mercado halal. “Um fornecedor esteve na Gulfood e nos passou as grandes possibilidades daquele mercado, por isso estamos caminhando nesse processo de certificação para que nosso produto atenda a este mercado”.

“O Brasil tem potencial e oportunidade para abastecer o mercado muçulmano, que está ávido por nossos peixes, como a Jordânia, por exemplo, que demonstrou interesse por todas as espécies de peixes brasileiros. E este é um mercado gigantesco: são mais de 200 milhões de pessoas que residem nos 22 países que compõem a Liga Árabe. Temos quem quer vender e aqueles que querem comprar, então temos um enorme potencial e a certificação halal é o caminho para quem deseja ingressar neste mercado”, explica diretor de Operações da CDIAL Halal, Ahmad Saifi.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Avicultura

Cobb-Vantress premia Jaguafrangos por melhor desempenho em SC

Empresa atinge melhor eclosão do Estado com índice de 85,18%

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A Jaguafrangos recebeu o Prêmio de Melhores Lotes Regionais, realizado pela Cobb-Vantress, na categoria de Melhor Índice de Eclosão do Estado de Santa Catarina em 2020, atingindo um índice de eclosão de 85,18%, anunciou o médico veterinário e gerente Técnico da Cobb-Vantress nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Eduardo Loewen. Ele destaca que o indicador de melhor eclosão exige um bom trabalho de manejo não só na granja, como também no incubatório. “Atingir bons indicadores de eclosão envolve um somatório de processos. Então, podemos dizer que a Jaguafrangos tem um bom manejo de macho na granja e bons processos de incubação”, afirmou.

Para o especialista, a equipe da Jaguá Frangos é realmente voltada para a constante busca de resultados. “Eles estão sempre atrás de conhecimento, de novidades em relação ao manejo e a tecnologia. E isso eles vêm buscar com a genética. Uma característica que fez a Jaguafrangos atingir bom um índice de melhor lote do Estado é que eles fazem o básico muito bem-feito, o que significa realmente manejar o galo, seguir as seleções que a Cobb preconiza nas idades corretas, seguir tudo que vem sendo orientado para eles, assim como nos processos de incubatório”, encerrou.

Fonte: Assessoria
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Ascogen 2.0®: A evolução da fonte de nucleotídeos livres e purificados para dietas de animais.

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Amplamente utilizado pela indústria de alimentos na linha humana, especialmente em produtos destinados a nutrição de recém-nascidos, os nucleotídeos atuam como precursores dos ácidos desoxirribonucleicos (DNA – responsáveis pelas informações genéticas) e ácidos ribonucleicos (RNA – responsável pela síntese de proteínas), reguladores de processos fisiológicos, fonte de energia e na maturação e manutenção do sistema imune e intestinal.

Na nutrição animal, o interesse dos nutricionistas por fontes exógenas de nucleotídeos vem ganhando destaque, em virtude da maior necessidade do uso de aditivos imunoestimulantes em dietas nas quais o objetivo é reduzir o uso de antibióticos e/ou servir como eventual substituto do plasma.

Mas afinal, o que são nucleotídeos? Nucleotídeos são moléculas compostas por uma base nitrogenada (Purina: adenina e guanina – Pirimidina: citosina, uracila e timina), uma pentose (açúcar de 5 carbonos) e um ou mais grupos fosfatos (grupo derivado do ácido fosfórico). Quando há unidades repetidas de nucleotídeos interligadas, temos a formação dos ácidos nucleicos (DNA e o RNA). Se, porventura o grupo fosfato é ausente, o composto é conhecido como nucleosídeo.

Nutricionalmente, não são considerados nutrientes essenciais, pois podem ser sintetizados na via de novo pelo organismo utilizando aminoácidos (AA’s) como precursores ou por via de salvamento a partir da degradação de AA’s e nucleotídeos da dieta. LERNER & SHAMIR (2000), destacam a necessidade de um aporte extra de nucleotídeos em situações de rápido crescimento, estado de doença, consumo limitado de nutrientes ou distúrbios endógenos.

A suplementação extra de nucleotídeos dietéticos é responsável pelo incremento de bases e nucleosídeos, as quais podem ser utilizados imediatamente na síntese de novos nucleotídeos através da via de salvamento. Essa via é de suma importância para os tecidos e órgãos cuja síntese de nucleotídeos é deficiente, mas que apresentam uma rápida divisão mitótica, como cérebro, eritrócitos, medula óssea, mucosa intestinal e linfócitos (UAUY, 1994

Neste sentido, a NutriQuest Brasil traz ao mercado a evolução do Ascogen. O Ascogen 2.0 foi desenvolvido para atender a demanda de um mercado contemporâneo, onde a busca pela sustentabilidade dos processos produtivos é embasada por uma nutrição econômica, precisa e de fácil aplicação pelo produtor.

A maior concentração de nucleotídeos livres, purificados e prontamente disponíveis para os animais no Ascogen 2.0, aliada a manutenção da relação entre purina e pirimidina, permite a substituição parcial do plasma.

Trabalhos científicos e validações de campo comprovam que o Ascogen 2.0 pode substituir em até 50% a inclusão de plasma em dietas de suínos em fase de creche, sem comprometer o desempenho zootécnico e, promovendo, ainda, uma redução significativa nos custos das dietas.

Leonardo Silva, Gerente Técnico da NutriQuest Brasil

Fonte: Ass. de Imprensa
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