Conectado com

Empresas Peste Suína Africana:

O papel da imunidade e do fortalecimento do sistema imune auxiliando na prevenção à doença

Verônica Lisboa, especialista da Yes, fala sobre os perigos da doença para os plantéis brasileiros e como a imunomodulação pode ajudar na prevenção contra a enfermidade

Publicado em

em

Verônica Lisboa, Coordenadora Técnica de Pesquisas da Yes.- Foto: Divulgação

A Organização Internacional de Saúde Animal recebeu em julho uma notificação de um caso de Peste Suína Africana (PSA), na República Dominicana, país da América Central. O Brasil é considerado livre da doença desde 1984, mas a notícia preocupa a suinocultura brasileira e acende o sinal de alerta.

Isso porque a PSA não gera risco a humanos, mas é altamente mortal para os suínos, é uma doença altamente contagiosa que não tem cura nem tratamento. Em 2018, um surto da febre suína africana na China dizimou metade do rebanho de suínos do país, o maior do mundo, desequilibrando o mercado global de carnes. A China ainda procura refazer seu plantel. Desde o início de 2021, um total de 11 surtos de PSA foram oficialmente reportados na China, envolvendo oito províncias com 2.216 animais sacrificados.

“O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), vem agindo de uma forma muito rápida, divulgando medidas assertivas a respeito das fiscalizações em portos, aeroportos, restrição em relação a entrada de visitantes em granjas e o tratamento térmico adequado de resíduos alimentares oriundos de aeronaves e navios vindos do exterior”, pontua Verônica Lisboa, Coordenadora Técnica e de Pesquisas da Yesssinergy. “Ainda, é importante que os suinocultores e as agroindústrias intensifiquem os procedimentos de biossegurança em toda a cadeia produtiva”.

 

Uma enfermidade com altas taxas de mortalidade

Uma vez contaminado, o suíno apresenta alguns sinais clínicos facilmente observados: como febre (acima de 42 graus), diarreia com presença de sangue, edema nas articulações, necrose na pele, hemorragia, vermelhidão na ponta de orelha, na cauda, no abdômen, em membros distais, vômitos e abortos. “Muitas vezes entre 24 e 48 horas antes do óbito esses animais apresentam falta de coordenação motora muito grande, inapetência e apatia”, pontua.

Outro fator a ser considerado entre as medidas preventivas e que pode ajudar a manter o plantel suíno fortalecido é a manutenção do sistema de defesa dos animais fortalecido, ou seja, preparado para responder aos mais variados desafios encontrados pela produção animal, incluindo, as enfermidades virais.

Em recente publicação, Franzoni et al, 2021, pontuam que dada a relevância da infecção por PSA, a compreensão mais aprofundada sobre as respostas imunológicas dos suínos frente ao vírus deve ser mais bem compreendida e abordada.

Para entender a importância do sistema de defesa frente à PSA, devemos entender como o com sistema imune dos suínos reage ao vírus:

 

O sistema de defesa dos suínos & a PSA

O vírus da PSA infecta predominantemente monócitos e macrófagos (Sánchez et al., 2012) os quais são células que desempenham um papel crítico no sistema imunológico, uma vez que podem iniciar a resposta imunológica pela secreção de interleucinas e executar a eliminação de patógenos por meio de fagocitose (Reis et al 2017).

Após a infecção, o vírus induz apoptose (morte celular) de linfócitos infectados, ou não, (Ibanez et al, 1996), desencadeando um quadro de linfopenia, também marcante na patogênia da PSA.

Figura 1

Diversas pesquisas científicas (Teijaro et al, 2017; Basler et al, 2017; Zhu et al, 2019; Wang et al, 2020), reportam a patogênese do vírus ligada à elevada produção de interleucinas pró-inflamatórias, produzidas pelos monócitos e macrófagos infectados constituindo o evento chamado “tempestade de citocinas”, sendo este considerado por pesquisadores, como sendo o cerne da doença e a causa inicial   da elevada mortalidade.

A tempestade de citocinas pode ser definida como uma reação fisiológica em que o sistema imunitário inato provoca uma liberação descontrolada e excessiva de citocinas pró-inflamatórias (Fig 1).

Na PSA, monócitos e macrófagos são os principais responsáveis pela tempestade de interleucinas (Fig 2).

Figura 2

Em recente estudo realizado por Zhu et al, 2019, ao analisarem as interleucinas produzidas por macrófagos suínos (ex vivo) infectados pela PSA, os autores observaram que as citocinas da família TNF podem desempenhar papel importante na patologia da doença, ao relatarem a observação da expressão significativamente alta de sete citocinas pró-inflamatórias TNF (FASLG, LTA, LTB, TNFSF4, TNFSF10, TNFSF13B e TNFSF18), horas após a infecção.

É importante ressaltar que estas citocinas não induzem apenas a morte celular/apoptose, mas também causam inflamação do tecido (Croft et al, 2017), bem como, as interleucinas FASLG e TNFSF10 podem desencadear apoptose em células CD4+ e CD8+ (Roe et al, 2004), o que poderia explicar a linfopenia durante a infecção por PSA. Além disso, foi observada a Up-regulation da interleucina pró-inflamatória IL17A após apenas 09 horas de infecção.

Em contrapartida, os autores relataram a queda na produção das interleucinas anti-inflamatórias IL10 e IL10RA e postularam que o vírus da PSA expressa várias proteínas que inibem as vias de sinalização para a produção destas interleucinas.

A regulação negativa da expressão dos marcadores anti-inflamatórios coincidiu com o aumento significativo dos genes virais.

Estudos recentes postularam que a IL-10 pode desempenhar função fundamental na estratégia de combate a PSA (Sánchez-Cordón, 2020). Ensaios anteriores de vacinas experimentais também sugeriram que a IL-10 pode ajudar a controlar as primeiras etapas da replicação viral e mitigar os custos prejudiciais de uma resposta inflamatória intensificada, a qual caracteriza infecções agudas por PSA (Sánchez-Cordón, 2018).

Wang et al, 2021 avaliaram os parâmetros de imunidade de suínos infectados com a PSA. De acordo com os autores, os animais desenvolveram sintomas clínicos graves três dias após a inoculação do vírus e morreram de 7 a 8 após.

A análise do soro revelou uma tendência de elevação robusta e sustentada das interleucinas pró-inflamatórias: TNF-a, IFN-a, IL-1b, IL-6, IL-8, IL-12 e IL-18. O aumento na IL-10 foi observado somente na fase terminal da infecção. Este padrão de secreção corresponde a já citada tempestade típica de citocinas, caracterizada pelo início desregulado da secreção de IL’s pró-inflamatórias e resposta anti-inflamatória desequilibrada.

 

O papel da Células CD8+

As células T citotóxicas desempenham um papel importante na proteção contra antígenos intracelulares (Franzoni et al, 2021) e, especialmente as células TCD8α+, atuam de forma importante na imunidade protetora contra PSA (Oura et al., 2005).

Após a exposição à uma cepa de PSA de baixa virulência os suínos tiveram sua taxa de linfócitos CD8α+ drasticamente diminuídas. Em desafio subsequente com cepa homóloga, mas virulenta, revelou que os animais esgotados que tiveram a queda nos linfócitos CD8α+   sofreram de PSA aguda grave e morreram, enquanto os animais que possuíam valores normais de CD8α+ apresentaram apenas sintomas clínicos leves e sobreviveram (Montoya et al, 2021).

Uma referência inicial a células efetoras TCD8+ específicas para PSA é relatada por Norley e Wardley (1984): os autores infectaram suínos com um isolado virulento de Uganda e examinaram o sangue periférico de células mononucleares (PBMCs) desses animais.  As células efetoras foram capazes de atacar especificamente as células infectadas com PSA. Uma vez que PBMCs não separados foram usados, assumiu-se que as células CD8+ foram envolvidos na citotoxicidade.

 

Uso de imunomoduladores na produção animal

Segundo Blecha, F. (2001), o objetivo da imunomodulação em animais de produção é equilibrar a resposta imune em benefício do animal e da eficiência da produção. Os imunomoduladores são substâncias que agem sobre este mecanismo.

Embora o tratamento e a prevenção de doenças infecciosas sejam as razões mais comuns para o uso de imunomoduladores, outras condições, como melhora da imunossupressão induzida por estresse, maturação da resposta imune em desenvolvimento do recém-nascido e estratégias para reduzir o custo metabólico de desencadear uma resposta imune também são bem adequados para o seu uso.

A descoberta contínua de novos reguladores imunológicos e o aumento da compreensão da imunidade em animais de produção garantirão novas oportunidades para o uso destes aditivos (Dhama et al, 2015).

 

O GLUCANGOLD

A Yessinergy apresenta em seu portfólio um potente imunomodulador: O GLUCANGOLD. Fonte de 1,3 e 1,6 β-glucanos purificados e concentrados, oriundos da da parede celular de leveduras Saccharomyces cerevisiae, o GLUCANGOLD é um aditivo natural com comprovadas propriedades IMUNOMODULATÓRIAS.

Pesquisas científicas atestam o efeito IMUNOMODULADOR do GLUCANGOLD

Em pesquisa realizada na USP, Ribeirão Preto, Brasil, com o objetivo de avaliar a resposta imunológica de macrófagos induzida por LPS, o GLUCANGOLD apresentou efeito imunomodulatório ao elevar a produção da IL-10 e diminuir a produção das interleucinas pró-inflamatórias em situação anterior ao desafio, ou seja, sem desencadear uma resposta imune exacerbada e preparando os animais para responder a possíveis desafios, de forma mais efetiva.

Quando avaliado em situação de desafio já instalado, o GLUCANGOLD aumentou a IL-6 , o que é necessário em situações de enfermidades, visando sinalizar ao organismo a necessidade de recrutamento de células imune para que se inicie o processo de defesa contra o agente invasor, porém, não alterou a produção de TNF-α o que evita uma resposta inflamatória exacerbada e desequilibrada, e, mais importante, induziu um aumento de IL-10, importante para controlar a resposta inflamatória.

Em estudo realizado na Universidade Austral do Chile, a fim de avaliar os efeitos na expressão de marcadores imunes em células shk-1 de salmão Salar o GLUCANGOLD proporcionou resposta equilibrada dos marcadores pró e anti-inflamatórios, destacando-se, mais uma vez, o aumento na produção da IL-10.

Em pesquisa realizada na Universidade Federal de Grande Dourados, Faculdade de Ciências da Saúde, com o objetivo de avaliar o efeito do GLUCANGOLD como imunomoduladora frente a baixo desafio com Salmonella entérica em cobaias. Nesta pesquisa o modelo preditivo para suínos foi adotado.

Mais uma vez, o efeito imunomodulador do GLUCANGOLD foi comprovado, ao ser observada a diminuição da interleucinas TNF – α e aumento na expressão da interleucina IL-10, além do controle da Salmonella.

Na UNESP, campus Dracena, São Paulo, Brasil, o GLUCANGOLD foi adicionado à dieta de poedeiras com o intuito de verificar o seu efeito sobre parâmetros imune dos animais. As aves que receberam o imunomodulador na dieta apresentaram monócitos e heterofilos com intensidade fagocítica significativamente maior, além de maior relação de células CD4+:CD8+, quando comparado ao grupo de animais que não receberam o aditivo na dieta.

O estudo da imunomodulação tem o potencial de produzir percepções fundamentais na regulação da inflamação e de como as células respondem à agressão (Barrado – Gil, 2021).

Deste modo, acredita-se que a introdução do GLUCANGOLD à dieta dos animais poderá proporcionar outro padrão de resposta de imunidade celular, reduzindo os efeitos da agressão, imunomodulando o sistema de defesa dos suínos e os tornando mais bem preparados aos principais desafios, incluindo os virais, como a PSA.

Ressalta-se que não existe vacina para a PSA, mas devido à alta virulência e contágio apresentados pela doença, todas as medidas que possam atuar no sentido de fortalecer os animais e prevenir a entrada do vírus nos rebanhos é de grande valia à cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria

Empresas Produção agropecuária

Sicoob reúne lideranças do cooperativismo para debater o futuro do agronegócio

17º Workshop Produtor Rural, promovido pelo Sicoob, reuniu especialistas e autoridades para discutir crédito rural, seguro, sustentabilidade e os desafios da Safra 2026/2027

Publicado em

em

Arquivo OP Rural

O Sicoob reafirmou o compromisso de disponibilizar R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 2026/2027 durante o 17º Workshop Produtor Rural, realizado nos dias 14 e 15 de julho, em Brasília. O encontro também celebrou os melhores resultados da história da instituição no agronegócio, com R$ 59,5 bilhões liberados em financiamentos ao produtor rural na safra 2025/2026 — maior volume já registrado pelo sistema — e uma carteira agro que alcançou R$ 95 bilhões.

O evento, que é um dos principais fóruns de discussão do cooperativismo financeiro voltado ao agronegócio, reuniu dirigentes de cooperativas, especialistas e representantes do governo federal. Ao longo de dois dias, os participantes debateram a evolução do seguro rural, os desafios regulatórios, a segurança jurídica, a sustentabilidade e as perspectivas do Plano Safra, além de compartilhar estratégias para ampliar a competitividade das cooperativas e fortalecer o atendimento aos produtores rurais.

“Esse encontro visa valorizar o produtor rural e celebrar nossos resultados. Mais do que reconhecer conquistas, este é um momento para fortalecer nossa atuação e reafirmar o compromisso permanente do Sicoob com o desenvolvimento do agronegócio”, destacou o presidente do Conselho de Administração do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Miguel Ferreira.

O executivo ressaltou ainda a dimensão da atuação do Sicoob no campo. Atualmente, a instituição reúne mais de 10 milhões de cooperados e, desses, mais de 600 mil são produtores rurais.

O presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância das políticas públicas para o financiamento da produção agropecuária e reconheceu o trabalho realizado pelas equipes técnicas responsáveis pela construção do Plano Safra. Segundo ele, preservar instrumentos públicos de apoio ao crédito rural é fundamental para garantir o desenvolvimento do setor.

O dirigente também fez uma reflexão sobre os desafios do cooperativismo diante do crescimento desse ecossistema. “O cooperativismo evoluiu, tornou-se mais sólido e profissional, e os números demonstram isso. Mas nosso diferencial é a nossa essência, de trabalhar com propósito, com o coração. Vamos fazer o melhor ano rural, com criatividade, focado nos resultados, mas sem esquecer nossa razão maior que é o cooperado”, disse. O dirigente ainda ressaltou que o tratamento tributário conferido às cooperativas pela Constituição Federal representa uma responsabilidade adicional para que o modelo continue gerando benefícios concretos aos cooperados e às comunidades.

Crescimento sustentável

O diretor de Desenvolvimento Comercial do Sicoob, Marcelo Carneiro, destacou que a carteira agro do Sicoob cresceu cerca de 70 vezes em 17 anos. O aumento da carteira agro, segundo ele, acompanha a evolução dos próprios cooperados. “A expansão do crédito e das soluções para o agronegócio somente é possível porque o sistema mantém o produtor rural no centro da estratégia de negócios. Quando o cooperado prospera, toda a comunidade cresce junto”.

Carneiro ressaltou que o próximo passo é ampliar a presença do Sicoob em toda a cadeia do agronegócio, oferecendo soluções cada vez mais completas para fortalecer a competitividade das cooperativas e dos cooperados.

Integração para fortalecer o crédito rural

Um dos destaques da programação foi o painel sobre o Plano Safra 2026/2027, que reuniu representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Banco Central.

O debate reforçou a importância da atuação integrada entre governo, instituições financeiras e cooperativas para garantir a continuidade das políticas públicas de financiamento, ampliar o acesso dos produtores ao crédito e assegurar a sustentabilidade do financiamento ao agronegócio.

Durante o encontro, representantes do governo destacaram o diálogo permanente com o cooperativismo na construção do Plano Safra e ressaltaram o papel das cooperativas financeiras na interiorização dos recursos e no fortalecimento da produção rural em todas as regiões do país.

Segurança jurídica, sustentabilidade e seguro rural

A programação também dedicou espaço aos temas considerados estratégicos para a expansão sustentável do crédito rural. Os participantes discutiram a evolução do mercado de seguro rural, os desafios regulatórios e a necessidade de modernização do ambiente de negócios para ampliar a proteção aos produtores e reduzir riscos das operações.A segurança jurídica e a sustentabilidade foram destacadas como pilares estratégicos para a expansão da carteira agro do Sicoob e para o cumprimento da meta de R$ 70 bilhões em crédito rural na Safra 2026/2027. Para Bruno Rodrigues, gerente Jurídico do Sicoob, a atuação integrada entre as áreas jurídica, comercial e de monitoramento fortalece a gestão de riscos, aumenta a eficiência operacional, amplia a capacidade de atendimento das cooperativas e contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.

Parceria estratégica

Outro destaque do workshop foi o fortalecimento da parceria entre o Sicoob e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que completa 27 anos. O gerente de Fomento e Relacionamento com Instituições Financeiras do banco, Cláudio Rabelo, destacou que o cooperativismo financeiro se consolidou como parceiro estratégico do BNDES na democratização do acesso ao crédito rural e no desenvolvimento regional. Atualmente, as cooperativas respondem por 31% do volume financeiro e 72% do número de operações realizadas pela instituição em todo o país. “Foi a aproximação com o cooperativismo que fez com que a gente pudesse melhorar nossos serviços e produtos”.Na última safra, o sistema liberou R$ 4,7 bilhões em operações do BNDES Rural, crescimento de 33% em relação ao ciclo anterior. Ao todo, foram realizadas cerca de 33 mil operações, que somaram mais de R$ 10 bilhões em aprovações.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas

Marcos Teo encerra ciclo profissional na Kemin após uma década de contribuições para a operação na América do Sul

Executivo liderou a área de monogástricos, acompanhou a expansão da operação regional e deixa o cargo após mais de dez anos na companhia.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Após uma trajetória marcada pelo desenvolvimento de equipes, fortalecimento dos negócios e atuação na Kemin na América do Sul, o diretor Comercial para a linha de Monogástricos, Marcos Teo, encerrou sua carreira executiva na companhia e iniciou seu processo de aposentadoria.

Com mais de uma década de atuação na Kemin, Teo deixa um legado de dedicação e de contribuição para o fortalecimento da operação. Durante sua atuação, a operação da América do Sul expandiu-se para mais de três vezes seu tamanho original. Paralelamente, a unidade de monogástricos, liderada por Teo, alcançou um crescimento de aproximadamente 2,5 vezes em faturamento, refletindo a expansão consistente da unidade.

Ao ingressar na empresa como gerente de Serviços Técnicos para Monogástricos na América do Sul, aceitou o desafio de retornar a uma posição de perfil técnico, mesmo após anos ocupando cargos executivos. Ao longo de sua trajetória, assumiu novas responsabilidades, tornando-se gerente Regional de Vendas em 2017, diretor Adjunto de Vendas em 2018 e, a partir de 2019, diretor Comercial da área.

Entre as principais iniciativas lideradas por Teo estão o fortalecimento técnico da equipe comercial, ampliando a capacidade consultiva junto aos clientes; a criação de novas frentes estratégicas de atuação, como o desenvolvimento do negócio de grãos; e a consolidação do relacionamento com importantes empresas do setor, contribuindo para a expansão do portfólio e para o fortalecimento da atuação da companhia.

“Tenho muito orgulho da trajetória construída ao longo desses anos na Kemin. Mais do que os resultados alcançados, levo comigo a satisfação de ter trabalhado ao lado de pessoas extraordinárias e de contribuir para o desenvolvimento de uma equipe preparada para os desafios do futuro. A empresa continuará sua história porque conta com profissionais altamente capacitados e comprometidos”, afirma Marcos Teo.

Para a Kemin, a trajetória do executivo representa um importante capítulo na consolidação da companhia na América do Sul.

“Marcos Teo deixa um legado que vai muito além dos resultados. Sua liderança foi determinante para o fortalecimento da operação na região, para o desenvolvimento de pessoas e para a construção de uma cultura voltada à inovação, proximidade com os clientes e crescimento sustentável. Agradecemos profundamente por sua dedicação ao longo dessa jornada e desejamos muito sucesso nesta nova etapa de sua vida”, destaca Rubens Castro, presidente da Kemin Agrifoods Latam.

A Kemin informa que o processo de sucessão para a posição está em andamento e que, em breve, anunciará o novo responsável pela liderança da área de Monogástricos na América do Sul.

Fonte: Assessoria Kemin
Continue Lendo

Empresas Soluções inovadoras

Vaxxinova participa do SIMPOP 2026 e reforça compromisso com o futuro da piscicultura brasileira

A empresa é uma das patrocinadoras do evento dedicado à discussão de tendências, ao compartilhamento de experiências e à apresentação de tecnologias voltadas ao desenvolvimento da aquicultura brasileira.

Publicado em

em

Shutterstock - Arquivo OP Rural

A Unidade de Aquacultura da Vaxxinova é patrocinadora do Simpósio de Piscicultura do Oeste do Paraná (SIMPOP) 2026, que será realizado nos dias 29 e 30 de julho, no Yara Country Clube, em Toledo (PR). O evento reúne produtores, cooperativas, empresas, profissionais técnicos e pesquisadores para discutir tendências, compartilhar experiências e apresentar tecnologias voltadas ao desenvolvimento da aquicultura brasileira.

Reconhecido como um dos principais encontros técnicos da piscicultura paranaense, o SIMPOP reúne importantes representantes da cadeia produtiva em um ambiente voltado ao conhecimento e à inovação. A programação busca estimular o debate sobre os desafios do setor e incentivar a adoção de soluções que contribuam para o crescimento sustentável da atividade.

Rodrigo Pedralli, gerente de negócios da Unidade Aqua da Vaxxinova.

“A participação da Vaxxinova no SIMPOP reforça nosso compromisso em estar ao lado dos produtores e de toda a cadeia aquícola, apoiando iniciativas que promovam conhecimento, inovação e desenvolvimento para a piscicultura brasileira. A troca de experiências é fundamental para impulsionar a evolução do setor”, afirma Rodrigo Pedralli, gerente de negócios da Unidade Aqua da Vaxxinova.

O crescimento da piscicultura em diferentes regiões do país tem ampliado a demanda por tecnologias capazes de aumentar a eficiência produtiva e fortalecer a sanidade dos cultivos. Nesse contexto, eventos técnicos desempenham um papel importante ao aproximar a pesquisa científica, a indústria e os profissionais que atuam diretamente no campo.

Para a Vaxxinova, incentivar espaços de atualização técnica e networking contribui para acelerar a disseminação de boas práticas e de soluções inovadoras para a aquicultura. “A empresa mantém investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, buscando oferecer ferramentas que auxiliem os produtores a enfrentar os desafios sanitários e produtivos da atividade”, destaca Rodrigo Pedralli.

Segundo Maisa Selingardi, gerente técnica de Aqua, a piscicultura brasileira vive um momento de forte expansão, o que torna ainda mais importante o investimento em conhecimento, tecnologia e integração entre todos os elos da cadeia produtiva. “Apoiar o SIMPOP é contribuir para o fortalecimento do setor, incentivando a disseminação de informações, a troca de experiências e o acesso dos produtores a soluções que promovam um crescimento cada vez mais sustentável e eficiente”, completa.

Serviço
Evento: SIMPOP 2026 – Simpósio de Piscicultura do Oeste do Paraná
Data: 29 e 30 de julho de 2026
Local: Yara Country Clube – Av. Maripá, s/n – Jardim Recanto – Toledo (PR) – CEP 85904-460

 

Fonte: Assessoria Vaxxinova
Continue Lendo
Editora O Presente 35 anos

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.