Conectado com
FACE

Empresas

Nutrição influencia na produtividade de suínos reprodutores

Publicado em

em

Divulgação AUSTER

“A produtividade das granjas suínas está diretamente ligada ao sucesso da reprodução. Embora as matrizes suínas sejam importantes, o papel dos machos reprodutores é fundamental, sendo responsáveis pelos mais importantes ganhos genéticos da propriedade”, afirma o gerente de produtos para suínos da Auster Nutrição Animal, Roverio Freitas.

Dada a importância do reprodutor, é necessário estar atento, também, a determinadas características que podem afetar sua produção, como libido, produção de doses subférteis ou inférteis, com alta patologia espermática. “É preciso oferecer ambiência e nutrição de qualidade para que os animais tenham a máxima expressão genética”, explica a médica veterinária Poliana Campos, responsável técnica da Coopercentral de Pará de Minas.

De acordo com a veterinária, a suplementação vitamínica e a nutrição com dieta específica contribuem para a melhoria da produção e da qualidade do esperma dos cachaços. Poliana destaca ser importante estar atenta às diferenças entre as necessidades nutricionais de machos e fêmeas devido à conversão alimentar, ganho de peso e necessidades para a espermatogênese. “Por isso, não se deve ofertar o mesmo tipo de dieta para ambos os sexos”.

“Além da ração formulada especificamente para machos, a recomendação é oferecer ração peletizada, que aumenta a disponibilidade dos ingredientes e melhora o comportamento alimentar dos machos, reduzindo a possibilidade de distúrbios gástricos e vômitos. Outro ponto importante é avaliar o escore corporal dos machos. Preconiza-se que os reprodutores sejam mais magros (escore 3). Por ser selecionados para ganho de peso, têm alta taxa de crescimento e rapidamente ficam pesados. Machos obesos desenvolvem problemas de aprumos e têm dificuldade de subir no manequim”, explica a especialista.

A nutrição específica do macho deve ser iniciada entre cinco e seis meses de idade, época em que o suíno passa a ter espermatogênese. Porém, machos selecionados ao nascimento em granjas núcleo devem ter os cuidados a partir do seu nascimento, com alta ingestão de leite. Após o desmame, deve-se introduzir ração específica para macho de modo a sustentar sua taxa de crescimento, diretamente relacionada ao desenvolvimento corporal e testicular dos leitões. Assim, animais mais pesados tendem a ter maior volume testicular e, por consequência, maior produção de sêmen, além de ser mais precoces.

Poliana Campos alerta que, caso seja oferecida nutrição inadequada ao animal, há risco de queda na quantidade e na qualidade do sêmen, reduzindo o índice de reprodução e exigindo mais machos na granja, o que eleva os custos do produtor.

Para atender às demandas nutricionais dos machos reprodutores, a Auster oferece em seu portfólio o núcleo Numia Suis Macho. “Esse produto contém aditivos necessários para o melhor desempenho em termos de qualidade e volume espermático. Com altos níveis de vitaminas e minerais orgânicos e balanceamento adequado de cálcio, fósforo e aminoácidos, Numia Suis Macho foi elaborado para centrais de inseminação”, destaca Roverio Freitas.

 

Fonte: Ass. de imprensa
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quinze − três =

Empresas Bovinos

Segmento de gado de corte se consolida como uma das grandes apostas do agronegócio

Cenário é estimulado pelo aumento da demanda por carne bovina brasileira, crescimento da população mundial e soluções personalizadas que contribuem para o bem-estar animal

Publicado em

em

A constante demanda mundial por carne tem impulsionado a intensa produção de bovinos de corte. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aponta que, em 2021, esse consumo deve bater recordes, atingindo cerca de 60 milhões de toneladas de carne bovina. Atrelado a isso, a ONU prevê que a população mundial será de 9,7 bilhões de pessoas em 2050, cerca de 26% maior do que o quadro atual, de 7,7 bilhões de habitantes.

Dentro deste contexto, a Wisium, marca global referência em premixes, aditivos e serviços, registra sólida e consistente expansão, por conta da equipe altamente qualificada, dos resultados comprovados e das soluções personalizadas que contribuem para o bem-estar animal, entre outros diferenciais de mercado.

Este posicionamento da Wisium será ainda mais evidente com a atuação de Letícia Custódio, que acaba de ser anunciada como Gerente Técnica Comercial – Bovinos de Corte. Formada em Zooctenia pelo Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos, a profissional tem mestrado em Ciência Animal e Pastagens, com o professor Nussio, na ESALQ/USP, com foco em tecnologias aplicadas a conservação de forragens. Na sequência, iniciou doutorado em Zootecnia na UNESP, em Jaboticabal, em parceria com a APTA em Colina, sob a orientação do professor Gustavo Siqueira, tendo como principal objetivo avaliar a importância de micotoxinas para bovinos de corte confinados.

Letícia explica que seu foco na Wisium será atendimento personalizado e treinamento técnico diferenciado para clientes e equipe comercial. “Participarei ativamente da conquista de resultados, além do controle e gerenciamento das metas de bovinos de corte do time de vendas. Focarei diariamente no pleno e saudável crescimento da equipe, por meio da seleção e contratação de novos representantes para expansão da Wisium no território nacional, de forma estratégica e extremamente eficaz”, destaca.

 

Tecnologias e Bem-Estar Animal

A Gerente Técnica Comercial – Bovinos de Corte acrescenta que a inclusão de tecnologia nas soluções Wisium está muito atrelada ao crescimento com eficiência. “O crescimento horizontal das grandes propriedades brasileiras não é mais a melhor forma de desenvolvimento. Precisamos focar no crescimento vertical dos grandes negócios com a inclusão de novas tecnologias, com as quais conseguimos produzir mais com menos. Para isso, é necessário muito estudo e planejamento das estratégias aplicadas no campo”, pontua.

Nesse cenário, o principal enfoque da marca global será o bem-estar animal. “O cuidado com o bem-estar dos animais de produção é o grande objetivo da Wisium e está cada vez mais evidente no meio pecuário. Além de ser a forma correta e ética de produção, é também a forma mais rentável, pois animais que se encontram em situações de conforto produzem mais e melhor”, finaliza.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas

Grupo Vittia completa 50 anos e realiza investimentos de R$ 100 milhões na maior fábrica de produtos biológicos da América Latina

Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação integra o complexo fabril e amplia presença do Grupo nesse setor, com foco em produtividade e sustentabilidade

Publicado em

em

Fotos: Assessoria

O Grupo Vittia, empresa brasileira de biotecnologia (defensivos biológicos e inoculantes) e nutrição especial de plantas, completa 50 anos de atuação, celebrados no ano em que inaugura a maior fábrica da América Latina para a produção de insumos biológicos para a agricultura. A unidade, localizada em São Joaquim da Barra (SP), recebeu investimentos na ordem de R$ 100 milhões e conta com ampla capacidade produtiva e elevado nível tecnológico, já preparada para as próximas expansões .

Desde 1971 no mercado, a companhia tem expandido sua atuação por meio de uma estratégia robusta de aquisições e expansão dos negócios. José Roberto Pereira de Castro, Diretor de Marketing do Grupo Vittia ressalta que a indústria tem capacidade para atender à crescente demanda do mercado. “A sólida história que construímos ao longo dessas cinco décadas nos dá segurança para seguirmos expandindo, tendo agora a maior escala industrial para produção de produtos biológicos no Brasil. Assim, estamos devidamente equipados para ampliar nossa participação de mercado e estar ao lado dos principais produtores e distribuidores do país”.

Instalada em área total de 110 mil m2, a nova fábrica possui capacidade instalada para produzir cinco milhões de litros / quilogramas desses insumos biológicos por ano. O local conta também com um Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI) de última geração em área de 1.300 m2 contando com laboratórios e casas de vegetação. Na estrutura de P&DI estão os núcleos de bioprospecção, bioprocessos, fertilizantes e experimentação agronômica.

O mercado de controle biológico está em plena expansão no mundo. No Brasil, soma em 2020, um crescimento de 40% em relação a 2019, chegando a um total de R$ 1,578 milhões. Segundo a CropLife, com base nos dados levantados pela consultoria Blink, em 2021, a previsão é de um crescimento de 33% no setor. Atento a esse potencial, o Grupo Vittia mantém firme sua atuação focada no desenvolvimento de mercado, expansão dos negócios e visão de futuro para atender às diferentes culturas.

Líder nacional no mercado de inoculantes, o Grupo Vittia figura entre os três maiores players de nutrição especial do Brasil e projeta ser líder no mercado de biológicos no Brasil.

 

Forte Competência em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação

A capacidade de desenvolver e aplicar tecnologia nos processos produtivos e de desenvolvimento de novos produtos é um dos pilares estratégicos da empresa. Atualmente, possui um time de 22 profissionais dedicados exclusivamente à pesquisa de novos produtos e tecnologias; um banco com mais de 2.000 variedades de fungos e bactérias com potencial biotecnológico para a agricultura e defensivos biológicos com cepas de microrganismos exclusivas do Grupo Vittia.

Nos últimos 4 anos, os pesquisadores do Centro de Pesquisa do Grupo Vittia foram responsáveis pelo desenvolvimento e regulamentação de 72 novos produtos e recomendações de uso. Hoje, a companhia possui um intenso pipeline de desenvolvimento de tecnologias, das quais 35 encontram-se em fase de registro.

“Nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento em 2020 somaram R$ 14 milhões, contribuindo para levar cada vez mais produtividade ao produtor rural. Por isso temos orgulho de celebrar esse marco de cinquenta anos com um portfólio de defensivos biológicos que nos posiciona como empresa com maior número de alvos biológicos (pragas e doenças de plantas) aprovados pelo MAPA”, complementa Castro.

 

Cinco décadas de expansão

Fundado em 1971 por Plinio Romanini, na cidade de São Joaquim da Barra (SP), o Grupo Vittia iniciou suas atividades como um dos primeiros produtores nacionais de inoculantes (ou fertilizantes biológicos) focados, inicialmente, no mercado de soja. Ao longo dos anos, expandiu o escopo de atuação. Nesta nova etapa, buscou sempre consolidar o modelo vertical de negócios, e ao longo dos últimos anos o Grupo tem trabalhado em aquisições que dão robustez aos negócios:

2001 – Adquire uma unidade fabril no município de Serrana/SP, destinada a fabricação de fertilizantes organominerais para aplicação via solo e condicionador de solo.

2004 – Aquisição da Granorte, localizada em Ituverava/SP, especializada na produção de micronutrientes farelados e granulados para aplicação via solo na agricultura.

2014 – Iniciou um novo ciclo de crescimento com o aporte minoritário do fundo de private equity Brasil Sustentabilidade FIP, gerido pela BRZ Investimentos.

2014 – É adquirida a Samaritá, situada no município de Artur Nogueira/SP, que há mais de 26 anos atua no mercado de nutrição e proteção vegetal.

2017 – A Biovalens passa a fazer parte do Grupo. Especializada em soluções para controle microbiológico de pragas e doenças da agricultura, para a conquista de novos desafios no mercado de biotecnologia.

2020 – Aquisição da Vitória Fertilizante, de fertilizantes organominerais a base de resíduos orgânicos e da JB Biotecnologia, especializada na produção, desenvolvimento e comercialização de agentes macrobiológicos para o controle biológico de pragas.

2021 – Celebração dos 50 anos de atuação no país e o fortalecimento dos investimentos no setor, incluindo a maior fábrica de produtos biológicos da América Latina que conta com um Centro de excelência voltado para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Agilidade no campo

Empresa de biológicos investe em tecnologia para digitalizar os dados gerados em ensaios

Em parceria com a startup Sima, a nova aposta da Biotrop visa facilitar e organizar em uma única plataforma todas as informações coletadas pelos agrônomos e equipe comercial, auxiliando no manejo assertivo de produtos naturais

Publicado em

em

Divulgação

Os profissionais de campo são fundamentais na estratégia de expansão e no relacionamento com o cliente para qualquer empresa, pois são eles que estão no dia a dia com os produtores reportando seus anseios, demandas e necessidades. Contudo, em muitas companhias a comunicação entre esses profissionais externos com a equipe interna para envio das informações coletadas no campo e o input de dados apurados ainda é realizada de forma bem manual, por meio de planilhas do Excel, ou apresentação de Powerpoint, tornando o processo moroso e burocrático.

Para deixar mais ágil essa comunicação, a Biotrop – que desenvolve soluções biológicas e naturais, e que nos últimos anos mais que triplicou o seu número de agrônomos a campo, iniciou um processo de digitalização de suas informações. Todos os dados gerados nos campos de pesquisas instalados nas áreas dos produtores parceiros que até então eram feitos em planilhas, agora são exportados por meio da plataforma da startup Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, que oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras.

De acordo com o Engenheiro Agrônomo, Tedson Luis de Freitas Azevedo, responsável pela área de desenvolvimento de mercado da Biotrop, a empresa buscava uma ferramenta que pudesse ajudar na gestão dos ensaios e testes a campo.  A solução precisaria ser de fácil preenchimento e utilização, para que a equipe lá no campo pudesse utilizar essa ferramenta. “Sentimos a necessidade de ter algo mais profissionalizado, que nos permitisse não só mais um acompanhamento, mas uma gestão das áreas, foi quando conhecemos a Sima que por meio de sua plataforma, tinha para oferecer aquilo que buscávamos”, lembra.

Então foi feito um projeto piloto de janeiro a março deste ano, onde foi testado pela equipe de DM (Desenvolvimento do Mercado) as funcionalidades da ferramenta. Cada DM teve acesso a plataforma, e passaram a utilizá-la, cadastrando os dados de campos e as avaliações. “Hoje eu consigo ver daqui do meu computador, onde nós temos os nossos campos instalados Brasil afora. Não preciso mais acessar uma planilha do Excel, basta dar um clique e consigo ter, de maneira remota, todas as informações que eu preciso saber  sobre os ensaios”, destaca Azevedo.

 Acesso facilitado

Uma das grandes facilidades disponibilizadas pela plataforma da Sima é o georreferenciamento. A cada visita feita pela equipe a campo, são sinalizadas as áreas e inseridas as informações no sistema. A partir daí, remotamente, clicando sobre os mapas, toda equipe tem acesso aos dados de cada área apontada. “Do escritório, eu consigo saber quais os produtos que estão sendo testados, qual cultura, se as avaliações programadas estão sendo feitas”, diz o Engenheiro Agrônomo. “Somado a isso, eu consigo ter uma gestão sobre esses ensaios que estão sendo distribuídos no Brasil nas mais variadas culturas como: soja, algodão, frutas, milho, cana-de-açúcar, entre outras. Todas cadastradas na plataforma”, acrescenta.

Outro diferencial da ferramenta, apontado por Azevedo, é a possibilidade de os profissionais conseguirem coletar as informações para abastecer o sistema de forma off-line. “A plataforma permite a coleta de dados dos ensaios sem precisar estar conectado à rede. Isso é uma grande vantagem, porque boa parte das nossas áreas não têm acesso à internet. Depois que esse colaborador chega em uma área que tem sinal, ele automaticamente envia esses dados e eles ficam disponíveis para nós”, explica o profissional.

Banco de dados

Agora, na nova fase de utilização da solução da Sima, a Biotrop começa a ter uma junção muito grande de dados que estão na plataforma para começar a trabalhá-los. De acordo com Azevedo, de posse desses dados, será possível fazer análise e extrair informação, possibilitando uma ação estratégica muito mais assertiva. “É nesse sentido que nós vemos uma grande vantagem. Uma informação sem ação não passa de uma informação. Por isso precisamos ter um banco de dados robusto, e a Sima vai nos possibilitar isso. Esses dados vão gerar ações, que possibilitarão fazer negócios e realizar vendas”, destaca.

Solução completa

A Sima oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras, ideais para empresas do setor agropecuário.  Entre os diferenciais está o input híbrido de dados coletados pelos profissionais de campo facilitando a comunicação de agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos com seus RTVs e responsáveis pelas vendas. “Estamos propondo uma nova funcionalidade para tornar ágil a gestão de informação entre o time de campo e a equipe de vendas, o que hoje é o grande gargalo das empresas do agro e seus canais de distribuição”, diz Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado da SIMA.

A estratégia é ir além do serviço oferecido pelos CRMs (Customer Relationship Management) ou Gerenciamento de Relacionamento com o cliente que hoje atua no mercado. Segundo Malacco, a AgTech se posiciona em um nicho de mercado no qual não se encaixa apenas como um CRM tradicional, e nem como apenas um software agronômico. “Nós estamos ali no meio, mas com foco mais no lado de acompanhamento de gestão de agendas nas fazendas, ou seja, é poder ter essa programação da agenda de visitas, fazer o planejamento delas de toda a safra e acompanhar o que seria o planejado versus o realizado. Com muitas informações agronômicas também”, relata.

Ganhos diretos

Para as agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos os benefícios começam principalmente na padronização de relatórios recebidos do time de campo. Como o agro é dinâmico e as decisões precisam ser tomadas no dia, a ferramenta fornece dados precisos para tomada de decisão imediata. O time de campo monitora, coleta, carrega as informações e envia. É importante ressaltar que esse compartilhamento pode ser feito pelo WhatsApp logo após a realização da visita e quem recebe os dados pode analisar em tempo real e planejar os próximos passos. “Outra grande vantagem é que além de compartilhar os dados instantaneamente, todas essas informações também ficam salvas, criando um grande banco de dados de todos os históricos do local”, destaca o profissional da SIMA.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
CONBRASUL/ASGAV

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.