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Empresas Bovinos

Nova versão do antimastítico Mastifin chega ao mercado  

Ainda mais seguro, produto líder da Ourofino Saúde Animal em controle de mastite é indicado para tipo clínico da doença

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Foto: Divulgação

Em vigor desde maio deste ano, a instrução normativa 77 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) exige dos produtores de leite o controle sistemático da mastite, doença que aparece na forma subcliníca e clínica. Para barrar o avanço da doença na fase de lactação, a Ourofino Saúde Animal traz a nova versão do Mastifin, produto líder no protocolo de controle da patologia. Disponível nas revendas a partir deste mês, o produto está ainda mais seguro com algumas mudanças.

A formulação está com a principal molécula presente no produto atualizada. À base de Gentamicina, o Mastifin é um antimicroniano eficaz contra micro-organismos, como Corynebacterium bovis, Enterobacter aerogenes, Escherichia coli, entre outros.

Com relação à carência, agora o período passou para 7,5 dias para a coleta do leite produzido pelo animal medicado. “É importante o produtor se atentar aos prazos indicados na bula, para garantir a segurança do alimento que é destinado ao consumidor final. Outro fator preponderante é utilizar corretamente a dose recomendada e seguir as orientações de aplicação”, salienta Gustavo Paranhos, gerente de produto da Ourofino.

O profissional ainda ressalta que é importante ter o acompanhamento do médico-veterinário para identificar os estágios da doença na fêmea atingida. “A mastite apresenta graus leve, moderado e grave. Para cada um deles, tem um protocolo adequado.”

Fonte: Assessoria da Ourofino
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Empresas

Dose continua em 2 ml para a vacinação contra a Febre Aftosa

Antes de levar os animais para o curral, deve-se organizar processos e equipamentos para se adequar ao menor esforço e maior eficiência

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Começou em 2019 a substituição da vacinação contra a Febre Aftosa para doses de 2ml no lugar das tradicionais aplicações de 5ml. A mudança deve seguir nessa segunda etapa da vacinação, pois faz parte dos ajustes previstos no Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa do governo federal.

Para cumprir o quesito, o produtor deve adequar seus processos e equipamentos, principalmente, para que haja a calibragem da dose correta. Segundo dados coletados, em maio, pelo Sindicado Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) a vacina de 2 ml teve uma excelente aceitação pelos pecuaristas, “com destaque à qualidade de aplicação e menos reações nos bovinos”, informou o órgão na época o que  deve se repetir.

Com uma dosagem menor, além das questões de conservação do produto, o pecuarista também precisou garantir os equipamentos e regulagens adequados. Um termo que começa a ser usado nos dias de hoje é a “seringabilidade”, ou seja, buscar o equipamento que irá atender o processo com melhor segurança de que o conteúdo foi aplicado na dosagem correta; mais leveza, facilidade de manuseio e menor cansaço para o operador entre outras características. E, atualmente, a diversidade de vacinadoras permite que o pecuarista escolha por equipamentos mais eficazes para o processo.

Com propriedade em Rondonópolis, MT, o médico veterinário Ricardo Lima Carvalho e seu filho Rodrigo Carvalho optaram por vacinar o rebanho de mil cabeças com uma seringa, com capacidade de 2ml, chamada smartmatik, da Agrozootec. “A primeira vista, por não ser de metal, pensamos que o material seria frágil, mas foi o contrário. Vacinamos todo o rebanho com a dosagem correta e o esforço foi muito menor, pela leveza e também pela praticidade da aplicação”, comenta Rodrigo Carvalho. Além disso, a vacinadora tem um portafrasco que dispensa o manuseio e recarga constantes.  “Terminamos o trabalho antes do esperado”, afirma sobre a eficiência do processo e a adesão ao novo equipamento.

Além da seringa, o produtor não pode se esquecer de planejar corretamente o número de doses que serão usadas e os dias de manejo no curral.  É importante que reveja processos, treine a equipe, planeje os insumos e busque equipamentos para o melhor desempenho para cada processo pecuário, pois há diversidade de modelos e produtos. Quem se atenta a esses detalhes tem um melhor resultado econômico e também garante a sanidade do rebanho.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas KWS

KWS investe em tecnologia para realização de despendoamento de milho no Brasil

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Buscando sempre por inovações tecnológicas, a KWS Brasil adquiriu recentemente quatro máquinas despendoadoras da marca Frema, modelo Falcon 140, equipadas com a mais alta tecnologia para aprimorar ainda mais as atividades no campo, em uma das etapas mais críticas do processo de produção de sementes de milho: o DESPENDOAMENTO.

O despendoamento é uma das etapas mais delicadas do processo de produção de sementes de milho. Demanda um rigoroso padrão de qualidade e rapidez na realização das atividades no campo, eliminando assim os riscos de possíveis contaminações.

“Se pensando nisso, a KWS decidiu investir em máquinas despendoadoras de alta tecnologia, importadas diretamente da França, buscando manter seus campos de sementes dentro dos maiores padrões de qualidade, com siginificativa redução nos custos de produção e maior competitividade no mercado, além de garantir aos produtores o recebimento de uma semente de excelente qualidade”, destacou Evandro Santana, Gerente de Campos de Produção da KWS Brasil.

A especialista em sementes tem investido fortemente no Brasil. Recentemente inaugurou em Patos de Minas/MG a sua mais moderna Unidade de Beneficiamento de Sementes do país, com infraestrutura tecnológica de última geração, mantendo o mais alto padrão de qualidade das sementes processadas. Com a nova planta em funcionamento, a KWS dobrará sua capacidade de produção de sementes de milho no Brasil.

Inovando sempre para atender os anseios dos agricultores, está lançando no mercado novas variedades de milho híbrido, incrementando ainda mais seu portifólio de produtos, com materiais que podem ser plantados nas diferentes regiões produtoras do Brasil.

De origem alemã e presente em mais de 70 países, a KWS é hoje a quarta principal empresa de melhoramento de sementes do mundo. Há mais de 160 anos cultivando sua vocação agrícola, a empresa continua sendo familiar e independente. Sua principal missão é apoiar o agricultor brasileiro, levando produtos diferenciados e informações técnicas de qualidade

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Oceana

Resultados comprovados impulsionam as vendas da Oceana para premixeiras, cooperativas e fábricas de rações

LithoNutri, solução da empresa com foco em nutrição animal para aves, suínos e ruminantes, tem forte embasamento científico

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Solução que contribui para premixeiras, cooperativas e fábricas de rações terem um produto que amplia significativamente a produtividade e rentabilidade dos seus clientes. Esta é a LithoNutri, desenvolvida pela multinacional brasileira Oceana com a utilização da alga Lithothamnium, que tem mais de 70 elementos balanceados (minerais, aminoácidos e polissacarídeos), grandes aliados da proteína animal de excelente qualidade.

Estes diferenciais, somados à equipe altamente qualificada e ao forte embasamento científico, têm contribuído para a expansão contínua e natural da Oceana em todo o território nacional.

De acordo com Alysson Polzonoff, diretor comercial da Oceana para o segmento de Nutrição Animal, este crescimento da Oceana tem contribuído para a empresa ampliar constantemente o time de profissionais. “Nos últimos meses, trouxemos colaboradores que são referências no mercado de nutrição animal e que irão contribuir para a Oceana ampliar a sua presença em regiões e mercados estratégicos”, finaliza.

Benefícios Reais – A LithoNutri proporciona amplos benefícios, contribuindo diretamente para o bem-estar de aves, suínos e ruminantes. Na Avicultura, estudos comprovam total eficácia para redução na conversão alimentar, melhoria nos índices de ovos quebrados e trincados, e considerável melhoria na produção de ovos, peso de gema, massa de ovos, unidade Haugh e qualidade de casca.

Em suínos, há consideráveis resultados em relação à melhoria da eficiência alimentar, redução de agressões pós-formação de lotes, redução da mortalidade de leitões pelos melhores escores de saúde e maior consumo de ração e maior peso de leitões desmamados

Já em ruminantes, destaque para a melhoria na produção de leite, aumento de consumo de matéria seca, melhoria no GPD e aumento da digestibilidade de MS total de 12 a 13%.

Fundada em 2006, a Oceana, que tem fábrica em Tutóia (MA), escritório em Jundiaí (SP) e um centro de distribuição na França, é uma multinacional brasileira que produz potencializadores para a nutrição animal e nutrição vegetal. A empresa desenvolve suas soluções com a Lithothamnium, alga com mais de 70 elementos balanceados (minerais, aminoácidos e polissacarídeos), fundamentais para o desenvolvimento natural das plantas e grandes aliados da proteína animal de excelente qualidade.

A empresa tem certificações do IBD, USDA, IBAMA, SEMA/Maranhão, ICM-BIO e MAPA para desenvolver e comercializar, de maneira sustentável, produtos com a alga marinha Lithothamnium. A Oceana utiliza, em seu processo produtivo, apenas algas mortas (sedimentadas e calcificadas).

Fonte: Ass. de Imprensa
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