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Não há linhas de chegada para o bem-estar animal

Por Dra. Sara Reichelt, Diretora de Bem-Estar Animal e Sustentabilidade, Aviagen América do Norte

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Divulgação Aviagen

Dra. Sara Reichelt, Diretora de Bem-Estar Animal e Sustentabilidade da Aviagen na América do Norte dedicou sua carreira a uma causa pela qual é apaixonada – a melhoria contínua no manejo e o cuidado que leva a níveis mais elevados de sanidade e bem-estar das aves, acompanhando a sustentabilidade. Este ano, em janeiro, na Feira Internacional de Atlanta (IPPE), Sara fez uma apresentação intitulada: “Não há linhas de chegada para o bem-estar animal”, e neste artigo ela explica a história e as razões desse tema.

O que é o bem-estar animal?

O termo bem-estar animal refere-se aos estados físicos, mentais, emocionais e coletivos de um animal. Significa garantir que todas as suas necessidades sejam atendidas, inclusive a nutrição, água, local, meio ambiente e necessidades mentais. Embora nunca possamos conhecer o verdadeiro estado mental ou emocional de uma ave, através de todas as suas necessidades físicas nos esforçamos para estimular estados mentais e emocionais positivos. A Organização Mundial de Saúde Animal (OMS) considera um animal com bom estado em bem-estar animal se estiver “saudável, confortável, bem nutrido e capaz de expressar comportamento inato, sem sofrer dor, medo ou aflição”. Na Aviagen, esse é o estado de bem-estar animal que todos nós buscamos.

Onde tudo começou?

O bem-estar animal não é novidade. Embora não saibamos a linha do tempo exata de quando o conceito começou, a primeira referência conhecida da história remonta a 800 a.C. na Índia, quando a Doutrina Ahimsa introduziu o Pashu Ahimsa, que é a ideia de não violência a todos os seres vivos. Mais tarde, em uma cultura diferente em 530 a.C., o filósofo grego Pitágoras, do qual muitos estudantes de matemática já ouviram falar, ensinou a filosofia de ser gentil com os animais. Avançando rapidamente para os tempos modernos, as Cinco Liberdades que ainda hoje atribuímos foram escritas pela primeira vez no Relatório Brambell em 1965, e, em 1994, os Cinco Domínios do Bem-Estar Animal (nutrição, meio ambiente, saúde, comportamento e mentalidade) foram introduzidos para ajudar a orientar o bem-estar animal. Como você pode ver, assim como não há linhas de chegada, também não há um começo claro. O bem-estar animal sempre foi e sempre será importante para a sociedade por vários motivos.

A importância do granjeiro

O Grupo Aviagen fez da “Importância de manejo e do granjeiro” um dos nossos 5 principais compromissos corporativos – e por um bom motivo. De acordo com o Conselho de Bem-Estar Animal (FAWC), o granjeiro é o fator de influência mais importante no bem-estar dos animais. Os três fundamentos do granjeiro são o conhecimento e habilidades no manejo das aves, e suas qualidades pessoais. O terceiro fundamento está relacionado com afinidade e empatia com os animais, dedicação e paciência. Não é necessariamente uma habilidade que possa ser ensinada, mas sim uma paixão natural e o amor pelos animais, e é uma qualidade que a Aviagen busca ao contratar pessoas para cuidar das nossas aves. Entre os responsáveis pelas nossas aves estão nossas equipes de granjas, sanitaristas e muitas outras, que dedicam o seu tempo e energia para garantir que as nossas aves se desenvolvam de forma favorável ao bem-estar.

O papel da inovação e da pesquisa

A nossa indústria avícola está evoluindo a um ritmo incrível e as inovações do setor estão acompanhando essa evolução. Desde as tecnologias para avaliar e prever o comportamento e as enfermidades na granja, a análise de ressonância magnética dos ovos para melhorar a saúde dos pintinhos, até a determinação do sexo do embrião in ovo, através de imagens hiperespectrais, muitos avanços importantes estão surgindo. A Aviagen tem um histórico de alavancagem de tecnologia no setor de melhoramento genético que tem feito grande diferença na saúde e no bem-estar das aves. Por exemplo, a tomografia computadorizada e as medições do oxímetro oferecem uma riqueza de dados sobre características da saúde, para fortalecer os critérios de seleção para a obtenção da melhor aptidão esquelética/perna e da função cardiovascular, influenciando o bem-estar e a viabilidade. As metas de reprodução amplas e balanceadas da Aviagen abrangem mais de 50 características, incluindo muitas de saúde e de bem-estar animal.

De mãos dadas com a sustentabilidade

Faz muito sentido que o bem-estar e a sustentabilidade das aves estejam perfeitamente conectados. Nossos estudos mostram repetidamente que as aves bem manejadas – em um galpão seguro, climatizado e controlado, com nutrição bem equilibrada, água limpa e o acesso a excelentes cuidados veterinários – produzem uma ampla gama de benefícios em sustentabilidade. As aves são mais eficientes na alimentação e têm maior viabilidade, maior rendimento de carne e melhor desempenho reprodutivo – todas características que beneficiam a sustentabilidade econômica dos produtores, bem como do nosso planeta.

Responsabilizando uns aos outros

Como vamos saber se estamos agindo corretamente com as nossas aves? Como mencionado anteriormente, com “qualidades pessoais” apropriadas, os produtores desenvolvem instintos que indicam quando as suas aves estão prosperando e quando precisam de atenção extra. Eles saberão olhar para os Principais Indicadores de Bem-Estar (PIBEs), como o consumo de ração e água, a qualidade do ar e da cama e o ganho de peso diário.

Além dessas verificações de rotina, é importante reconhecer o valor das auditorias de bem-estar por auditores certificados. Na Aviagen América do Norte, como parte do nosso programa formal de auditoria de bem-estar global, os nossos lotes passam por auditorias internas oficiais e auditorias externas por um órgão certificado e rotativo. Muitos dos nossos colaboradores possuem certificações profissionais de auditores animais e, em 2020, iniciamos um treinamento virtual interno para proporcionar aos colaboradores a oportunidade de entender melhor a visão geral em bem-estar animal. O objetivo deste treinamento é ajudar os nossos colaboradores a se sentirem mais confortáveis com “o quê” e “o porquê” do bem-estar animal. É importante, não somente para que os nossos colegas pratiquem o bem-estar animal, mas também para que entendam.

Além de um profundo treinamento, adotamos medidas importantes para mostrar o nosso compromisso com o bem-estar das aves. Nomeamos um especialista em Compliance de Bem-Estar e um Diretor de Bem-Estar e Sustentabilidade para a América do Norte. Os nossos especialistas em bem-estar americanos têm reuniões de rotina com as equipes de granjas e incubatórios periodicamente, para garantir que os padrões sejam atingidos e superados. Um desenvolvimento recente que continuaremos a aplicar são os painéis de bem-estar voltados para a nossa liderança. Eles mostram o compromisso dos nossos gestores em toda a empresa, ao mesmo tempo em que levam todos os colaboradores da Aviagen na América do Norte a participarem das discussões.

Em nível global, no Grupo Aviagen, uma equipe chave de especialistas locais e globais em bem-estar animal se reúne regularmente sob a orientação dos nossos gestores globais da área: Anne-Marie Neeteson e Tim Burnside. A Equipe Global de Bem-Estar Animal trabalha em conjunto sob a orientação de fortalecer o nosso programa de bem-estar animal e desenvolver os nossos já elevados padrões de bem-estar em todo o mundo.

O futuro do bem-estar

Com tudo o que já alcançamos, ainda não estamos plenamente satisfeitos porque, como dito anteriormente, não há linhas de chegada em relação ao bem-estar animal! Temos muito a trabalhar para fortalecer a cultura de bem-estar animal em nossa empresa e em nossa indústria. Temos que fazer parte do crescimento em termos de comunicação e transparência, ao mesmo tempo em que devemos continuar com a mente aberta para abraçarmos as novas pesquisas e tecnologias. O bem-estar animal não é uma meta final, mas sim uma jornada em constante evolução de pessoas que construíram carreiras, fazendo a diferença em prol do bem-estar animal e da sustentabilidade das aves para as gerações atuais e futuras.

Fonte: Assessoria

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Conselho global da Topigs Norsvin visita o Brasil para consolidar planejamento estratégico até 2030

Comitiva internacional cumpriu agenda em cooperativas e núcleos genéticos da região Sul para projetar expansão de mercado e novos investimentos na América do Sul

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O Brasil figura como o terceiro maior exportador mundial de carne suína e registrou uma produção superior a cinco milhões de toneladas de carne suína no ano de 2025. Além disso, o País oferece grande disponibilidade de grãos e uma forte base cooperativista e agroindustrial. Esse é o cenário que compôs a visita do conselho global da Topigs Norsvin, no início de junho.

Formado por quatro integrantes da Holanda e três da Noruega, assim como o board de diretores globais da companhia, com o CEO, o diretor técnico e o diretor financeiro, o grupo cumpriu uma agenda focada no relacionamento com o cliente em diferentes polos produtivos da região Sul.

“O Brasil é um dos países-chaves para a empresa, juntamente com Estados Unidos, Espanha e China”, explicou o diretor Presidente da Topigs Norsvin no Brasil e diretor Regional para América Central, Caribe e América do Sul, André Costa. O roteiro incluiu reuniões estratégicas com a Aurora Coop na cidade de Chapecó e visitas às empresas Master Agroindustrial e Carboni Agropecuária no município catarinense de Videira.

Costa detalhou que o objetivo dessa visita era conhecer um pouco mais a respeito do mercado brasileiro, entender onde a Topigs Norsvin do Brasil atua, qual é a estratégia no País e quais são as necessidades da empresa dentro do planejamento estratégico que está sendo construído para os próximos 5 anos. “Pudemos discutir a perspectiva para a suinocultura brasileira frente aos crescimentos que nós estamos observando nos últimos anos”, resumiu.

O roteiro também contemplou uma imersão técnica na INOVARE Núcleo Genético, localizada em Lages (SC). A unidade, que recebeu um investimento de quase sete milhões e meio de euros e possui capacidade para abrigar mil matrizes, foi estruturada para sustentar o avanço da demanda e acelerar a entrega do progresso genético aos clientes.

“Eles tiveram a oportunidade de conhecer estruturas de produção, como a granja INOVARE, que nós inauguramos há quase três anos e que está começando a abastecer o mercado brasileiro com animais de alto valor genético e de alto status sanitário”, acrescentou o executivo e continuou: “Com quase 210 milhões de habitantes, temos um potencial bastante grande de crescimento do nosso consumo interno e as vantagens competitivas que possuímos, baixo custo de produção, alto status sanitário, reforçam a posição do Brasil no mercado externo, frente aos principais países produtores e exportadores de carne suína”.

A força da produção local transforma a filial em uma plataforma estratégica para o crescimento comercial em toda a América Latina.  “Eles puderam entender toda a nossa estratégia, tanto na linha fêmea, com a TN70 quanto na linha macho, com o TN Duroc, para desenharmos juntos as formas de trabalhar o mercado brasileiro. Discutimos a consolidação do Brasil como um hub para exportação de material genético de alto valor genético para os países da América do Sul onde atuamos”, afirmou o diretor.

As lideranças encerraram a semana de visitas com um encontro na cidade de Curitiba (PR) para tratar do plano de negócios. O momento de alinhamento focou nas ações práticas e no balanço do atual cenário da companhia.  “Tivemos uma semana intensa de visitas, viagens e discussões. Pudemos finalizar o roteiro na sexta-feira consolidando o nosso planejamento estratégico e definindo quais são as necessidades de investimentos para que a Topigs Norsvin continue crescendo no Brasil e na América do Sul”, finalizou Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Uso de minerais bi-quelatados na alimentação de frangos de corte reduz problemas de pele, aponta estudo

O manejo nutricional aumenta a rentabilidade ao dar suporte aos tecidos e músculos, impactando condições que levam à condenação de carcaças

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Foto e texto: Assessoria

Há muitos fatores que impactam o quanto um produtor de frangos de corte recebe pelo lote; a qualidade da carne e dos tecidos pode ser a maior prioridade. Pesquisas recentes com oito milhões de frangos de corte mostram que o que entra na ração das aves faz diferença quando se trata da qualidade da carcaça.

O estudo “Zn–Methionine Hydroxy-Analogue Chelate supplementation improves carcass quality in broilers under commercial conditions”, viabilizado por meio de uma parceria com a NOVUS, UFRGS, Bello Alimentos e liderado por Ana C. Ferreira, avaliou aproximadamente oito milhões de frangos de corte em condições comerciais. Os resultados mostraram as vantagens de substituir o sulfato de zinco na dieta por bi-quelato de zinco com análogo hidroxilado de metionina (como MINTREX® Minerais Orgânicos Bi-quelatados).

Após quatro meses de avaliação em uma granja na região Centro-Oeste do Brasil, as aves alimentadas com minerais orgânicos bi-quelatados apresentaram uma redução significativa em defeitos de carcaça relacionados à integridade da pele. A substituição de 120 ppm (partes por milhão) de zinco inorgânico por 40 ppm de zinco bi-quelatado resultou em uma redução de aproximadamente 70% nos defeitos de aparência e de 68% nas lesões totais de pele.

“Esses são defeitos de grande importância econômica associados a condenações parciais e rebaixamento de carcaças. Os números apresentados mostram um impacto muito positivo em fatores que determinam perdas industriais, com potencial para reduzir o volume de cortes removidos, retrabalho e rebaixamento de produtos durante o processamento”, explica Kelen Zavarize, gerente de serviços técnicos da NOVUS no Brasil. “Como resultado, a utilização da carcaça é ampliada e o produto final se torna mais padronizado, impactando diretamente a rentabilidade da produção.”

Em relação às patas das aves, o estudo mostra que a inclusão de minerais bi-quelatados na dieta ajudou a reduzir a ocorrência de lesões mais severas, melhorando a integridade do coxim plantar e o ROI.

O MINTREX® Zn Mineral Orgânico Bi-quelatado é um mineral orgânico ligado por bi-quelatação com HMTBa. Essa ligação forte é demonstrada como capaz de dar suporte à estabilidade no trato gastrointestinal ao reduzir a dissociação precoce no proventrículo e na moela, liberando o mineral no seu sítio de absorção.

“A substituição de minerais inorgânicos por minerais orgânicos bi-quelatados oferece melhor suporte à integridade da pele e à resposta dos tecidos ao longo de todo o ciclo de produção”, afirma Kelen Zavarize. “ Embora a suplementação mineral adequada contribua para a manutenção e possível atenuação da severidade de lesões já estabelecidas, o maior impacto é observado quando o manejo nutricional é adotado de forma preventiva. Nessa abordagem, há maior potencial de reduzir tanto a incidência quanto a gravidade das lesões, evitando sua progressão para níveis que resultem em perdas econômicas no abatedouro.”

“Ao combinar manejo adequado com minerais orgânicos bi-quelatados confiáveis , os produtores avícolas podem ajudar na redução das interações negativas com fitato, fibra e outros minerais na dieta, promover maior absorção intestinal e maior biodisponibilidade em comparação com fontes inorgânicas. Além disso, o zinco fornecido como MINTREX® Zn Mineral Orgânico Bi-quelatado contribui para a síntese proteica, proliferação celular e formação de queratina, afirma Zavarize.

Fonte: Assessoria
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Cobb celebra 25 anos de trajetória dos profissionais Rodrigo Terra e Paulo Favero na companhia

Executivos construíram carreiras de referência na avicultura e representam a valorização de relações duradouras, um dos pilares da empresa

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Paulo Favero - Foto e texto: Assessoria

Completar 25 anos de atuação em uma mesma empresa é um marco que remete a comprometimento, evolução profissional e construção de relações sólidas ao longo do tempo. Na Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, essa conquista ganha um significado ainda maior ao se traduzir em uma cultura baseada em confiança, desenvolvimento humano e parcerias duradouras. Os profissionais Rodrigo Terra e Paulo Favero alcançaram esse importante momento em suas trajetórias profissionais.

Com carreiras consolidadas e reconhecidas no setor avícola, ambos acompanharam diferentes fases de crescimento e transformação da Cobb no Brasil, desde a sua entrada no mercado à consolidação como referência em genética avícola. Terra e Favero contribuíram diretamente para o fortalecimento técnico e estratégico da companhia no país.

Para a empresa, a comemoração supera o tempo de casa e representa o orgulho de acompanhar a evolução de profissionais que ajudaram a construir a história da organização e que mantêm, há décadas, relações de confiança com equipes, clientes e parceiros.

“Temos muito orgulho em celebrar um marco tão significativo. A Cobb atua há 31 anos no Brasil e ver profissionais construindo trajetórias tão sólidas conosco demonstra que estamos no caminho certo na valorização das pessoas. Prezamos por relações de confiança, respeito mútuo e desenvolvimento contínuo, e isso naturalmente se transforma em parcerias de longo prazo”, afirma Bernardo Gallo, vice-presidente da Cobb no Brasil.

Rodrigo Terra ingressou na companhia em agosto de 1999, inicialmente como gerente do time de Serviço Técnico para o Brasil. Dois anos depois, ampliou sua atuação para Peru, Chile e outros países da América do Sul. Em 2007, assumiu a então recém-criada área de Produto da Cobb. Em 2019, passou a diretor-associado do departamento, posição estratégica que ocupou até 2024, completando 25 anos de Cobb no mês de agosto daquele ano.

Ao longo desse período, participou da evolução da companhia, contribuindo para o desenvolvimento e avaliação de produtos e acompanhando avanços importantes da genética avícola. Como diretor-associado, também passou a coordenar as granjas experimentais da empresa, liderando testes de novos produtos e programas técnicos. Desde 2025, passou a consultor de Produto, sendo responsável pelo acompanhamento de avós em contas-chave.

“Tenho muito prazer em atuar junto à Cobb. Os valores da companhia sempre estiveram alinhados aos meus, o que tornou esses 25 anos intensos, desafiadores e extremamente gratificantes”, destaca Rodrigo Terra.

Paulo Favero iniciou sua trajetória na companhia em maio de 2001, como assistente técnico, posição equivalente ao atual cargo de gerente regional. Com forte atuação operacional e técnica, construiu uma carreira marcada pela evolução contínua e pela proximidade com as operações produtivas da empresa.

Em 2016, assumiu a gerência do Complexo de Bisavós. Três anos depois, passou a ocupar a posição de gerente Sênior do Complexo de Bisavós e Fábrica de Rações, função que exerce atualmente, liderando atividades estratégicas ligadas à produção e à eficiência operacional da companhia.

“Quando você gosta do que faz, o trabalho se torna mais leve e motivador. Acredito que esse seja um dos segredos para uma parceria tão duradoura. Manter-se em constante aprendizado, buscar evolução profissional e pessoal e estar aberto a novos desafios também fazem parte dessa trajetória”, afirma Paulo Favero

Fonte: Assessoria
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