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Milho: SAFRAS indica quebra de 19,4% na safrinha 2016

A redução na estimativa de SAFRAS é reflexo da forte estiagem que atingiu as regiões produtoras da safrinha

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A segunda safra brasileira de milho de 2016 deverá somar 49,388 milhões de toneladas, segundo projeção de SAFRAS & Mercado. A nova estimativa indica um corte de 11,888 milhões de toneladas, o equivalente a 19,4%, na comparação com a estimativa inicial, de 61,276 milhões de toneladas.

 A redução na estimativa de SAFRAS é reflexo da forte estiagem que atingiu as regiões produtoras da safrinha. O clima desfavorável fez SAFRAS reduzir as projeções de produtividade de 5.970 quilos para 4.500 quilos por hectare. Neste ano, o Brasil aumentou em 16,4% a área, de 9,426 milhões para 10,976 milhões de toneladas.

No ano passado, o Brasil produziu 56,277 milhões de toneladas. Com isso, a queda na atual safra será de 12,18%. No relatório anterior, divulgado em maio, a previsão era de uma safrinha de 52,132 milhões de toneladas. De lá para cá, SAFRAS cortou sua estimativa em mais 5,26%.

Milho – Estimativa para a Safrinha 2016 – Brasil – Revisão Seca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estados

 

Área (ha)

 

                Produção (Tons)

 

        Produtividade (kg/ha)

Variações %

 

2014

 2015 (1)

 2016 (2)

2014

2015

2016

2014

2015

2016

  2/1

 

     

 

           

PR 2a safra

1.729.122

1.952.330

2.308.810

10.853.907

12.873.981

13.886.934

6.277

6.594

6.015

18,3

– Oeste

1.067.915

1.261.100

1.429.250

6.966.010

8.298.038

8.961.398

6.523

6.580

6.270

13,3

– Norte

661.207

691.230

879.560

3.887.897

4.575.943

4.925.536

5.880

6.620

5.600

27,2

SP 2a safra

332.277

451.162

524.800

1.927.117

2.799.563

3.070.215

5.800

6.205

5.850

16,3

– Mogiana

44.389

71.030

82.700

269.441

454.592

504.470

6.070

6.400

6.100

16,4

– Sorocabana

232.386

308.902

356.810

1.375.725

1.946.083

2.105.179

5.920

6.300

5.900

15,5

– Vale Paran.

55.502

71.230

85.290

281.950

398.888

460.566

5.080

5.600

5.400

19,7

MS 2a safra

1.411.540

1.530.798

1.682.330

7.876.393

8.809.742

8.672.411

5.580

5.755

5.155

9,9

GO 2a safra

1.267.695

1.557.440

1.831.520

7.707.586

9.765.149

5.091.626

6.080

6.270

2.780

17,6

MT 2a safra

3.225.160

3.536.020

4.076.245

16.835.335

20.013.873

17.120.229

5.220

5.660

4.200

15,3

MG 2a safra*

nd

399.050

552.568

nd

2.015.203

1.547.190

nd

5.050

2.800

38,5

                     

Centro-Sul

7.965.794

9.426.800

10.976.273

45.200.337

56.277.510

49.388.605

5.674

5.970

4.500

16,4

                     

Fonte: Safras & Mercado, IBGE, Cooperativas, Produtores e Indústrias

 

 

 

 

 

 

(*) Os dados de 2014 estão embutidos no dados geral da safra de verão. A partir de 2015 estão sendo separados

Fonte: SAFRAS & Mercado

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Notícias Seguro

FAEP propõe separar seguro do milho safrinha de outros cereais de inverno

Junto com entidades do setor, Federação encaminhou sugestões ao plano trienal para aprimorar o programa de subsídio federal aos produtores

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Divulgação

A FAEP, junto com a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), Sistema Ocepar e Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores do Estado do Paraná (Fetaep), enviou, no dia 5 de abril, pedido ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que a subvenção do milho safrinha seja separada da dos demais cereais de inverno. A sugestão de melhoria consta em um documento com outras sete diretrizes apresentadas ao Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) 2022/24. O instrumento está em fase de elaboração para realinhar os rumos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) nos próximos três anos.

“O seguro rural é uma das nossas principais bandeiras, pois o produtor rural precisa de garantia para proteger suas atividades e minimizar os prejuízos. Nós participamos ativamente da conquista de um programa federal de subvenção robusto, tanto que hoje o Paraná é o Estado que mais contrata seguro rural. Por isso, fazemos questão de participar sempre da construção das propostas para aprimorar esse instrumento fundamental para o desenvolvimento do agro”, lembra Ágide Meneguette, presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR.

A ideia de colocar a subvenção do milho segunda safra em outro grupo está relacionada às diferenças na dinâmica dessa cultura em relação aos outros cultivos de inverno nos últimos anos. Atualmente, o valor que o produtor precisa desembolsar para proteger uma lavoura de safrinha está pouco atraente, em parte por seguir a lógica de outras plantações da época mais fria do ano.

“Nosso pedido é para separar o milho segunda safra dos demais grãos de inverno, estabelecendo um grupo de atividade específico para a cultura, com percentual de subvenção maior, reduzindo assim o valor a ser pago pelo produtor”, aponta Jefrey Albers, coordenador do Departamento Técnico e Econômico (DTE) da FAEP.

Há ainda, no documento enviado ao Mapa, sugestões para aumentar o percentual de subvenção para 45% no caso da soja e grãos de verão para coberturas multirrisco; reestabelecer em R$ 72 mil ao ano o limite financeiro por beneficiário para a modalidade de seguro agrícola; estruturar processo operacional para que a concessão da subvenção seja para o produtor rural e não para a seguradora; entre outros pontos.

Plano trianual

O documento feito a cada três anos, com a participação de entidades representativas do agronegócio de todo o Brasil, serve de guia de Estado para o seguro rural. Isso quer dizer que a intenção é que, independentemente de quem esteja à frente do governo, as diretrizes desse plano devam ser seguidas.

Fonte: Sistema FAEP
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Notícias Mercado

Quedas externa e cambial limitam negócio da soja no Brasil

Quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e restrições de cotas para exportar soja limitaram negociações internas

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Divulgação/MAPA

As quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e as restrições de cotas para exportar soja limitaram as negociações internas envolvendo a oleaginosa na semana passada. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, além disso, com cerca de 70% da safra 2020/21 já comercializada, produtores não mostram interesse em negociar grandes lotes a curto prazo.

Compradores domésticos, por sua vez, estão cautelosos nas aquisições, atentos às expectativas de safra recorde no Brasil. Em relatório divulgado no último dia 8, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) indicou produção nacional de soja pode somar 135,54 milhões de toneladas, 8,2% superior à safra anterior.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Valores do milho seguem renovando recordes em muitas regiões

Em importantes praças produtoras, valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020

Publicado em

em

Renata Silva/Embrapa

Os preços do milho seguem renovando os patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em importantes praças produtoras, o valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020. Pesquisadores do Cepea indicam que as contínuas altas estão atreladas à baixa oferta do milho no spot nacional.

Preocupados com os possíveis impactos do clima sobre a produção da segunda safra, produtores limitam as vendas. Consumidores, por sua vez, estão preocupados com os atuais patamares – que extrapolam os custos de produção em muitos casos. Os compradores que precisam recompor estoques têm tido dificuldades em encontrar novos lotes e os que conseguem se esbarram nos elevados preços negociados.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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