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Empresas Micotoxinas

Mais de 70% dos grãos apresentam mais de uma micotoxina, aponta pesquisa da Biomin

A Biomin também divulga os resultados da pesquisa Spectrum 380o do 1º trimestre de 2019, a mais completa análise global de múltiplas micotoxinas, elaborada pela Biomin e pelo Laboratório Independente do Departamento de Agrobiotecnologia da Universidade de Fontes Naturais e Ciências da Vida, da Áustria.

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As micotoxinas representam um desafio cada vez mais difícil de superar nas cadeias da produção de alimentos. Nada menos do que 73% das 4.828 amostras dos principais ingredientes das rações animais colhidas em 60 países apresentaram mais de uma micotoxina, aponta a Pesquisa Mundial de Micotoxinas (MTX Survey) 1º Trimestre de 2019, realizada pela Biomin, indústria de soluções naturais, sustentáveis e inovadoras para o gerenciamento de risco de micotoxinas, desempenho intestinal e problemas nutricionais.

Em termos globais, a América do Sul – ao lado da Ásia – é a segunda região mais desafiadora do planeta, com 70% de nível de risco total de incidência de micotoxinas. A região só fica atrás da América do Norte (77%). A África aparece na sequência (65% de risco), seguida por Oriente Médio (56%) e Europa (41%), constata a MTX Survey 1º Tri 2019, da Biomin, que é realizada trimestralmente para manter o mercado global atualização sobre a contaminação de micotoxinas.

Na América do Sul, a pesquisa MTX Survey envolveu 1.884 amostras de ingredientes das rações animais. A FUM (fumonisina) foi detectada em 72% do total de amostras. Na sequência, vêm a DON (desoxinivalenol) com 61%, a ZEA (zearalenona) com 45%, a AFLA (aflatoxina) com 33%, a T-2 com 18% e a OTA (ocratoxina) com 12%.

A Biomin também divulga os resultados da pesquisa Spectrum 380o do 1º trimestre de 2019, a mais completa análise global de múltiplas micotoxinas, elaborada pela Biomin e pelo Laboratório Independente do Departamento de Agrobiotecnologia da Universidade de Fontes Naturais e Ciências da Vida, da Áustria. O estudo envolveu 165 amostras. Na média, foram encontradas 36 micotoxinas e metabólicos por amostra, 99% das amostras apresentaram 10 ou mais micotoxinas e metabólicos e 9.9 de 10 amostras detectaram a presença do fungo fusarium.

A Spectrum 380o também joga luz sobre um fator ainda mais preocupante: o crescimento das micotoxinas emergentes. A moniliformina apareceu em 94% das amostras de milho avaliadas e a aurofusarina em 89% das amostras.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Peixes

Evonik realiza curso de Produção de Tilápia em parceria com a Unioeste

O objetivo foi agregar conhecimento e trazer temas importantes da cadeia para técnicos de psicultura da região, que é a maior processadora de carne de tilápia do Brasil

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Foto: Divulgação

Diante da demanda de algumas cooperativas e produtores de ração do oeste do Paraná, a Evonik organizou o curso “Produção de Tilápia” em parceria com a Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), no campus de Toledo (PR).

O objetivo foi agregar conhecimento e trazer temas importantes da cadeia para técnicos de psicultura da região, que é a maior processadora de carne de tilápia do Brasil.

O curso, de 12 módulos, foi ministrado com a colaboração de professores do curso de Engenharia de Pesca da Unioeste e por professores convidados de diferentes universidades do Brasil e especialistas de áreas específicas.

Com temas relativos a toda a cadeia produtiva de Tilápia, o curso teve início em dezembro de 2017 e foi concluído no último mês de outubro, com uma apresentação do Prof. Dr. Wilson Furuya, sobre aditivos para ração de tilápia.

“Foi nossa primeira iniciativa nesta área, pois já realizamos outros eventos para clientes, mas com menor duração e assuntos ligados à nutrição de aminoácidos para produtores de frangos de corte. Ficamos muito satisfeitos com os resultados na área de Tilapicultura e com a participação de colaboradores das empresas Algomix, Anhambi, Copacol e Cvale”, destaca Nerilson Nerilo, gerente de negócios da área de Nutrição Animal da Evonik.

 

 

Fonte: Assessoria da Evonik
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Empresas Bovinos

Felipe Zanforlin: Bom manejo é pilar para sucesso e sustentabilidade da cadeia produtiva do leite

Veterinário mineiro observa melhoria do bem-estar de vacas com o uso do Velactis, o facilitador de secagem do leite da Ceva

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Foto: Divulgação

Um casal de dentistas de Belo Horizonte gerou, em 1986, um menino que mudaria a tradição odontológica da família: Felipe Zanforlin Freitas. “Quando pequeno, menino da capital mineira, nunca havia pensado em trabalhar em fazenda. Meu contato com o meio rural era muito restrito. Foi só quando chegou a época de decidir a profissão que tentei descobrir algo que fosse próximo ao meu perfil, mais jovem e em busca da versatilidade. Então, conheci a medicina veterinária e, encantado, me apaixonei”, conta Felipe.

Depois de formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Felipe Zanforlin atuou em fazendas de Lagoa Grande e Curvelo, em Minas Gerais, e também em Goiás e Espírito Santo, antes de se fixar em Patos de Minas (MG). Lá, tornou-se referência em qualidade do leite e comanda uma equipe multidisciplinar que cuida, principalmente, do úbere das vacas leiteiras, realiza experimentos clínicos e testa produtos para saúde animal.

“Tenho atuado especialmente em Minas Gerais. As regiões do Alto Paranaíba e do Triângulo Mineiro têm desenvolvido uma pecuária bem intensiva. Em consequência, estão surgindo desafios sanitários e também metabólicos. Como as vacas estão produzindo cada vez mais, é preciso realizar um manejo impecável da secagem do leite”, afirma o especialista.

Felipe explica que o momento da secagem do leite é “altamente desafiador” porque é na pós-secagem que acontece o enchimento excessivo das glândulas mamárias, processo que causa dor e, consequentemente, muito estresse, diminuindo a saúde e a qualidade de vida das vacas. Segundo ele, métodos antigos – como induzir a diminuição da produção de leite por meio de dieta diferenciada – já não têm apresentado bons resultados nas fazendas.

“A tecnologia passou a ser uma aliada dos veterinários – e especialmente dos produtores de leite. Muitas fazendas optaram pelo uso do facilitador de secagem Velactis, e observam excelentes resultados, inclusive no próprio comportamento do animal, que deixa de sentir desconforto e mugir de dor, algo que não acontecida sem o uso do medicamento”, detalha.

Izabela Borges, vendedora técnica de campo da Ceva que atende a região do Alto Paranaíba, ressalta o quanto é importante ter veterinários capacitados dentro das fazendas “O Felipe é um super parceiro. Profissionais como ele – interessados, curiosos e pragmáticos – nos ajudam a traduzir questões técnicas mais complexas, facilitando a comunicação com o produtor para uma melhor tomada de decisão.”

Velactis, da Ceva Saúde Animal, é o primeiro e único facilitador de secagem do leite do mercado brasileiro. Contribuindo para o bem-estar das vacas, contribui também para a qualidade do leite e para a saúde do úbere, áreas nas quais Felipe é especialista. “O bom manejo é um pilar importante para o sucesso e a sustentabilidade da cadeia produtiva do leite. O Brasil tem um grande potencial nessa atividade, auxiliando o desenvolvimento econômico e social do país”, finaliza Felipe Zanforlin.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Empresas Avicultura

Biovet Vaxxinova realiza reunião de alinhamento estratégico

Unidade de Negócios Avicultura da empresa realizou reunião de alinhamento estratégico visando crescimento sustentável para os próximos 5 anos.

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A Unidade de Negócios Avicultura do Biovet Vaxxinova realizou reunião de alinhamento estratégico da empresa visando crescimento sustentável para os próximos 5 anos. O encontro ocorreu na matriz da empresa em Vargem Grande Paulista (SP) esta semana (4 e 5 de novembro) e contou com a participação da equipe técnica, comercial, industrial e diretoria.

Além do repasse das informações mais importantes sobre todas as operações do Biovet Vaxxinova (indicadores de produtividade, qualidade, supply chain e novos investimentos na ampliação da planta de fabricação de vacinas de Coccidiose), o encontro também foi utilizado para valorizar e reconhecer os talentos internos e facilitar a troca de conhecimentos entre os colaboradores da empresa.

“Todos os integrantes da nossa unidade de negócios, distribuidores e representantes comerciais tiveram, desse modo, uma visão geral de tudo que está em andamento e de que forma vamos trabalhar para alcançar os nossos objetivos comuns”, descreve o Diretor de Negócios Avicultura Jeovane Pereira.

Atenção especial foi dedicada às soluções para controle integrado da Coccidiose Aviária e aos benefícios da associação de probióticos na melhora da integridade intestinal, em associação à família de produtos Bio-Coccivet.

“Alternativas customizadas e associações de produtos com compatibilidade e sinergismo comprovado a campo, que proporcionam mais saúde às aves e menos utilização de antibióticos, é um movimento natural da indústria avícola de produção de alimentos”, conclui o Gerente de Produtos Mauro Prata.

Fonte: Assessoria da Biovet
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