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Empresas Avicultura

Katayama Alimentos prioriza rigoroso programa de Biosseguridade

Rígido programa da indústria avícola é mais uma garantia de segurança ao consumidor, cada vez mais atento e exigente quanto à origem dos produtos

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Foto: Divulgação

Para garantir a qualidade e a segurança de sua ampla oferta de ovos, a Katayama Alimentos, uma das maiores produtoras avícolas do País, conta com um rígido Programa de Biosseguridade, que norteia o cumprimento de todos os padrões de higiene e segurança de seu processo produtivo. Entende-se por Biosseguridade como um conjunto de procedimentos técnicos, conceituais, operacionais e estruturais que visam prevenir ou controlar a contaminação dos rebanhos avícolas, por agentes de doenças infecciosas que possam ter impacto na produtividade e também na saúde dos consumidores de ovos.

O Programa de Biosseguridade da Katayama Alimentos já faz parte da sua cultura e os procedimentos estão inseridos em cada detalhe do dia a dia de todos colaboradores diretos. É constante o cuidado com vestimenta, desinfecção dos calçados e higienização das mãos de todos que têm acesso ao ambiente produtivo. As medidas envolvem também os visitantes, fornecedores e prestadores de serviços, que devem seguir um protocolo para acessar as dependências da propriedade. Para ingressar em alguns ambientes, é exigido até banho, além da proibição do uso de acessórios, maquiagem e esmalte nas unhas.

“O controle das enfermidades do plantel é feito por meio de medidas sanitárias severas, que visam prevenir a propagação de doenças, protegendo os animais e a saúde pública. Sendo assim, a biosseguridade se tornou uma tecnologia absolutamente primordial e essencial para a sobrevivência e o sucesso das atividades avícolas”, explica Gilberto Katayama, Diretor de Operações do Grupo Katayama.

Para evitar a entrada e a transmissão de agentes patogênicos e seus vetores na indústria avícola, um conjunto de medidas de monitoramento e controle devem ser aplicadas durante toda a vida das aves. Portanto, um Programa de Biosseguridade deve compreender diversos componentes operacionais interrelacionados, como controle de trânsito, tratamentos de resíduos e controle de vetores, monitoramento laboratorial, auditorias, educação continuada e plano de contingência, entre outros.

 

Medidas para garantir alimento saudável

A Katayama Alimentos segue com muita responsabilidade e compromisso todas as etapas previstas pelo Programa de Biosseguridade, que levaram, inclusive, à conquista do certificado “Ovos Livres de Antibióticos”, em 2019. “Produzir ovos com todos esses critérios de biosseguridade e em grande escala é sem dúvida um importante diferencial da marca Katayama Alimentos e garantia do fornecimento de produtos saudáveis e de altíssima qualidade para o consumidor”, afirma Gilberto.

As visitas à planta da Katayama Alimentos são restringidas e monitoradas. Todas as pessoas, veículos, máquinas e equipamentos que entram na indústria avícola devem passar pela área de apoio central e realizar todos os procedimentos de desinfecção.

Estas medidas, atreladas a outras como o controle minucioso da produção das rações que assegura às aves uma alimentação saudável e livre de contaminantes, são responsáveis pela eficiência de todo o programa de Biosseguridade e garantem um alimento confiável na mesa do consumidor.

Fonte: Assessoria
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Ceva Saúde Animal é nova parceira do AgTech Garage

Iniciativa visa estreitar o relacionamento da companhia com novos parceiros para desenvolvimento de soluções inovadoras

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Foto: Divulgação

A Ceva, uma das maiores empresas de saúde animal do mundo, é a nova parceira do AgTech Garage, maior hub de inovação do Agronegócio a nível mundial, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas que aumentem a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio brasileiro.

“A parceria com o AgTech Garage estimulará a criação de um ambiente ainda mais propício para o desenvolvimento de inovações com foco no mercado, além de fortalecer o conceito de Open Innovation dentro da organização”, afirma a diretora de I&D da Ceva, Janaina Carlstron

Com sede em Piracicaba (SP), o AgTech Garage é especializado em promover conexões entre grandes empresas, startups, instituições de ensino, investidores,  produtores rurais e outros atores do ecossistema de inovação no campo.

Com foco nas demandas de um mercado cada vez mais conectado, a Ceva Brasil viu na parceria a oportunidade de trazer mais dinamismo e diversidade para o desenvolvimento de novas soluções, visando ampliar e fortalecer os negócios da companhia.

“As expectativas com essa parceria são grandes. O AgTech Garage conecta de forma estratégica os principais players do ecossistema, sendo fundamental para termos acesso às mais diferentes iniciativas e melhores práticas. A expertise dos gestores de comunidade do hub será importante durante toda essa trajetória”, explica Beatriz Ortolani, que além de ser a gerente de linha de produtos de pecuária leiteira da Ceva, será o ponto focal da parceria.

Para estreitar o relacionamento com o Hub e levar as possibilidades de inovação para todos os setores da empresa, a Ceva criou um comitê de inovação que conta com representantes das áreas de Pecuária, Suínos, Aves, Pets, RH, Supply, P&D e G&A da companhia.

“O agronegócio brasileiro precisa ser cada vez mais eficiente, sustentável e rentável, e a inovação no campo tem sido primordial para auxiliar os produtores nessa missão. Por isso, a parceria AgTech Garage/ CEVA reforça nosso papel como fomentadores de soluções inovadoras para o segmento”,  finaliza o diretor geral da Ceva Brasil, Giankleber S. Diniz.

 

“É uma enorme satisfação ter a CEVA como Innovation Partner do AgTech Garage, pela empresa que é hoje, com excelência reconhecida a nível global, e pela relevância estratégica e engajamento de alto nível que estão empreendendo nessa jornada de inovação que vai construir seu futuro.” Comenta com orgulho José Tomé, CEO do AgTech Garage.

Fonte: Assessoria
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Aviagen inicia operações na Argentina com novas instalações em San Juan

A Aviagen se torna a primeira empresa de genética de aves com operação na Argentina

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Divulgação: Luis Cesio é business manager da Aviagen na América do Sul, exceto Brasil

Em 18 de Dezembro, a Aviagen® inaugurou uma nova subsidiária na América Latina, a Aviagen Argentina. Localizada na província de San Juan e composta por uma granja de avós, um incubatório de matrizes e uma fábrica de ração, a Aviagen Argentina se torna a primeira operação avícola independente de integrações com produção local no país. Com uma capacidade de produção de 2,5 milhões de matrizes ao ano, a nova empresa suprirá o mercado doméstico com aves Ross®.

Para fornecer as aves de alta qualidade da marca Ross, com ração livre de patógenos, a nova fábrica de ração será equipada com recursos de ponta para ótima biossegurança, capacidade de processamento e qualidade. Com equipamentos voltados para a eficiência energética, a unidade foi projetada para a menor pegada ambiental possível.

Juntas, as instalações gerarão 100 empregos para a comunidade local. Os clientes argentinos continuarão a receber os excelentes serviços da equipe de suporte a clientes da Aviagen global, os quais trabalham regularmente para otimizar o potencial genético das aves Ross e fortalecer o sucesso de seus negócios.

As aves Ross são altamente populares na Argentina e em toda a América Latina, beneficiando os produtores avícolas através da forte viabilidade, alto rendimento de carne, uma taxa de crescimento saudável e elevada resistência aos ambientes.

Luis Cesio, business manager da Aviagen na América do Sul, excluindo Brasil (SAEB), explicou que o mercado avícola na Argentina segue em crescimento, com um consumo por volta de 50 quilos per capita/ano. Ele adicionou que a Argentina é ideal para a produção de frangos, pois detém bom ambiente e condições de biossegurança, aliados à uma força de trabalho qualificada. “A Aviagen segue comprometida com a indústria avícola na América Latina e na Argentina, e a marca Ross é muito bem vista no mercado avícola do país, com um alojamento total de 8 milhões de matrizes/ano. A necessidade de matrizes com alta qualidade continua em ascensão, e é por isso que nossa empresa agora está estendendo seu alcance global para a Argentina, com uma produção de matrizes de alta qualidade próxima aos mercados onde atuamos”.

“Estou muito satisfeito em dar as boas-vindas à Aviagen Argentina em nossas operações na América Latina. Estamos caminhando numa dinâmica expansão na região. Há dois anos, nós iniciamos com a Aviagen Peru e a Aviagen Colômbia. Agora, com a Aviagen Argentina, estamos rapidamente expandindo nosso alcance em uma região extremamente dinâmica e estratégica”, agregou o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Lauandos.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Estudo compara ação de vacinas comerciais contra a doença de Marek em poedeiras

Pesquisa foi publicada na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal

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Arquivo/OP Rural

Um estudo realizado em 2020 pela Hendrix Genetics, empresa especializada em genética de aves, em parceria com a Zoetis, foi destaque na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal. “O artigo que despertou o interesse dessa importante publicação científica foi assinado por toda a equipe técnica de Aves da Zoetis Brasil, em parceria com a Hendrix”, completa o médico-veterinário Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis.

A pesquisa teve como objetivo comparar a replicação de vacinas comerciais na prevenção e no controle da doença de Marek, causada por um herpesvírus, que provoca neoplasias linfoproliferativas em nervos periféricos e em órgãos como gônadas, íris, vísceras, músculos e pele nas aves.

O estudo contou com 300 animais da linhagem Hisex (Hendrix Genetics), divididos em três grupos de igual tamanho. Cada um deles recebeu um protocolo vacinal – um com vacina convencional e os outros dois com vacinas vetorizadas, porém de laboratórios diferentes. Para garantir imparcialidade em todo o processo analítico das amostras, os materiais coletados foram identificados por cores e letras.

A observação comparativa tanto da fração CVI como HVT das vacinas analisadas se deu em três fases – aos 14, 21 e aos 28 dias de vida das aves. Todas as aves foram vacinadas em seu primeiro dia de vida. Ao contrário de outros métodos investigativos, a análise foi feita de modo não invasivo, por meio de material coletado em folículos de penas, região em que o vírus vacinal se multiplica.

Após coleta e análise das três amostras, os pesquisadores concluíram que animais em que a replicação do vírus se mostrou mais veloz e intensa receberam a vacina convencional – observação feita já pela primeira coleta de material, aos 14 dias. Logo a vacina convencional mostrou-se mais veloz e intensa desde a fase inicial, atingiu o platô de proteção nas aves mais rapidamente que as demais. “Estudos como esse são relevantes para os produtores de aves de vida longa (poedeiras comerciais ou reprodutoras), pois apontam diferenças importantes entre as várias tecnologias disponíveis e ajudam na escolha da ferramenta mais adequada de acordo com a realidade de campo”, pontua Muniz.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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