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Jacto exibe na Expodireto Cotrijal conjunto de soluções e serviços para a excelência na experiência do agricultor

Soluções trazem benefícios como diminuição do consumo de defensivos, melhoria da qualidade de aplicação de agroquímico, menor impacto ambiental, maior conforto ao operador e aumento na rentabilidade final.

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Nova linha de Displays OTMIS - Fotos: Assessoria

A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, participa mais uma vez da Expodireto Cotrijal, de 6 a 10 de março de 2023, em Não-Me-Toque (RS). Esse ano, a fabricante reforça sua oferta de tecnologias para uma agricultura mais inteligente, digital e sustentável.

Condor 1200 com Multicontrol

“Essa é uma feira muito especial para nós, pela aproximação com o agricultor da região, bastante rica em diversidade de culturas. É uma oportunidade de expor as soluções que a Jacto tem desenvolvido sempre pensando no bem-estar do homem do campo e que de fato o ajudem em seus desafios de produzir mais, com qualidade, no mesmo espaço de terra”, comenta Fernando Gonçalves, presidente da Jacto.

Entre os destaques da Jacto nessa edição da Expodireto Cotrijal estão os pulverizadores tratorizados munidos da tecnologia Multicontrol. Esse sistema é equipado com o monitor Omni 700, que reúne as principais funções de agricultura de precisão, como GPS, barra de luzes, controle automático de seções e compatibilidade com o piloto automático. Também conta com sensores, atuadores e válvulas gerenciadoras da calda para garantir que a mesma dose de produto seja aplicada em todo o talhão, mesmo com mudanças na velocidade da aplicação. O joystick dispõe de funções para movimento de barras e abertura da pulverização, tudo ao alcance das mãos do produtor.

A Jacto também leva para a Expodireto Cotrijal parte da sua família de pulverizadores automotrizes, agora com mais tecnologias embarcadas. O Uniport 3030 e o Uniport 4530 ganharam nova versão do sistema de transmissão, o qual, dependendo das condições de aplicação, proporciona economia de combustível de até 20%. A partir de 2023, os modelos estão sendo comercializados com a opção do sistema PWM para uma pulverização ainda mais uniforme, pois mantém o tamanho das gotas mesmo com variação de velocidade da máquina. Quando integrado ao sistema bico a bico, o PWM controla a pressão de forma automática, permitindo uma melhor gestão da operação de pulverização.

O Uniport 2030 foi equipado com a tecnologia de pulverização Multicontrol e também passa a contar com a automação do sistema de transmissão que, além de melhorar a experiência do operador na condução do veículo, favorece a redução no consumo de combustível.

Ainda em tecnologias de agricultura de precisão, a empresa apresenta uma nova família de displays OTMIS de 5″, 8″ e 10″. Além da interface mais moderna, os displays trazem funcionalidades como o sistema Machine to Machine que permite que os pulverizadores compartilhem os mapas de aplicação, de modo que um equipamento pode identificar onde o outro já aplicou, evitando sobreposições indesejadas. Outros destaques dos novos displays são o sistema de manobra automática no fim de rua, que economizam tempo e esforço do operador; e o sistema de piloto automático com o sistema de direcional traseiro acoplado para o pleno uso do piloto automático.

E numa demonstração de até onde a agricultura de precisão pode chegar, a Jacto expõe o Arbus 4000 JAV, o primeiro pulverizador autônomo brasileiro do mercado. O equipamento está disponível com um modelo inédito de comercialização em forma de assinatura, que contempla uma solução completa de aplicação, monitoramento da operação de pulverização e tecnologia veicular de ponta, com ganhos significativos baseados em informações coletadas tanto pela máquina como no ambiente.

Armadilhas Eletrônicas Inteligentes

A Jacto Next, área de serviços em agricultura digital da Jacto, é a responsável pela locação do pulverizador autônomo. A área também estará presente na Expodireto Cotrijal com o lançamento das armadilhas eletrônicas inteligentes para monitoramento remoto de pragas. A novidade está disponível por meio do módulo Monitoramento Integrado Inteligente de Pragas (MIIP), presente na plataforma EKOS, de gestão da operação agrícola.

 

Tecnologias para adubação e plantio

Uniport 5030 NPK

As adubadoras a lanço Uniport 5030 NPK e Tellus 10.000 NPK estarão no estande da Jacto para demonstrar os sistemas exclusivos presentes nesses equipamentos, como o Controle Automático de 12 seções, o Controle de Bordadura e o Controle Duplo de Taxa Variável. Essas tecnologias oferecem ganhos de agilidade e precisão na distribuição e dosagem dos fertilizantes no solo, com mais uniformidade de aplicação e economia de produtos. Além disso, por meio do aplicativo SmartSet, o agricultor tem acesso a ferramentas únicas que o ajudam no ajuste da faixa de aplicação para uma correta regulagem e calibração da máquina.

Controle Automático de 12 seções

Em plantio, a Jacto apresenta as plantadeiras Meridia 200 e Lumina 300. A Meridia 200 é a primeira plantadeira da Jacto disponível no mercado. A máquina pode ser configurada com 11, 13 e 15 linhas, e tem entre outros benefícios o exclusivo sistema de pressão constante na linha de plantio, que permite profundidade mais uniforme das sementes. Um grande diferencial competitivo é a maior disponibilidade para o trabalho, pois ela tem reservatórios de adubo e sementes que permitem maior autonomia, e soluções de manutenção que proporcionam uma forma simples de substituir elementos da máquina apenas retirando alguns parafusos, o que reduz em até 50% o tempo de manutenção.

Meridia 200

Pré-lançamento, a Lumina 300 é tratorizada, autrotransportável e pode ser configurada com 16, 18 ou 22 linhas. O equipamento oferece reservatório central com capacidade de 5.100 litros e sistema de pulverização do sulco com tecnologia Jacto e totalmente integrado. Possui soluções diferenciadas para prover excelência em plantabilidade, fluxo de palha eficiente, elevado rendimento operacional e economia de insumos com o uso de ferramentas de agricultura de precisão. Sua característica mais marcante é estar pronta para transporte com 3,2 metros de largura sem nenhum setup.

Jacto GM-2

Durante a Expodireto, a Jacto apresenta também sua linha de equipamentos portáteis, com destaque para os distribuidores de grânulos Jacto GM-2 e GM-12. Ambos garantem aplicações mais assertivas e auxiliam na economia de insumos. O Jacto GM-2 permite a aplicação de doses de 5 a 20 gramas, e é indicado para canteiros tradicionais ou no sistema de mulching, ideal para cultivos de tabaco e hortaliças. Já o Jacto GM-12, atende a necessidade de produtores que precisam fazer a aplicação incorporada de granulados no solo, pois possui mecanismo que perfura a terra em até 8 cm de profundidade e aplica doses de 12 a 115 gramas, podendo variar conforme insumo aplicado e condição da aplicação.

 

Planos do consórcio Jacto atendem produtores que precisam modernizar suas fazendas

Treinamentos customizados Jacto Next

A Jacto está com três planos ativos de consórcio para o cliente final, além de um grupo para máquinas de pequeno e médio porte e renovação de frota, o qual contempla R$ 300 mil a R$ 600 mil, com prazo de 102 meses, com contemplações por sorteio, lance livre e lance fixo com entrega imediata para a plantadeira Meridia 200 e a adubadora Tellus 10.000 NPK.

Para grandes máquinas, o Consórcio Jacto tem plano de R$ 900 mil a R$ 1.8 mi, com contemplações mensais também por sorteio e lance e prazo de 84 parcelas. Para máquinas tratorizadas, o consórcio oferece plano com contemplação imediata e prazo de 12 parcelas, além do plano com a primeira parcela grátis com contemplação mensais por sorteio ou lance, e prazo de 12, 18 e 24 meses.

Por fim, para ajudar os clientes a maximizar o uso das máquinas, a Jacto Next divulga opções de treinamentos customizados comercializados pela área, tanto para clientes Jacto como para todo o mercado.

Fonte: Assessoria

Empresas Saúde avícola

Conheça o mais novo membro da Família Zoetis

Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

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Divulgação Zoetis

Os vírus da Doença Infecciosa da Bursa (IBDV) continuam sendo uma das mais desafiadoras preocupações de saúde avícola em todo o mundo. A proteção rápida contra IBDV é importante para reduzir a amplificação viral e a imunossupressão. No Brasil, o potencial de infecção por IBDV nas primeiras 3 semanas de idade é alto, uma vez que frangos de corte são criados em cama reutilizada, e os anticorpos maternos transmitidos pelas reprodutoras diminuem por volta dos 14 dias de idade a níveis não protetivos.

Os vírus de maneira geral, evoluem com o passar do tempo, baseado na pressão ambiental, vacinal, recombinações e rearranjos, o que torna a prevenção, controle e erradicação de doenças virais muito complexo.

Nesse sentido, as vacinas como ferramentas imunoprofiláticos exercem um papel fundamental para redução de perdas na avicultura.

A Zoetis, alinhada com o seu proposito de trazer inovações para o mercado de saúde animal, orgulhosamente apresenta o mais novo membro das vacinas vetorizadas, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD. Essa vacina é uma poderosa ferramenta atualizada para proteger os lotes contra os vírus de Gumboro e Marek que circulam entre os plantéis de frangos de corte no Brasil, incluindo a cepas variantes de Gumboro.

Um dos grandes desafios das vacinas vetorizadas é o estabelecimento de imunidade precoce, e é exatamente nesse ponto, que a Poulvac ® Procerta HVT-IBD se diferencia quando comparado com as vacinas vetorizadas de mercado.

Em estudos recentes a Poulvac ® Procerta HVT-IBD demonstrou alta precocidade nas repostas imunes, protegendo os pintinhos mais rapidamente (onset of immunity), e ofereceu melhor proteção geral aos desafios atuais do DIB em comparação com os concorrentes¹, no gráfico abaixo é possível visualizar essa diferença, e demonstrou proteção eficaz contra em pintinhos com altos níveis de anticorpos maternos, além disso, se mostrou eficiente contra cepas variantes².

Gráfico 1: Numa avaliação da atrofia bursal, apenas o Poulvac ® Procerta HVT-IBD forneceu mais de 90% de proteção após um desafio clássico de DIB no dia 14.

Poulvac ® Procerta HVT-IBD

Na produção avícola o tempo vale ouro. E é por isso que a Zoetis oferece uma vacina vetorizada que coloca o tempo ao seu favor. Respaldada por inúmeros trabalhos, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD, administrada por via in ovo ou subcutânea gera imunidade contra os vírus clássicos (virulentos ou muito vi­rulentos) e variantes de Gumboro. Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

Por: Gleidson Salles, Médico Veterinário, Mestre, Doutor em Biotecnologia, Gerente de Marketing – Poultry.

 

Fonte: Comunicação Zoetis
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Importações caem pelo terceiro mês consecutivo

Foram adquiridos 179 milhões de litros em equivalente leite em março, volume 3,3% abaixo do registrado em fevereiro, mas ainda 14,4% maior que a quantidade importada no mesmo período do ano passado.

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Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

As importações brasileiras de derivados lácteos seguiram em queda em março, terceiro mês seguido de baixas. Quanto às exportações, também recuaram frente a fevereiro. Ainda assim, houve redução no déficit da balança comercial no mês. De acordo com dados da Secex, foram adquiridos 179 milhões de litros em equivalente leite em março, volume 3,3% abaixo do registrado em fevereiro, mas ainda 14,4% maior que a quantidade importada no mesmo período do ano passado.

As compras de leites em pó em março (que representaram 71,8% do total de produtos lácteos importados no mês) caíram 8,5% frente a fevereiro/24, totalizando 128,7 milhões de litros em equivalente leite. O volume desse produto importado do Uruguai, especificamente, caiu expressivos 18%.

Já as importações de queijos, que participaram com 27,7% do total, avançaram 13,42% de fevereiro para março, somando 49,5 milhões de litros em equivalente leite no último mês. As informações também são da Secex.

Quanto aos embarques de derivados lácteos, a queda foi de 11,9% de fevereiro para março, somando pouco mais de 15 milhões de litros em equivalente leite, ainda conforme dados da Secex.

Essa queda na exportação foi influenciada principalmente pelos menores volumes de leite em pó e de leite condensado negociados no mercado internacional, que recuaram 28,1% e 86,6%, respectivamente, frente a fevereiro.

O principal responsável pela diminuição da exportação de leite em pó foi Cuba, país que comprou 27% a menos de um mês para o outro. Em contrapartida, as vendas de creme de leite (que representaram 3% das exportações) aumentaram fortes 463,8% frente a fevereiro, totalizando 466,4 mil litros em equivalente leite. O volume embarcado de queijos (que representaram 21,1% das vendas totais) avançou 20,9% no mesmo comparativo.

Balança comercial

Em março, a balança comercial dos lácteos fechou com déficit de US$ 65,5 milhões, com leve melhora frente ao segundo mês do ano. Em volume, o déficit foi de aproximadamente 164,1 milhões de litros em equivalente leite, redução de 2,4% na mesma comparação

Fonte: Por Rafael Fracalanza, do Cepea.
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Cobb-Vantress apresenta controle de temperatura na incubação e no manejo como ponto-chave para melhor desempenho do frango, no SBSA

Palestra foi ministrada pelos especialistas do Serviço Técnico, Cristiano Pereira e Lucas Schneider, no dia 10 de abril

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Foto O Presente Rural

Durante participação na 24ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), a Cobb-Vantress reuniu mais de 260 participantes na palestra técnica sobre “Incubação e sua Interação no Manejo e nos Resultados do Frango de Corte”, no dia 10 de abril, em Chapecó (SC). A apresentação foi ministrada pelo especialista em Incubação, Cristiano Pereira, juntamente com o especialista em Frango de Corte, Lucas Schneider, que integram o Serviço Técnico da companhia. Nestas duas áreas, foram abordados os pontos mais relevantes para assegurar a melhor performance em frango de corte.

A palestra foi aberta com as boas-vindas de Vitor Hugo Brandalize, diretor do Suporte Técnico da Cobb LatCan, abordando as recentes mudanças nas necessidades das aves modernas, que registram crescimento intenso. “Por efeito do processo de melhoramento genético, hoje as aves crescem mais rapidamente, o que isso afeta o metabolismo delas. O frango gera mais calor e precisa de novas técnicas de manejo para expressar o máximo potencial genético. A velocidade de crescimento mais acelerada impacta na conversão alimentar, que é otimizada”, explicou Brandalize.

Foto: Assessoria

Na sequência, o especialista Cristiano Pereira explicou que a qualidade do  pintinho deve ser observada além da cicatrização de umbigo, da desidratação e das lesões do tarso. “A fisiologia do embrião é que entregará um pintinho de qualidade, capaz de performar de forma adequada. Para atingir os objetivos do incubatório, desde gerar a maior eclosão possível, com um bom peso aos 7 dias, menor descarte e boa atividade da ave, a incubação deve seguir padrões já conhecidos”, afirmou.

Segundo o palestrante, há uma série de etapas que devem corresponder às metodologias indicadas para ganho de performance, como o manejo do ovo incubado, controle de riscos de contaminação, avaliação de indicadores de perda de umidade, transferência e janela de nascimento, temperatura de cloaca e transporte. Para ele, acompanhar o desenvolvimento embrionário nos aponta onde serão necessários os principais ajustes na produção.

A produção de calor do embrião não é expressiva até o 10º dia, como explicou o especialista, mas tende a ser significativa após o 16º dia. “O recomendado é que a incubadora possa fornecer todos os parâmetros necessários. Na época da transferência, a temperatura da casca fornece uma temperatura bastante próxima do embrião, o que nos dá informações sobre a distribuição de calor no interior da incubadora. Temperaturas muito altas comprometem o embrião e, consequentemente, o desempenho do frango de corte”, enfatizou Pereira.

Ambos os especialistas destacaram as diferenças existentes entre as linhagens genéticas de alto rendimento, no que tange à fisiologia.

Cristiano Pereira apresentou diversos trabalhos com resultados registrados em campo a respeito das consequências do sobreaquecimento na incubação, que pode levar à letargia, comprometimento ósseo, menor tamanho da ave e piora a qualidade do umbigo. Além disso, pode ocasionar menor massa cardíaca e sistema digestivo menos desenvolvido, com comprometimento do sistema imune, problemas locomotores e pré-disposição a infecções e morte súbita.

O especialista demonstrou que as temperaturas elevadas na fase de incubação também refletem em menor peso na idade de abate, o que compromete o rendimento ao final do processo. “Temos que monitorar os padrões de temperatura das incubadoras, controlar a transferência e a janela de nascimento, não misturar linhagens genéticas, já que possuem necessidades diferentes, e proporcionar o conforto térmico necessário para cada fase do desenvolvimento do embrião”, finalizou.

Foto: Assessoria

Lucas Schneider abordou o crescimento acelerado do frango de corte como o motivador dos novos desafios em campo, para os quais as novas orientações são válidas. “Não é possível aplicar o mesmo manejo para linhagens genéticas diferentes. O frango que cresce mais rápido é o que gera mais calor. Ele também tem menor empenamento, o que requer mais ventilação, para que auxilie as aves com a remoção de calor corporal”, afirmou.

Na visão do especialista, a medição da temperatura cloacal oferece informações importantes que ajudam na tomada de decisão sobre a temperatura no interior do aviário e necessidade de ventilação. “Fraqueza e cansaço, como consequência do aumento da temperatura corporal das aves, impactam no desenvolvimento metabólico e podem ocasionar problemas respiratórios, locomotores e abrem espaço para contaminações. O terço final da incubação com sobreaquecimento também impacta na chamada abertura de botão e na dilatação cardíaca, já que o frango precisa ter maior esforço para se regular”, disse.

Segundo Schneider, a temperatura no transporte do pintinho para a granja também deve ser monitorada, mesmo que em viagens curtas. A desidratação, também por consequência de temperaturas elevadas no alojamento, leva à perda de peso e ao maior risco de morte. “Um dos grandes inimigos da avicultura de corte é a umidade que, quando alta, contribui para o aumento da temperatura corporal. Então quando se baixa a umidade, a temperatura também se reduz, por consequência: a maior ventilação é capaz de solucionar a umidade. O pintinho que come mais também gera mais água no processo digestivo, outro problema resolvido pela ventilação”, explicou o especialista.

Por meio de dados obtidos em registros em campo, o palestrante demonstrou que o pintinho superaquecido na incubação tende a nascer com coração menor. “Para compensar o aumento da temperatura, o músculo cardíaco se esforça mais. Por isso, o aumento as temperaturas elevadas nos primeiros dias de granja resultam em maior chance de o frango não completar seu ciclo de vida”, ponderou.

Além disso, o calor excessivo no aviário pode causar sofrimento e prostração da ave. “É preciso proporcionar um crescimento saudável do frango para que ele obtenha o melhor peso no abate. Por isso, a ventilação é tão importante, assim como a qualidade do ar. A ave com maior ganho de peso diário gera mais calor, mas é possível reverter este impacto com ações focadas, a partir do monitoramento e do manejo adequado”, finalizou.

 

Fonte: Assessoria
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