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Inovação é o tema central do 5º Fórum de Desenvolvimento do Oeste

No evento, serão anunciados os vencedores do Prêmio Inova Oeste, cujo objetivo é reconhecer iniciativas que contribuíram para o fomento da ciência na região entre os anos de 2016 e 2018.

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A inovação como fomento da economia dos 54 municípios da região será o tema central do 5º Fórum de Desenvolvimento Econômico do Território Oeste do Paraná.

O evento, promovido pelo Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), será realizado no dia 29 de novembro, no Parque Científico e Tecnológico de Biociências (Biopark), em Toledo, com início às 18h30.

Segundo o presidente do POD, Danilo Vendruscolo, durante o Fórum será debatido o potencial de desenvolvimento inovador já existente na região e o que ainda pode ser explorado.

“Precisamos sensibilizar a população sobre a importância da pesquisa, sobretudo as empresas. Pois são nelas que a inovação acontece”, explicou Vendruscolo.

 

Prêmio e Desafio

No evento, serão anunciados os vencedores do Prêmio Inova Oeste, cujo objetivo é reconhecer iniciativas que contribuíram para o fomento da ciência na região entre os anos de 2016 e 2018.

Os prêmios serão concedidos em três modalidade: Inovação em Produto, Inovação em Processos e em Prática Inovadoras organizacionais. O Prêmio Inova Oeste recebeu ao todo 37 inscrições de empresas desde micro e pequena até grandes, além de instituições de ensino e pesquisa e de órgãos públicos da região oeste do Paraná.

Também serão revelados os cinco projetos inovadores capazes de solucionar problemas e demandas tecnológicas e de inovação da região nas áreas de meio ambiente e sanidade agropecuária, por meio do Desafio Inova Oeste.

Os projetos selecionados pelo Desafio Inova Oeste, terão um ano para serem desenvolvidos. Durante esse período, a equipe proponente receberá consultoria técnica e uma ajuda financeira de até R$ 100 mil. Ao todo, sete instituições se inscreveram para participar do Desafio

“Inovação não é mais um requisito de competitividade e sim de sobrevivência. O POD está organizado, com o propósito de desenvolver a região com novas soluções e tecnologias”, afirmou Hugo Ribeiro, da Câmara Técnica de Inovação do POD.

 

Sem aftosa

Na pauta também está prevista a apresentação dos resultados conquistados pelo Oeste em Desenvolvimento no último ano, como a transformação do Programa em uma Associação. Desde outubro POD é uma associação sem fins lucrativos.

“Essa foi uma grande conquista, pois nos habilita a firmar convênios, captar recursos e ter vida própria”, afirmou Vendruscolo.

Outro resultado alcançado pelo Programa, mas que beneficiará toda a região é a antecipação do cronograma para a conquista do status de “Area Livre de Aftosa sem Vacinação”, de 2022 para 2020.

Com o fim da vacinação e a conquista dos status, a região estará credenciada a exportar carne suína com adicional até 15% no preço. Sobretudo, para mercados consumidores que hoje a região não tem acesso por a ser livre de aftosa, porém, com vacinação.

“No ano passado, a sanidade foi um dos temas principais do Fórum. Hoje, já estamos colhendo os resultados”, completou Vendruscolo.

 

Oeste em Desenvolvimento

Lançado em 2014, o Programa Oeste em Desenvolvimento é uma iniciativa que reúne mais de 60 instituições públicas e privadas como a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), o Sebrae/PR, o Sistema Cooperativo, a Caciopar, a Amop, a Emater, a Fiep, além de cooperativas e instituições de ensino superior.

O objetivo é promover o desenvolvimento econômico sustentável dos 54 munícipios do oeste do Paraná por meio de ações integradas e com foco nas potencialidades regionais.

Toda a ação tem como base as sete cadeias produtivas do território, também chamadas de exportadoras, pois recebem recursos e investimentos de outras regiões brasileiras e até do exterior. São elas: Cadeia de Frango, Cadeia do Leite, Cadeia de Suíno, Cadeia de Pescado, Cadeia de Grãos, Industria Metalmecânica e Turismo.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Mercado Interno

Indicador do milho chega a menor patamar em cinco meses

Ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores

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Arquivo/OP Rural

A oferta superior à demanda tem mantido os preços do milho em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em Campinas (SP), os valores voltaram a operar próximos dos patamares observados em novembro do ano passado. Entre 12 e 18 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa Campinas (SP) caiu 2,32%, a R$ 35,84/sc de 60 kg na quinta-feira (18), o menor patamar nominal desde meados de novembro/18.

No geral, o ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores. Além disso, alguns produtores têm dado preferência em comercializar a soja – vale lembrar que a cotação da oleaginosa está firme, favorecida pelas altas do dólar e dos preços externos. No campo, o clima segue favorável ao desenvolvimento das lavouras de milho, o que pode resultar em antecipação da colheita.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Preços da soja sobem, mas médias mensais são as menores desde janeiro

Apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019

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As cotações da soja registraram ligeira alta na semana passada, devido à valorização do dólar frente ao Real, à relativa estabilidade dos prêmios e ao aumento de cotas nos armazéns portuários, cenário que aumentou também a liquidez no mercado.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá avançou 0,2%, a R$ 76,66/saca de 60 kg nessa quinta-feira (18). No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 0,3%, a R$ 72,11/sc de 60 kg nessa quinta.

Pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019, em termos nominais. Isso se deve à menor procura de indústrias brasileiras, uma vez que grande parcela tem garantido os lotes por contrato a termo e negociado poucos volumes no spot. Além disso, as aquisições são para consumo a médio prazo, visto que agentes esperam preços menores.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Última semana da quaresma é marcada por preços estáveis

No geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano

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Divulgação

Apesar da estabilidade nas cotações dos ovos comerciais, o ritmo de negócios esteve mais intenso na semana passada. Com isso, colaboradores do Cepea afirmam que, no geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano.

Entre 11 e 18 de abril, as cotações do ovo tipo extra, branco, colocado na Grande São Paulo, registraram elevação de 0,3%, com a média da caixa com 30 dúzias passando para R$ 94,42 na última quinta-feira (18).  Para o produto vermelho, entregue na Grande SP, houve alta de 0,9% de 11 a 18 de abril, com a caixa de 30 dúzias comercializada a R$ 110,87 na quinta-feira.

Com o encerramento da Quaresma, avicultores consultados pelo Cepea se mostram receosos com o possível enfraquecimento das vendas nas próximas semanas. Parte dos agentes, inclusive, já cogita intensificar os descartes de poedeiras mais velhas.

Fonte: Cepea
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Abraves
Conbrasul 2019
Facta 2019
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