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Indução à lactação 2.0: coloque os números para trabalhar a seu favor ainda mais

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Foto: O Presente Rural

A eficiência reprodutiva está diretamente relacionada com a produtividade, pois define o número de parições e, portanto, a quantidade de vacas que entrarão em lactação logo após o parto. O ideal é que esta fêmea emprenhe o mais o rápido possível após o período de espera voluntário. Entretanto, sabe-se que algumas fêmeas do rebanho encerram o período de lactação sem conseguir estabelecer uma gestação. Estas falhas reprodutivas comprometem a produtividade das fazendas, uma vez que provocam:

– Aumento de descarte involuntário;
– Redução do período produtivo;
– Redução do número de animais para reposição;
– Redução no progresso genético.

Nestes casos, uma estratégia é utilizar o protocolo de indução à lactação. Este protocolo mimetiza a ocorrência do parto e as alterações hormonais estimulam o desenvolvimento da glândula mamária e a produção de leite, fazendo com que esta fêmea inicie um novo período de lactação. Este protocolo pode ser utilizado também em novilhas, que tenham atingido o peso e estejam aptas à reprodução, mas que não emprenham.

O protocolo consiste na aplicação de alguns fármacos como progesterona, estrógeno, prostaglandina, somatotropina e corticosteróide. Esse conjunto mimetiza o perfil hormonal fisiológico presente no final da gestação (colostrogênese), fazendo com que o organismo da fêmea entenda que é o momento de produzir leite.

A Ourofino, em parceria com as universidades, desenvolveu um protocolo de indução à lactação, que 85% das fêmeas respondem e começam a produzir leite. Esta produção em média corresponde a 70% da produção de uma lactação fisiológica.

Entretanto, para que tenhamos mais sucesso, é necessário que esta fêmea seja selecionada e alguns critérios precisam ser levados em consideração:

– Produtividade;
– Escore de condição corporal;
– Sanidade (estarem saudáveis);
– Número de lactações.

Além disso, as fêmeas precisam ser submetidas ao protocolo de secagem completo e o protocolo só deve ser iniciado após 40 dias de período seco.

Figura 1. Protocolo de indução à lactação convencional (Mingoti et al., 2016 – ICAR)

Um novo protocolo de indução foi estudado e comparado com o protocolo convencional. A hipótese testada foi que o protocolo de indução à lactação 2.0 teria a mesma eficiência que o convencional, no entanto, com uma maior praticidade. Esta foi confirmada, uma vez que, tanto a taxa de resposta, quanto a produção de leite não diferiram entre os protocolos.

Figura 2. Taxa de fêmeas que responderam ao protocolo de indução à lactação convencional e 2.0 e começaram uma nova lactação.

Figura 3. Produção de leite após as fêmeas terem sido submetidas ao protocolo de indução à lactação convencional e 2.0.

Além de possuir a mesma eficiência, o protocolo de indução à lactação 2.0 propicia aos animais um melhor bem-estar, devido ao menor número de manejos e aplicações.

Outra vantagem dos protocolos de indução à lactação é o retorno à função reprodutiva, sendo uma estratégia para incrementar a fertilidade de fêmeas repetidoras de serviço.

IGOR GARCIA MOTTA
ESPECIALISTA TÉCNICO EM REPRODUÇÃO ANIMAL NA OUROFINO SAÚDE ANIMAL

Fonte: Assessoria

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Premiação de produtores da Auriverde comprova eficiência da parceria entre Topigs Norsvin e Aurora Coop

Resultados alcançados garantiram índices de produtividade muito acima da média nacional na categoria de quilos desmamados por fêmea ao ano

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O produtor Valmir Galvane Baggio conquistou o primeiro lugar na categoria kg/DFA e alcançou a marca de 288,27 kg.

Os melhores desempenhos reprodutivos da Cooperativa Regional Auriverde, de Cunha Porã (SC), foram premiados em uma cerimônia realizada nos dias 18 e 19 de março de 2026. O evento contou com a participação de cerca de 35 produtores.

O objetivo foi reconhecer a eficiência técnica das UPDs (Unidades Produtoras de Leitões). O indicador principal avaliado pela cooperativa foi a quantidade de quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) e os números alcançados pelos premiados evidenciam os resultados práticos do uso da fêmea GA 2030 (Genética Aurora Coop) a campo.

A Cooperativa Auriverde possui todo o plantel formado por fêmeas oriundas do programa de melhoramento da Genética Aurora Coop em parceria com a Topigs Norsvin. Esse trabalho conjunto busca desenhar um progresso genético balanceado e sustentável para atender às exigências do produtor, das cooperativas filiadas e da Aurora Coop.

“Temos uma parceria sólida e de vários anos no programa de melhoramento genético da Aurora Coop. O resultado desse trabalho em conjunto tem atingido patamares altíssimos de produtividade e qualidade dos leitões, gerando valor para todo o sistema”, explica o consultor Técnico e Comercial da Topigs Norsvin, Cleisson Trevisan.

O produtor Valmir Galvane Baggio conquistou o primeiro lugar na categoria kg/DFA e alcançou a marca de 288,27 kg. A segunda posição ficou com Ismael Persch, que registrou 282,12 kg. O produtor Valter Galvane Baggio garantiu o terceiro lugar no pódio com o volume de 281,55 kg.

“São resultados que ficam acima da média do Brasil. São números que realmente impressionam o mercado e valorizam bastante a eficiência da fêmea GA 2030. Isso consolida o trabalho realizado e gera ganhos financeiros e maior sustentabilidade para o produtor, para a Cooperativa Auriverde e para a Aurora Coop”, destaca Trevisan.

A segunda posição ficou com Ismael Persch, que registrou 282,12 kg.

O produtor Valter Galvane Baggio garantiu o terceiro lugar no pódio com o volume de 281,55 kg.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Sanidade e desempenho: pilares da produtividade na avicultura e suinocultura modernas

A integração entre biosseguridade, terapêutica e suporte nutricional é um dos principais caminhos para melhorar indicadores zootécnicos e promover a uniformidade dos lotes.

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Divulgação Vansil

Na avicultura e na suinocultura atual, a sanidade se consolida como um pilar estratégico. O manejo sanitário adequado, é decisivo para garantir resultados produtivos consistentes em um cenário cada vez mais competitivo.

Com mais de 30 anos de atuação, a Vansil Saúde Animal iniciou sua trajetória produzindo soluções para este setor. A qualidade e os resultados obtidos ao longo do tempo sustentaram sua expansão e consolidaram sua presença no mercado.

Nesse contexto, a empresa conta com um portfólio amplo voltado às necessidades do setor. O Vancid 50 se destaca na higienização de instalações e equipamentos, enquanto o Glutasil 50 amplia o controle microbiológico em ambientes de maior desafio sanitário.

Na área terapêutica, o uso responsável de antimicrobianos continua sendo uma ferramenta essencial. Para o controle de infecções a Vansil dispõe de uma linha de soluções terapêuticas como:  Ampicil, Aurotrim, Enro Flec, Neocolin, ST-Mix e a linha de injetáveis como Agrosil PPU, Fortlozin e Enro Flec. Já o Avecox é utilizado no controle estratégico da coccidiose.

A Ivermectina Premix, é um endectocida com amplo espectro de ação, podendo ser usado em todas as fases da criação, muito eficaz no tratamento e controle das principais parasitoses dos suínos.

Estas soluções no manejo sanitário fazem com que a Vansil esteja sempre alinhada com o objetivo de promover maior produtividade e garantir a saúde dos animais.

Além disso, o suporte metabólico em fases críticas contribui para manter o equilíbrio fisiológico dos plantéis, potencializando o desempenho. Para atender a essa demanda, a Vansil oferece a linha de suplementos Vitasil.

Atualmente, a sanidade integrada deixa de ser apenas uma prática recomendada e passa a se consolidar como um diferencial competitivo indispensável na produção animal.

Para acompanhar mais conteúdos e novidades, siga a Vansil Saúde Animal nas redes sociais: Instagram, Facebook e LinkedIn, e acesse o site para aprofundar seu conhecimento sobre nossas soluções: www.vansilsaudeanimal.com

Fonte: Ass. de Imprensa
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Alivira reforça atuação na América Latina com novo Gerente Técnico Comercial

Com mais de 25 anos de experiência em nutrição de monogástricos, Jorge Pacheco chega para fortalecer a estratégia técnica e comercial da companhia na região

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Jorge Pacheco / Divulgação / Foto: Alivira

A Alivira anuncia a chegada de Jorge Pacheco como seu novo Gerente Técnico Comercial para a América Latina, reforçando sua estratégia de crescimento e proximidade com o mercado na região.

Médico-veterinário de formação, o executivo construiu uma sólida trajetória de 26 anos na área de nutrição de monogástricos, acumulando experiência em desenvolvimento de negócios e liderança técnica. Ao longo de sua carreira, atuou em empresas de referência do setor, como Agroceres Nutrição (Multimix), Guabi, In Vivo, Sumitomo Chemical e Agrifirm.

A chegada de Pacheco está alinhada ao movimento da Alivira de ampliar sua presença na América Latina, agregando expertise técnica e visão estratégica para atender às demandas do mercado de proteína animal.

Empresa global de saúde e nutrição animal, a Alivira integra o grupo Sequent Scientific e está entre as principais companhias do setor no mundo, com operações em mais de 100 países e unidades produtivas em diferentes continentes.

No Brasil, a empresa atua desde 2016 com foco na fabricação e distribuição de medicamentos veterinários e soluções nutricionais para animais de produção e companhia, incluindo antimicrobianos, anticoccidianos, antiparasitários, aditivos e suplementos.

Com estratégia multiespecializada e forte investimento em pesquisa e desenvolvimento, a companhia busca oferecer soluções que promovam saúde, bem-estar e produtividade animal, atendendo às necessidades de veterinários, produtores e indústria.

A contratação de Jorge Pacheco reforça o compromisso da Alivira com a excelência técnica, a inovação e o fortalecimento de parcerias no mercado latino-americano.

Fonte: Comunicação Alivira
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