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Importação de soja pela China em agosto cai ante julho com menos envios do Brasil

China importou 9,60 milhões de toneladas da oleaginosa em agosto, queda de 4,8% na comparação com julho

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja pela China recuaram em agosto na comparação com o mês anterior, mostraram dados de alfândega na segunda-feira (07), em meio a um recuo nos embarques do Brasil, com a oferta do país da América do Sul começando a diminuir.

A China, maior compradora global de soja, importou 9,60 milhões de toneladas da oleaginosa em agosto, queda de 4,8% na comparação com as 10,09 milhões de toneladas em julho, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas.

Os números representam alta de 1% frente ao mesmo período do ano anterior (9,48 milhões de toneladas), dando continuidade à tendência de alta dos últimos meses, com carregamentos do Brasil agendados em meio a boas margens de processamento sendo liberados pela alfândega. “As chegadas de soja devem cair um pouco nos próximos meses, uma vez que haverá menos carregamentos vindos do Brasil”, disse Xie Huilan, analista da consultoria agrícola Cofeed, antes da divulgação dos dados.

Importadores chineses agendaram grandes volumes de soja do Brasil devido aos bons lucros neste ano, e os carregamentos do país sul-americano aumentaram a partir de março, com uma melhoria do clima brasileiro.

Mas processadores de soja devem se voltar para grãos dos EUA no quarto trimestre, à medida que a oferta do Brasil seca por causa da entressafra e com pressão do governo chinês para o aumento de compras dos norte-americanos como meio de cumprir acordo comercial de fase 1 assinado entre Pequim e Washington em janeiro.

Nos primeiros oito meses do ano, as importações de soja da China somaram 64,74 milhões de toneladas, alta de 15% na comparação com mesmo período de 2019.

As importações de óleos vegetais em agosto foram de 976 mil toneladas, alta de 2,1% na comparação com o mês anterior.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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