Conectado com
VOZ DO COOP

Suínos / Peixes

Granja Agromina expande operações no Maranhão com ampliação da produção de suínos e construção de novo frigorífico

Nova planta em Balsas será a maior indústria de processamento de carne suína das regiões Norte e Nordeste do Brasil, com capacidade para processar mil suínos/dia e 200 ovinos/dia

Publicado em

em

Fotos: Divulgação/Granja Agromina

Referência em aplicação de tecnologia de ponta, bem-estar animal e responsabilidade ambiental, a Granja Agromina figura entre as maiores produtoras de suínos da região Nordeste do Brasil. Instalado em Balsas, na região Sul do Maranhão, o complexo abriga uma área de cinco mil hectares para plantio de grãos e as unidades produtoras, com um plantel de três mil matrizes e um rebanho total de 50 mil animais em ciclo completo, o que gera uma produção mensal de oito mil cevados para comercialização.

Com uma história de 50 anos no agronegócio, a granja iniciou suas atividades na produção de soja, milho e arroz na década de 70, passando a verticalizar seu negócio a partir de 2007, quando implementou a suinocultura para agregar maior valor aos grãos produzidos. “Temos uma área total de produção de grãos de cinco mil hectares, sendo 1,7 mil hectares de pivôs com fertirrigação, em que são reutilizados 100% dos dejetos da granja na fertilização para produção dos grãos. E ainda produzimos sementes de soja para uso próprio”, destaca o diretor geral da Granja Agromina, Bernardo Philipsen, que conta com seu pai Antonius Cornelius Leonardus Philipsen à frente da agricultura.

Toda a produção da Granja Agromina é processada em duas plantas frigoríficas próprias, uma em Balsas, que possui o selo de Serviço de Inspeção Municipal (SIM), e outra na capital São Luís, que conta com o selo do Serviço de Inspeção Estadual (SIE/MA).

Expansão

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região Nordeste possui um total de 5,76 milhões de suínos e 1,06 milhão de matrizes. Entre os nove estados, o Maranhão é o quarto maior produtor, representando 16,1% do rebanho nordestino. “O potencial de crescimento é bom, mas ainda vejo muitos produtores investindo em suinocultura longe do grão e isso os faz perder muita competitividade devido ao aumento nos custos de produção”, salienta Philipsen, ampliando: “Mesmo que o mercado continue ajustado nos próximos anos, acreditamos na eficiência da nossa produção. Por operarmos em toda a cadeia, desde a produção dos grãos, utilização dos dejetos da suinocultura na fertirrigação das lavouras, produção suinícola em ciclo completo e frigorífico, vemos um bom potencial de crescimento para os próximos anos”, afirma.

Diretor geral da Granja Agromina, Bernardo Philipsen: “A missão do grupo é verticalizar cada vez mais nossas atividades”

Vislumbrando esse crescimento de mercado, a Granja Agromina planeja expandir suas operações para 2024, aumentando seu plantel para 3,5 mil matrizes. “Com isso vamos ampliar nosso rebanho para 60 mil animais e nossa comercialização para 9,5 mil cevados/mês”, adianta Philipsen.

Visando aumento da demanda para abate diário, já está em fase final de construção uma nova planta frigorífica na cidade de Balsas e uma graxaria para beneficiamento de subprodutos provenientes do abate no frigorífico, como a produção de farinha mista de carne e ossos. “Essa nova planta em Balsas será a maior indústria de processamento de carne suína para desossa, defumado e fatiado das regiões Norte e Nordeste do Brasil, com capacidade para processar mil suínos e/ou ovinos por dia, gerando mais de 300 empregos diretos. Nosso frigorífico atual tem capacidade diária de 200 abates”, evidencia o profissional, acrescentando: “Estamos buscando o selo do Sisbi-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal) para essa nova planta, visto que esse é o primeiro passo para podermos levar os produtos Agromina a todos os estados do Brasil. Por enquanto ainda não podemos enviar nosso produto para fora do Maranhão, apenas após a conclusão da nova planta, mas já enviamos animais vivos para outros estados”.

Conforme Philipsen, a Granja Agromina comercializa atualmente 55% da sua produção de suínos vivos no Maranhão e na região Nordeste do país.

Comércio restrito

O Maranhão ainda é um estado sem certificação de área livre de Peste Suína Clássica, o que restringe o mercado consumidor para as indústrias locais, que não conseguem habilitação para exportar a carne suína maranhense. “O Governo do Maranhão está trabalhando, através da Agência de Defesa Animal, para em 2024 fazer a sorologia nas propriedades de maior circulação de PSC para viabilizarmos a certificação de área de livre da doença”, antecipa Philipsen.

Fábrica própria de ração

Para otimizar os custos da produção suinícola, a Granja Agromina possui uma moderna fábrica de ração, com capacidade de produção de 32 toneladas hora. “Na região que estamos não teríamos opção de terceirizar essa produção e mesmo que houvesse esta opção o custo inviabilizaria a nossa produção, pois hoje nosso consumo é de 2,5 mil toneladas/mês e neste ano vai aumentar para 3 mil toneladas/mês”, afirma Philipsen.

O gestor enfatiza que a ração representa hoje 75% dos custos de produção da granja, atrelado a volatilidade dos preços dos grãos, tem exigido dos produtores estratégias eficientes para manter a sustentabilidade e a rentabilidade da atividade suinícola.

Eficiência na produção

A Granja Agromina se destaca pela alta produtividade na criação de suínos, posicionando-se entre os 20% dos produtores mais eficientes do Brasil, com uma média de 35 desmamados fêmea/ano e a produção de quatro mil quilos de carne por matriz anualmente. “A missão do grupo é verticalizar cada vez mais nossas atividades desde a produção do grão, fertirrigação de nossas lavouras, geração de energia limpa, produção do suíno em ciclo completo, rastreamento até o abate, além do processamento até a mesa do consumidor”, ressalta Philipsen.

Responsabilidade ambiental

Na busca constante para minimizar o impacto ambiental de suas atividades, sem comprometer a eficiência e a qualidade de suas operações, a Granja Agromina reaproveita de forma integral os resíduos orgânicos nos sistemas de fertirrigação por pivô, além de instalar três usinas de energia solar, que juntas geram um total de 2 megawatts por mês. “E ainda complementamos com a compra de energia solar no Mercado Livre de Energia”, informa Philipsen.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Suínos / Peixes

Pesquisadores adaptam técnica que acelera o crescimento do tambaqui

Por meio de um equipamento de pressão, é possível gerar um par a mais de cromossomos no peixe, gerando animais triploides e favorecendo o seu crescimento. Técnica foi adaptada de versões empregadas em criações de truta e salmão no exterior. Método gera animais inférteis, o que possibilita criações em regiões em que o tambaqui é exótico, uma vez que eventuais escapes não impactarão a fauna aquática local no longo prazo.

Publicado em

em

Além do crescimento mais rápido e do peso maior do tambaqui, a esterilidade provocada pela técnica de produção de peixes triploides é uma vantagem para a disseminação da piscicultura nativa - Foto: Siglia Souza

A Embrapa Pesca e Aquicultura (TO) estuda uma técnica capaz de deixar o tambaqui (Colossoma macropomum) aproximadamente 20% maior e mais pesado. A técnica consiste em gerar, por meio de aplicação de pressão nos ovos fertilizados, peixes com três conjuntos de cromossomos (triploides) – em condições naturais são dois conjuntos – para deixar o peixe infértil. Com isso, ele cresce e engorda mais rápido do que em condições normais. A pesquisa faz parte da tese de doutorado de Aldessandro Costa do Amaral, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), sob a orientação da pesquisadora Fernanda Loureiro de Almeida O´Sullivan.

Além do crescimento mais rápido, a esterilidade provocada pela técnica de produção de peixes triploides é uma vantagem para a disseminação da piscicultura nativa. “Quando você tem um peixe estéril, abre a possibilidade de regularização de seu cultivo em uma região onde ele seja exótico”, ressalta a pesquisadora. Isso porque, em caso de escape para a natureza, os animais estéreis não ofereceriam risco de se reproduzir em regiões das quais eles não fazem parte como, por exemplo, a Bacia do Prata, no Pantanal. “Assim, você expande os locais em que a espécie pode ser cultivada, mediante a regularização da atividade”, destaca a cientista.

A tecnologia já é empregada no exterior em peixes como salmão e truta, e o maior desafio era adaptá-la para o tambaqui, a segunda espécie mais produzida no Brasil. “Nas pisciculturas de truta na Escócia, o peixe cultivado tem que ser obrigatoriamente triploide, para não desovar. Como essas espécies são criadas em gaiolas no mar, precisam ser estéreis para não se reproduzir, o que causaria uma contaminação genética na população natural. Por isso é uma obrigação que todos os peixes sejam triploides”, explica a pesquisadora, acrescentando que a técnica em si não é nova; a novidade está na aplicação em peixes nativos brasileiros. “É uma tecnologia antiga, relativamente simples e de grande efeito na aquicultura, que estamos adaptando para o tambaqui.”

Equipamento de pressão para a indução de poliploidia de cromossômica em peixes – Foto: Jefferson Christofoletti/Embrapa

Equipamento importado
A pesquisa faz parte do projeto Aquavitae, o maior consórcio científico já realizado para estudar a aquicultura no Atlântico e no interior dos continentes banhados por esse oceano. Por meio do Aquavitae, a Embrapa utilizou de 2019 até 2023, para os primeiros testes dessa técnica, um equipamento de pressão próprio para a indução de poliploidia de cromossômica em peixes. A empresa norueguesa Nofima cedeu o equipamento para os experimentos na Embrapa Pesca e Aquicultura. Trata-se de aparelho de grande porte que opera de forma automática, bastando regular a pressão e o tempo desejados. A máquina é inédita no Brasil. “O aparelho que mais se assemelha pertence à Universidade de Santa Catarina, porém, a aplicação da pressão é manual”, conta a pesquisadora.

Como é a técnica utilizada?
O´Sullivan explica que a pesquisa buscou definir três parâmetros cruciais para induzir à triploidia. Primeiro, o tempo após a fecundação do ovo em que se deve iniciar o choque de pressão. Depois, foi preciso definir a intensidade da pressão a ser aplicada para o tambaqui, e, por fim, a equipe teve que descobrir a duração ideal da pressão. “Tivemos que identificar esses três parâmetros para o tambaqui ao longo do projeto”, explica a cientista.

Para realizar a técnica, são utilizados um milhão de ovos recém fertilizados, que vão para a máquina de pressão. Em seguida ao choque de pressão, os ovos vão para as incubadoras comumente usadas e o manejo é igual à larvicultura tradicional e à alevinagem. A quantidade de ração também é a mesma por biomassa; apenas os peixes começam a crescer mais. A pesquisadora conta que o protocolo para obtenção de 100% de triploides levou cinco anos para ser alcançado, após vários testes-piloto.

À esquerda, animais convencionais e, à direita, peixes submetidos ao processo de indução de poliploidia. Ambos originários da mesma desova e de idades idênticas.

Em seis meses, 20% maior
Durante a pesquisa, que avaliou o ciclo de crescimento e engorda do tambaqui triploide durante seis meses, observou-se que o peixe ficou 20% maior e mais pesado que os irmãos que não tinham passado pelo choque de pressão (usados como controle). O próximo passo da pesquisa é fazer uma avaliação durante o ciclo completo de crescimento da espécie, que dura 12 meses. “Produzimos um novo lote de triploides que deixaremos crescer até chegarem a um quilo. Se o resultado for o mesmo que tivemos com o peixe de seis meses, eles vão chegar a um quilo em menos de 12 meses”, calcula a pesquisadora, acrescentando que também estão sendo avaliadas a sobrevivência larval e a ocorrência de deformidades nesses peixes.

Outra característica que preocupa os pesquisadores são as consequências da triploidia no sistema imunológico destes peixes. Resultados preliminares indicam que o tambaqui triploide pode ter uma resistência reduzida a condições desafiadoras, como alteração da temperatura da água. Por isso, segundo a pesquisadora, antes que a tecnologia seja repassada para o setor produtivo, serão realizados estudos para a validação completa da técnica de produção de tambaquis triploides. “O primeiro passo era conseguir obter um protocolo que nos desse 100% de triploidia em tambaqui. Ficamos muito felizes e esperançosos de termos alcançado esse objetivo. Agora, outros estudos vão avaliar as vantagens e possíveis desvantagens dessa técnica na produção da espécie”, conclui Fernanda O’Sullivan.

Produção de tilápia usa outra técnica
Embora a infertilidade dos peixes seja uma vantagem para o crescimento do animal e para a expansão a novas regiões de produção, a triploidia não é indicada para a tilápia (Oreochromis niloticus), a espécie mais produzida no Brasil. Segundo a pesquisadora, há para a tilápia uma técnica mais econômica, que promove a criação do monosexo do macho pelo tratamento com hormônio para esse fim.

“A tilápia também tem protocolo de triploidia desde 1980, mas não estão mais usando, pois fica mais barato fazer a masculinização pela ração”, ressalta O´Sullivan. Ao contrário do tambaqui, em que as fêmeas são maiores do que os machos, na tilápia, os machos é que são maiores. Assim, foram desenvolvidas técnicas para masculinizar as larvas da tilápia. Ainda, para se fazer a triploidia, os ovos devem ser fertilizados in vitro, ou seja, artificialmente. E a produção de larvas de tilápias hoje se baseia na reprodução natural dos casais e coletas dos ovos já em desenvolvimento.

No caso da criação de monosexo da tilápia, quando os alevinos começam a comer, é oferecida ração com metiltestosterona. Isso faz com que todos os peixes se tornem machos. Com a produção exclusiva de machos, além de acelerar o crescimento, evita-se problemas de reprodução desenfreada da espécie, que é exótica no Brasil.

A pesquisadora ressalta que a técnica do monosexo nada tem a ver com a triploidia. “A técnica empregada no peixe triploide está ligada ao crescimento e à esterilidade. A esterilidade é muito importante, porque é uma característica que o monosexo não tem. Os peixes são do mesmo sexo, porém são férteis”. Ela conta que a Embrapa já está pesquisando produzir monosexo de tambaqui feminino, também pelo uso da ração – no caso, acrescida de estradiol.

Fonte: Assessoria Embrapa Pesca e Aquicultura
Continue Lendo

Suínos / Peixes

Exportações de carne suína são as menores desde fevereiro de 2023

Retração no volume exportado se deve à menor demanda de importantes parceiros do Brasil na Ásia, como China, Hong Kong e Singapura.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne suína caíram fortemente em março, registrando o menor resultado, tanto em volume como em receita, desde fevereiro de 2023.

De acordo com dados da Secex compilados e analisados pelo Cepea, foram embarcadas 90,7 mil toneladas (produtos in natura e processados), queda de 6,3% em relação a fevereiro de 2024 e de 14,3% sobre março de 2023.

Segundo pesquisadores do Cepea, a retração no volume exportado se deve à menor demanda de importantes parceiros do Brasil na Ásia, como China, Hong Kong e Singapura.

Ainda assim, no primeiro trimestre de 2024, o total escoado somou 286 mil toneladas, 5,3% acima do embarcado nos três primeiros meses do ano passado e um recorde para o período, considerando-se a série histórica da Secex, iniciada em 1997.

Quanto à receita, o montante arrecadado em março deste ano, de R$ 953,2 milhões, ficou 6% abaixo do registrado no mês anterior e 25,9% inferior ao de março/23. No balanço trimestral, exportadores brasileiros receberam R$ 2,9 bilhões, queda de 11,8% frente ao mesmo intervalo do ano passado.

 

Fonte: Assessoria Cepea
Continue Lendo

Notícias

Paraná ganha associação de produtores de peixes para ampliar potencial produtivo

Paraná Peixe terá sede em Toledo, no Oeste do Estado. Ela foi criada no 21º Seminário Estadual de Aquicultura, um dos eventos na ExpoLondrina. A formação da entidade contou com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que atuou na mediação e coordenação dos trabalhos.

Publicado em

em

Foto: Gisele Barão/E-Paraná Comunicação

A piscicultura paranaense deve ganhar reforço na organização da cadeia e ampliação do potencial produtivo com uma nova associação de produtores. A assembleia de constituição da Peixe Paraná aconteceu na última terça-feira (09) durante o 21º Seminário Estadual de Aquicultura, na ExpoLondrina, no Norte do Estado.

Foto: Jaelson Lucas/AEN

A formação da entidade contou com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que atuou na mediação e coordenação dos trabalhos.

O Paraná é líder nacional na produção de pescados. Em 2023 foram produzidas aproximadamente 200 mil toneladas. “Eu acredito que, pela organização, pelas iniciativas, sejam grandes ou pequenas, essa atividade vai ter um sucesso muito maior do que já está tendo. A gente vai ganhar mais eficiência na produção”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

A presidente em exercício do IDR-Paraná, Vânia Moda Cirino, falou sobre a relevância do trabalho desenvolvido em prol do setor. “Esse é um evento de grande importância, principalmente para a agricultura familiar. Nós queremos multiplicar essa produção. Todos os técnicos do Instituto têm se dedicado em levar conhecimento, tecnologia e planejamento para a atividade”, disse.Ela lembrou ainda que o IDR-Paraná lançou no ano passado, no Show Rural Coopavel, em Cascavel, o aplicativo “Venda seu peixe”, que visa facilitar a comercialização.

Com sede em Toledo, no Oeste, a associação está aproveitando a ExpoLondrina para cadastrar produtores da região interessados, mas ao longo do ano a diretoria deve buscar novas adesões no Estado.

Segundo o presidente da Peixe Paraná, Valério Angelozi, o principal objetivo da associação é conseguir mais representatividade. “É para a gente se fortalecer e buscar apoio para as demandas do setor. A aquicultura é uma das grandes forças impulsionadoras da economia do Estado”, disse.

Foto: Divulgação/AEN

Na avaliação dele, a piscicultura está passando por um bom momento no Paraná. “A demanda por proteínas saudáveis vem aumentando em todas as regiões, e isso tem proporcionado uma lucratividade muito boa”, afirmou.

Representando o Ministério da Aquicultura e Pesca na abertura do evento, Jackson Luiz da Cruz Pineli destacou o bom desempenho do Paraná no cenário nacional e explicou as políticas públicas federais voltadas ao setor. “Nós queremos ser parceiros de vocês”, disse.

Seminário

O Seminário Estadual de Aquicultura foi organizado pela Sociedade Rural do Paraná e Sistema Estadual de Agricultura e pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Ao longo do dia, a programação contou com palestras sobre sanidade, gestão, sistemas de informação, nutrição, manejo e melhoramento genético.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo
SIAVS 2024 E

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.