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Governador de São Paulo Geraldo Alckmin exalta potencial econômico da pecuária na InterCorte

Ele percorreu o Caminho do Boi e se impressionou com a produtividade da atividade e a geração de empregos pelo setor

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O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin visitou nesta sexta-feira (17) a InterCorte – Exposição Tecnológica da Cadeia Produtiva da Carne, que ocorre na Bienal do Ibirapuera, na capital paulista. Ele percorreu o Caminho do Boi, projeto que mostra na prática de forma interativa a importância da integração dos elos da cadeia da carne e se impressionou com a produtividade da pecuária e como a atividade é geradora de empregos. “O Brasil é um grande exportador de carne para o mundo. É muito importante termos um evento dedicado à pecuária de corte que mostre a cadeia produtiva como um todo. Estamos muito felizes de sediar este evento na Bienal, aqui em São Paulo”, declarou Alckmin, que percorreu diversos estandes de empresas que participam da InterCorte.

ShowCorte

Celebrar a carne bovina de qualidade com todos os envolvidos da cadeia produtiva. Essa foi a das propostas do ShowCorte, atração promovida na noite de quinta-feira, dia 16, durante a InterCorte, na Fundação Bienal, em São Paulo. Além de um bate-papo com produtores, proprietários de lojas de carnr, chefs e frigoríficos, o ShowCorte encerrou a programação do primeiro dia com uma degustação harmonizada por especialistas em vinhos, cervejas e cachaças.

“Mais do que um show gastronômico, o projeto é uma integração entre a produção pecuária com foco na produção de carnes de qualidade. É fazer com que cada elo da cadeia saiba se comunicar com o consumidor final mostrando o impacto que tem essa atividade no país”, explica Carolina Barretto, coordenadora da Beef Week, ação que integra a InterCorte.

Para o consultor Roberto Barcellos, um dos problemas da carne brasileira é falta de padronização e a principal característica é falta de maciez. “O fato de uma marca garantir maciez é motivo de fidelização por grande parte do consumidor. Mas o brasileiro está amadurecendo rapidamente como consumidor e ficando cada vez mais exigente”, salientou.

Também participaram do debate Renato Galindo, do grupo Marfrig, o produtor Mateus Arantes, que tratou da produção a pasto; a empresária Sandra Carvalho, que falou sobre o manejo pré-abate e a importância para a carne de qualidade; Marcelo Whately, da loja de carnes especiais Villa Beef, de Ribeirão Preto, que compartilhou com o público a experiência de relação com o consumidor e Tatiana Bassi, da churrascaria Templo da Carne Marcos Bassi, que falou sobre as mulheres e churrasco.

A degustação ficou por conta de Manoela Lebron e Igor Machado, da Marinada Interativa e Thomaz Ziemer, da Vinhetica.

Fonte: Assessoria

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Notícias Segundo Cepea

Indicador do boi gordo se aproxima de R$ 300

Baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo seguem em firme movimento de alta neste mês. Na parcial de janeiro, o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) subiu 11,49%, atingindo R$ 297,85 na quarta-feira (27). Vale lembrar que, na terça-feira, 26, o Indicador fechou a R$ 298, novo recorde da série histórica do Cepea, iniciada em 1994.

Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba. Quanto aos animais de reposição (bezerro nelore, de 8 a 12 meses), os valores atuais também são recordes.

Neste caso, o impulso vem do maior aumento do abate de fêmeas entre 2018 e 2019 e da forte demanda por reposição, devido à aquecida procura externa pela carne brasileira ao longo de 2020. O recorde real do Indicador do bezerro foi registrado na segunda-feira (25) quando atingiu R$ 2.811,77/cabeça – nessa quarta-feira, 27, fechou a R$ 2.704,79.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Com demanda fraca, preços do suíno seguem em queda

Maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País

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Arquivo/OP Rural

A típica redução na demanda final por carne suína em início de ano, tanto interna quanto externa, tem pressionado os valores pagos pela carcaça e, consequentemente, do animal vivo, especialmente nesta segunda quinzena de janeiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País. Já no Sul, colaboradores do Cepea afirmam que a demanda das agroindústrias, especialmente por conta das exportadoras, tem evitado recuos mais intensos.

Fonte: Cepea
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Notícias PecuáriaLeiteira

Maior oferta sinaliza queda de produtos lácteos no Paraná

Principais produtos do mix de comercialização tiveram redução de preço na parcial de janeiro

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Aires Mariga

Após uma alta consolidada em dezembro, o preço dos produtos lácteos mais comercializados no Paraná sofreu uma queda significativa em janeiro. O movimento do mercado está relacionado aos altos volumes de estoques que as indústrias mantinham no final do ano passado, o que fez com que o varejo pressionasse por pagar menos pelo produto. A dinâmica foi apresentada em reunião virtual do Conselho Paritário Indústria/Produtores de Leite do Paraná (Conseleite-PR), realizada na terça-feira (26). O colegiado aprovou o valor de referência projetado para janeiro de R$ 1,6765, para o litro de leite padrão – o que corresponde a uma queda de 9,95% em relação ao projetado em dezembro.

“Começamos 2021 da mesma forma que terminamos o trimestre anterior: em um cenário de incertezas, com grande volatilidade de preços, com os reflexos da pandemia ainda pesando nos mercados”, disse o professor José Roberto Canziani, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um dos responsáveis pelo levantamento de mercado. “Com um estoque maior do produto, a indústria teve que ceder ao varejo nos preços”, acrescentou.

A volatilidade dos preços começou em outubro do ano passado. Em dezembro, os produtos lácteos se recuperaram, valorizando-se, em média, 3,60%. Agora, no entanto, em razão da maior oferta, os principais itens do mix de comercialização do Paraná – leite UHT, mussarela, queijo prato e leite spot – tiveram queda considerável, provocando o recuo do valor de referência do leite – que é usado como base nas negociações entre indústria e produtores. Apesar disso, o preço de todos esses produtos começa 2021 em um patamar bem mais elevado em relação a anos anteriores.

O UHT, por exemplo, recuou 12,46%, por causa dos estoques disponíveis na indústria. Principal item do mix de comercialização, o muçarela viu seu preço cair 10,87%. O queijo prato, por sua vez, teve desvalorização de 6,01%, enquanto o leite spot sofreu queda de 14,03%. Conforme o levantamento, o comportamento de mercado foi generalizado em praticamente todas as empresas consultadas.

Entre outros produtos com volume bem menor de comercialização, o resultado foi diverso. O provolone e do iogurte, por exemplo, tiveram altas de 3,73% e 1,16%, respectivamente. O creme de leite, por sua vez, teve alta de 3,30%, chegando ao seu maior valor histórico. Em contrapartida, outros produtos, como o leite em pó e o requeijão sofreram quedas, de 13,01% e 2%.

Essa foi a primeira reunião do Conseleite-PR de 2021. O presidente do colegiado, Ronei Volpi, disse que o momento é de serenidade, sobretudo em razão do cenário de incertezas. “No primeiro semestre, ainda devemos ter muitas complicações em função da pandemia e de mudanças internacionais – com a eleição americana – e em questões políticas, com a votação de reformas. Todo o setor acompanha com expectativa o desenrolar dos acontecimentos”, disse Volpi, que representa o Sistema FAEP/SENAR-PR no conselho.

Fonte: Sistema FAEP
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CONBRASUL/ASGAV

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