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Empresas Cooperativismo

Frimesa entre as 50 marcas mais consumidas pelos brasileiros

Com 43 anos a Frimesa é uma Cooperativa Central paranaense que atua no segmento de carne suína e lácteos

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Foto: Divulgação

A marca Frimesa apareceu pela primeira vez no ranking Kantar Brand Footprint Brasil 2021, nona edição do levantamento que indica as 50 marcas mais estão presentes nos lares brasileiros ocupando a 49º colocação, crescendo quatro pontos comparado com 2019.

A métrica do estudo leva em consideração a penetração (alcance da marca) e a frequência número de vezes que é escolhida no Ponto de Venda que, combinadas, geram o Consumer Reach Point (CRP), indicador das marcas mais escolhidas pelo consumidor. O estudo acontece mundialmente e pondera todas as marcas, independente do segmento.

A leitura ocorreu em 11.300 lares das sete regiões do Brasil. A Kantar avaliou 230 marcas para elaborar o Top 50 e para estar nesta seleta lista, a marca precisou alcançar o patamar de 109 milhões de CRPs, penetração acima de 35% e frequência de, ao menos, três vezes. Para o cálculo o CRP considera o número de municípios em um país multiplicando pelo % de famílias que compram a marca e o número de interações.

As marcas de alimentos se destacam no ranking. Por conta da pandemia as pessoas estão ficando mais em casa e consequentemente repercute na cesta de compras devido ao aumento nas ocasiões de consumo de alimentos no lar. Presuntaria, linguiças, azeite, empanados e batata congeladas são categoria que despontaram no crescimento das vendas.

Na pratica a avanço da Frimesa significa que em 2020 foi escolhida mais vezes pelos brasileiros. Para o presidente Valter Vanzella a conquista comprova é motivo de orgulho e posiciona a Frimesa entre grandes. “Essa performance comprova que nossa estratégia de investir num portfólio de valor com ações para garantir a presença no ponto de vendas e nas campanhas de comunicação para tornar a marca conhecida são assertivas”.

Com 43 anosa Frimesa é uma Cooperativa Central paranaense que atua no segmento de carne suína e lácteos. Possui seis plantas industriais com capacidade de processar 8.300 suínos por dia e mais de 800 mil litros de leite por dia. Com portfólio de mais 460 produtos a marca está presente no varejo e atacadistas de todo Brasil. Em 2020 o faturamento atingiu 4,29 bilhões.

 

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Robotização contribuiu para distinção de suinocultor ao Prêmio Integrado Destaque 2020

Premiação promovida pela Unidade BRF de Toledo, consagrou Valecir Rubert  na categoria Sistema Vertical de Terminação, com os melhores resultados de lotes

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Divulgação Roboagro

Tomar as decisões adequadas e usufruir dos benefícios que tais escolhas podem proporcionar são o desafio diário para o suinocultor e demais profissionais das agroindústrias. A adoção das melhores práticas e das ferramentas disponíveis no mercado abreviam caminhos para a busca da excelência dos produtos oferecidos, qualidade de vida e resultados financeiros.

Com essa proposta, o suinocultor Valecir Rubert, morador de Toledo, município maior produtor de suínos do Brasil, localizado no oeste do Paraná, teve seu esforço recompensado. Integrado ao maior frigorífico daquele estado, Rubert conquistou o 1º lugar na categoria de Sistema Vertical de Terminação do Prêmio Integrado Destaque, reunindo os melhores resultados de lotes em 2020, incrementados pela tecnologia da robotização.

A cerimônia de premiação aconteceu no dia 6 de julho, durante evento anual realizado pela Unidade BRF de Toledo, conferindo a representatividade da distinção e colocando seus participantes entre os melhores suinocultores do mundo. Os números de Valecir Rubert se sobressaíram dentre mais de 500 produtores cadastrados a BRF do município, referentes à produção e cuidados com os animais. A partir da utilização do Robô Alimentador de Suínos, desenvolvido pela Roboagro, de Caxias do Sul (RS), o produtor viu reduzir seu esforço físico para manuseio e distribuição das rações, além do tempo para esta atividade. “Eu carregava no braço a ração que era colocada nas baias, levando cerca de duas horas para finalizar; e sempre dava alguma diferença nas quantidades, de 300 gramas a um quilo. Agora, eu programo o robô e ele faz tudo sozinho, em pouco mais de uma hora e a possibilidade de erro zero na distribuição alimentar”, explica.

Rubert afirma que a automatização não melhorou somente os lotes de suínos, mas também a sua saúde. “Eu tive um problema no braço devido ao esforço manual diário. Hoje, tenho até mais tempo para a família e posso me dedicar a outros afazeres com os animais”, acrescenta, ao informar que a tecnologia da Roboagro contribuiu para a melhora da produção da Granja Rubert, permitindo um salto de R$ 7,00 por cabeça, valorizando a precificação e qualidade dos lotes fornecidos, avaliados em diversos índices zootécnicos. Como critérios desta avaliação, a BRF analisa, principalmente, a conversão alimentar, a mortalidade, o ganho de peso dos suínos, bem como outros índices de performance.

Como a robotização auxiliou no desempenho da Granja Rubert

A robotização faz parte da chamada suinocultura 4.0, inédita no Brasil, porém já considerada novo padrão para o mercado nacional, possibilitando a aplicação da suinocultura de precisão para dentro das granjas. O equipamento realiza a distribuição de ração para suínos em suas baias, com horários pré-determinados, sendo 100% automatizado e sem interferência humana. Durante o processo, o robô ainda reproduz música clássica, cuja eficácia voltada à fase de crescimento dos suínos foi comprovada por meio de estudos.

O suinocultor, por sua vez, consegue identificar, com maior precisão, a condição sanitária da granja e o andamento do lote, mediante o aplicativo de gestão da Roboagro. A tecnologia, portanto, condiciona maior controle sobre análise de dados ao produtor, já tendo sido testada e consolidada em mais de 600 propriedades de creche, crescimento e terminação nas melhores granjas e agroindústrias do Brasil e da América Latina. “Aproximadamente 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado ao consumo da ração. Com o equipamento é oportunizado, ao criador, o ajuste da sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos. Isso deixa a carne produzida aqui mais competitiva”, ressalta Giovani Molin, diretor da Roboagro. Outro benefício consiste na redução da mão-de-obra, devido à facilidade de uso do robô, onde todas as atividades disponibilizadas podem ser definidas pelo suinocultor.

Atualmente, existem cerca de 600 unidades do Robô Alimentador de Suínos em operação nos três estados da Região Sul, responsáveis por 66% da suinocultura nacional, além de presença institucional em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Tecnologia

Cargill Nutrição Animal lança Open Farm: juntos de portas abertas, construindo uma nova história

Programa de relacionamento tem como objetivo apoiar o produtor na prosperidade do seu negócio

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Assessoria

Alinhado com a estratégia global da Cargill, onde um dos objetivos é focar no relacionamento com os clientes, inicia-se uma nova fase com suinocultores da Cargill Nutrição Animal. Desde junho, as portas foram abertas para evoluir na relação com produtores. Dessa forma, foram desenvolvidas soluções mais efetivas para explorar todo potencial de negócio e impulsionar a inovação e a tecnologia. Trata-se do Open Farm, um programa de relacionamento relevante e inovador.

Na primeira fase de lançamento do programa, os convidados foram clientes estratégicos do negócio de suínos, porém, nos próximos meses haverá a expansão do programa para outros clientes suinocultores. Também há previsão para que no futuro a possam expandir para outros negócios atendidos pela Cargill Nutrição Animal. Hoje já são 30 clientes / parceiros ativos no programa e, desde o início do mês de julho, eles já têm acesso às primeiras informações de pontuação acumuladas, de acordo com as categorias disponíveis: Yellow Farm, Red Farm, Blue Farm e Green Farm.

Cada cliente ou empresa que aderir ao Open Farm, não terá qualquer custo adicional, e será classificado em uma das quatro categorias, de acordo com o percentual de participação da Cargill no total de animais tratados do seu negócio de suínos (Market Share). A cada três meses, o número é reavaliado e a classificação pode ser alterada, impactando nos indicadores e benefícios do programa.

“Acreditamos na relação próxima entre as pessoas, na transparência entre as empresas e sabemos que juntos podemos inovar para construir um futuro próspero. Alinhados à visão estratégia da Cargill 2025, Intimidade Comercial com o Cliente, lançamos o Open Farm, como um programa de aprimoramento e recompensa que vem ao encontro de um dos nossos principais pilares: colocar o cliente no centro de tudo. Entendemos que apenas conhecendo suas necessidades, podemos atendê-lo de forma integral e fidelizar, estabelecendo juntos uma trajetória de crescimento para seu negócio”, diz Thiago Lala, gerente de contas chave do negócio de Suínos da Cargill Nutrição Animal.

 

Diferencial estratégico

Além de ser um programa pioneiro no segmento de nutrição animal, o grande diferencial do Open Farm comparado aos demais programas de fidelidade é que, a partir de um estudo das necessidades de cada cliente e monitoramento do negócio, o resgate de pontos estará alinhado às suas estratégias de crescimento, sendo 75% dedicados exclusivamente a benefícios para o próprio negócio. Os 25% restantes poderão ser usados no âmbito pessoal, como bens de consumo, lazer e souvenirs.

A proposta é ser mais que um programa de cashback. É atuar no reinvestimento do negócio do cliente por meio da oferta de soluções que possam gerar crescimento e desenvolvimento organizacional, como serviços personalizados, consultorias e ferramentas exclusivas da Cargill Nutrição Animal. Todo resgate de benefícios é realizado por meio da plataforma OpenFarm de maneira simples e intuitiva.

 

Inúmeras opções de resgate focadas no negócio

Entre os benefícios que podem ser resgatados nos 75% dedicados ao negócio, cada cliente terá a Consultoria em Negócios, por exemplo, Diagnóstico e implantação da Certificação BPF; Consultoria em sanidade, manejo e ambiência; e Cargill Risk Management – treinamento e assessoria na estruturação das operações.

Em Inovação e Tecnologia, algumas opções são Implementação do controle de qualidade em fábrica de rações através da Tecnologia NIR e Programa Aceleradora S4. Já em Desenvolvimento Organizacional, o cliente poderá resgatar treinamentos ministrados pela Cargill ou por parceiros, como Desenvolvimento de liderança e engajamento (Escalar); Cultura de segurança (Cargill); Gestão por diretrizes (Falconi); Governança e sucessão familiar (Dom Cabral); e Inclusão e Diversidade: Caso Cargill + Papo de Homem. Além de viagens para visitas a negócios similares e compartilhamento de conhecimento.

Esses são apenas alguns exemplos da gama de opções que o participante do programa terá à disposição sem nenhum custo adicional, apenas por se manter nosso parceiro. “Queremos reforçar nosso compromisso na construção de um futuro próspero junto aos nossos clientes, dando suporte às suas necessidades de forma estratégica e inovadora. Esse é o propósito do Open Farm”, finaliza João Fausto, líder de negócios de suínos.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

O papel das porcas no controle do Mycoplasma nas granjas

Entenda como esses animais agem na disseminação da bactéria no ambiente

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Jovani Finco / Divulgação.

Por: Jovani Finco médico-veterinário e assistente técnico de suínos da Zoetis.

Conhecida já há algumas décadas, a pneumonia enzoótica dos suínos, causada pela infecção da bactéria Mycoplasma hyopneumoniae (MH), está presente em quase 100% das granjas também atingidas pelo circovírus ao redor do mundo, e aqui no Brasil, em 95% do plantel de suínos. É considerada uma doença crônica e endêmica no País. Afeta suínos de todas as idades, principalmente nas fases de crescimento e terminação.

Granjas positivas e sem um trabalho de controle para a bactéria podem perder até 41 gramas de peso diário por animal, uma redução de 16% na taxa de crescimento e 14% a menos de conversão alimentar.
De acordo com estudo de 2017 realizado por Takeuti e Barcellos, as lesões pulmonares provocadas por essa bactéria no abate atingem 55.38% dos animais.

A transmissão do Mycoplasma pode ocorrer via vertical – da porca para os leitões – e horizontal – de leitão para leitão, por meio de secreções nasais e aerossóis.
O papel das porcas na transmissão da doença tem sido cada vez mais estudado e avaliado como importante na contaminação e disseminação da bactéria no plantel. Isso porque, ao chegarem livres do protozoário para um ambiente contaminado, leva-se um tempo até que estes animais se infectem, e depois, deixem de excretar o Mycoplasma.
Por isso, a adaptação dessas matrizes ao novo ambiente é fundamental no controle deste agente. Quanto antes as fêmeas se contaminarem, menor será a probabilidade de elas transmitirem isso aos leitões após o parto e, consequentemente, de animais doentes na fase inicial da vida.

Além da ambientação das matrizes, outras ações são igualmente importantes no controle da bactéria – vacinação, manejo, limpeza e desinfecção do ambiente, vazio sanitário, troca de leitões recém-nascidos desnecessariamente entre leitegadas, vacinações inconsistentes, superlotação, espaço inadequado nas baias, falhas no diagnóstico e no controle de infecções concomitantes, tratamento antimicrobiano no momento errado por períodos e doses menores que o recomendado, escolha da droga incorreta etc. Qualquer falha no processo, não só facilita a infecção dos leitões pelo Mycoplasma, que é um agente primário, como também contribui para ação de outros agentes secundários.
A ação combinada de agentes pode causar grandes prejuízos para a granja – elevação de custo na produção, com o uso de antimicrobianos em tratamento aos animais e/ou até diminuição no desempenho zootécnico e aumento na mortalidade.

Investir em uma vacina que atenda as necessidades e os desafios da granja é importante, mas deve ser associada as várias ações de manejo e biosseguridade.

São muitas as estratégias de controle para o Mycoplasma. As intervenções e ações devem ser pensadas visando à produção de animais sem sinais clínicos de pneumonia e com baixa prevalência da bactéria. Dessa forma, as granjas alcançarão estabilidade em relação à propagação do microrganismo.

 

Fonte: Assessoria
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Simp. Brasil Sul de Suínos 2021

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