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Fórum reúne líderes para debater tendências do agronegócio mundial

Organizado pela Alltech, evento promoveu a discussão sobre as novas demandas do consumidor e as tecnologias de vanguarda disponíveis no mercado

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Em um cenário mundial de mudanças, no qual a população de classe média está em expansão e as escolhas de consumo estão cada vez mais conscientes, as práticas de manejo e a apresentação dos produtos no agronegócio também precisam se reinventar. Para isso, o diálogo com o mercado e a inovação no setor são essenciais, demonstraram especialistas em produção agrícola e animal durante o Alltech One Ideas Forum, realizado no dia 11 de abril, em Campinas (SP).

Abraçar e entender essas transformações é essencial para o momento, que é considerado de oportunidade pelo presidente e CEO da Alltech, Mark Lyons. “O mais interessante não é o que devemos deixar de fazer, mas sim o que vamos começar a realizar. É necessário desenvolver tecnologias, ter voz junto ao consumidor para buscar o que o mercado quer e precisa, além de criar projetos pequenos que cresçam rápido. Estamos em um momento de distinção: pode ser uma ameaça ou uma evolução, só depende de nós”, defendeu Lyons durante o evento que reuniu mais de 750 participantes diretamente envolvidos no agronegócio, como pesquisadores, presidentes de cooperativas, diretores de fábricas de ração, fazendeiros e donos de distribuidoras agrícolas.

Quem também marcou presença no palco principal do evento foi o diretor da G&S Agriconsultants, Gordon Butland. De acordo com ele, para que o crescimento do consumo de proteína animal retorne a patamares significativos é preciso fazer diferente. “A computação, os smartphones, mudaram a maneira como trabalhamos. Sempre falamos da granja até a mesa, mas para mim é da mesa até a granja. Por que? Porque o consumidor quer saber o que tem dentro, de onde vem, como foi produzido, querem ter rótulos que consigam entender”, explicou.

Neste contexto, em que os consumidores são considerados os novos CEO’s, o jornalista e articulista José Luiz Tejon trouxe a reflexão sobre a importância dos bons “vendedores” no mundo. De acordo com Tejon, o desafio em relação ao mundo do agronegócio está no reino das percepções. “O planeta Terra conta com seres humanos visionários, que enxergam antes o que os outros não viram. Esse enxergar antes dos outros é resultado de um incômodo”, ressaltou. “Quem comanda o mundo? São grandes vendedores que inventaram, criaram, viram antes e fizeram”, complementou.

Para exemplificar, na prática, o resultado de inovações nas propriedades, o diretor da Fortuna Nutrição Animal e da Fazenda Gamada, Daniel Wolf, apresentou ao público a história de sua família na agropecuária. Eles iniciaram a atividade em Nova Canaã do Norte (MT), a 700km de Cuiabá, quando o local só possuía estrada de chão. Hoje, estão na pecuária, produzem grãos, trabalham com integração lavoura pecuária, além de projeto integração lavoura pecuária e floresta. “Existem oportunidades e temos que aprender a como ir atrás delas”, destacou.

Tecnologia no manejo
Ainda na plenária principal, foi debatida a incorporação das ferramentas digitais para a garantia de uma cadeia alimentar segura, saudável e sustentável, no que tange às micotoxinas. Segundo o diretor global de Gerenciamento de Micotoxinas da Alltech, Nick Adams, “a tecnologia e os dados são uma parte fundamental para tornar esse conhecimento acessível no campo. A combinação de dados, no futuro, ajudará a conectar pontos”, disse. Os resultados de outros estudos e técnicas foram debatidos durante as sessões temáticas, realizadas no período da tarde, que analisaram a agricultura e espécies animais como monogástricos, ruminantes, equinos, pets e aquicultura.

O evento
A turnê do Alltech ONE Ideas Forum passou por outros 18 países em 20 cidades da Ásia, Europa, América do Norte e América Latina. O evento foi idealizado nos mesmos moldes do One: Simpósio de Ideias Alltech, um dos maiores encontros sobre tecnologia e inovação no mundo, que neste ano acontece entre os dias 19 e 21 de maio na cidade de Lexington (KY), nos Estados Unidos.

Fonte: Ass. de Imprensa
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A alternativa do pó de rocha como fertilizante e corretivo do solo

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Foto: O Presente Rural

Dilceu Sperafico*

Nem sempre as notícias positivas envolvem fatos novos ou recentes. Este é o caso do aproveitamento de pó de rocha ou pedra moída, como fertilizante, corretivo e inoculante, substituindo insumos tradicionais, com enormes vantagens para a redução de custos da lavoura, conservação do solo, preservação de recursos naturais e crescimento do agronegócio brasileiro.

A técnica não é nova. Muito pelo contrário, pois já era adotada por agricultores da Alemanha em 1870 e sua expansão foi muito grande em várias regiões de Minas Gerais nos últimos anos.

Em Toledo e região, a novidade foi anunciada pelo presidente do Sindicato Rural Patronal de Toledo, Nélson Paludo, ao informar a instalação em Palotina, de empresa industrial e comercial, com capacidade para produzir e fornecer pó de rocha para agricultores de todo o Oeste e Noroeste do Paraná.

Trata-se na Minerpal, a 6ª empresa brasileira do setor, equipada para oferecer pó de rochas da própria região, como recomendam órgãos de pesquisa, nas quantidades solicitadas pelos produtores interessados.

Conforme o dirigente sindical, mesmo que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), já apoiem a utilização do produto, os produtores da região estão preferindo a realização de experiências em pequenas áreas das propriedades rurais, comparando evolução das culturas, produção, produtividade e qualidade dos produtos, com a colheita de lavouras cultivadas com insumos tradicionais.

No Oeste do Paraná, segundo Nélson Paludo, até mesmo o campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), de Palotina, já desenvolveu experimentos com o pó de rocha, com resultados alentadores.

Salvo eventuais equívocos, o uso de pó de rocha reduz em, pelo menos, 50% o custo de produção de lavouras tradicionais, como soja e milho, pois o seu preço de aquisição e transporte é muito menor do que os valores cobrados por fertilizantes e corretivos, como calcário, e inoculantes indicados pela assistência técnica.

A expressiva redução dos custos de produção, sem nenhuma perda de produtividade e produção das lavouras, está baseada no baixo preço de comercialização do pó de rocha pela empresa fornecedora, na comparação com os custos dos produtos tradicionais, ampliada ainda mais pelas menores despesas com frete, pois a fornecedora está em região próxima das propriedades rurais.

Com isso, a utilização da nova técnica de remineralização do solo, sem o uso de fertilizantes, corretivos e inoculantes industrializados, pode representar importante alternativa para o aumento da produtividade, produção e competitividade do agronegócio brasileiro, o que é fundamental para o seu crescimento no concorrido e exigente mercado globalizado de alimentos e matérias-primas.

Cultivando apenas 8% do território nacional, o agronegócio responde pela geração de 20% dos empregos e 22% do Produto Interno Bruto PIB), do País, transformando o Brasil num dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo, com benefício para toda a população urbana e rural.

Considerando a disponibilidade de pedreiras na região, para a produção de pó de rocha na quantidade necessária para atender a demanda dos produtores, a nova técnica pode colaborar ainda mais para o crescimento econômico e social do Estado e do País,

*O autor é ex-deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado
  E-mail: dilceu.joao@uol.com.br

Fonte: Assessoria
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Sanphar lança APSALIQ®, solução anti-inflamatória não esteroidal para suínos

APSALIQ® é a mais recente novidade no portfólio da Sanphar, sempre em busca das melhores tecnologias para atender às demandas da produção animal.

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A Sanphar, empresa de saúde animal do Erber Group, traz para o mercado brasileiro o anti-inflamatório não esteroidal e antipirético APSALIQ®, potente solução oral com dupla ação à base de Cetoprofeno 6%. APSALIQ® é a mais recente novidade no portfólio da Sanphar, sempre em busca das melhores tecnologias para atender às demandas da produção animal.

APSALIQ® tem alta solubilidade, fornecido aos suínos via água de bebida na dose de 3 mg/kg por três dias consecutivos. O produto é eficiente e seguro no controle da febre, dor e processos inflamatórios. Tem rápida absorção e devido à sua composição química, tem passagem facilitada pelas membranas celulares, alcançando em um curto espaço de tempo  o local da inflamação. Além disso, atua de forma seletiva sobre a ciclo oxigenase 2  (COX2), a principal enzima responsável pela indução da febre e o aumento da sensibilidade à dor, dessa forma, reduzindo os riscos de sangramentos e danos ao trato gastrointestinal dos suínos.

“APSALIQ® não requer período de retirada para abate, sendo uma ótima alternativa para auxiliar no controle de processos inflamatórios e febris também em suínos em fase final de terminação, contribuindo para diminuir as perdas zootécnicas e condenações de carcaças no abatedouro”, reforça o gerente técnico comercial da Sanphar, José Hickmann.

Rodrigo Bernardi, gerente nacional de vendas da Sanphar, destaca que a suinocultura caminha para o uso racional de antibióticos na produção animal. “Por isso, a importância de apresentar novas tecnologias aliadas ao bem-estar animal, como anti-inflamatórios e analgésicos, que chegam ao mercado para suprir a falta de produtos de terapia de suporte”, explica.

Estudos realizados pelo laboratório espanhol Andrés Pintaluba (2008) comprovam os benefícios de APSALIQ® quando utilizado como terapia de suporte ou como terapia coadjuvante ao uso de antibióticos em suínos afetados pela Doença Complexo Respiratório Suíno (DCRS). “Os resultados mostram que o produto tem excelente ação antipirética e anti-inflamatória, ocorrendo a recuperação clínica dos suínos tratados de maneira mais rápida, além de contribuir para o melhor resultado da antibioticoterapia, nos casos em que for necessário a utilização, em suínos acometidos por DCRS”, conclui José Hickmann.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Fêmeas hiperprolíficas exigem manejo e nutrição eficientes

Pensando nisso é que a Polinutri® em parceria com a Liprovit apresentarão soluções tecnológicas voltadas para eficiência nutricional e de manejo para esta fase produtiva durante a ABRAVES 2019

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Gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri®, Izabel Muniz. - Foto: Divulgação

Nas últimas décadas foi notório o avanço genético na suinocultura. Ao colocar a lupa sobre o quesito taxa de natalidade por exemplo, chama a atenção a alta prolificidade das granjas nacionais que atualmente apresentam índices superiores a 30 leitões desmamados/porca/ano em suas granjas. Foi pensando na necessidade de aportar para este segmento tecnologias em nutrição e manejo de alta performance é que a Polinutri anunciará no XIX Congresso Nacional e I Congresso Internacional ABRAVES 2019, eventos que ocorrerão de 22 a 24 de outubro em Toledo (PR), mais um de seus passos apoiados em sua atual plataforma de governança sob o slogan “Juntos vamos mais longe”, a parceria com a Liprovit. Ocasião em que as empresas apresentarão para público de alto nível presente neste encontro suas soluções em complemento ao aleitamento natural para leitões e tecnologia de comedouro.

Quem traz os detalhes sobre os produtos e a parceria firmada é a Gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri®, Izabel Muniz. “Nossa proposta com esta parceria iniciada no início deste ano é dar apoio à suinocultura moderna. O Pigger Cream é um leite UHT líquido saboroso e pronto para uso que se destaca pelo shelf life (12 meses fechado e 8 semanas após aberto), alta qualidade nutricional propiciando vitalidade e alto desempenho de crescimento para os leitões, associado a um sistema único de comedouro, facilitando o dia a dia das granjas de ponta”, insere.

Segundo a Gerente da BU, outro fator importante do anúncio e que está diretamente relacionado ao sucesso do conceito é a combinação produto – Pigger Cream – e sua aplicação correta. “Pensando em otimizar e facilitar o manejo nesta fase da produção a Polinutri® contará com três tecnologias de comedouros automáticos desenvolvidos para eficiência do manejo e economicidade das granjas”, descreve Izabel Muniz. São eles: O Comedouro Pigger,  que acondiciona embalagens de 10 e 15 kg, a Caixa Pigger para maternidade de 20 kg e a Caixa Pigger GG nas apresentações 250, 625 e 1.250 kg. “Contaremos com um comedouro automático presente no nosso estande durante a ABRAVES 2019 para apresentar toda tecnologia embarcada nesta nova linha da parceria Polinutri® e Liprovit”, salienta Izabel Muniz.

Fonte: Assessoria da Polinutri
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