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Fórum Agro pede a AL novo estudo do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico

Presidentes e representantes da Acrimat, Acrismat, Ampa, Aprosmat, Famato, Fiemt, Cipem e Aprosoja pediram empenho do legislativo na pauta

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Evelyn Leite

Entidades do setor produtivo, lideradas pelo Fórum Agro, pediram à Assembleia Legislativa (AL) um novo Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE-MT).  Em reunião na quarta-feira (14), representantes da FIEMT, CIPEM, Aprosoja, e Fórum apresentaram ao presidente Max Russi um documento com pontuações sobre Zoneamento, que está em produção na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão – SEPLAG. Foi decidido ainda a criação de um grupo de trabalho com foco na produção de estudo mais detalhado acerca da proposta em trâmite administrativo no Estado.

“Após uma profunda análise, nosso objetivo é propor um novo estudo, com o cenário atual das atividades envolvidas e que seja mais coerente com a realidade de Mato Grosso”, afirmou o presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa.

Além das entidades que compõem o Fórum Agro MT, a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso participaram da reunião e apoiam o pedido da realização de um novo estudo.

O presidente da Famato em exercício, Marcos da Rosa, defendeu que o projeto de Zoneamento proposto pela Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) está defasado e traz sério problemas socioeconômicos para Mato Grosso.

“O projeto é baseado em um estudo realizado na década de 80, uma realidade totalmente distorcida com a de hoje. Ele prevê a criação de Unidades de Conservação onde atualmente existem importantes estradas, rodovias e onde poderá passar ferrovias e novas pontes que ajudarão no escoamento da nossa produção. Além disso, cria dificuldades e problemas para as atividades de extração mineral e florestal”, avaliou.

Segundo Marcos, a atual proposta nem deveria ser discutida. “Nosso pedido é que seja realizado um novo estudo, com uma entidade de renome nacional que possa apontar o potencial que Mato Grosso possui e corrigir as falhas na atual proposta”, pediu.

Vice-presidente da Fiemt e o Cipem, o empresário Rafael Mason, destacou que o projeto prejudica também o setor industrial e consequentemente o desenvolvimento de outras regiões do estado. “Esse projeto impacta diretamente nas áreas de manejo florestal sustentável, onde já existem quatro milhões de hectares de floresta. A proposta pode ainda travar várias regiões do estado e impedir o desenvolvimento socioeconômico dos municípios”, afirmou.

Já o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, relatou os problemas apontados pelos produtores de soja e milho. “O impacto do zoneamento nas regiões menos desenvolvidas e do interior do estado é evidente, principalmente na região leste. Esse zoneamento não atende as necessidades e fere o direito à propriedade e não podemos ser coniventes com isso”, destacou.

O presidente da ALMT, deputado Max Russi, recebeu o documento, concordou que o projeto precisa ser revisto e colocou o parlamento à disposição para discutir o tema. “É uma pauta que tem que ser debatida, não será aprovada da forma que está, até porque prejudica grande parte do setor produtivo. Nessa legislatura contamos com muitos deputados que defendem este segmento e reconhecemos a importância deste para o Estado. Estamos aqui para ajudar no que for preciso para que este projeto seja aprovado da melhor forma”, defendeu.

A fala é endossada pelo deputado Carlos Avallone. “Eu nunca vi um documento repudiado por toda a sociedade como este do Zoneamento, ele não atende e não agradada nenhum setor envolvido. Realmente é preciso que haja um novo estudo”, avaliou.

A deputada Janaína Riva destacou a vontade de resolver a questão do projeto de zoneamento ainda nesta legislatura. “Acredito que hoje temos uma legislatura que abraçou a causa e que entende a necessidade de corrigir essas distorções. Ao meu ver, essa proposta atual é algo irreal e precisamos aproveitar o momento favorável para melhorar este projeto”.

Participaram da reunião os deputados, Max Russi, Janaína Riva, Carlos Avalone, Ulysses Moraes, Delegado Claudinei, Valmir Moreto, Dilmar Dal Bosco, Gilberto Cattani, Elizeu Nascimento, Allan Kardec, João Batista, Paulo Araújo, Sebastião Rezende e Dr. Eugênio.

Fonte: Assessoria
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Notícias

Coopavel exercita e estimula a prática solidária

Ao mesmo tempo em que contribui para fortalecer o campo e gerar empregos e renda a trabalhadores da cidade, a Coopavel tem a solidariedade como uma marca importante de sua trajetória de mais de meio século.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Ao mesmo tempo em que contribui para fortalecer o campo e gerar empregos e renda a trabalhadores da cidade, a Coopavel tem a solidariedade como uma marca importante de sua trajetória de mais de meio século. A cooperativa acaba de participar de duas ações que fazem diferença na comunidade: o Dia Cooperar, organizado no Paraná pela Ocepar e OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), e a Campanha de Inverno Doa calor, aqueça vidas.

O Dia C é uma tradição em todo o país e destaca o Dia do Cooperativismo, sempre lembrado no primeiro sábado de julho. Nesta edição, oito cooperativas participaram e juntas conseguiram oito toneladas em doações, que foram entregues à Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Cascavel. A campanha arrecadou produtos de limpeza e higiene pessoal. “Essa é uma intercooperação importante, porque integra cooperativas em um esforço comum, de valorização da comunidade”, diz o presidente Dilvo Grolli.

Dilvo e outros líderes participaram, no último dia 2, de evento que marcou o encerramento das atividades no município. Uma grande festa foi realizada no Calçadão da avenida Brasil, em frente à Catedral Nossa Senhora Aparecida. “Esse é um gesto que evidencia um dos mais determinantes pilares do cooperativismo, que é a participação social e o decisivo envolvimento das cooperativas com o cotidiano das pessoas do seu entorno”, reforçou o presidente da Coopavel, que envolveu todas as suas filiais e indústrias na campanha de arrecadação.

Em Cascavel, o Dia de Cooperar 2022 contou com a participação, também, da Cresol Progresso, Lar, Sicoob Credicapital, Sicredi Vanguarda, Unimed Cascavel, Uniprime e Cotriguaçu. “Estamos muito felizes, porque a meta de arrecadação, superior a duas toneladas, foi superada com folga. Isso demonstra a solidariedade e o compromisso das pessoas de estender a mão a quem mais precisa”, destaca o gerente de Recursos Humanos da Coopavel, Aguinel Waclawovsky.

Agasalho

A Coopavel, por meio do setor de Gente e Gestão, organizou a Campanha do Agasalho Doe calor e aqueça vidas, que envolveu principalmente no mês de julho colaboradores, cooperados e parceiros da cooperativa. Três toneladas, ou 4,6 mil unidades, entre roupas, calçados e cobertores foram conseguidos. Todo material é destinado a entidades assistenciais que atendem famílias carentes, informa a coordenadora Claudia da Rocha.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias 6ª edição

Favesu indica perspectivas da cadeia suinícola e avícola nacional 

Contando com mais de duas mil participações nos dois dias, a feira ofereceu ao público mais de 20 horas de palestras técnicas, além de atrações como o Espaço Gourmet, Espaço Científico e 69 empresas expositoras distribuídas em 38 estandes. 

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Divulgação

A 6ª Feira da Avicultura e Suinocultura Capixaba (Favesu) superou as expectativas e destacou a força dos setores avícola e suinícola capixaba. Esse é o balanço final da organização da feira, que foi realizada em conjunto pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) e a Associação de Suinocultores do Espírito Santo (Ases), nos dias 08 e 09 de junho, no Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES).

Contando com mais de duas mil participações nos dois dias, a feira ofereceu ao público mais de 20 horas de palestras técnicas, além de atrações como o Espaço Gourmet, Espaço Científico e 69 empresas expositoras distribuídas em 38 estandes.

Durante o ciclo de palestras voltadas para os setores avícola e suinícola, os dois auditórios do evento receberam a participação de mais de mil produtores, técnicos, estudantes e representantes de organizações ligadas aos dois setores e também de representantes do cenário político capixaba, além de apoiadores e expositores do evento.

Público diversificado

Segundo dados levantados pela organização da feira, a 6ª Favesu contou com a participação de pessoas de vários municípios capixabas, além das regiões da Zona da Mata Mineira, do Norte Fluminense e de Estados das regiões Centro-Oeste e Nordeste, essa última com visitantes provenientes da Bahia, Ceará e Pernambuco.

O evento também recebeu mais de 300 de produtores e representantes de indústrias  locais. No Espaço Gourmet, mais de 150 pessoas acompanharam a iniciativa que ocorreu em três momentos e promoveu a preparação de nove receitas que destacaram as potencialidades das carnes de frango, suíno e dos ovos.

Reconhecimento

Durante a cerimônia de abertura, foram prestadas homenagens a três importantes personalidades que atuam ou atuaram em prol dos dois setores no Espírito Santo: à José Mosquini, produtor e grande atuante junto a suinocultura capixaba; à Argêo João Uliana, um dos principais expoentes da avicultura da cidade de Santa Maria de Jetibá e do Espírito Santo, além de ter atuado na presidência da Aves e ser um dos sócios fundadores da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi); e Pedro Venturini, grande incentivador, zootecnista e apaixonado pela avicultura.

Avaliações da avicultura e suinocultura nacional

Em mais uma edição da Reunião Conjuntural, a 6ª Favesu abriu espaço para três importantes lideranças do setor de proteína animal apresentarem os números e as perspectivas da avicultura, suinocultura e o mercado de grãos nacional.

Participaram do encontro o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin; o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes; e o Superintende da Superintendência de Gestão da Oferta – Sugof/Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, Allan Silveira dos Santos.

De forma remota, Ricardo Santin falou sobre as exportações brasileiras e destacou as influências que o mercado vem sofrendo. “Quando nós verificamos o perfil de onde está se vendendo a carne de frango, observamos a China como o maior importador de carne de frango do Brasil, seguindo pelos Emirados Árabes Unidos, que ultrapassaram a Arábia Saudita. Nós tivemos um aumento de volume de 9%, uma tendência que deve se confirmar durante todo o ano. A ABPA ainda não reviu suas projeções, mas elas serão maiores do que estava sendo previsto para esse ano”, contou Santin.

Marcelo Lopes destacou os desafios que a cadeia suinícola teve que enfrentar nos últimos anos e as perspectivas para os próximos meses. “Nós fomos chamados a produzir mais em função de uma expectativa de compra e exportações que foi muito maior do que a esperada. Nós vivemos em um ano o que era esperado para cinco, e agora nós precisamos mudar essa história, principalmente começando pelo mercado interno, que é o nosso grande foco”, enfatizou o presidente da ABCS.

Allan Silveira apresentou suas perspectivas com relação ao mercado de grãos para os próximos meses. “O mercado de grãos passou por alguns desafios nos últimos anos e, em 2021, tivemos um problema sério de produtividade no Brasil, que é um importante mercado exportador. Tudo isso associado ao aumento nos preços das commodities e dos fertilizantes – somados aos altos custos de produção -, resultaram no cenário atual. A perspectiva é de um cenário de normalização, com uma boa oferta de milho do Brasil e um potencial de recuperação da soja para 2023”, contou Allan.

Participação do meio acadêmico

O Espaço Científico da 6ª Favesu contou com uma grande participação de pesquisadores e estudantes de universidades e faculdades do Espírito Santo, da região Norte Fluminense e do Estado de Minas Gerais. Na edição deste ano, o espaço apresentou 14 estudos com temáticas voltadas para as áreas de Frango de Corte, Postura Comercial e Suinocultura.

Os pesquisadores vencedores nas três áreas puderam apresentar seus trabalhos e receberam uma premiação em dinheiro na quantia de R$ 1 mil. Além disso, eles terão direito à publicação do seu trabalho no Jornal do Agronegócio (jornal de circulação nacional da Aves e Ases), e poderão ter seus estudos divulgados nas mídias da Favesu e das associações.

Um dos responsáveis pela Coordenação Científica da 6ª Favesu, o médico-veterinário Eustáquio Moacyr Agrizzi reafirmou o compromisso da iniciativa. “É uma grande oportunidade para esses profissionais, tanto estudantes como atuantes nas áreas de zootecnia e veterinária, já serem inseridos nos assuntos dos mercados avícola e suinícola. Esses trabalhos também promovem a união de universidades de diferentes Estados, o que mostra a importância que a Favesu tem no cenário nacional”, disse o Eustáquio Moacyr Agrizzi.

Resiliência para os dois setores

O “Painel do Agronegócio – Faes, Senar, Sindicatos, Aves e Ases” apresentou mais uma edição da Palestra Magna, que teve o comando do palestrante e cofundador da plataforma AAA Inovação, Arthur Igreja.

Com realização da Aves e Ases em conjunto com o sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-ES) e os Sindicatos Rurais, o momento debateu sobre a temática: “Os impactos da crise mundial para o agronegócio. Desafios e oportunidades para a avicultura e suinocultura brasileira”.

O palestrante também destacou as perspectivas que os produtores podem ter com relação ao mundo do agronegócio nos próximos meses. “Os próximos meses tendem a ser de uma equalização, até porque todos nós fomos pegos de surpresa num cenário em que quando a economia parece que começa a ceder, nós temos uma situação de guerra que impacta diretamente os setores de cadeia produtiva. Cada crise cria setores que são vencedores e outros que são mais atacados. Com todo esse cenário já passado, eu acredito que os próximos meses serão melhores”, encerrou o cofundador da plataforma AAA Inovação.

Saldo positivo

Coordenador institucional da Favesu, Nélio Hand fez um balanço da feira, que contou uma avaliação positiva dos expositores e do público que se fez presente nos dois dias. “Recebemos um feedback muito importante, mostrando que a maioria dos expositores e do público presente classificaram o evento e sua organização como ótimo ou bom, o que mostra que estamos no caminho certo, sempre buscando melhorar mais a cada edição. Isso também foi muito positivo em todas as abordagens feitas durante os dois dias de evento, especialmente nas temáticas técnicas, que contaram com temas de grande relevância para a avicultura e suinocultura capixaba”, disse Nélio.

Nélio também destaca o que a organização já planeja para a 7ª Favesu, que acontecerá em 2024. “A organização da Favesu sempre tem como princípio trabalhar para que o evento seguinte seja sempre melhor do que aquele que foi realizado. Nós temos então essa tarefa para 2024, observar aquilo que não deu certo e replanejar para que possa sair da melhor maneira possível na próxima Favesu. É isso que nos dá credibilidade frente a todos os parceiros, bem como da avicultura e suinocultura capixabas. Esse é um conceito de trabalho de Aves e Ases”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Notícias Artigo

Plano Safra e os impactos para o setor cooperativista

Projeto de Lei que dispõe sobre produção de bioinsumos nas fazendas passa pela Comissão de Finanças e Tributação e está mais perto de ser aprovado.

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Presidente da Ocesc, Luiz Vicente Suzin - Foto: Divulgação/Ocesc

O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2022/2023, lançado na semana passada pelo Governo Federal, foi bem avaliado pelo presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Luiz Vicente Suzin, especialmente, em relação ao volume de recursos.

O principal fator foi o volume recorde da ordem de R$ 340,8 bilhões, o que permitirá atender as necessidades de custeio e de investimentos dos produtores rurais. O valor representa aumento de 36% em relação ao Plano Safra anterior (R$ 251 bilhões).

Suzin destaca que o mais importante é que os recursos cheguem em tempo hábil às mãos dos produtores para a aquisição dos insumos na hora adequada. “Se o dinheiro chegar na hora certa, estarão asseguradas a produção e a produtividade, ficando o resultado final por conta do clima”, observou.

Paralelamente aos recursos suficientes, as taxas de juros ficaram abaixo de dois dígitos para os pequenos e médios produtores – o que é essencial para a viabilidade econômica da atividade agrícola e pastoril. Os juros foram fixados em 5% e 6% ao ano para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de 8% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Essas taxas beneficiam diretamente a maior parcela dos produtores cooperados, inclusos no Pronaf.

A Ocesc, ao lado das entidades nacionais de representação do setor, também avalia como positiva a ampliação, no orçamento de 2023, de pelo menos R$ 2 bilhões para o Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR). Suzin lembra que as intempéries – secas e chuvas – afetam com mais frequência a produção, levando os produtores a contratarem o seguro.

“A melhor contribuição do Governo para a segurança alimentar da população reside na estruturação de um plano agrícola e pecuário consistente e com todos os recursos necessários para que as classes produtoras, no campo e na cidade, produzam e processem os alimentos para suprir a Nação e gerar excedentes exportáveis”, assinala o presidente da Ocesc.

Os recursos com juros controlados tiveram expansão de 18%, com montante de R$ 195,7 bilhões, e o volume com juros livres cresceu 69%, chegando a R$ 145,1 bilhões. O total de recursos equalizados cresceu 31%, totalizando R$ 115,8 bilhões.

Programas

Do total de recursos, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 39% em relação ao ano anterior, enquanto R$ 94,6 bilhões serão para investimentos (+29%).

Fonte: Assessoria Ocesc
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