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Empresas apoiam o IPVS2022, no Rio de Janeiro

Ceva Saúde Animal, Zoetis, Agroceres PIC, Ourofino e Magapor são algumas das empresas que estarão presentes no evento

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Com o objetivo de trazer aos congressistas as principais novidades do mercado da suinocultura mundial, o Congresso IPVS2022 – International Pig Veterinary Society, maior evento técnico científico da suinocultura mundial, conta com o apoio das principais empresas do setor. O evento será realizado no Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 21 e 24 de junho de 2022, no RioCentro, e terá como tema as “Novas perspectivas para a suinocultura: biosseguridade, produtividade e inovação”.

Marina Moreno, gerente de produtos da Unidade de Suínos da Ceva.

A criação de suínos tem passado por grandes transformações nos últimos anos. “A América Latina tem em torno de 4 milhões de fêmeas, sendo aproximadamente 2 milhões somente no Brasil. A Ceva compreende os reais desafios e oportunidades do setor, sendo parceira do campo e atuando ao lado de cada suinocultor com o propósito de contribuir com uma cadeia produtiva sustentável, rentável e eficaz. Dessa forma, participar do IPVS2022, evento que reúne os maiores especialistas mundiais em sanidade, bem-estar animal, nutrição e reprodução, nos permite contribuir para o debate sobre as melhores práticas para o segmento”, pontua Marina Moreno, gerente de produtos da Unidade de Suínos da Ceva.

Além disso, segundo a profissional, os congressos da IPVS permitem que a comunidade técnico-científica avalie os desafios atuais para a prevenção e controle das principais patologias que afetam os suínos nas mais diversas fases do ciclo produtivo. “O evento proporciona aos participantes uma visão global sobre a evolução do mercado, as novas tecnologias e as oportunidades disponíveis para o setor”, salienta Marina.

Um debate que agrega valor à suinocultura  

Evandro Poleze, diretor de Negócios Vivax e Assuntos Regulatórios no Brasil.

A Zoetis tem o compromisso de estimular a Pesquisa e o Desenvolvimento para oferecer soluções à suinocultura, muitas das quais são nascidas de questões apresentadas e discutidas em espaços como os congressos da IPVS, que contribuem para a promoção da saúde e do bem-estar animal em todas as etapas da vida, ao longo de toda a cadeia produtiva de suínos.

“Nossa expectativa é que o IPVS2022 seja um encontro que proporcione discussões de alto nível técnico, troca de experiências e que ofereça novas tecnologias ao mercado, principalmente porque reúne toda a cadeia de produção com renomados profissionais da comunidade científica nacional e internacional, em prol do desenvolvimento da suinocultura brasileira e mundial”, afirma Evandro Poleze, diretor de Negócios Vivax e Assuntos Regulatórios no Brasil.

Grandes expectativas

Gustavo Simão, gerente de Serviços Veterinários da Agroceres PIC

Para Gustavo Simão, gerente de Serviços Veterinários da Agroceres PIC, a expectativa para o IPVS2022 é muito positiva. “Ao longo de seus mais de 50 anos de existência, os congressos da IPVS se notabilizaram pela qualidade e integridade das programações científicas e por reunir a elite dos pesquisadores, especialistas e profissionais da suinocultura mundial para discutir os principais desafios da produção global de suínos, invariavelmente apontando soluções inovadoras e efetivas para o desenvolvimento do setor. Tenho absoluta convicção de que essa edição do congresso será uma grande oportunidade para a discussão de novas ideias e para a obtenção de informação qualificada”.

 

Programação Científica de peso

Gabriela Oliveira, especialista em marketing Aves e Suínos da Ourofino Saúde Animal

De acordo com Gabriela Oliveira, especialista em marketing Aves e Suínos da Ourofino Saúde Animal, os congressos da IPVS são os eventos mais aguardados da suinocultura mundial, pois historicamente possuem uma excelente programação científica, além de proporcionar o encontro de profissionais de diversas partes do mundo que atuam no segmento.

“É uma honra participar de um evento que proporciona a troca de conhecimentos relacionados à sanidade e produção suínas e que promove a cooperação entre as entidades produtoras. Ademais, o congresso retorna ao Brasil após 32 anos em sua versão mais moderna, trazendo o modelo híbrido de evento. Esse feito, além de alcançar um público maior, demonstra a capacidade de adaptação frente a desafios inesperados, a mesma capacidade que os produtores encontram para seguir criando suínos com qualidade, bem-estar e sempre pensando em saúde única”.

Reencontrar parceiros e clientes

Jesus Mena, diretor Geral da Magapor

A Magapor aproveitará o IPVS2022 para fortalecer a ligação com seus clientes na América do Sul. “Nos últimos 10 anos, a Magapor atingiu grandes cotações de mercado em quase todos os países americanos e o IPVS2022 deverá reforçar essa posição. Sabemos como o Congresso é importante para todo o continente e como os nossos clientes estão dispostos a se encontrar novamente e fazer parte da realização de grandes eventos”, observa Jesus Mena, diretor Geral da Magapor.

Mena ainda afirma que o congresso IPVS é um dos maiores e mais importantes eventos do setor. “Sabemos que durante o IPVS2022 vamos encontrar os melhores fornecedores, os maiores clientes, os melhores oradores e os grandes nomes da nossa indústria, sendo um evento obrigatório em nossa agenda. Ter a oportunidade de se reunir novamente significa uma retomada importante para o nosso negócio”.

O IPVS2022 é realizado pela Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves) e conta com o apoio das principais entidades da suinocultura brasileira, como: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS).

O IPVS2022 tem como patrocinadores Partner as empresas Boehringer Ingelheim, Farmabase, Hipra, MSD e Zoetis; como Supporter as empresas Ceva e Elanco; como patrocinadores Platinum: Agroceres PIC, Biofarma, IDEXX, Ourofino, Pharmacosmos e Trouw Nutrition; como Gold: Crystal Spring, Magapor, Phytobiotics, Thermo Fisher e Tonisity;e como Silver: Microvet e VetScience.

Conta com o apoio de mídia dos veículos 333 Brasil, 333 Internacional, Academia Suína, Ediciones Pecuarias/Acontecer Porcino, Engormix, Feed&Food, MaizYSoya, O Presente Rural, Pig Progress, Suino.com, Suinocultura Industrial, SuiSite e Veterinaria Digital.

Demais informações sobre o evento estão disponíveis no site www.ipvs2022.com ou pelo telefone (31) 3360-3663.

Fonte: Assessoria

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja

Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

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Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.

Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.

Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock

padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.

O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.

Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.

Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.

Fonte: O Presente Rural
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens

Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

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O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias

A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.

Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.

Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.

Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock

tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.

Efeitos diferentes dentro do Brasil

Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.

Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.

Oferta maior e preços menores

No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.

Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.

Fonte: O Presente Rural
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros

Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

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O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak

A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.

Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.

Anistia a multas

Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.

O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

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das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.

A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.

Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

Foto: Divulgação/Freepik

Frete mínimo  
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).

A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.

Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.

A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

Foto: Divulgação

A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.

Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.

Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.

Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.

A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.

As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.

Fonte: Agência Senado
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